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BRASÍLIA/DF - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse hoje (26) que o governo federal vai assinar na próxima semana um contrato de Encomenda Tecnológica com a farmacêutica inglesa AstraZeneca. O acordo vai possibilitar que o ingrediente farmacêutico ativo (IFA), material necessário para produção da vacina contra a covid-19, seja fabricado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nacionalmente.

Segundo o ministro, a assinatura do contrato deve ocorrer no dia 1° de junho em solenidade que contará com a presença do presidente Jair Bolsonaro. Para Queiroga, a ação vai possibilitar o incremento no ritmo de vacinação no país.

“Com as articulações realizadas pelo Ministério da Saúde será possível, com o empenho de todos, vacinar a população brasileira acima de 18 anos até o final de 2021. Essa é a nossa esperança, esse é o nosso compromisso”, disse o ministro durante audiência conjunta das comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados.

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Aos deputados, o ministro ressaltou que o país tem contratadas, até 2022, cerca de 600 milhões de doses de vacinas. Até o momento, foram distribuídas pouco mais de 90 milhões de doses aos estados e municípios, das quais 30 milhões, em maio.

Queiroga também foi questionado sobre a quantidade de vacinas para o mês de junho. De acordo com a assessoria do Ministério da Saúde, devem ser entregues 41,9 milhões de doses, 12 milhões a menos do que a previsão inicial.

Serão 20,9 milhões de doses da AstraZeneca, 12 milhões da Pfizer, 4 milhões do imunizante da AstraZeneca obtidos via consórcio Covax Facility e 5 milhões de doses da CoronaVac.

Segundo Queiroga, a redução na previsão ocorreu em razão da falta de insumos.

“Estamos tentando ainda antecipar dois lotes de IFA da AstraZeneca, previstos para o dia 20 de junho. Se conseguirmos, acredito que vamos voltar para o número inicialmente previsto de doses para junho”, afirmou.

Programa nacional de testagem

Queiroga disse ainda que o ministério vai começar a adotar uma estratégia de ampliação do número de testes aplicados na população. Segundo ele, a pasta lança amanhã (27) um programa nacional de testagem em massa com objetivo de chegar a 20 milhões de brasileiros mensalmente.

A medida visa, entre outros pontos, rastrear uma possível transmissão comunitária da variante indiana do novo coronavírus. A presença da nova cepa, a B.1.617.2, foi confirmada no país na quinta-feira (20), quando seis casos foram detectados entre 24 tripulantes do navio MV Shandong Da Zhi, que veio da China e está em isolamento no Maranhão.

Segundo Queiroga, os testes devem ser aplicados em pessoas sintomáticas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e também as que apresentem sintomas iniciais, em locais pré-definidos, como portos, aeroportos e rodoviárias.

“Vamos lançar amanhã uma grande campanha de testagem porque hoje é possível, graças ao avanço da tecnologia, ter testes de antígenos rápidos que, em 15 minutos, nos dão o resultado de positividade ou não. Quem testar positivo já vai logo para o isolamento”, disse.

Exoneração

O ministro comentou ainda a exoneração do superintendente do ministério no Rio de Janeiro, o militar da reserva George Divério. A medida foi tomada após denúncias de desvios de recursos em contratos de saúde no estado. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União de hoje.

"Naturalmente, não compete ao ministro da Saúde fazer um juízo de valor nesse momento de culpabilidade ou não daquele agente público, mas, diante do que foi suscitado, o ministro da Saúde tomou a decisão que deveria tomar: exonerar o servidor sem nenhum prejuízo a ampla defesa e ao contraditório”, disse.

