Vendas devem crescer 3% e atingir faturamento de R$ 56,5 bilhões, aponta pesquisa da FecomercioSP
SÃO PAULO/SP - Cenário positivo para o Dia das Mães no Estado de São Paulo: levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) projeta crescimento de 3% nas vendas no mês de maio. O faturamento deve atingir R$ 56,5 bilhões, o que representa R$ 1,4 bilhão a mais em relação ao mesmo período do ano passado. Caso o resultado seja confirmado, a data tende ser a melhor desde 2008, início da série histórica do estudo.
As cinco atividades selecionadas para a pesquisa devem apresentar crescimento nas vendas, com destaque para o setor de vestuário, tecidos e calçados, apresentando previsão de elevação de 7% no contraponto anual. Segundo o histórico de pesquisa do perfil de presentes realizada pela Federação, o segmento é o mais demandado para compras no período.
Entretanto, os consumidores vão precisar gastar mais, caso queiram presentear com camiseta, shorts ou tênis. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a inflação do grupo de vestuário na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) é de quase 15% em um ano, número muito acima da elevação média geral (5,61%). Por isso, a dica da FecomercioSP aos consumidores é pesquisar.
Farmácia e perfumaria, assim como lojas de móveis e decoração, devem obter crescimento de 4% nas vendas. O primeiro, que inclui maquiagens e perfumes, também está entre os produtos mais procurados para a data. Assim como ocorre com vestuário, a inflação dos artigos de higiene pessoal cresceu 13,92% nos últimos 12 meses. Contudo, por serem produtos com valor mais acessível, em sua maioria, mesmo com valores mais elevados, ainda será possível realizar compras à vista para aproveitar os descontos. Por outro lado, apesar do dado positivo estimado para maio, o segmento de móveis e decoração depende, em geral, de crédito — que, por sua vez, está mais caro em decorrência dos juros elevados.
Eletrônicos são opções
O crescimento nas vendas das lojas de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamento deve chegar a 3%, na comparação com maio de 2022. Os produtos mais procurados são celulares e aparelhos de TV e som, assim como computadores.
Os dispositivos eletrônicos estão cerca de 3,4% mais baratos na base de comparação anual. Apesar disso, são itens de valor de compra elevado, situação que exige aquisição a prazo, seja pelo cartão de crédito, seja pelo carnê. Caso seja pelo cartão, o cliente se beneficiará do parcelamento sem juros — ao contrário do que ocorre com os carnês, que contam com financiamento com juros.
Por fim, os supermercados devem crescer 1% em relação a maio de 2022. Pode parecer um porcentual pequeno, mas o faturamento atual está nos maiores níveis da série. Além dos presentes, é habitual que as famílias se reúnam em casa ou marquem encontro num restaurante. Assim, de forma direta ou indireta, haverá demanda maior por alimentos e bebidas.
Para esse cenário positivo, deve-se pensar nas melhores condições das famílias. Tanto que o índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da FecomercioSP, subiu mais de 30% em um ano, apontando a recuperação no emprego, na renda e no consumo.
Diante da inflação mais amena em setores como o de alimentos, há espaço para um ganho de poder de compra em outros segmentos, como os requeridos para o Dia das Mães. Além disso, o mercado de trabalho aquecido recompõe a renda das famílias e permite que o consumidor tenha um acesso mais facilitado ao crédito.
De acordo com a Entidade, o comércio vive um bom momento frente à melhora das condições econômicas da população do Estado. O crescimento estimado de 3% deve confirmar a tendência positiva no setor, contribuindo, sobretudo, para o aumento das contratações.
Lojas do comércio tradicional de São Carlos e Ibaté poderão abrir até às 22h na sexta-feira (12), antevéspera do Dia das Mães
SÃO CARLOS/SP - O Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio) e o Sindicato dos Empregados do Comércio de São Carlos e Região (Sincomerciários) autorizaram a abertura do comércio varejista tradicional de São Carlos e Ibaté, na sexta-feira (12), antevéspera do Dia das Mães, até às 22h. Nos sábados, dias 06 e 13 de maio, as lojas ficam abertas das 9h às 17h.
Também haverá horário estendido, até às 22h, na antevéspera do Dia dos Pais (11 de agosto, sexta-feira) e para a Black Friday (24 de novembro).
Feriados
Em 2023, as lojas de São Carlos e Ibaté abriram no feriado de Tiradentes, 21 de abril (sexta-feira) e já estão autorizadas a funcionar nos feriados de 15 de agosto (terça-feira) – Nossa Senhora Aparecida da Babilônia; 07 de setembro (quinta-feira) - Independência do Brasil; 12 de outubro (quinta-feira) – Feriado de Nossa Sra. Aparecida e Dia das Crianças e no feriado de 15 de novembro de 2023 (quarta-feira) – Proclamação da República, sempre das 9h às 15h.
