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BRUXELAS- A Heineken manteve a projeção de margem de lucro para 2022 nesta quarta-feira, após saltos acentuados nas vendas e preços de cerveja da companhia no primeiro trimestre animarem o mercado, apesar da incerteza em relação à guerra na Ucrânia.
Impulsionados por um afrouxamento constante das restrições à Covid-19, principalmente na Europa, os volumes comparáveis de cerveja da Heineken aumentaram 5,2% ante mesmo período do ano passado, superando a estimativa média de 3,5%.
A expansão na Europa foi de 11,5%, com as vendas de cerveja em bares e restaurantes quase triplicando.
No total, a segunda maior cervejaria do mundo elevou o lucro médio por litro em 18,3%, dados os aumentos diretos de preços, consumidores migrando para cervejas mais caras e uma transição nas vendas de supermercados para bares, resultando em crescimento de 24,9% na receita.
As ações da Heineken subiram 5,2%.
"A principal leitura hoje, e a razão pela qual os mercados reagiram positivamente, é do ressurgimento do consumo de cerveja na Europa após as restrições observadas no ano passado", disse Matt Britzman, analista da Hargreaves Lansdown.
A fabricante das marcas Heineken, Sol e Tiger disse que a invasão da Ucrânia pela Rússia trouxe incerteza adicional para as perspectivas econômicas globais e os mercados de commodities.
"Esperamos que as crescentes pressões inflacionárias afetem a renda disponível das famílias e sejam um consequente risco para o consumo de cerveja mais tarde neste ano", disse a Heineken em comunicado.
A empresa afirmou que está se beneficiando das posições de hedge tomadas em 2021, mas enfrentou custos crescentes, desafios na cadeia de suprimentos e pressão após decidir deixar a Rússia.
Apesar disso, a Heineken manteve a meta de melhora "estável a modesta" na margem de lucro operacional em 2022.
A Heineken dissera em fevereiro que a inflação poderia levar a um menor consumo de cerveja, lançando dúvidas sobre o plano da empresa de aumentar a margem operacional para 17% em 2023.
Por Philip Blenkinsop / REUTERS
Especialista em bem-estar financeiro traz 5 dicas para não bagunçar ainda mais o orçamento e evitar dívidas
SÃO PAULO/SP - Com a Páscoa se aproximando, os consumidores já estão indo em busca dos tradicionais ovos de chocolate e outros presentes, mas precisam estar atentos à variação dos preços. A Páscoa de 2022 será um pouco mais ‘salgada’ e ainda tem o agravante do poder de compra da população que vem diminuindo e a inadimplência e o endividamento só aumentando. Para alertar os consumidores, Rebeca Toyama, especialista em bem-estar financeiro, comenta sobre o consumismo nesta época do ano e traz dicas para afastar a população do endividamento.
Segundo um levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a quantidade de endividados bateu recorde no mês de março, onde 77,5% das famílias fecharam o mês com alguma dívida. Esse é o maior percentual registrado dos últimos 12 anos.
A pesquisa também indicou outra máxima histórica; a proporção de famílias com dívidas ou contas em atraso foi de 27,8% e 3,7 pontos percentuais acima do que foi registrado antes da pandemia.
O cartão de crédito foi responsável por 87% do endividamento no período e pressionou principalmente as famílias de maior renda. Já as famílias de renda baixa, o aperto se dá nas modalidades do crédito pessoal e cheque especial.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Apas (Associação Paulista de Supermercados), os ovos estão até 40% mais caros do que em 2021 e, por isso, os supermercados estão apostando em versões menores de ovos e bombons. Para a especialista em bem-estar financeiro, neste período em que estamos diante de tanta ‘tentação’, é preciso se atentar e ter consciência sobre o padrão de consumo, pois a economia está bastante instável.
“É assustador ver os números de inadimplentes e de famílias endividadas. E o que merece uma boa reflexão são os motivadores desse comportamento: como o estresse pós-pandêmico, a culpa pela falta de presença junto a pessoas queridas ou ainda compensação pela falta de qualidade de vida, porém, gastar sem planejamento, além de não resolver os incômodos, vai gerar mais ausência de bem-estar financeiro e isso vira um ciclo sem fim”, comenta, Rebeca Toyama, especialista em bem-estar financeiro.
Compras por impulso
Um passo importante para saber se há uma compra por impulso é observar os motivos que resultam na ida às compras: frustração, busca por felicidade, estresse ou até ansiedade. E na retomada da vida normal estes elementos estão presentes de forma ainda mais intensa. Os distúrbios financeiros são padrões persistentes e previsíveis, e para o compulsivo não há limite e a compra nunca é suficiente.