 

 

Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil

As mantas de fototerapia vão ajudar a tratar as lesões por pressão em pacientes acamados

 

SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa recebeu a doação de duas mantas de fototerapia da MultFISIO Brasil. A empresa é especializada em tratamentos inovadores na área de fisioterapia.  De acordo com o sócio da MultFISIO Brasil e pesquisador da USP, Antonio Eduardo de Aquino Junior, o equipamento tem um grande diferencial e uma enorme eficácia nas cicatrizações. “Esse equipamento é muito interessante para diversas ações na área da saúde. A cicatrização com o uso da luz tem grandes resultados. Nós, pesquisadores, sabemos da importância da fototerapia para esses tratamentos. Nosso objetivo é proporcionar uma qualidade de vida aos pacientes que estão internados nas UTIs ou se recuperando da COVID-19. Queremos ajudar a Santa Casa a oferecer uma qualidade melhor no cuidado aos pacientes que estão precisando desse tratamento”, comenta Antonio. 

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A manta de fototerapia é um equipamento inovador e que possui tecnologia da LEDterapia com ação analgésica e anti-inflamatória. O laser vermelho, em contato com a pele, estimula a cura e a regeneração de novos tecidos, reduzindo a inflamação e a dor. Além disso, o aparelho também ajuda a prevenir as lesões por pressão, popularmente conhecidas por escaras, que são feridas causadas em pacientes que permanecem muito tempo na mesma posição, pessoas acamadas e com mobilidade reduzida.

“Pensamos em doar esse equipamento, pois vai beneficiar todos os pacientes que estão internados. Além disso, temos uma missão social em ajudar o hospital, principalmente neste momento de pandemia. A Santa Casa é referência na região e presta muitos atendimentos. O aparelho vai contribuir para o trabalho dos profissionais e também vai proporcionar a redução de escaras nos pacientes”, afirma a sócia da MultFISIO Brasil e pesquisadora da USP, Fernanda Mansano Carbinatto.

Além da doação dos equipamentos, a equipe da MultFISIO Brasil ofereceu um treinamento para uso do aparelho no Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) da Santa Casa. Participaram do treinamento os enfermeiros e fisioterapeutas da Residência Multiprofissional em Paciente Crítico.

A coordenadora Acadêmica do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) da Santa Casa, Chris Mayara Tibes Cherman, comenta que os equipamentos vão proporcionar mais qualidade na assistência aos pacientes. “Os pacientes críticos da UTI COVID têm muitos fatores de risco para o desenvolvimento de lesões por pressão, pois ficam muito tempo acamados. E a doação desse aparelho vai contribuir muito com o nosso trabalho, pois é uma ferramenta a mais no tratamento dos pacientes que sofrem com a lesão durante a fase de recuperação”, conclui.

Impactos e consequências socioeconômicas da pandemia devem trazer mais atenção ao bem-estar feminino, em 28 de maio, Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher. Agressões são o estopim para uma série de doenças, alerta especialista

Os dados de 2020 são alarmantes para as mulheres brasileiras, os casos de violência doméstica subiram 27%, segundo pesquisas do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Ainda, 80% das mulheres entrevistadas pelo IBOPE, entre os meses de junho e julho, relataram sentir alguma dor com frequência.

Essas informações somadas ao que explica a doutora Camille Figueiredo, pesquisadora e médica reumatologista na Cobra Reumatologia, têm impacto direto na saúde das mulheres, cujos sintomas mais comuns são ansiedade, medo e estresse – fatores que se transformam em uma verdadeira bomba-relógio para o bem-estar feminino especialmente durante a pandemia de COVID-19.

Por isso que nesta data de 28 de maio, dedicada ao Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher, a doutora Camille abre o debate chamando a atenção para problemas que podem ser associados às doenças reumatológicas.

Os dados resumem o cenário alarmante em que vivemos: à medida que a pandemia se intensifica, relatos de violência doméstica contra as mulheres estão se espalhando rapidamente em todo o mundo e seus parceiros estão aproveitando as medidas de distanciamento físico para isolar vítimas dos recursos de assistência adequados. - Camille Figueiredo (pesquisadora e médica reumatologista na Cobra Reumatologia)

A violência pode ir muito além do ato da agressão física, ela também gera gatilhos para os problemas na ordem da saúde mental. Esses são impactos que podem funcionar como o estopim no sistema imune, levando ao desenvolvimento e agravamento de doenças reumatológicas, como artrite, fibromialgia, lúpus, entre outras.

