CALIFÓRNIA - A agência ambiental California Air Resources Board (CARB) prepara-se para votar a proibição das vendas de carros com motores a combustão a partir de 2035 no estado norte-americano. A votação será realizada amanhã (25) e, caso seja aprovada, deve ser repetida por outros 15 estados que seguem os regulamentos criados pelo CARB. Daniel Sperling, membro da agência, disse à CNN que acredita que a proposta tem 99,9% de chance de ser aprovada.
"Isto é monumental. É a coisa mais importante que a CARB já fez nos últimos 30 anos. É importante não só para a Califórnia, como também para o país e para o mundo", comentou Sperling à CNN. A proposta diz que, a partir de 2026, 35% das vendas de carros novos terão que ser eletrificados, aumentando para 51% em 2028 e 68% em 2030. Durante este período, a medida permitirá que 20% destes modelos sejam híbridos plug-in. O último passo será em 2035, quando apenas carros 100% elétricos poderão ser vendidos, impedindo até os híbridos plug-in.
Esta situação aparece logo depois da Agência de Proteção Ambiental (EPA) deu uma nova permissão para a Califórnia em março, permitindo que faça suas próprias regras para o setor automotivo e veículos elétricos. O estado é o único que pode definidir suas normas de emissões, uma exceção que foi criada em 1970 por conta dos problemas do estado com a poluição.
A Europa já decidiu o mesmo:
A decisão é muito importante pois vai além da Califórnia. O governo norte-americano permite que outros estados sigam as determinações ambientais do CARB, o que é feito por outros 17 estados: Colorado, Connecticut, Delaware, Maine, Maryland, Massachusetts, Minnesota, Nevada, New Jersey, New Mexico, New York, Oregon, Pennsylvania, Rhode Island, Vermont, Virginia e Washington.
A CARB diz que seguir estas novas normas resultarão em menos 1.272 casos de morte por problemas cardiopulmonares, 208 menos internações por doenças cardiovasculares, 249 menos internações por problemas respiratórios, e 639 menos visitas ao hospital por causa de asma. Isto aconteceria entre 2026 e 2040 por toda a Califórnia.
A proposta ainda ajudará o estado norte-americano a reduzir os custos totais de transporte. A estimativa é que a Califórnia economize US$ 81,8 bilhões durante todo o período entre 2026 e 2040, ou uma média de US$ 5,9 bilhões por ano.
Algumas fabricantes, através da Aliança por Inovação Automotiva, declararam que a proposta da Califórnia via demandar uma venda agressiva de carros elétricos e um comprometimento dos governos muncipais, estaduais e federal. Separadamente, algumas marcas começaram a se manifestar, como a Toyota, que declarou que seguirá as novas regras.
Nicolas Tavares / MOTOR1.com
Setor criou 17.472 postos de trabalho nos primeiros seis meses do ano, contra 39.755 no mesmo período de 2021
SÃO PAULO/SP - A geração de vagas celetistas no comércio paulista apresentou recuo de 56%, no primeiro semestre, em comparação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Pesquisa do Emprego (PESP), realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência. Nos primeiros seis meses deste ano, foram criados 17.472 postos, enquanto o mesmo período de 2021 registrava criação de 39.755 vagas.
A menor geração de vínculos celetistas em relação à primeira metade do ano passado pode ser explicada pelo contexto de retomada das atividades à época: em maio de 2021, as atividades consideradas não essenciais voltavam a funcionar, o que influenciou de forma significativa os resultados do período, impactando, também, a base de comparação. Diferentemente do comércio, o setor de serviços apontou avanço de 25%, mediante a geração de 231.045 postos de trabalho, contra 184.767 na mesma comparação. O setor ainda se beneficia da recuperação do emprego no pós-pandemia, processo que nos serviços tem se dado de maneira mais tardia do que em outras atividades econômicas.
