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Devido ao estoque baixo, as cirurgias eletivas de pacientes com essa tipagem sanguínea precisaram ser suspensas por 3 dias

 

SÃO CARLOS/SP - Os estoques do Banco de Sangue da Santa Casa despencaram na última semana. A situação mais crítica é dos tipos O positivo e negativo: as doações diminuíram 80%. A queda foi tão grande que, com a falta de sangue, as cirurgias eletivas para essa tipagem sanguínea precisaram ser suspensas na última sexta-feira (9) e foram retomadas nesta terça-feira (13).

“É um problema que não apenas o nosso Banco de Sangue está enfrentando. Nós entramos em contato com vários bancos de sangue da região e também de São Paulo. Nenhum deles tinha estoque de sangue do tipo O. As cirurgias eletivas aqui em São Carlos foram retomadas hoje, porque um grupo de Descalvado se mobilizou e veio doar sangue. Mas a agenda de doações para os próximos dias ainda não está completa. Então, estamos preocupados com a possibilidade de que o hospital tenha que suspender as cirurgias eletivas de novo", explica a coordenadora do Banco de Sangue, Ariane Iazorli.

As quedas no estoque vêm acontecendo com frequência por vários motivos. Em função da pandemia da COVID-19, a Associação Brasileira de Hematologia e o Ministério da Saúde determinaram que as doações passassem a ser agendadas para evitar as aglomerações, e isso fez com que as doações diminuíssem. Além disso, muitos doadores continuam agendando as doações e não comparecendo. E o terceiro motivo é a retomada das cirurgias eletivas, o que aumentou de novo a demanda por sangue.

“Por conta de todas essas dificuldades, ampliamos os horários para doações para conseguir aumentar o estoque. E a partir desta semana, vamos abrir o Banco de Sangue para doações às terças e quintas à tarde. Com alguns períodos a mais para doação, o objetivo é incentivar outros voluntários a virem doar e, assim, conseguirmos manter os nossos estoques equilibrados”, afirma coordenadora do Banco de Sangue, Ariane Iazorli.

 

SERVIÇO:

BANCO DE SANGUE DA SANTA CASA

AGENDAMENTO DE DOAÇÕES:

(16) 99104-6748 (WhatsApp) e (16) 3509-1230 (fixo)

De segunda a sexta-feira, das 8h às 15h

 

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:

Segunda a sexta-feira –  7h30 às 12h

Terças e quintas – 13h30 às 15h30

Sábados – 8h às 11 h

Mérces da Silva Nunes, advogada especializada em Direito Médico, afirma que paciente pode denunciar má prática

 

SÃO CARLOS/SP - O serviço de telemedicina quase foi regulamentado no Brasil em 2019, mas acabou sendo revogado pelo Conselho Federal de Medicina. A prática somente foi autorizada em caráter de emergência com o início da pandemia, tendo como foco principal evitar a ida das pessoas a consultórios e hospitais. Após meses de utilização, existe a expectativa de que a regulamentação venha no pós-pandemia, mas isso ainda depende dos órgãos de classe e do Congresso Nacional.

Apesar de ser uma ferramenta importante de acesso à saúde, a prática não substitui a consulta presencial, sendo mais indicada para situações como gestão de doenças crônicas, consulta de retorno, prescrição de remédios, análise de exames e atendimento inicial para triagem.

Com o retorno gradual das atividades, começam a surgir queixas de pacientes de planos de saúde que não conseguem agendar consultas presenciais, e têm se deparado com a opção da telemedicina, vendida como ideal. “A alegação é que a medida é preventiva, para assegurar a integridade da saúde dos médicos e dos pacientes, evitando a disseminação e o contágio pelo coronavírus. Porém, o atendimento presencial é um direito do beneficiário”, avalia a advogada Mérces da Silva Nunes, especialista em Direito Médico.

Segundo ela, o cliente não é obrigado a aceitar a consulta on-line e pode denunciar caso perceba que a prática seja abusiva. “Se o agendamento não for autorizado, ele deve solicitar o número do protocolo do atendimento e fazer uma denúncia diretamente na Agência Nacional de Saúde Suplementar”, recomenda.