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A Dra. Camille Figueiredo se dedica neste momento a estudar o impacto da pandemia na vida das mulheres e publicou um artigo, COVID-19: one pandemic shading another, no conceituado periódico Arch Depress Anxiety. Na publicação, assinada em parceria com o Dr. Felipe Mendonça de Santana, Camille traz dados relevantes que deixam um importante alerta, pelo bem-estar físico, emocional e pela prevenção de futuras complicações imunológicas, e mais que isso, pela vida das mulheres brasileiras:             

Abordagens para acabar com a violência doméstica devem idealmente ser consistentes em uma colaboração mútua entre governos e organizações não governamentais, visando primeiro aquelas mulheres mais vulneráveis. Estes devem ser integrados em ordem para prevenir o problema, enquanto fornece abrigo, psicológico apoio e educação para mulheres, particularmente nos casos em que crianças estão envolvidas. Além disso, combate à violência doméstica consiste em resolver continuamente os problemas domésticos, não apenas durante a pandemia, mas depois disso. Este não é um problema novo, só está cada vez mais agravante. - Camille Figueiredo (pesquisadora e médica reumatologista na Cobra Reumatologia)

Sobre a doutora: Formada pela Universidade do Estado do Pará (1998), Camille Pinto Figueiredo é responsável pelo braço acadêmico da Cobra Reumatologia. Com residência e doutorado realizados no Hospital das Clínicas (FMUSP) e pós-doutorado pela Friedrich-Alexander-University Erlangen-Nuremberg (Alemanha), Camille é médica e pesquisadora, dedicando-se, sobretudo, aos estudos sobre metabolismo ósseo e HR-pQCT. Em virtude de suas pesquisas, Camille foi congratulada com quatro prêmios, dentre eles, atribuídos pela Sociedade Brasileira de Densitometria Óssea, juntamente com outros pesquisadores: “Prêmio Antônio Carlos Araújo de Souza em Densitometria Clínica” (2008) e “III Prêmio de Incentivo à Pesquisa em Osteoporose e Osteometabolismo” (2011).

SÃO CARLOS/SP - Os vereadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada pela Câmara Municipal de São Carlos para apurar possíveis irregularidades na gestão da Secretaria Municipal de Saúde quanto ao combate da pandemia de Covid-19, participaram com o presidente da Casa, na manhã desta terça-feira (25), de uma reunião com o prefeito Airton Garcia Ferreira e o secretário municipal de Saúde, Marcos Palermo, no plenário do Legislativo. O encontro contou também com a participação do chefe de gabinete da Prefeitura, José Pires (Carneirinho).

Na oportunidade, o presidente da CPI, vereador Marquinho Amaral, o relator Elton Carvalho e os membros Bruno Zancheta e Dé Alvim entregaram ao prefeito o Relatório Parcial da vistoria realizada no último domingo (23) em  equipamentos públicos de saúde do município com o objetivo de verificar as condições de trabalho dos funcionários e de atendimento prestado aos pacientes vítimas da Covid-19. A comissão é composta também pelo vereador Azuaite Martins de França.

Foram visitados o  Centro de Atendimento e Triagem de Síndrome Gripal, instalado no ginásio Milton Olaio Filho,as unidades de Pronto Atendimento do Cidade Aracy e do Santa Felícia.   Os integrantes da CPI da Saúde concluíram não haver um protocolo de atendimento e transferência de pacientes e apontaram problemas na Central de Regulação e Oferta de Serviços de Saúde (Cross), alta de estrutura  na UPA do Santa Felicia e necessidade de instalação de um Hospital de Campanha com rigoroso protocolo de atendimento e equipe técnica capacitada para atender  pacientes graves de Covid-19.