As compras por impulso também podem ser ativadas pela facilidade. Com um simples clique em um site com cadastro prévio o consumidor entra no consumismo facilmente. E pode não ser à toa, mas o e-commerce vem se destacando desde o começo da pandemia por seu crescimento expressivo. E segundo dados da Neotrust, empresa que faz o monitoramento de mais de 85% do e-commerce brasileiro, mostra que em 2021 o faturamento cresceu cerca de 15 vezes em comparação a 2019 e o número de pedidos cresceu quase 20 vezes.
“Em compras por impulso, ainda temos o agravante da frustração que gera também a substituição de afeto por chocolate, neste caso da Páscoa. Portanto, precisamos entender que resolver questões emocionais com presente não é saudável. Essa estratégia pode inclusive gerar um comportamento compulsivo no futuro, além de poder transformar a forma como estas crianças irão enxergar o mundo e as pessoas ao seu redor”, revela.
Para a especialista em bem-estar financeiro, praticar o autocontrole em momentos de compras, é algo primordial para não cair em armadilhas e não comprar compulsivamente motivado por uma boa decoração de loja, apelos falsos de descontos e contadores de tempo das promoções em sites e aplicativos de compra.
“Estamos em um momento que ainda precisamos ter muito controle sobre o que gastamos para não cair nas armadilhas e não se endividar, pois muitos brasileiros compram sem analisar o quando vai comprometer o orçamento doméstico, e isso traz sérias consequências no presente e para o futuro”, finaliza, Toyama.
A especialista em bem-estar financeiro, Rebeca Toyama, preparou as 5 principais dicas para manter o controle e o orçamento em dia e assim evitar futuras dívidas com a Páscoa de 2022.
Sobre Rebeca Toyama
Rebeca Toyama é fundadora da ACI que tem como missão desenvolver competências dentro e fora das organizações para um futuro sustentável. Especialista em educação corporativa, carreira e bem-estar financeiro. Possui formações em administração, marketing e tecnologia. Especialista e mestranda em psicologia. Atua há 20 anos como coach, mentora, palestrante, empreendedora e professora. Colaboradora do livro Tratado de psicologia transpessoal: perspectivas atuais em psicologia: Volume 2; Coaching Aceleração de Resultados e Coaching para Executivos. Integra o corpo docente da pós-graduação da ALUBRAT (Associação Luso-Brasileira de Transpessoal), da Universidade Fenabrave e do Instituto Filantropia.
SÃO CARLOS/SP - Após dois meses seguidos de baixa, as vendas de imóveis usados cresceram 52,84% em Fevereiro frente a Janeiro em São Carlos e outras oito cidades vizinhas segundo pesquisa feita com 28 imobiliárias e corretores pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CreciSP). As vendas caíram 40,42% em Janeiro comparado a Dezembro e 27,51% em Dezembro sobre Novembro.
Todos os imóveis foram vendidos em Fevereiro por até R$ 300 mil, a maioria com pagamento à vista (46,15% do total) ou parcelado pelos próprios donos dos imóveis (30,77%). Os bancos financiaram a compra de 23,08% desses imóveis.
O presidente do CreciSP, José Augusto Viana Neto, atribui o crescimento das vendas a uma conjugação de fatores, como o baixo rendimento de aplicações financeiras e a oportunidade de se realizar um bom negócio. “Há muito imóvel à venda, com preços que os proprietários mantêm congelados ou sobre os quais dão bons descontos porque precisam do dinheiro, e quem tem segurança financeira para se desfazer de parte de sua poupança ou aplicação, tende a aproveitar o momento”, afirma.
A “oportunidade de bom negócio” mencionada por Viana Neto é retratada na pesquisa pelas características dos imóveis vendidos – 83,33% estão situados em bairros de periferia e 70% são do padrão construtivo standard, mais simples. “Nas cidades do Interior, morar mais distante do Centro não impacta tanto a vida das pessoas quanto na Capital ou na região metropolitana, daí não ser um obstáculo à decisão de compra”, ressalta.
O presidente do CreciSP enfatiza que “mesmo que não tenham espaço útil interno maior que imóveis similares de regiões mais caras, são opção melhor do que ficar pagando eternamente pelo aluguel e não ter a segurança que casa própria oferece no presente e no futuro”.