 

PERFIL DA FONTE

Mérces da Silva Nunes possui graduação em direito - Instituição Toledo de Ensino - Faculdade de Direito de Araçatuba, mestrado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006) e Doutorado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2014). Advogada - sócia titular da Silva Nunes Advogados Associados. Autora de obras e artigos sobre Direito Médico.

Comércio e serviços voltam ao horário normal, de segunda a sábado, das 8h às 18h; bares e restaurantes agora podem fechar as portas às 23h e cultos e missas passam para seis celebrações por semana

 

IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté publicou o Decreto n◦. 2.890, de 13 de Outubro de 2020, estendendo até 30 de outubro as medidas de distanciamento social e a suspensão das atividades não essenciais no âmbito da administração municipal, além de ajustar o funcionamento de várias atividades na cidade, segundo novas normas divulgadas pelo Governo do Estado na última sexta-feira (9). A próxima atualização do Governo está prevista para 16 de novembro.

Ibaté continua classificada na Fase Amarela do Plano São Paulo para Enfrentamento à Covid-19, mas com mudanças no horário de funcionamento dos estabelecimentos, que passa de oito para dez horas de atividades diárias contínuas ou intercaladas.

O horário do comércio não essencial e de serviços de Ibaté volta ao habitualmente usado antes da pandemia, das 8h às 18h, de segunda a sábado.

Para bares, restaurantes e demais estabelecimentos que tenham áreas ao ar livre ou arejadas, o atendimento presencial continua permitido no período das 7h às 22h, mas agora poderão trabalhar por dez horas com consumo no local até 22h e fechamento das portas às 23h.

Cursos livres (aulas de idiomas, artes etc), academias e atividades religiosas, também tiveram seu tempo de funcionamento estendido para dez horas entre às 7h e às 22h. Celebrações religiosas, como cultos e missas, podem ser realizadas até seis por semana, com duração máxima de duas horas cada.

A Prefeitura de Ibaté lembra que o protocolo sanitário continua o mesmo, assim como a capacidade máxima de público em cada prédio em 40% para comércios, serviços, bares, restaurantes e templos religiosos. Apenas para academias a capacidade é de 30%.

Apesar da maior flexibilização, os cuidados para evitar a disseminação do novo Coronavírus devem continuar. Filas com distância mínima de 1,5 metros entre uma pessoa e outra,  protocolos de higiene com o uso de máscara facial e de álcool gel por funcionários e clientes e colocação de cartaz sobre o uso obrigatório de máscara nos estabelecimentos, devem ser respeitados.

Estabelecimentos que necessitem funcionamento em horário diferenciado, desde que não ultrapassem dez horas de atividades, devem pedir prévia autorização com o preenchimento do Anexo I, do Decreto 2.866/2020, disponível no site da Prefeitura de Ibaté https://www.ibate.sp.gov.br/.

Apenas nove casos ativos

Segundo relatório da situação da Covid-19 em Ibaté, divulgado pela Vigilância Epidemiológica e pelo Gabinete de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus de Ibaté, no sábado (10) o município tinha apenas nove casos ativos, ou seja, 2,41%. Dos 374 casos confirmados até essa data, 360 já estavam recuperados, o que representa 96,26%. O município registrou cinco morte por Covid-19.

Levantamento do Hospital Amaral Carvalho aponta redução no número de pacientes encaminhadas à unidade para diagnóstico e tratamento da doença neste período

 

JAÚ/SP - Neste mês é celebrada a campanha Outubro Rosa, ação voltada para conscientização e prevenção do câncer de mama. Embora o assunto esteja em alta nas redes sociais no momento, a pandemia do novo Coronavírus (COVID-19) trouxe desafios para a prevenção da doença.

Pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência, a pedido da farmacêutica Pfizer, apontou que 62% das mulheres deixaram de realizar exames para detecção do câncer de mama neste ano por conta da pandemia. As entrevistas foram feitas virtualmente com 1.400 mulheres brasileiras com 20 anos ou mais.

No Hospital Amaral Carvalho (HAC), neste ano, foram atendidas 270 novas pacientes no Departamento de Mastologia nos meses de março a agosto, cerca de 20% a menos que o mesmo período no ano passado. Já no Pró-mama, programa de prevenção do câncer de mama da Instituição, os números foram ainda mais discrepantes: 46 atendimentos no período contra 169 no ano passado. O serviço foi suspenso por um período, mas já retomou o atendimento, seguindo todas as normas para prevenção da COVID-19. "Percebemos que muitas mulheres estão deixando de vir ao hospital com medo de contrair o vírus e isso é preocupante. A luta é contra o tempo. O quanto antes diagnosticarmos o câncer de mama, mais favorável de se promover a cura", explica o diretor do programa e responsável pela mastologia do Hospital Amaral Carvalho, José Roberto Figaro Caldeira.