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HOSPITAL DE CAMPANHA - Durante a reunião foram tomadas deliberações, anunciadas em seguida durante entrevista coletiva online concedida à Imprensa pelos integrantes da CPI e pelo presidente da Câmara, Roselei Françoso.  Entre as propostas acatadas pelo prefeito e pelo secretário estão a realização de testagem em massa no bairro Cidade Aracy, no horário das 13h às 20h, no Centro da Juventude e a implantação de um hospital de campanha com 20 leitos (10 semi intensivos e 10 de enfermaria) em local a ser definido, e instalação, nas dependências da FESC na Vila Nery, de uma unidade para recuperação de pacientes Pós-Covid, com equipe multidisciplinar. Terá continuidade a testagem de Covid no Ginásio Milton Olaio Filho e, com a ativação do Hospital de Campanha, a UPA do Santa Felícia retomará o atendimento normal.

O presidente da CPI, Marquinho Amaral e o relator, Elton Carvalho, informaram que visitas presenciais serão também feitas à Santa Casa e ao Hospital Universitário da UFSCar. Marquinho destacou a presença do prefeito à reunião na Câmara e disse que as medidas anunciadas são “conquistas da Câmara e da CPI, que com seriedade estão debatendo ideias, criticando o que está errado e trazendo soluções”. Ele agradeceu o apoio do presidente da Câmara, que tem atendido às solicitações e dado suporte aos trabalhos da CPI.

O prefeito Airton Garcia Ferreira afirmou após o encontro que “todos têm que se empenhar para ajudar a resolver ou minimizar a crise”, acrescentando que buscará a implantação do hospital de campanha.  O secretário Marcos Palermo avaliou a reunião como “muito proveitosa” e antecipou que “haverá avanços” na estrutura de atendimento de pacientes da Covid-19 no município.

OITIVA NA QUINTA-FEIRA – A CPI programou  para esta quinta-feira (27), às 10 horas, a realização da oitiva com o secretário municipal Marcos Palermo, agendada após análise de documentação enviada à análise da Comissão.

Devido às restrições impostas pela pandemia de Covid-19, a população não terá acesso ao evento, mas poderá acompanhar ao vivo pela Rede Alesp (Canal 8 da NET), pela Rádio São Carlos (AM 1450) e pelo site, Youtube e Facebook oficiais da Câmara Municipal.

Após análise minuciosa de documentos e concluída a fase de oitivas, a CPI irá elaborar o relatório final conclusivo a ser encaminhado aos órgãos competentes para apontar responsabilidades e eventuais punições por irregularidades constatadas.

SÃO CARLOS/SP - Estamos vivenciando no Brasil, a cada dia números exorbitantes de mortes devido a COVID 19 e juntamente o aumento da síndrome de Burnout.

Essa síndrome é caracterizada pelo esforço do indivíduo em se adaptar continuamente a situações estressantes. E, de tanto tentar se adaptar, ocorre o esgotamento. Vários motivos levam ao aumento do Burnout.

Muitas pessoas tiveram seus espaços reestruturados pelas empresas na tentativa de conter e proteger seus funcionários da disseminação do vírus. Antes, a circulação que era livre passa a ser restrita, trabalhos home office impostos e o que era considerada uma vantagem torna-se prejudicial para aqueles que não tem um espaço adequado e consequentemente passa a dividir sua atenção do trabalho com os filhos, e com o cansaço físico pela falta de um local apropriado. A comunicação mais distante ou distorcida entre empresa e funcionário faz com que haja a sensação das pessoas em terem que “mostrar trabalho” o que pode contribuir facilmente ao esgotamento profissional.

Além do esgotamento físico e emocional, a síndrome pode apresentar alguns sintomas como:

Falta de identificação com o próprio trabalho;

Dificuldade de concentração;

Alterações de humor;

Isolamento ou irritabilidade ao estar em contato com outras pessoas;

Perda de prazer por atividades que costumava gostar;

Pensamentos pessimistas;

Baixa autoestima.