Desempenho do comércio no ano: Estado e capital
No primeiro semestre, dentre as três divisões que formam o setor, o comércio de reparação de veículos e o atacado registraram avanços respectivos de 6.909 e 15.648 vagas. O varejo, por outro lado, apresentou saldo negativo de 5,1 mil vínculos celetistas. Os segmentos que mais influenciaram os resultados em cada uma das três divisões, em números absolutos, foram, respectivamente, comércio a varejo de peças e acessórios novos para veículos (1.639); comércio atacadista de produtos farmacêuticos (1.628); e comércio varejista de hipermercados e supermercados (-11.670).
Na capital, houve criação de 8.254 vínculos empregatícios nos seis primeiros meses de 2022. O atacado, mais uma vez, puxou o desempenho acumulado, com novos 5.732 empregos.
Serviços no ano: Estado e capital
Nos serviços, os destaques do primeiro semestre ficaram por conta dos setores de educação (40.982 vagas), transporte e armazenagem (32.373) e alojamento e alimentação (31.424). Nestes grupos, os segmentos que lideraram a criação de empregos foram as educações infantil e fundamental (27.772), o transporte rodoviário de carga (18.594) e os bares e restaurantes (18.545).
Já na cidade de São Paulo, foram 87.709 vagas geradas. O resultado foi influenciado, principalmente pelo segmento de alojamento e alimentação, com novos 16.023 empregos (o segmento responsável pelo desempenho foi o de bares e restaurantes – com 9.840 postos de trabalho).
Resultados de junho no comércio e serviços
O recorte do mês de junho demonstra que a geração de emprego no comércio estadual diminuiu 41,5%, na comparação anual, e 18,1% em relação a maio. Em números absolutos, foram 12.765 empregos criados no mês, contra 21.816, em junho de 2021, e 15.593, no quinto mês deste ano. Na cidade de São Paulo, o cenário também é semelhante: quase 4 mil postos de trabalho foram criados, contra as mais de 5 mil vagas registradas, em maio, e 6,6 mil, na comparação interanual.
No setor de serviços, o mês de junho terminou com a geração de 38.654 postos de trabalho. Na comparação com maio, o saldo ficou 4% inferior. Já em relação a junho de 2021, a redução foi de 9,3%. Na cidade de São Paulo, por outro lado, enquanto, no mês anterior, houve o registro do saldo positivo de 14.889 vagas, em junho, 21.128 novos postos de trabalho foram gerados.
SÃO CARLOS/SP - Para as vendas do Dia dos Pais, que será comemorado no domingo 14 de agosto, o Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio) e o Sindicato dos Empregados do Comércio de São Carlos e Região (Sincomerciários) acordaram um horário especial de atendimento para as cidades de São Carlos e Ibaté. Na sexta-feira (12), o comércio fica aberto das 9h às 22h; nos sábados (6 e 13) das 9h às 17h e na segunda-feira (15), feriado municipal nas duas cidades, o comércio estará fechado.
Comércio aberto
Além do horário especial de atendimento para o Dia das Mães (que foi em maio) e agora para o Dia dos Pais, o Sincomercio e o Sincomerciários já acordaram para 2022 o horário estendido do comércio de São Carlos e Ibaté, até às 22h, para a Black Friday (25.11).
Em 2022, as lojas de São Carlos e Ibaté abriram no feriado de 09 de julho (sábado) - Revolução Const. 32 - e já estão autorizadas a funcionar no feriado de 07 de setembro (quarta-feira) - Independência do Brasil; 12 de outubro (quarta-feira) – Feriado de Nossa Sra. Aparecida e Dia das Crianças e no feriado de 15 de novembro de 2022 (terça-feira) –Proclamação da República, sempre das 9h às 15h.
ARARAQUARA/SP - O comércio de rua de Araraquara vai funcionar até às 22 horas na sexta-feira (12) que antecede o Dia dos Pais. O horário estendido tem como objetivo possibilitar um maior intervalo para os clientes efetuarem as compras sem que haja pico de movimentação. No sábado (13), o horário de fechamento das lojas será o habitual, às 17 horas. Shoppings centers e supermercados seguem operando em horário normal.