Divisão igualitária
As 28 imobiliárias e corretores que responderam à pesquisa do CreciSP informaram ter vendido volume igual de casas e apartamentos em Fevereiro. As casas têm dois dormitórios (50%) ou três (50%), área útil de 51 a 100 metros quadrados (75% delas) ou de 101 a 200 m2 (25%) e uma vaga de garagem.
Os apartamentos têm, todos, dois dormitórios , área útil de até 50 metros quadrados e também dispõem de uma vaga de garagem.
Locação cresce e casas são alugadas
As 28 imobiliárias e corretores de São Carlos e região registraram aumento de 35,42% no volume de imóveis alugados em Fevereiro comparado a Janeiro. Em Janeiro e Dezembro as locações haviam encolhido 12,09% e 40% sobre o mês anterior, respectivamente.
Somente casas foram alugadas em Fevereiro, e 55,55% delas por aluguéis mensais de até R$ 1.250,00. A maioria dessas residências é do padrão construtivo médio (69,23%) e elas estão localizadas em bairros de periferia (50%), de regiões centrais (38,38%) e de áreas nobres (11,11%).
As casas têm três dormitórios (66,67%), dois (22,22%) e um (11,11%). A área útil média delas varia de 101 a 200 metros quadrados (66,67%), de 51 a 100 m2 (22,22%) e até 50 m2 (11,11%). Há duas vagas de garagem disponíveis para 44,44% dessas residências, três para 22,22% e uma vaga para 22,22%.
A pesquisa CreciSP foi feita nas cidades de Branca, Araraquara, Descalvado, Divinolândia, Ibaté, Matão, Santa Cruz das Palmeiras, São Carlos e São José do Rio Pardo.
Faixa de preço média |
Percentual |
Até R$ 100 mil |
0,00% |
De R$ 101 a R$ 200 mil |
37,50% |
De R$ 201 a R$ 300 mil |
62,50% |
De R$ 301 a R$ 400 mil |
0,00% |
De R$ 401 a R$ 500 mil |
0,00% |
De R$ 501 a R$ 600 mil |
0,00% |
De R$ 601 a R$ 700 mil |
0,00% |
Modalidade |
Percentual |
À Vista |
46,15% |
Financiamento CAIXA |
23,08% |
Financiamento Outros Bancos |
0,00% |
Direto com Proprietário |
30,77% |
Consórcios |
0,00% |
Região |
Percentual |
CENTRAL |
0,00% |
NOBRE |
16,67% |
DEMAIS REGIÕES |
83,33% |
Tipo |
Percentual |
LUXO |
0,00% |
MÉDIO |
30,00% |
STANDARD |
70,00% |
Casas Vendidas
Dormitórios |
Percentual |
1 Dorm. |
0,00% |
2 Dorm. |
50,00% |
3 Dorm. |
50,00% |
4 Dorm. |
0,00% |
5 ou mais Dorm. |
0,00% |
Vagas de garagem |
Percentual |
Sem vaga |
0,00% |
1 vaga |
100,00% |
2 vagas |
0,00% |
3 vagas |
0,00% |
4 vagas |
0,00% |
5 ou mais vagas |
0,00% |
Área útil |
Percentual |
1 a 50 m² |
0,00% |
51 a 100 m² |
75,00% |
101 a 200 m² |
25,00% |
201 a 300 m² |
0,00% |
301 a 400 m² |
0,00% |
401 a 500 m² |
0,00% |
acima de 500 m² |
0,00% |
Apartamentos Vendidos
Dormitórios |
Percentual |
Quitinete |
0,00% |
1 Dorm. |
0,00% |
2 Dorm. |
100,00% |
3 Dorm. |
0,00% |
4 Dorm. |
0,00% |
5 ou mais Dorm. |
0,00% |
Vagas de garagem |
Percentual |
Sem vaga |
0,00% |
1 vaga |
100,00% |
2 vagas |
0,00% |
3 vagas |
0,00% |
4 vagas |
0,00% |
5 ou mais vagas |
0,00% |
Área útil |
Percentual |
1 a 50 m² |
100,00% |
51 a 100 m² |
0,00% |
101 a 200 m² |
0,00% |
201 a 300 m² |
0,00% |
301 a 400 m² |
0,00% |
401 a 500 m² |
0,00% |
acima de 500 m² |
0,00% |
CHINA - A fabricante chinesa de smartphones Xiaomi divulgou na terça-feira, 22, um aumento de 21,4% nas receitas do quarto trimestre de 2021, acima do esperado pelo mercado, diante de uma leve alta nas vendas após a escassez global de chips e os efeitos do pico da pandemia.