Dor de cabeça, cansaço, palpitação, dores musculares, insônia, crises de asma e distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem ser apresentadas. Em diversas situações, porém, a síndrome de Burnout costuma ser confundida com diferentes distúrbios emocionais, visto que seus sintomas também estão presentes em outras patologias como por exemplo, ansiedade generalizada, estresse e depressão.

Mas, o que fazer para reduzir a possibilidade de desenvolver Burnout? Segue algumas dicas:

  • Tenha um local de trabalho: é importante estabelecer limites claros entre “trabalho” e “casa”. Para isso, um passo importante é estabelecer locais e objetos/equipamentos destinados apenas para finalidades profissionais.
  • Cuide de si próprio: praticar o autocuidado – investindo tempo, dinheiro ou atenção para melhorar algum aspecto do bem-estar – é importante em momentos de estresse. considere formas livres de autocuidado, como realizar uma série de outras atividades pessoalmente satisfatórias.
  • Práticas de exercícios físicos: o burnout acaba causando problemas físicos, por isso, a prática possibilita o fortalecimento muscular além dos demais benefícios, com sensação de bem-estar.

 

*Texto Escrito Por: Aline Cristina Gavioli – CRP:  06/164909

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EUA - Os Estados Unidos (EUA) pediram nesta terça-feira (25) que especialistas internacionais avaliem a origem do novo coronavíru e os "primeiros dias do surto", em uma nova investigação sobre a origem do vírus responsável pela covid-19.

Agências de inteligência dos EUA estão examinando relatos de que pesquisadores de um laboratório de virologia chinês ficaram gravemente doentes um mês antes de os primeiros casos de covid-19 serem relatados em 2019, de acordo com fontes do governo dos EUA, que advertiram, no entanto, que ainda não há provas de que a doença se originou no laboratório.

"A fase 2 do estudo da origem da covid-19 deve ser lançada com termos de referência transparentes, com base científica e dando aos especialistas internacionais a independência para avaliar completamente a origem do vírus e os primeiros dias do surto", disse o secretário de Saúde dos EUA, Xavier Becerra, em mensagem de vídeo para a reunião ministerial anual da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Becerra não mencionou diretamente a China, onde os primeiros casos humanos conhecidos de covid-19 surgiram na cidade de Wuhan, em dezembro de 2019.

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A origem do vírus é fortemente contestada. Em relatório divulgado em março, escrito em conjunto com cientistas chineses, uma equipe liderada pela OMS, que passou quatro semanas em Wuhan em janeiro e fevereiro, disse que o vírus provavelmente foi transmitido de morcegos para humanos por meio de outro animal, e que "a introdução por meio de um incidente de laboratório foi considerada um caminho extremamente improvável".

Sobre uma nova missão de acompanhamento, o porta-voz da OMS Tarik Jasarevic disse à Reuters nessa segunda-feira (24) que a agência estava revisando as recomendações do relatório em nível técnico.

“As equipes técnicas prepararão uma proposta para os próximos estudos que deverão ser realizados e a apresentarão ao diretor-geral para sua consideração”, disse ele, referindo-se ao diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Jasarevic, lembrando observações de Tedros em 30 de março, disse que mais estudos seriam necessários em uma série de áreas, incluindo a detecção precoce de casos e clusters, os papéis potenciais dos mercados de animais, a transmissão por meio da cadeia alimentar e a hipótese de incidentes de laboratório.

 

 

*Por Stephanie Nebehay - Repórter da Reuters

SÃO CARLOS/SP - A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Municipal de São Carlos, instaurada para apurar possíveis irregularidades na gestão da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), agendou para quinta-feira (27), às 10 horas, a oitiva com o secretário municipal Marcos Palermo. A reunião estava marcada inicialmente para o dia 21, mas foi adiada em função do volume da documentação remetida à análise da comissão.