Shopping centers e supermercados seguem horários específicos e habituais de atendimento.
Expectativa nacional de vendas
O volume de vendas para o Dia dos Pais de 2022, a ser comemorado no próximo domingo (14), deverá atingir R$ 7,28 bilhões, o que representará alta de 5,3% em relação à mesma data no ano passado. Naquele momento, o varejo ainda sofria com o processo de volta da circulação dos consumidores. A estimativa foi divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
O presidente da CNC, José Roberto Tadros, disse que em termos de movimentação financeira, o Dia dos Pais é a quarta data comemorativa mais importante para o comércio varejista brasileiro. “Mesmo com a inflação elevada, a perspectiva é positiva para o setor por conta da injeção de recursos extraordinários, como os saques nas contas de FGTS, antecipação do décimo terceiro salário de aposentados e pensionistas do INSS e ampliação do Auxílio Brasil, tanto do valor do benefício quanto do número de beneficiários”, observou.
No entendimento da CNC, esses recursos sustentam o avanço nas vendas ao longo deste ano. A entidade lembrou que a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no último mês de maio, mostrou que o faturamento real do varejo já tinha atingido 3,9% acima do volume registrado às vésperas da pandemia, em fevereiro de 2020 e 3,0% maior do que em agosto do ano passado.
Para o economista da CNC responsável pela pesquisa, Fábio Bentes, o fim da pandemia pode explicar a alta prevista nas vendas para o Dia dos Pais. “Praticamente todo o fluxo de consumidores perdido ao longo das fases mais agudas da crise sanitária foi restabelecido”, explicou.
SÃO CARLOS/SP - Em Junho/22, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis de SP realizou pesquisa com 11 imobiliárias e corretores da região de São Carlos, com o intuito de mensurar o andamento dos negócios nessa região.
Na comparação entre Junho/22 e Maio/22, as vendas de casas e apartamentos usados na Região de São Carlos subiram 180%. As locações tiveram queda de 88,89%.
Evolução de venda e locação no primeiro semestre de 2022 em São Carlos e Região:
Vendas |
|
|||||||
|
Jan |
Fev |
Mar |
Abr |
Mai |
Jun |
Acumulado |
|
% sobre mês anterior |
-40,42% |
52,84% |
-32% |
-13,42% |
-26,43% |
180% |
120,57% |
|
Locações |
||||||||
|
Jan |
Fev |
Mar |
Abr |
Mai |
Jun |
Acumulado |
|
% sobre mês anterior |
-12,09% |
35,42% |
58,8% |
-37,5% |
-28% |
-88,89% |
-72,26 |
|
De janeiro a junho de 2022, as vendas em São Carlos e região fecharam em alta de 120% e as locações tiveram uma queda acumulada de 72,26%.
Em especial no mês de Junho, o total de imóveis vendidos na Região de São Carlos ficou dividido da seguinte forma: 0% para casas e 100% para apartamentos negociados pelas imobiliárias e corretores que responderam à pesquisa.
Com relação ao preço médio dos imóveis vendidos em Junho na região, os percentuais ficaram divididos da seguinte forma:
Faixa de preço média |
Percentual |
Até R$ 100 mil |
0,00% |
De R$ 101 a R$ 200 mil |
100,00% |
De R$ 201 a R$ 300 mil |
0,00% |
De R$ 301 a R$ 400 mil |
0,00% |
De R$ 401 a R$ 500 mil |
0,00% |
De R$ 501 a R$ 600 mil |
0,00% |
De R$ 601 a R$ 700 mil |
0,00% |
De R$ 701 a R$ 800 mil |
0,00% |
De R$ 801 a R$ 900 mil |
0,00% |
De R$ 901 a R$ 1 milhão |
0,00% |
Acima de R$ 1 milhão |
0,00% |
Daí se conclui que a preferência dos compradores de casas e apartamentos, em Junho, ficou por imóveis na faixa de preço de até R$ 200 mil, com 100% do mercado.