"Em 2021, passamos por uma situação muito complexa", disse o presidente da Xiaomi, Wang Xiang, em uma teleconferência de resultados. "A oferta está em uma posição muito severa ou apertada, e há um impacto geopolítico. No entanto, o desempenho da Xiaomi mostrou que somos uma empresa resiliente."
A receita subiu para US$ 13,45 bilhões no trimestre encerrado em 31 de dezembro, em comparação com US$ 57 bilhões no mesmo período do ano anterior e expectativas de analistas de US$ 61 bilhões, segundo dados da Refinitiv.
As vendas de smartphones aumentaram 4,4%, para 44,1 milhões de unidades no trimestre, disse a Xiaomi em comunicado.
O lucro líquido subiu 39,6%, para US$ 3 bilhões, também acima das expectativas dos analistas.
Ministrada pelo consultor empresarial Douglas Marangoni, a palestra será realizada gratuitamente no dia 31 de março com apoio do Senac, Sebrae e Sol Shop Online
SÃO CARLOS/SP - Preocupado em orientar os empresários do comércio varejista para as novas tendências e necessidades do setor, principalmente como forma de fomento à economia local, o Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio) realiza a palestra “COMO A TECNOLOGIA VAI MUDAR AS EMPRESAS – Como superar as dificuldades nas vendas”.
A palestra será gratuita e ministrada pelo reconhecido consultor empresarial Douglas Marangoni, no dia 31 de março de 2022 (quinta-feira), às 19h, no espaço Capricho da Chica (Rua Pedro Biachi, 61). As vagas são limitadas e os interessados devem se inscrever pelo WhatsApp 16 99382-6498.
Paulo Roberto Gullo, presidente do Sincomercio São Carlos, destaca que o evento conta com o apoio de nomes fortes como Senac, Sebrae, Sol Shop Online e de várias empresas de São Carlos e está sendo organizado por Marilda Santos Consultoria. “Como entidade que representa o comércio varejista queremos orientar o empresário da nossa cidade para os novos rumos, oportunidades e ferramentas de vendas, tendências que se consolidaram fortemente no mercado, principalmente com a pandemia. De alguma forma os empresários do comércio já tiveram que se adaptar e agora é hora de ajustar, conhecer os recursos, tecnologias e conceitos para voltar a crescer dentro desta nova realidade”.
Douglas Marangoni adianta que durante a palestra serão abordados diversos segmentos, falando da mudança da tecnologia para o comerciante e para o consumidor. “O Sincomercio São Carlos tem acompanhado as dificuldades nas vendas dos pequenos e médios empresários locais e por isso traz essa palestra, abrangendo todos os problemas enfrentados e apresentando sugestões, ideias, inovações, ferramentas para que o comerciante possa empreender, crescer e ter competitividade. Todos estão convidados!”
O palestrante
Douglas Marangoni dos Santos é professor universitário, palestrante e consultor empresarial. Atuou como Secretário Municipal de Planejamento e Gestão e Secretário Municipal da Educação em São Carlos – SP.
Possui uma vasta experiência como palestrante há mais de 13 anos no mercado e já dividiu o palco com grandes nomes, tais como Geraldo Rufino e Daniel Godri.
Em suas palestras aborda conteúdos importantes de uma forma descontraída e dinâmica. Utilizando uma linguagem simples e motivadora, apresenta casos reais, que fazem com que o público se identifique e se envolva.
SÃO CARLOS/SP - Os mercados de venda de imóveis usados e de locação residencial começaram o ano em baixa na região de São Carlos, com queda de 40,42% no volume de casas e apartamentos vendidos e de 12,09% no de locações em comparação com Dezembro.
Os números foram apurados em pesquisa feita com 33 imobiliárias de São Carlos e de outras oito cidades pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CreciSP). Imóveis com preços de até R$ 300 mil foram os mais vendidos em Janeiro (71,43%) e as locações ficaram concentradas nos imóveis com aluguel de até R$ 1 mil (57,15% do total).
Os destaques no segmento de vendas foram a participação expressiva dos consórcios e a ausência de transações em que os proprietários parcelam o pagamento dos seus imóveis, sempre comuns em todas as 18 regiões pesquisadas. A parcela dos consórcios nas vendas foi de 22,22%, a dos financiamentos bancários ficou em 66,66% e as vendas feitas com pagamento à vista somaram 11,11%.