Outros números também foram comprometidos pela pandemia. Levantamento do HAC aponta que no período foram 336 retornos e 55 cirurgias a menos, se comparado com 2019. Para o mastologista João Ricardo Auler Paloschi, há chances de o serviço contabilizar futuramente casos mais graves da doença. "Nós tivemos redução de encaminhamentos por dois motivos. Um deles está relacionado ao medo que a pandemia criou nas mulheres, que deixaram de fazer a prevenção. Outro motivo é o impacto que a pandemia trouxe para os centros de realização de exames no País, que foram suspensos por conta da COVID-19. A partir de agora, esperamos receber pacientes com tumores em estágios mais avançados que não foram diagnosticados nesses meses de pandemia."

O Pró-mama está funcionando seguindo as normas de prevenção da Organização Mundial da Saúde (OMS) como uso obrigatório de máscaras, distribuição de álcool em gel e orientação sobre a lavagem das mãos. Além disso, os atendimentos são realizados somente por agendamento. "Reiteramos que a pandemia exige cuidados, mas não podemos nos esquecer das outras doenças", afirma o mastologista Ailton Joioso. "Os tratamentos menos agressivos e com altas chances de cura estão relacionados ao diagnóstico precoce. Os exames preventivos precisam ser feitos, ainda que nesse período de pandemia", completa.

A recomendação do médico é que todas as mulheres façam prevenção mamária com consulta com mastologista uma vez por ano e, a partir dos 40 anos, realizem a mamografia anualmente, de acordo com a orientação da Sociedade Brasileira de Mastologia.

 

Prevenção
O HAC mantém o programa Pró-Mama, um dos cinco programas de prevenção da unidade. O serviço, iniciado em 2004, foi suspenso por um período por conta da pandemia da COVID-19, mas já retornou e atende cerca de 500 pacientes todos os anos com consultas e exames, favorecendo o diagnóstico precoce do câncer de mama e aumentando as chances de cura.
O atendimento é voltado para pacientes de Jaú que procuram os postos de Unidade Básica de Saúde (UBS) com alguma queixa mamária e são encaminhadas para o HAC para rastreamento e exames.

São várias as causas de desconforto após o tratamento. Saiba todas as possibilidades e como agir para resolver o problema de uma vez por todas

 

SÃO CARLOS/SP - O tratamento de canal é um procedimento que remove a polpa do dente, limpa o espaço e preenche o local com material específico e, feito isso, o paciente deve sentir um alívio da dor. O tratamento é indicado quando a polpa do dente é danificada devido a uma cárie profunda ou por algum tipo de trauma. Nesses casos, a polpa dentária fica infeccionada e o canal é a melhor solução para salvar o dente do paciente.

No entanto, algumas pessoas sentem dor mesmo depois de fazer o tratamento de canal. Isso é normal? Por que acontece?  “O tratamento de canal é um procedimento delicado e, por isso, é comum que o paciente sinta dores após o procedimento. Claro que isso não acontece em todos os casos, mas, quando há o risco, o dentista prescreve os medicamentos necessários para diminuir o desconforto, que deve passar em alguns dias”, explica Dr Paulo Zahr, dentista e presidente da OdontoCompany, maior rede de clínicas odontológicas do país.

O especialista também cita outros fatores que contribuem com o quadro de dores pós-tratamento, como a infecção ter atingido os tecidos periodontais e ósseos, responsáveis por sustentar o dente ou restaurações mal feitas, pois, quando isso ocorre, o paciente morde de forma incorreta, gerando uma sobrecarga na estrutura dentária. Mas o que fazer quando sentir dor depois do tratamento de canal?

“Caso a dor em dente com canal não passe com o uso de medicamentos, o paciente deve procurar o dentista para que o profissional investigue os motivos”, afirma Zahr. “Dependendo do caso, o tratamento deve ser feito novamente. No entanto, quando isso é necessário, o índice de sucesso é mais baixo. Isso porque o procedimento altera naturalmente o dente, e a cicatrização depois de uma segunda cirurgia pode ser mais difícil. Vale ressaltar que o tratamento é complexo e exige que o dentista seja especialista em endodontia”, finaliza.