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Devido às restrições impostas pela pandemia de Covid-19, a população não terá acesso ao evento, mas poderá acompanhar ao vivo pela Rede Alesp (Canal 8 da NET), pela Rádio São Carlos (AM 1450) e pelo site, Youtube e Facebook oficiais da Câmara Municipal

A CPI, composta pelos vereadores Marquinho Amaral (presidente), Elton Carvalho (relator), Azuaite França, Bruno Zancheta e Dé Alvim (membros), além dos dados documentais, acrescentou à apuração, fatos e situações presenciadas pelos vereadores no último domingo (23), durante visita a equipamentos de saúde que estão realizando o trabalho de combate à pandemia de COVID-19 no município.

ARARQUARA/SP - A possibilidade de faltar medicamentos denominados “Kit Intubação” (sedativos, bloqueadores neuromusculares e anestésicos) em hospitais de Araraquara e região nos próximos dias é confirmada pela Santa Casa de Araraquara.

O hospital, que atende várias cidades da região, explica que a oferta atual não tem sido capaz de suprir as necessidades do mercado hospitalar em nossa região e no Brasil pela demanda crescente de pacientes, partindo de um cenário de escassez para um preocupante cenário de desabastecimento nos últimos dias.

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“A Santa Casa de Araraquara, assim como grande parte dos hospitais no País, atingiu o seu limite em disponibilizar os medicamentos do “Kit Intubação”, comunicando o fato às Secretarias de Saúde Municipal e Estadual, que, após reunião entre as partes, estão se esforçando diariamente e conjuntamente com o hospital, junto aos fornecedores e importadores, para a obtenção desses medicamentos em falta no mercado”, ressalta o hospital.

A Santa Casa informa ainda que, seguindo orientação contingencial e o Decreto Municipal, os procedimentos cirúrgicos eletivos foram suspensos e, agora, considerando a escassez de tais itens, foram suspensos os procedimentos que não sejam urgentes, com o intuito de preservar a manutenção da assistência de forma segura aos pacientes já internados e as emergências devidamente encaminhadas pela Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (Cross).

A instituição reitera a toda a sociedade a importância da atenção às medidas de cuidado e proteção no combate ao coronavírus e solicita celeridade dos órgãos responsáveis na regularização da oferta de medicamentos do “Kit Intubação”.

 

 

*Por: Chico Lourenço / PORTAL MORADA

SÃO CARLOS/SP - Os vereadores Marquinho Amaral (presidente da CPI da saúde), Elton Carvalho (Relator da CPI), Bruno Zancheta e Dé Alvim que compõe a CPI, visitaram equipamentos de saúde neste último domingo (23).

Dois áudios recebidos por esta reportagem através do WhatsApp, o presidente da CPI fer criticas acirradas a gestão sobre o enfrentamento à covid-19 no município.

Marquinho fala nomes de algumas vítimas devido esse maldito vírus e fala que do jeito que está não pode ficar e que a Câmara Municipal precisa tomar alguma atitude:

“A Câmara precisa tomar uma atitude, e vamos tomar, nesta 2ª feira (24), vamos protocolar um requerimento na prefeitura e informar o prefeito (caso não saiba), sobre a situação que se encontra, eu vi uma senhora tremendo de frio, ou seja, sem um cobertor. Isso é um exemplo de várias situações que vamos relatar ao prefeito” disse vereador.

Marquinho ainda falou sobre a ação da Câmara como um todo e da UPA do Santa Felícia que atende somente pessoas com síndrome gripal. “Vou comunicar o presidente da casa o vereador Roselei Françoso, pois ou nós assumimos o papel de fiscalizador ou fechamos a casa de leis, pois eu e os colegas de CPI vimos pessoas intubadas em locais que não pode passar um tubo de oxigênio. Na UPA Santa Felícia, um prédio daquele tamanho que atendia 200 pessoas, eu vi 4 pessoas sendo atendida. Chega de brincar com vidas” desabafou o parlamentar.