“É um crescimento expressivo, esse dos consórcios, que evitou que a queda nas vendas fosse maior nessa região, mas infelizmente essa modalidade de crédito tem limitações, apesar da vantagem de não haver incidência de juros”, pondera José Augusto Viana Neto, presidente do CreciSP, ao mencionar características dos consórcios como a necessidade de o participante dispor de valores às vezes elevados para os lances, a dependência dos sorteios caso ele não tenha recursos para isso e a duplicidade de pagamento do aluguel e da mensalidade do consórcio.
Viana Neto ressalta, porém, que o consórcio imobiliário é boa alternativa para quem “não tem urgência em ter acesso à casa própria, dispõe de recursos para bancar as mensalidades simultaneamente com o pagamento do aluguel e pode acumular poupança para dar lances a médio e longo prazos”.
A parcela de 22,22% que coube nas vendas de Janeiro aos consórcios imobiliários na região de São Carlos foi a maior registrada pelas pesquisas do CreciSP desde Agosto do ano passado, quando esse levantamento começou a ser feito na região. Não houve registro de vendas feitas por consórcio em Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro. Agosto foi o único mês em que se registrou venda por essa modalidade, mas com participação de 7,14% no total vendido.
2 dormitórios, mais vendidos
Em Janeiro, quem comprou imóvel usado na região de São Carlos preferiu as casas (66,67%) aos apartamentos (33,33%) e, dentre eles, os de padrão construtivo mais simples, standard (57,89% do total vendido), aos de padrão médio (42,11%). Esses imóveis estão distribuídos por bairros das regiões centrais (46,43%), de periferia (42,86%) e de áreas nobres (10,71%).
Metade das casas que foram vendidas tem dois dormitórios e o restante se divide entre as de um e de três quartos (25% cada). A área útil de 50% das residências varia de 101 a 200 metros quadrados, 25% têm metragem de 51 a 100 m2 e 25% até 50 m2. As vagas de garagem seguem esse padrão: 50% com duas, 25% com uma e 25% sem nenhuma.
Os apartamentos têm dois dormitórios (66,67%) ou um (33,33%), uma única vaga de garagem e área útil de 51 a 100 metros quadrados (66,67%) ou até 50 m2 (33,33%).
Inquilinos preferem casas
As 33 imobiliárias e corretores que responderam à pesquisa do CreciSP alugaram praticamente só casas em Janeiro na região de São Carlos – 90,91% do total. A participação dos apartamentos ficou limitada a 9,09%.
Os novos inquilinos escolheram imóveis situados em bairros de periferia (63,64%) e mais próximos ao centro das cidades (36,36%) e as casas e apartamentos que alugaram são do padrão construtivo standard (80%) ou médio (20%).
As casas alugadas em Janeiro têm dois dormitórios (50%), um (33,33%) ou três (16,67%) e metade delas dispõe de área útil variando de 51 a 100 metros quadrados. As demais têm de 101 a 200 m2 (16,67%), de 201 a 300 m2 (16,67%) e de 301 a 400 m2 (16,67%). A maioria tem duas vagas (33,33%) ou nenhuma vaga de garagem (33,33%).
As quitinetes foram o único tipo de apartamento que as imobiliárias e corretores alugaram em Janeiro, todos eles dispondo de área útil até 50 metros quadrados e uma única vaga de garagem.
A pesquisa CreciSP foi feita nas cidades de Araraquara, Caconde, Descalvado, Matão, Porto Ferreira, Ribeirão Bonito, Santa Cruz das Palmeiras, São Carlos e São José do Rio Pardo.