Sobre a OdontoCompany

A OdontoCompany é a maior rede de clínicas odontológicas do país e segunda do mundo, com mais de 800 unidades espalhadas em todos os estados brasileiros, exceto Acre. Há 30 anos no mercado e 10 no franchising, a rede recebeu no final de 2019 significante investimento da L Catterton, a maior gestora americana de private equity voltada para negócios de consumo do mundo e também integra a SMZTO Holding de Franquias, que congrega outras importantes empresas dos mais diversos segmentos. É reconhecida pelo pioneirismo em implantar técnicas de ortodontia, dentística, estética, endodontia, implantodontia e outros procedimentos que utilizam a mais alta tecnologia. Mais informações: https://odontocompany.com/

 

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa neste sábado (10/10) os números da COVID-19 no município.

São Carlos contabiliza neste momento 3.185 casos positivos para COVID-19 (35 resultados positivos foram divulgados hoje), com 47 óbitos confirmados e 81 descartados.

Dos 3.185 casos positivos, 2.951 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 231 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 166 receberam alta hospitalar, 21 estão internadas e 44 positivos internados foram a óbito. 3.018 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 13.209 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (34 resultados negativos foram divulgados hoje).

Estão internadas neste momento 38 pessoas, sendo 20 adultos na enfermaria (12 positivos, 4 suspeitos e 4 negativos). Na UTI adulto estão internadas 15 pessoas (10 positivos, 4 suspeitos e 1 negativo). Na enfermaria 2 crianças estão internadas, todas com resultado negativo. Na UTI pediátrica 1 criança está internada também com resultado negativo para COVID-19. Dois pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 42,9% (12 pessoas estão internadas em leitos de UTI/SUS).

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 16.390 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 15.414 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 976 ainda continuam em isolamento domiciliar.

A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre (mesmo que referida), calafrios ou dor de garganta ou dor de cabeça ou tosse ou coriza ou distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos). 9.667 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 7.647 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.999 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos). 21 aguardam resultado de exame.

O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Desde o ano de 1992, o dia 10 de outubro foi instituído pela Federação Mundial de Saúde Mental com a proposta de demonstrar a importância dos cuidados com a saúde mental. Neuropsicóloga Leninha Wagner aponta os critérios que confirmam se a pessoa está com bem-estar mental.

 

           SÃO CARLOS/SP -  Instituído em 1992 pela Federação Mundial de Saúde Mental, o dia 10 outubro passou a ser reconhecido como Dia Mundial da Saúde Mental. Os problemas relacionados à esta área são considerados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) uma prioridade, devido ao grande número de dias de incapacidade que o transtorno mental pode causar.

Os transtornos mentais acompanham a história da humanidade, relatos de quadros depressivos podem sem encontrados em textos antigos, como poemas gregos e a Bíblia. Pelas suas características, estes males podem trazer um impacto nas pessoas, como esquizofrenia e transtorno afetivo bipolar, e podem impactar não apenas a vida do paciente, como também a de seus familiares. Outros problemas, como a depressão e quadros ansiosos, podem igualmente levar a um grande sofrimento de todos que cercam a pessoa.

            Conforme lembra a neuropsicóloga Leninha Wagner, “a OMS define o conceito de saúde mental como um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças ou enfermidades”. Porém, ela detalha, a saúde mental contempla, entre tantos fatores, “a nossa capacidade de sensação de bem-estar e harmonia, a nossa habilidade em manejar de forma positiva as adversidades e conflitos, o reconhecimento e respeito dos nossos limites e deficiências, nossa satisfação em viver, compartilhar e se relacionar com os outros”, completa.


Fatores que podem afetar a saúde mental

 

            No entanto, diversos fatores que podem influenciar negativamente a nossa saúde mental. Entre eles, Leninha destaca: Estresse, brigas, atrasos, advertências, doenças, incapacidades, limitações, falta ou excesso de família, pouco ou muito dinheiro. Por isso, ela recorda que “quando falamos de ‘saúde mental, as pessoas remetem isso a ‘doença mental”. A Saúde Mental de uma pessoa está relacionada, reforça a neuropsicóloga, “à forma como ela reage às exigências da vida e ao modo como harmoniza seus desejos, capacidades, ambições, ideias e emoções”.