SÃO CARLOS/SP - O Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio) e o Sindicato dos Empregados do Comércio de São Carlos e Região (Sincomerciários) autorizaram a abertura do comércio varejista tradicional de São Carlos e Ibaté, nesta sexta-feira (21), feriado de Tiradentes, das 9h às 15h.
Além desse feriado, as lojas de São Carlos e Ibaté também já estão autorizadas a funcionar nos feriados de 15 de agosto (terça-feira) – Nossa Senhora Aparecida da Babilônia; 07 de setembro (quinta-feira) - Independência do Brasil; 12 de outubro (quinta-feira) – Feriado de Nossa Sra. Aparecida e Dia das Crianças e no feriado de 15 de novembro de 2023 (quarta-feira) – Proclamação da República, sempre das 9h às 15h.
O comércio das duas cidades ainda terá o horário estendido, até às 22h, na antevéspera do Dia das Mães (12 de maio, sexta-feira), do Dia dos Pais (11 de agosto, sexta-feira) e para a Black Friday (24 de novembro).
WASHINGTON - As vendas de moradias usadas nos Estados Unidos caíram em março, uma vez que a reversão nas taxas de hipoteca provavelmente afastou os compradores, mas há sinais preliminares de que a queda do mercado imobiliário está perto de chegar ao fim.
As vendas de casas usadas caíram 2,4%, para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 4,44 milhões de unidades no mês passado, informou a Associação Nacional de Corretores de Imóveis nesta quinta-feira. Eles aumentaram em fevereiro pela primeira vez em um ano.
As vendas de casas usadas são contadas no fechamento de um contrato. As vendas do mês passado provavelmente refletiram alguns contratos assinados em fevereiro, quando as taxas de hipoteca começaram a subir novamente depois de terem caído em janeiro.
"Os consumidores parecem estar muito sensíveis a mudanças nas taxas de hipoteca", disse Lawrence Yun, economista-chefe da associação de corretores. "As mudanças semanais nas taxas de hipoteca estão tendo um grande impacto."
Economistas consultados pela Reuters previam que as vendas de casas cairiam para uma taxa de 4,50 milhões de unidades. As revendas de residências, que respondem por uma grande fatia das vendas de imóveis nos Estados Unidos, caíram 22,0% na comparação anual em março.
A agressiva campanha de aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve mergulhou o mercado imobiliário na recessão, com a contração do investimento residencial por sete trimestres consecutivos, a mais longa desde o colapso da bolha imobiliária desencadeada pela Grande Recessão de 2007-2009.
As taxas de hipoteca caíram de meados de março a meados de abril, em conjunto com os rendimentos dos Treasuries, na esperança de que o Fed não continue aumentando os custos de empréstimos além do próximo mês em meio a sinais de que a economia está desacelerando.
Reportagem de Lucia Mutikani / REUTERS
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano (SMHDU), informa que os ambulantes que desejam comercializar produtos na 58ª Exposição Nacional de Orquídeas devem fazer a inscrição presencialmente nesta quarta-feira (19/04), na própria SMHDU, localizada na rua Conde do Pinhal, 2.190, no Centro. O horário de atendimento para esta finalidade será das 9h às 11h e das 14h30 às 16h.
Para participar, os interessados deverão ser cadastrados na SMHDU, ter inscrição municipal ativa e licença da Vigilância Sanitária válida. Serão disponibilizados 15 locais para barracas e food trucks com área de 3m por 3m na Praça da XV (Praça Doutor Christiano Altenfelder Silva), com o sorteio da posição de cada estabelecimento sendo realizado na quinta-feira (20/04), a partir das 14h30, com a presença de três representantes dos ambulantes.
O chefe de Fiscalização de Posturas, Marcelo Celenza, recorda que cada empreendedor cadastrado somente poderá trabalhar em um local do evento. “A legislação que trata da participação dos ambulantes em eventos públicos do município estipula que a atividade deve ser exercida pessoalmente pelo cadastrado. Isso também contribui para que mais ambulantes tenham a oportunidade de trabalhar”, disse Celenza.
Neste ano, após reuniões com representantes da Polícia Militar, Guarda Municipal, Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social, Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito e Departamento de Fiscalização, ficou deliberada a restrição da venda de bebidas em recipiente de vidro e latas de alumínio, sendo apenas permitida a comercialização em copos plásticos descartáveis. “Essa medida foi tomada visando manter a segurança pública no evento”, garantiu o diretor do Departamento de Fiscalização, Rodolfo Tibério Penela.