Modalidade |
Percentual |
À Vista |
0,00% |
Financiamento CAIXA |
100,00% |
Financiamento Outros Bancos |
0,00% |
Direto com Proprietário |
0,00% |
Consórcios |
0,00% |
Região |
Percentual |
CENTRAL |
0,00% |
NOBRE |
37,50% |
DEMAIS REGIÕES |
62,50% |
Tipo |
Percentual |
LUXO |
0,00% |
MÉDIO |
25,00% |
STANDART |
75,00% |
Casas Vendidas
Na região de São Carlos, não houve vendas de casas em junho.
Apartamentos Vendidos
Para apartamentos, os mais vendidos foram de 2 dormitórios, com 1 vaga de garagem, e área útil de, em média, de 1 a 50 m².
Dormitórios |
Percentual |
Quitinete |
0,00% |
1 Dorm. |
0,00% |
2 Dorm. |
100,00% |
3 Dorm. |
0,00% |
4 Dorm. |
0,00% |
5 ou mais Dorm. |
0,00% |
Vagas de garagem |
Percentual |
Sem vaga |
0,00% |
1 vaga |
100,00% |
2 vagas |
0,00% |
3 vagas |
0,00% |
4 vagas |
0,00% |
5 ou mais vagas |
0,00% |
Área útil |
Percentual |
1 a 50 m² |
75,00% |
51 a 100 m² |
25,00% |
101 a 200 m² |
0,00% |
201 a 300 m² |
0,00% |
301 a 400 m² |
0,00% |
401 a 500 m² |
0,00% |
acima de 500 m² |
0,00% |
Locações em Junho na região de São Carlos
Os novos inquilinos deram preferência à locação de casas (100%) a apartamentos (0%).
Os valores médios de locação de casas e apartamentos se dividiram nas seguintes faixas:
VALOR ALUGUEL |
Percentual |
até 500 |
50,00% |
501 a 750 |
50,00% |
751 a 1.000 |
0,00% |
1.001 a 1.250 |
0,00% |
1.251 a 1.500 |
0,00% |
1.501 a 1.750 |
0,00% |
1.751 a 2.000 |
0,00% |
2.001 a 2.500 |
0,00% |
2.501 a 3.000 |
0,00% |
3.001 a 4.000 |
0,00% |
Acima de R$ 4.000 |
0,00% |
A preferência dos inquilinos em Junho, ficou por imóveis na faixa de aluguel de até R$ 750,00, com 100%.
Região |
Percentual |
CENTRAL |
28,57% |
NOBRE |
28,57% |
DEMAIS REGIÕES |
42,86% |
Tipo |
Percentual |
LUXO |
0,00% |
MÉDIO |
100,00% |
STANDART |
0,00% |
Modalidade |
Porcentagem |
FIADOR |
75,00% |
DEPÓSITO CAUÇÃO |
25,00% |
T DE CAPITALIZAÇÃO |
0,00% |
SEGURO FIANÇA |
0,00% |
OUTROS |
0,00% |
Casas Alugadas
Na região de São Carlos, as casas mais alugadas foram as de 2 dormitórios, com até 1 e 2 vagas de garagem, e área útil de, em média, de 51 a 100 m².
Dormitórios |
Percentual |
Quitinete |
0,00% |
1 Dorm. |
0,00% |
2 Dorm. |
100,00% |
3 Dorm. |
0,00% |
4 Dorm. |
0,00% |
5 ou mais Dorm. |
0,00% |
Vagas de garagem |
Percentual |
Sem vaga |
0,00% |
1 vaga |
50,00% |
2 vagas |
50,00% |
3 vagas |
0,00% |
4 vagas |
0,00% |
5 ou mais vagas |
0,00% |
Área útil |
Percentual |
1 a 50 m² |
0,00% |
51 a 100 m² |
100,00% |
101 a 200 m² |
0,00% |
201 a 300 m² |
0,00% |
301 a 400 m² |
0,00% |
401 a 500 m² |
0,00% |
acima de 500 m² |
0,00% |
Apartamentos Alugados
Na região de São Carlos, não houve locação de apartamentos em junho.