Já as doenças mentais são condições de anormalidade ou comprometimento de ordem psicológica, mental ou cognitiva. “Há diversos fatores que explicam os transtornos psiquiátricos, como genética, problemas bioquímicos, como hormônios ou substâncias tóxicas, e até mesmo o estilo de vida. Os sintomas podem ser observados no dia a dia”, observa Leninha. A palavra transtorno, tão facilmente usada para tudo, está na verdade relacionada com um conceito mais amplo de diagnóstico, como salienta a neuropsicóloga: “Ao falarmos de doença nós temos as causas, um padrão de sintomas e medidas terapêuticas padronizadas, como, por exemplo, as doenças cardíacas. Quando falamos em transtornos, nos referimos a uma trajetória diagnóstica que varia bastante de pessoa para pessoa, multifatoriais e com diversas formas de tratamento”, explica.

            Diante deste cenário, ela recomenda que para ter saúde mental é preciso seguir os seguintes tópicos: “Estar bem consigo mesmo e com os outros, aceitar as exigências da vida, saber lidar com as boas emoções e também com aquelas desagradáveis, mas que fazem parte da vida, além de reconhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário”.


Como melhorar a saúde mental

 

            Por isso, Leninha Wagner destaca o quanto “é importante ressaltar que pessoas mentalmente saudáveis compreendem que ninguém é perfeito, que todos possuem limites e que não se pode ser tudo para todos. Elas vivenciam diariamente uma série de emoções como alegria, amor, satisfação, tristeza, raiva e frustração. São capazes de enfrentar os desafios e as mudanças da vida cotidiana com equilíbrio e sabem procurar ajuda quando têm dificuldade em lidar com conflitos, perturbações, traumas ou transições importantes nos diferentes ciclos da vida”.         

Mas, se for necessário, ela recomenda: “Busquem por ajuda profissional sem preconceito, pois sabemos que estão assim teremos o melhor para oferecer aos outros: Equilíbrio emocional para viver e conviver mais e melhor com o próximo”, finaliza.

 

 

Créditos de: Divulgação / MF Press Global 

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta sexta-feira (09/10) mais uma morte por COVID-19 no município, totalizando 47 óbitos até o momento.

Trata-se de homem de 66 anos que morreu nesta sexta-feira (09/10). Ele estava internado desde 07/10 com resultado positivo para COVID-19.

São Carlos contabiliza neste momento 3.150 casos positivos para COVID-19 (22 resultados positivos foram divulgados hoje), com 47 óbitos confirmados e 81 descartados.

Dos 3.150 casos positivos, 2.918 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 229 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 166 receberam alta hospitalar, 19 estão internadas e 44 positivos internados foram a óbito. 2.988 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 13.175 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (25 resultados negativos foram divulgados hoje).

Estão internadas neste momento 43 pessoas, sendo 24 adultos na enfermaria (13 positivos, 6 suspeitos e 5 negativos). Na UTI adulto estão internadas 16 pessoas (13 positivos, 2 suspeito e 1 negativo). Na enfermaria 2 crianças estão internadas, todas com resultado negativo. Na UTI pediátrica 1 criança está internada também com resultado negativo para COVID-19. Seis pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 50% (14 pessoas estão internadas em leitos de UTI/SUS).

 

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 16.372 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 15.259 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.113 ainda continuam em isolamento domiciliar.

A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre (mesmo que referida), calafrios ou dor de garganta ou dor de cabeça ou tosse ou coriza ou distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos). 9.667 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 7.615 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.971 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos). 81 aguardam resultado de exame.

O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Índia e África do Sul pedem isenção global de custos de propriedade intelectual para vacinas, remédios e outras ferramentas usadas no combate à pandemia

 

SÃO CARLOS/SP - Em uma atitude histórica, Índia e África do Sul solicitaram à Organização Mundial do Comércio (OMC) que permita que todos os países optem por não conceder nem fazer cumprir patentes ou outros instrumentos de propriedade intelectual relacionados aos medicamentos, vacinas, diagnósticos e outras tecnologias relacionadas à COVID-19 durante a pandemia da doença, até que todas as pessoas estejam imunizadas.