Faixa de preço média |
Percentual |
Até R$ 100 mil |
0,00% |
De R$ 101 a R$ 200 mil |
42,86% |
De R$ 201 a R$ 300 mil |
28,57% |
De R$ 301 a R$ 400 mil |
0,00% |
De R$ 401 a R$ 500 mil |
14,29% |
De R$ 501 a R$ 600 mil |
14,29% |
De R$ 601 a R$ 700 mil |
0,00% |
De R$ 701 a R$ 800 mil |
0,00% |
De R$ 801 a R$ 900 mil |
0,00% |
De R$ 901 a R$ 1 milhão |
0,00% |
Acima de R$ 1 milhão |
0,00% |
100% |
Modalidade |
Percentual |
À Vista |
11,11% |
Financiamento CAIXA |
44,44% |
Financiamento Outros Bancos |
22,22% |
Direto com Proprietário |
0,00% |
Consórcios |
22,22% |
Total |
100% |
Região |
Percentual |
CENTRAL |
46,43% |
NOBRE |
10,71% |
DEMAIS REGIÕES |
42,86% |
Total |
100% |
Tipo |
Percentual |
LUXO |
0,00% |
MÉDIO |
42,11% |
STANDART |
57,89% |
Total |
100% |
Casas Vendidas
Dormitórios |
Percentual |
1 Dorm. |
25,00% |
2 Dorm. |
50,00% |
3 Dorm. |
25,00% |
4 Dorm. |
0,00% |
5 ou mais Dorm. |
0,00% |
100% |
Vagas de garagem |
Percentual |
Sem vaga |
25,00% |
1 vaga |
25,00% |
2 vagas |
50,00% |
3 vagas |
0,00% |
4 vagas |
0,00% |
Área útil |
Percentual |
1 a 50 m² |
25,00% |
51 a 100 m² |
25,00% |
101 a 200 m² |
50,00% |
201 a 300 m² |
0,00% |
Apartamentos Vendidos
Dormitórios |
Percentual |
Quitinete |
0,00% |
1 Dorm. |
33,33% |
2 Dorm. |
66,67% |
3 Dorm. |
0,00% |
4 Dorm. |
0,00% |
Vagas de garagem |
Percentual |
Sem vaga |
0,00% |
1 vaga |
100,00% |
2 vagas |
0,00% |
3 vagas |
0,00% |
Área útil |
Percentual |
1 a 50 m² |
33,33% |
51 a 100 m² |
66,67% |
101 a 200 m² |
0,00% |
201 a 300 m² |
0,00% |
Locações em Janeiro na região de São Carlos
VALOR ALUGUEL |
Percentual |
até 500 |
14,29% |
501 a 750 |
14,29% |
751 a 1.000 |
28,57% |
1.001 a 1.250 |
14,29% |
1.251 a 1.500 |
0,00% |
1.501 a 1.750 |
0,00% |
1.751 a 2.000 |
14,29% |
2.001 a 2.500 |
0,00% |
2.501 a 3.000 |
0,00% |
3.001 a 4.000 |
14,29% |
Acima de R$ 4.000 |
0,00% |
Região |
Percentual |
CENTRAL |
36,36% |
NOBRE |
0,00% |
DEMAIS REGIÕES |
63,64% |
Tipo |
Percentual |
LUXO |
0,00% |
MÉDIO |
20,00% |
STANDART |
80,00% |
Casas Alugadas
Dormitórios |
Percentual |
Quitinete |
0,00% |
1 Dorm. |
33,33% |
2 Dorm. |
50,00% |
3 Dorm. |
16,67% |
4 Dorm. |
0,00% |
Vagas de garagem |
Percentual |
Sem vaga |
33,33% |
1 vaga |
16,67% |
2 vagas |
33,33% |
3 vagas |
0,00% |
4 vagas |
16,67% |
Área útil |
Percentual |
1 a 50 m² |
0,00% |
51 a 100 m² |
50,00% |
101 a 200 m² |
16,67% |
201 a 300 m² |
16,67% |
301 a 400 m² |
16,67% |
401 a 500 m² |
0,00% |
Apartamentos Alugados
Dormitórios |
Percentual |
Quitinete |
100,00% |
1 Dorm. |
0,00% |
2 Dorm. |
0,00% |
3 Dorm. |
0,00% |
Vagas de garagem |
Percentual |
Sem vaga |
0,00% |
1 vaga |
100,00% |
2 vagas |
0,00% |
3 vagas |
0,00% |
4 vagas |
0,00% |
Área útil |
Percentual |
1 a 50 m² |
100,00% |
51 a 100 m² |
0,00% |
101 a 200 m² |
0,00% |
201 a 300 m² |
0,00% |
301 a 400 m² |
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SÃO PAULO/SP - As vendas de veículos tiveram queda de 22,8% em fevereiro no Brasil sobre o mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados na quinta-feira, 3, pela Fenabrave, associação que representa as concessionárias do País. No total, foram emplacadas 129,3 mil unidades entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus.
Ainda que o número seja 2,2% maior do que o registrado em janeiro, o resultado foi um dos mais fracos para o mês das últimas décadas. A produção das montadoras continua comprometida pela falta de componentes eletrônicos, mas as vendas têm sido menores do que a oferta de carros. Os 255,8 mil veículos emplacados nos dois primeiros meses do ano ficaram 24,4% abaixo de 2021 e representam o pior primeiro bimestre em 17 anos.
Os números reforçam os sinais de fragilidade de demanda em meio à menor disponibilidade de renda dos consumidores, o aumento dos preços dos veículos e a elevação das taxas de juros, que prejudicam os financiamentos dos bancos.