Lojas do comércio tradicional de São Carlos e Ibaté poderão abrir no feriado de 21 de abril, das 9h às 15h
SÃO CARLOS/SP - O Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio) e o Sindicato dos Empregados do Comércio de São Carlos e Região (Sincomerciários) autorizaram a abertura do comércio varejista tradicional de São Carlos e Ibaté, no próxima sexta-feira (21), feriado de Tiradentes, das 9h às 15h.
Além desse feriado, as lojas de São Carlos e Ibaté também já estão autorizadas a funcionar nos feriados de 15 de agosto (terça-feira) – Nossa Senhora Aparecida da Babilônia; 07 de setembro (quinta-feira) - Independência do Brasil; 12 de outubro (quinta-feira) – Feriado de Nossa Sra. Aparecida e Dia das Crianças e no feriado de 15 de novembro de 2023 (quarta-feira) – Proclamação da República, sempre das 9h às 15h.
O comércio das duas cidades ainda terá o horário estendido, até às 22h, na antevéspera do Dia das Mães (12 de maio, sexta-feira), do Dia dos Pais (11 de agosto, sexta-feira) e para a Black Friday (24 de novembro).
SÃO PAULO/SP - As vendas no comércio varejista no país cresceram 3,8% de dezembro para janeiro, a maior variação para o mês desde o início da série histórica, em 2000. Em relação a janeiro de 2022, o aumento foi de 2,6%, o sexto positivo consecutivo neste tipo de comparação. No indicador acumulado nos últimos 12 meses, a alta foi de 1,3%.
Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada na quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esta é a primeira divulgação da nova série da pesquisa, que passou por atualizações na seleção da amostra de empresas, ajustes nos pesos dos produtos e das atividades, além de alterações metodológicas, para retratar mudanças econômicas da sociedade.
O aumento apresentado em janeiro também é o maior para qualquer mês desde julho de 2021, quando houve alta de 3,9%. Segundo o gerente da pesquisa, Cristiano Santos, cada mês tem sua especificidade no setor, mas ele destacou que desde setembro (1,1%) o volume de vendas no varejo não registrava alta.
“É um resultado importante, porque o comércio vinha de resultados negativos ou estabilidade”, afirmou, em nota.
A alta do mês foi disseminada entre as atividades pesquisadas, já que sete das oito tiveram crescimento em janeiro. Destaque para o setor de tecidos, vestuário e calçados, que aumentou 27,9% após quatro meses de queda.
Outro grupo que influenciou no resultado do varejo nacional foi o de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com aumento de 2,3% após dois meses de diminuição no volume de vendas.
“Ambos os setores sinalizam uma recuperação em janeiro. Pelo resultado de dezembro, é possível considerar que movimentos como Black Friday e o Natal não foram positivos para as duas atividades. Com as quedas anteriores e a base de comparação mais baixa, houve um crescimento importante em janeiro, motivado principalmente por iniciativas pós-Natal”, disse Santos.
O único setor que registrou queda nas vendas em janeiro foi o de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-1,2%), que já vinha de trajetória de perdas em dezembro (-0,5%). “Esse movimento foi muito influenciado por cosméticos e perfumaria, que seguem em queda e têm variações mais sensíveis, já que os artigos médicos e farmacêuticos costumam ter trajetória mais estável”, afirmou o pesquisador.
A PMC também investiga o volume de vendas do comércio varejista ampliado, que teve variação de 0,2% em relação a dezembro de 2022 e de 0,5% contra janeiro de 2022. Esse índice, além das oito atividades pesquisadas, ainda inclui os setores de veículos, motos, partes e peças; o de material de construção e, o grupamento estreante de atacado especializado em alimentos, bebidas e fumo, incluído após as atualizações e alterações anunciadas pelo IBGE em março.
Com o resultado de janeiro, o comércio varejista ampliado inverte a trajetória de queda registrada nos últimos dois meses (-1,4% em novembro e -0,6% em dezembro de 2022). O índice de janeiro faz com que o varejo nacional esteja 3,3% acima do patamar pré-pandemia de covid-19 (de fevereiro de 2020).
"Embora acima, esse índice não está alto, considerando que já são quase três anos. E o comércio ainda tem mais atividades abaixo do patamar pré-pandemia. Ao todo, são seis, como é o caso do varejo ampliado, cujo volume de vendas está 1,3% menor que em fevereiro de 2020”, disse.