Na visão de Médicos Sem Fronteiras (MSF), esse passo ousado é semelhante aos esforços dos governos que lideraram, há quase 20 anos, o uso de medicamentos genéricos para HIV/AIDS a preços acessíveis. A organização considera que, se aprovada, a medida pode significar uma mudança importante e positiva na resposta dos países à pandemia.

No contexto da emergência global vivida atualmente, MSF pede a todos os governos que apoiem esse pedido de isenção. A proposta foi feita no último dia 2 de outubro pelos dois países. A partir de 15 de outubro, o Conselho TRIPS (Acordo de Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio), da OMC, se reunirá para começar a construir um consenso sobre o assunto.

Uma pandemia global não é o momento para simplesmente deixar os negócios correrem como de costume, e não deve haver lugar para patentes ou especulação corporativa enquanto o mundo enfrenta a ameaça da COVID-19”, disse Leena Menghaney, coordenadora da Campanha de Acesso de MSF no sul da Ásia. “Durante a pandemia, provedores de tratamento e governos tiveram que lidar com barreiras de propriedade intelectual para produtos essenciais, como máscaras, válvulas de ventilação e reagentes para kits de testes. Com essa ação ousada, a Índia e a África do Sul mostraram que os governos querem voltar à ter o protagonismo quando se trata de garantir que todas as pessoas possam ter acesso aos produtos médicos, medicamentos e vacinas necessários contra a COVID-19, para que mais vidas possam ser salvas.

Os países-membros da OMC podem propor uma isenção de certas obrigações nos tratados da entidade em circunstâncias excepcionais, o que no jargão é conhecido como “waiver”. Se os membros concordarem com esta isenção, os países podem optar por não conceder ou deixar de impor instrumentos de propriedade intelectual (patentes, desenhos industriais, direitos autorais e segredos comerciais) relacionados a todos os produtos e tecnologias médicas relativas à COVID-19.

Até agora, as empresas farmacêuticas e outros fabricantes de produtos necessários para lidar com a COVID-19 não mostraram qualquer disposição de adotar uma abordagem diferente durante a pandemia para garantir amplo acesso aos produtos necessários. A empresa farmacêutica Gilead, detentora da patente do remdesivir, o único medicamento até agora aprovado especificamente para tratar COVID-19, licenciou-o de uma maneira que exclui quase metade da população mundial de se beneficiar da concorrência vinda de medicamentos genéricos, com preços reduzidos. Em junho de 2020, a Gilead anunciou que o remdesivir custaria na maioria dos países US$ 2.340 dólares (cerca de 13.090 reais) para um curso de tratamento de cinco dias. Isso apesar de a empresa ter recebido mais de US$ 70 milhões (cerca de 390 milhões de reais) em financiamento público para desenvolvê-lo. Além disso, pesquisas sobre o custo de produção do medicamento concluíram que ele pode ser fabricado por menos de US$ 9 (aproximadamente 50 reais) por curso de tratamento. Enquanto isso, há escassez de remdesivir em várias partes do mundo.

Além disso, medicamentos biológicos recentemente desenvolvidos, incluindo anticorpos monoclonais antivirais reaproveitados e novos, estão atualmente sendo submetidos a ensaios clínicos de COVID-19. Estes fármacos estão sob proteção de patente em muitos países em desenvolvimento, como Brasil, África do Sul, Índia, Indonésia, China e Malásia. Isso significa que, se demostrarem uma eficácia clara, sua produção e fornecimento por vários fabricantes em diferentes países serão bloqueados, a menos que os governos tomem medidas precoces para remover essas barreiras.

Adicionalmente, tem havido um número surpreendente de patentes registradas para vacinas em desenvolvimento contra COVID-19, incluindo mais de cem para a tecnologia de plataforma de mRNA que está sendo usada pela Moderna para desenvolver uma vacina. Grupos que fazem lobby para a indústria farmacêutica comumente propagam desinformação ao afirmar que patentes são menos problemáticas no caso de acesso a vacinas, mas MSF documentou o efeito inibidor das patentes em impedir a introdução de vacinas acessíveis em países em desenvolvimento, considerando as vacinas contra pneumonia e papilomavírus humano como exemplos.