O CRECISP recebeu respostas de profissionais das cidades de: Araraquara, Dobrada, Matão, Ribeirão Bonito, São Carlos e Tabatinga.
Inflação impacta o ritmo de vendas das empresas, piorando percepção do empresariado sobre a adequação dos estoques
SÃO PAULO/SP - A confiança dos empresários do comércio da capital em julho segue a mesma do mês anterior. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), apresentou variação tímida de -0,1% – o que é praticamente uma estabilidade técnica. Com isso, o indicador passou de 120 para 119,9 pontos. Na comparação anual, o ICEC apontou alta de 21,3%. Já o Índice de Estoques (IE) – outra variável analisada pela FecomercioSP – apresentou queda de 2,6%.
O item que mede as condições atuais do empresariado (ICAEC) e compõe o ICEC cresceu 0,3%, atingindo 103,8 pontos. Já o IEEC, que mensura as expectativas futuras, caiu 0,1% e retornou para os 145,8 pontos. A variável que avalia o índice de investimento (IIEC) teve queda de 0,3%, passando para 110,2, em julho. Na base de comparação anual, os três quesitos registraram crescimento: o primeiro avançou 51,6%; o segundo, 6,3%; e, o terceiro, 21,1%.
Apesar das incertezas, o desempenho da economia ao longo do primeiro semestre foi melhor do que o previsto. O arrefecimento da pandemia, a melhora do mercado de trabalho, os estímulos monetários e a normalização dos serviços públicos são fatores que contribuíram para uma atmosfera um pouco mais positiva. Entretanto, na avaliação da FecomercioSP, o ambiente macroeconômico ainda se mostra desafiador para a classe empresarial, sendo difícil projetar um cenário muito favorável para a segunda metade do ano.
Até porque, a inflação segue impactando os negócios. Em julho, a percepção dos comerciantes em relação à adequação dos estoques caiu mais uma vez. Dos 42,1% que consideravam a situação inadequada, 28,2% apontavam que o desempenho das vendas estava pior que o previsto. A variação mensal de 1,8 ponto porcentual (p.p.) pode ser um indicativo de que a inflação está influenciando o ritmo de vendas das empresas. O IE caiu de 118,3 para 115,2 pontos. Já em relação a julho do ano passado, o indicador avançou 7,6%.
A porcentagem dos que afirmavam inadequação abaixo do desejado (ou seja, há necessidade de recomposições) caiu 0,4 p.p., atingindo 13,9% do total. Já a proporção dos empresários que consideravam a situação adequada recuou 1,7 p.p., passando para 57,2%. Diante do quadro de desaceleração do consumo das famílias, causado pela pressão dos preços e pelos juros elevados, a FecomercioSP orienta que os empresários equacionem o capital de giro da empresa ao modelo de processo de vendas, com foco no aumento da produtividade, especialmente em duas vertentes: receitas e custos. A gestão dos estoques precisa ser cautelosa, desenhada através do giro do negócio, para evitar inadequação. Além disso, a Federação destaca que, prever o cenário e estimar a receita da empresa ao longo do ano também é um trabalho importante para a tomada de decisões. A partir disso, controla-se o fluxo de caixa diário, fazendo um balanceamento entre contas a pagar e recebíveis.
Índice de Expansão do Comércio
O IEC avançou 0,4%, atingindo 122,4 pontos em julho. O indicador cresceu 25,8%, em relação ao mesmo período do ano passado. O índice que mede as expectativas para contratação de funcionários caiu (-0,8%), atingindo 136,2 pontos. Por outro lado, o nível de investimento das empresas registrou alta de 1,9%, passando para 108,6 pontos. Na comparação interanual, os dois quesitos registraram crescimento: 9,9% e 53,9%, respectivamente.