“Segmentos, como o de automóveis, mostraram recuperação (sobre janeiro), mas vivemos, ainda, um momento complexo para o setor”, disse o presidente da Fenabrave, José Maurício Andreta Júnior. “Muitos têm enfrentado dificuldades para conseguir crédito, além de persistir a escassez de produtos em muitas categorias de veículos em função da falta de insumos e componentes. Isso freia o avanço das vendas”, afirmou.
O corte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) promovido pelo governo na semana passada – de 18,5% no caso dos automóveis -- pode ajudar a tirar o setor do estado de letargia, ainda que seus efeitos possam ser atenuados por uma aguardada puxada da inflação global com a guerra na Ucrânia.
Estimativas de consultorias como Bright Consulting e Jato Dynamics apontam para vendas adicionais na faixa de 100 mil a 200 mil veículos durante o ano em razão do imposto mais baixo. Segundo a Bright, a redução do IPI permitirá ao mercado praticar descontos entre 1,7% e 1,8%, na média, nos preços dos carros.
A Fenabrave projeta um crescimento de 4,6% da comercialização de veículos zero quilômetro neste ano, mas diz que deve rever as previsões por causa da redução do IPI. As novas estimativas devem ser divulgadas daqui um mês.
O presidente da Fenabrave, José Maurício Andreta Júnior, acredita em uma reação nas vendas neste mês de março por causa do corte do imposto. E afirma que a entidade está pleiteando à Receita Federal para que o IPI mais baixo também seja válido para os carros em estoque.
Vendas por segmento
O balanço da Fenabrave mostra que, somente no mercado de carros de passeio e comerciais leves, como picapes e vans, as vendas caíram 24% em relação a fevereiro de 2021, somando 120,2 mil unidades. Contra janeiro, houve alta de 3,1% no segmento.
A liderança neste ano segue com a Fiat, marca de 21% do total vendido entre janeiro e fevereiro, seguida por General Motors (12,9%), Hyundai (11%) e Volkswagen (10,4%).
As vendas de caminhões, um total de 8 mil unidades, seguem na contramão, com alta de 3,2% frente a fevereiro de 2021. Na comparação com janeiro, no entanto, as vendas de caminhões caíram 6,5%.
As vendas de motos tiveram alta de 29% em fevereiro frente ao mesmo mês do ano passado, chegando a 74,1 mil unidades. Na comparação com janeiro, houve queda de 17,4% no mercado de motocicletas novas.
Com o resultado, o setor terminou o primeiro bimestre com 163,7 mil unidades comercializadas, 14,3% acima do volume registrado nos dois primeiros meses de 2021.
Líder com folga nesse mercado, a Honda respondeu por 74,5% de todas as motos vendidas no Brasil nos dois meses. Vice-líder, a Yamaha ficou com 18,8%.
Eduardo Laguna / ESTADÃO
A previsão deve-se a diversos fatores, entre eles, ao número de empresas criadas em janeiro deste ano
SÃO CARLOS/SP - O comércio de São Carlos espera aumento nas vendas durante o período de Carnaval. Segundo o economista Elton Casagrande do Núcleo de Economia da ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos), o setor pode ter um crescimento de vendas em torno de 4,5% a 7,5% no volume físico de vendas nas lojas da cidade, com relação às vendas do mês de janeiro deste ano.
Essa previsão deve-se a diversos fatores, entre eles, ao número de empresas criadas em janeiro deste ano, que foi de 626 contra 255 fechadas, o que gerou saldo positivo de 471 novos empreendimentos. Em janeiro de 2021 o saldo foi de 433. Houve, assim, crescimento de 8% no número de empreendimentos na cidade. “Outro fator é o comportamento das vendas por volume físico no varejo do Estado de São Paulo. Os doze meses acumulados anteriores a dezembro de 2021 atingiram crescimento de 2,3%, apesar de a taxa de inflação ter aumentado em 10,76%. A taxa de inflação foi de 0,73% em janeiro último, menor do que a taxa de dezembro. Contudo, foi a maior dos últimos seis anos”, explicou o economista.
Esses porcentuais, segundo ele, constituem uma estimativa dos efeitos de evidências sobre a intenção de consumo, observada indiretamente com base nos dados do IBGE – Pesquisa Mensal do Comércio. “É importante levarmos em conta também, o número de pessoas com vínculos empregatícios na cidade. Em dezembro, último dado mais recente, havia 78.150 pessoas com rendimentos formais. Em fevereiro de 2021 o total era menor, ou seja, de 74.868 pessoas com vínculos formais. Portanto, em termos de vínculos formais o incremento foi de 4,3%”, acrescentou.