Pedimos a todos os governos que apoiem esse movimento para garantir que vidas humanas sejam priorizadas e os países possam enfrentar a pandemia ampliando cada ferramenta médica para COVID-19 que exista”, disse Candice Sehoma, responsável pela Campanha de Acesso e Advocacy de MSF na África do Sul. “Ninguém pode se dar ao luxo de permitir que corporações que foram apoiadas por bilhões em dinheiro de pesquisa com financiamento público simplesmente busquem seus interesses financeiros sem levar em conta as necessidades da população mundial frente à COVID-19. A pandemia não vai acabar até que acabe para todos”.

 

Sobre Médicos Sem Fronteiras

Médicos Sem Fronteiras é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição ou sem nenhum acesso à assistência médica. Oferece ajuda exclusivamente com base na necessidade das populações atendidas, sem discriminação de raça, religião ou convicção política e de forma independente de poderes políticos e econômicos. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelas pessoas atendidas em seus projetos. Para saber mais acesse o site de MSF-Brasil.

Cerimônia de inauguração será transmitida ao vivo para todo o público

 

SÃO CARLOS/SP - Hoje, dia 7 de outubro, o Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh) realiza cerimônia de inauguração de três espaços importantes para o seu crescimento e da qualidade do atendimento aos pacientes. Serão inaugurados o Centro Cirúrgico, a Agência Transfusional e o Laboratório de Análises Clínicas.  
O Centro Cirúrgico possui cinco modernas salas, sala de prescrição médica, sala de recuperação pós-cirúrgica, posto de enfermagem, vestiários, sanitários, farmácia satélite, recepção, sala de espera e sala para guarda de equipamentos. Nesta primeira etapa, em virtude da pandemia de Covid-19, as atividades do novo Centro Cirúrgico serão iniciadas com cirurgias gerais e ambulatoriais, em pacientes de baixo risco, incluindo algumas cirurgias dermatológicas e vasculares. Há a expectativa de ampliação de especialidades cirúrgicas para o ano que vem, como cirurgias urológicas, oftalmológicas, ginecológicas, dentre outras.  
A Agência Transfusional fica dentro do Centro Cirúrgico e sua instalação atende às exigências preconizadas pela legislação e possibilitará o fornecimento de serviços hemoterápicos 24 horas por dia e de forma imediata. O novo espaço garante mais agilidade e eficiência na conduta clínica, além de possibilitar o desenvolvimento de estágios e projetos de pesquisas para os estudantes da UFSCar. 
Já o Laboratório de Análises Clínicas possui 134 m² e capacidade para realizar exames hematológicos, bioquímicos e de urinálise, além da gasometria, RT-PCR para SARS-CoV-2 e testes rápidos que já são processados no Hospital. A perspectiva é que, dentro de um ano, sejam também realizados exames sorológicos, hormonais e microbiológicos, garantindo resultados rápidos, agilidade na conduta clínica e segurança ao paciente, além da possibilidade de se tornar um laboratório de referência para São Carlos e região.  
Ao todo, foram investidos R$10,8 milhões na obra, cujo projeto também contemplou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e o Centro de Material e Esterilização. O recurso foi disponibilizado pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), por meio do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), gerido pela estatal.  
Para Ângela Leal, Superintendente do Hospital, "este momento é um marco para o HU-UFSCar e vem atender a um anseio de toda comunidade. Estamos criando importantes cenários de prática para os alunos da UFSCar e ampliando a assistência de excelência para a população de São Carlos".
Wanda Hoffmann, Reitora da UFSCar, avalia que essas novas estruturas demonstram a capacidade de gestão da equipe da Universidade. "Em quatro anos de trabalho, o HU-UFSCar deixou de ser o 'elefante branco' de São Carlos para se tornar um Hospital Universitário de referência regional, se destacando no atendimento da população, na formação de profissionais e no desenvolvimento de pesquisas. Estamos deixando um legado para a população da região", afirma Hoffmann.  

Inauguração
A cerimônia de inauguração acontece no dia 7 de outubro, às 15 horas, e será transmitida pelo canal do HU no Youtube (https://bit.ly/2HY1fPT) e o público interessado poderá acompanhar por este link (encurtador.com.br/sEV23). O evento terá a presença do Presidente da Ebserh, Oswaldo de Jesus Ferreira, da Superintendente do HU e da Reitora da UFSCar.

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