Ainda segundo o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito, gastaram milhões no hospital de campanha: “Gastaram milhões no pseudo hospital de campanha que é um absurdo, os depoimentos de enfermeiros e médicos, mostram a inercia do poder público. E onde está o dinheiro? Nós vamos investigar e esclarecer isso para população” afirmou Marquinho Amaral.

Os motoristas do transporte coletivo também serão imunizados

 

SÃO CARLOS/SP - Nesta segunda-feira (24/05), São Carlos inicia a vacinação das pessoas de 45 a 49 anos com comorbidades e pessoas com deficiência permanente que recebem  BPC, além de motoristas do transporte coletivo.

As pessoas com comorbidades e que recebem BPC serão imunizados de forma escalonada:

  • - Segunda-feira (24/05) para pessoas com 49 anos;
  • - Terça-feira (25/05) para pessoas com 48 anos;
  • - Quarta-feira (26/05) para pessoas com 47 anos;
  • - Quinta-feira (27/05) para pessoas com 46 anos;
  • - Sexta-feira (28/05) para pessoas com 45 anos;

Para vacinar todos esses grupos o Departamento de Vigilância em Saúde recebeu 3.575 doses do imunizante da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz. Os motoristas e cobradores serão vacinados nas próprias empresas por equipes da Vigilância Epidemiológica, totalizando 390 pessoas.

LOCAIS - Todos os grupos com comorbidades e pessoas que recebem BPC serão vacinados das 9h às 15h nas seguintes unidades básicas de saúde:

  • - UBS Aracy;
  • - UBS Redençao; 
  • - UBS Santa Felícia;
  • - UBS São José; 
  • - UBS Azulville;

As gestantes e puérperas com comorbidades que ainda não se vacinaram também podem procurar umas dessas unidades fixas, já que a campanha é contínua, ou seja, os grupos que iniciaram em data anterior podem ser vacinados a qualquer momento. Esse grupo está sendo imunizado contra a COVID-19 somente com a CORONAVAC. 

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Para agilizar o atendimento todos devem fazer o cadastro no site www.vacinaja.sp.gov.br.  Preencher formulário disponível no link 
http://coronavirus.saocarlos.sp.gov.br/VacinaJa e levar impresso.

Também devem apresentar documento com foto e CPF, comprovante de endereço e não esquecer de levar relatório médico legível que comprove a condição de saúde.

No link http://coronavirus.saocarlos.sp.gov.br/RelatorioComorbidades todos podem acessar o relatório disponível com os tipos de comorbidades que estão em consonância com o Plano do Governo do Estado de São Paulo.

As pessoas com deficiência permanente devem levar comprovante atual de recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) de assistência social.

DRIVE THRU - Durante esta semana os postos volantes localizados na FESC, na Vila Nery e no Luisão, na Vila Prado, com sistema drive thru, continuarão vacinando, das 9h às 13h, somente  os seguintes grupos:

- 1ª e 2ª doses de idosos acima de 60 anos;
- 1ª dose (já autorizadas) 2ª dose de profissionais da saúde;
- 1ª e 2ª doses de profissionais da educação;

Para as primeiras doses de idosos é necessário fazer o cadastro no site www.vacinaja.sp.gov.br, levar preenchido e  impresso o formulário disponível no  link http://coronavirus.saocarlos.sp.gov.br/VacinaJa e apresentar documento com foto e CPF.

Os profissionais da saúde em 1ª dose já autorizados pela Vigilância Epidemiológica devem levar documentos pessoais. Para a 2ª é necessário levar o próprio cartão de vacinação que comprova a data indicada de imunização, documento oficial com foto e CPF.

Para receber a primeira dose os profissionais da educação acima de 47 anos precisam fazer cadastro no site www.vacinaja.educacao.sp.gov.br e aguardar confirmação com QRcode. É preciso levar o QRcode impresso e apresentar documento com foto e CPF.

Já para receber a segunda dose é necessário levar documento com foto e CPF e a carteirinha de vacinação com a anotação da 1ª dose.

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