Funcionamento do comércio no Carnaval
A ACISC informa que o comércio de São Carlos vai funcionar normalmente no período do Carnaval, entre os dias 28 de fevereiro e 2 de março, das 09h às 18h. O Carnaval é considerado como data comemorativa e não feriado. Portanto, atividades econômicas podem funcionar normalmente.
De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho realizada entre o Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio) e o Sindicato dos Empregados no Comércio de São Carlos e Região (Sincomerciários), a empresa que quiser pode fechar e a folga para o funcionário pode ser negociada entre o funcionário e patrão.
Manter uma rotina de atividades garante mais qualidade de vida; shopping ressalta importância e traz dicas de especialista
São Carlos/SP – Em início de ano, é comum ouvir planos de inserir os exercícios físicos nas rotinas do dia-a-dia. A ação faz parte de uma grande preocupação atual: ter um estilo de vida mais saudável. Os benefícios são inúmeros, como o combate a doenças crônicas, o fortalecimento do sistema cardiovascular e da memória, além da melhora da saúde mental. No entanto, com o passar dos meses, muitas pessoas desistem das atividades, voltando ao perigoso sedentarismo.
Como no próximo sábado (19) é comemorado o Dia do Esportista, o Iguatemi São Carlos celebra a data ressaltando a importância dos exercícios. Diversas operações do centro de compras possibilitam as práticas oferecendo roupas, calçados e acessórios especializados, capazes de ampliar o rendimento e oferecer mais conforto nos treinos.
É o caso da Track&Field, que apresenta a nova coleção Canoa, feita com a tecnologia Seamless, que garante redução de costuras e possibilita peças ultraflexíveis, que se ajustam ao corpo com compressão ideal para os treinos. A marca também possui outras opções, como o top Mesh, que por conter bojo fixo é indicado para atividades de médio impacto, e o shorts Logo, criado com cós largo e elástico para oferecer conforto, maciez e respirabilidade para os exercícios e corridas.
Para os pés, a Authentic Feet disponibiliza diversas marcas e modelos, como o tênis Nike Free 5.0 e o Nike Revolution 6, desenvolvidos especialmente para corridas e caminhadas, pois possuem conforto e flexibilidade.
Movimente-se
Com roupas e calçados ideais, é o momento certo para deixar de lado a procrastinação. E para que os exercícios físicos façam parte da rotina, é importante encontrar um esporte com o qual se identifique, pois esse fator pode ser um forte aliado para a continuidade das atividades.
A Taina Hildebrand, criadora de conteúdo e influenciadora digital, encontrou o amor pelo esporte após conhecer diversos formatos. “Eu já havia tentado praticar diversas modalidades, como vôlei, natação, circo e musculação, mas eu começava e parava. Uma amiga me convidou para acompanhá-la em uma aula experimental de beach tennis e fui apenas para não deixá-la sozinha. Me apaixonei! Pratico há um ano, faço aulas três vezes por semana, mas jogo todos os dias. Aos fins de semana, também acordo cedo para jogar, pois encontrei um esporte que realmente gosto, me dá prazer e impulsiona.”
Para o preparador físico Carlos Tomaze, os exercícios físicos devem ser incorporados como uma necessidade básica. “A atividade física precisa ser priorizada. Com nossas demandas atuais, estamos cada vez mais ansiosos e estressados. A prática é importante para trazer o equilíbrio e fortalecer nossa saúde.”
Carlos explica ainda que, com a automatização dos processos do nosso cotidiano, nos movimentamos cada vez menos, o que interfere diretamente na funcionalidade dos nossos corpos. “O sedentarismo, aliado à carga emocional e má alimentação, gera inúmeros problemas de saúde. Portanto, é essencial escolher uma atividade física adequada à nossa realidade. Para manter a assiduidade, recomendo criar um comprometimento, por meio de planos mais extensos, de seis meses a um ano, por exemplo, em uma academia. Desta forma, a prática será incorporada na rotina com o tempo. Mas, caso não tenha a possibilidade de investir em profissionais especializados, é indicado ser mais ativo, andar mais a pé, de bicicleta, enfim, se movimentar mais”, diz o especialista.
Seja qual for a modalidade, é importante inserir os exercícios físicos na rotina e agregar mais saúde aos dias. E para todos os esportes, o Iguatemi São Carlos tem diversas opções que prometem animar e facilitar as práticas.
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