Notas metodológicas
ICEC
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) contempla a percepção do setor em relação ao seu segmento, à sua empresa e à economia do País. São entrevistas feitas em painel fixo de empresas, com amostragem segmentada por setor (não duráveis, semiduráveis e duráveis) e por porte de empresa (até 50 empregados e mais de 50 empregados). As questões agrupadas formam o ICEC, que, por sua vez, pode ser decomposto em outros subíndices que avaliam as perspectivas futuras, a avaliação presente e as estratégias dos empresários mediante o cenário econômico. A pesquisa é referente ao município de São Paulo, contudo sua base amostral reflete o cenário da região metropolitana.
IEC
O Índice de Expansão do Comércio (IEC) é apurado todo o mês pela FecomercioSP desde junho de 2011, com dados de cerca de 600 empresários. O indicador vai de 0 a 200 pontos, representando, respectivamente, desinteresse e interesse absolutos em expansão de seus negócios. A análise dos dados identifica a perspectiva dos empresários do comércio em relação a contratações, compra de máquinas ou equipamentos e abertura de novas lojas. Apesar desta pesquisa também se referir ao município de São Paulo, sua base amostral abarca a região metropolitana.
IE
O Índice de Estoque (IE) é apurado todo o mês pela FecomercioSP desde junho de 2011 com dados de cerca de 600 empresários do comércio no município de São Paulo. O indicador vai de 0 a 200 pontos, representando, respectivamente, inadequação total e adequação total. Em análise interna dos números do índice, é possível identificar a percepção dos pesquisados relacionada à inadequação de estoques: “acima” (quando há a sensação de excesso de mercadorias) e “abaixo” (em casos de os empresários avaliarem falta de itens disponíveis para suprir a demanda em curto prazo). Como nos dois índices anteriores, a pesquisa se concentra no município de São Paulo, entretanto sendo a sua base amostral considera a região metropolitana.
Comprou, ganhou válido até 12 de agosto vai premiar o consumidor com o copo térmico do momento.
SÃO CARLOS/SP - Em comemoração ao Dia dos Pais, a Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) lançou nesta segunda-feira (01) a campanha ‘Dia dos Pais ACISC’.
A promoção, que segue até o dia 12 de agosto, é uma iniciativa exclusiva da ACISC para movimentar o comércio e ainda premiar os consumidores.
“Nosso objetivo é auxiliar no aumento de vendas para esta data tão importante para o comércio e para os consumidores presentearem seus familiares queridos. É a ACISC pensando sempre no bem do comerciante e do consumidor”, disse o presidente da ACISC, José Fernando Domingues.
Como participar
Para participar da campanha, o consumidor deve efetuar compras acima de R$300 nas lojas associadas a ACISC e solicitar os cupons ou notas fiscais para trocar por um copo térmico. Serão 300 copos, sendo um por CPF.
O cliente deverá dirigir-se a ACISC (Associação Comercial e industrial de São Carlos), no Posto de Entrega, com os cupons ou notas fiscais e, documento com foto para retirada de seu prêmio. As trocas serão feitas das 9h às 17h, de segunda à sexta-feira, do dia 01 ao dia 12 de agosto.
Caso os todos os prêmios disponíveis sejam distribuídos antes do término da promoção, a mesma será considerada encerrada.
O Regulamento e lojas participantes (associadas) estão no site ou no App da ACISC.
“As promoções da ACISC são um ótimo atrativo para o aumento das vendas, então convidamos todos os nossos associados a participarem conosco e aproveitarem desse benefício”, explicou Domingues.
Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (16) 3362-1900.
A tradicional liquidação, que acontece todos os anos, traz promoções exclusivas de mais de 18 lojas até o dia 24 de julho |
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Lojas de São Carlos e Ibaté estarão abertas no feriado estadual de 9 de Julho, das 9h às 15h
SÃO CARLOS/SP - O Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio) e o Sindicato dos Empregados do Comércio de São Carlos e Região (Sincomerciários) autorizaram a abertura do comércio de São Carlos e Ibaté, no próximo sábado, feriado estadual de 9 de Julho (Revolução Constitucionalista de 1932), das 9h às 15h.
Além desse feriado, as lojas de São Carlos e Ibaté também já estão autorizadas a funcionar nos feriados de 07 de setembro (quarta-feira) - Independência do Brasil; 12 de outubro (quarta-feira) – Feriado de Nossa Sra. Aparecida e Dia das Crianças e no feriado de 15 de novembro de 2022 (terça-feira) – Proclamação da República, sempre das 9h às 15h.
O comércio das duas cidades ainda terá o horário estendido, até às 22h, na antevéspera do Dia dos Pais (12 de agosto) e para a Black Friday (25 de novembro).
SÃO PAULO/SP - Ao contrário de anos anteriores, em que a coleção de roupas de inverno ficou encalhada nas araras das lojas, em 2022, camisetas de manga longa, moletons, blusas de tricô e casacos têm sido vendidos mais facilmente, mesmo com os preços mais altos. Isso se deve à chegada antecipada do frio, já em maio, no momento em que muitas pessoas voltavam ao trabalho presencial, depois de passar dois anos em home office.
“Percebemos que a retomada da mobilidade e da participação em eventos sociais têm contribuído para a necessidade de renovar o guarda-roupa e, com isso, temos visto maior fluxo, em especial na loja física, mas também no online. Esses fatores, aliados às frentes frias que atingiram o país, têm estimulado maior procura por peças de inverno, assim como por itens mais voltados para situações profissionais e sociais, que os clientes não estavam usando tanto em função da pandemia", diz a direção das lojas Renner.
Até agora, com menos de uma semana de inverno, que começou oficialmente na última terça-feira (21), o país já enfrentou três fortes ondas de frio, duas delas causadas por massas de ar polar: a primeira foi na semana de 11 de maio, período em que cidades do Sul registraram temperaturas abaixo da média histórica; a segunda onda de frio, causada pela passagem da primeira massa polar, aconteceu entre o fim de maio e início de junho e, além do frio, levou geadas para as regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste, e chuvas fortes, seguidas por alagamentos, no Nordeste; e a terceira onda e segunda massa polar chegou por volta de 12 de junho, levando as temperaturas em algumas localidades para valores abaixo de zero.
"As temperaturas mais baixas ajudam muito os lojistas", afirma Luís Augusto Ildefonso, diretor institucional da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping). "E se o frio for constante, a venda é melhor ainda. Uma sequência de dias com temperaturas baixas, cinco, seis dias, favorece muito o comércio, é bastante positivo. As pessoas ainda não podem renovar seus guarda-roupas, as peças estão caras e o dinheiro está curto. Então, elas só compram os artigos de que precisam mesmo, e uma sequência de dias frios faz sentir essa necessidade", explica.
Para os executivos da Renner, o frio antecipado fez o desempenho das vendas superar os patamares pré-pandemia. "No primeiro trimestre, registramos alta de 63% na comparação com o mesmo período de 2021, e de 35% na comparação com 2019. Esta tendência se acelerou nos meses seguintes, alavancada pela boa aceitação da coleção outono-inverno, influenciada também por datas comemorativas, como o Dia das Mães.”
Segundo Ildefonso, praticamente não houve vendas nos últimos dois anos. "As pessoas não saíram, ficaram isoladas em casa, e os armários se mantiveram, porque ninguém teve a necessidade de comprar roupas novas. Mas esse invernico que aconteceu antes da entrada do inverno mostrou aos lojistas que, tendo estoque, certamente eles devem vender bem. Os dias de frio, inclusive aqueles com garoa, mostraram o aumento da procura por agasalhos, cobertores e outros produtos mais pesados", conta.
O aumento nas vendas com o frio também foi percebido pelos comerciantes da região do Bom Retiro, em São Paulo, segundo a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro). "Em maio e junho, até a semana passada, observamos um aumento de 10% na procura por roupas de inverno em relação ao mesmo período de 2019, pois não estamos considerando os anos da pandemia, 2020 e 2021. Muitas empresas ficaram sem estoque e tiveram que repor mercadorias para atender a alta procura", informou a entidade, por meio de nota.
Mariana Botta, do R7
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