Na comparação de janeiro de 2023 com janeiro de 2022, a alta de 2,6% no volume de vendas inclui seis das oito atividades pesquisadas, com destaque para combustíveis e lubrificantes (26,7%), Livros, jornais, revistas e papelaria (15,2%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (14,8%).
Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-7,6%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-6,5%) apresentaram taxa negativa no confronto interanual. Já no comércio varejista ampliado, veículos, motos, partes e peças cresceram 4,4% enquanto material de construção teve aumento de 1,1%. O atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo teve queda, de 0,9%.
Por Ana Cristina Campos - Repórter da Agência Brasil
SÃO PAULO/SP - As vendas no Varejo cresceram 7,3% em março de 2023, em termos nominais, em comparação com o mesmo mês de 2022, aponta o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). O resultado embute o efeito da inflação do período e reflete a receita de vendas observadas pelo varejista.
Conforme o levantamento, os macrossetores de Serviços e Bens Não Duráveis sustentaram o crescimento, com altas de 9,8% e 9,4%, respectivamente. Bens Duráveis e Semiduráveis cresceu 0,7%. Dentre os destaques em Serviços está o segmento Turismo e Transportes.
Já em Bens Não Duráveis o segmento de Drogarias e Farmácias foi um dos que apresentaram maiores variações positivas; enquanto em Bens Duráveis e Semiduráveis, o segmento de Óticas e Joalherias teve desempenho destacado.
De acordo com o superintendente de dados da Cielo, Vitor Levi, o resultado só não foi mais positivo porque alguns segmentos apresentaram retrações significativas. “O setor de Postos de Combustíveis, por exemplo, mesmo com a retomada dos impostos, apresentou queda de 9,6% na visão nominal em comparação com março de 2022. Esta diferença provavelmente acontece porque naquele momento os preços dos combustíveis atingiram máximas históricas. Isso gerou um crescimento atípico em 2022 e causou um efeito de queda em 2023 na comparação ano contra ano.”
Regiões
Pelo ICVA nominal – que não considera o desconto da inflação – os destaques foram as regiões Nordeste (+8,8%), Sul (+8,2%), Sudeste (+7,1%), Norte (+7,1%) e Centro Oeste (+5,3%).
Com investimentos superiores a R$ 400 milhões, Grupo A.Yoshii lança Icon, sexto empreendimento da construtora na cidade
CAMPINAS/SP - O setor da construção civil manteve a boa performance e foi uma das poucas indústrias brasileiras que tiveram um desenvolvimento além do esperado, despontado no cenário nacional. De acordo com dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), este é o terceiro ano consecutivo que o crescimento do PIB da construção civil é superior ao crescimento da economia nacional, registrando alta de 2,5%, com destaque para o aumento das obras residenciais.
O prognóstico do mercado imobiliário para 2023 é positivo e espera-se aceleração. Segundo estudo realizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), em parceria com a Brain Inteligência Estratégica, a intenção de compra é o fator motriz que aquece o mercado. Os números corroboram: 75% dos entrevistados desejam adquirir um imóvel para uso próprio ainda este ano e 25% visam à compra para fins de investimento.
Em sintonia com a performance de mercado, o Grupo A.Yoshii prevê um alto investimento em Campinas (SP). “Com previsão de novos lançamentos na cidade e entrega de três empreendimentos, o Le Rêve, no Cambuí, o Legend e Harmonie, no bairro Nova Campinas, cumprindo com o nosso compromisso de pontualidade, estimamos superar um VGV (Valor Geral de Vendas) de R$ 400 milhões neste ano", detalha o gerente de unidade da A.Yoshii Campinas, Diogo Fernando Soares Lopez.
Entre os lançamentos, está o Icon - sexto empreendimento do Grupo na cidade -, que possui localização privilegiada no bairro Jardim das Paineiras, um dos mais desejados por quem procura quietude e comodidade. De acordo com estudo realizado pelo DataZap sobre tendências de moradia para 2023, dois critérios de escolha se destacaram na hora da decisão da compra: 46% dos entrevistados optaram por empreendimentos em bairros planejados e 28% preferem regiões que ofereçam condomínios-clube.
Mais um critério citado na pesquisa e que influencia na jornada de compra, está a localização privilegiada, com empreendimentos próximos às vias de acesso e avenidas importantes da cidade. Esse aspecto é considerado essencial por 48% dos entrevistados e é um dos destaques do Icon. Com acesso rápido à rodovia Dom Pedro I e ao anel viário Magalhães Teixeira, o novo projeto está localizado na rua Odila Santos de Souza Camargo, 34, próximo a dois dos principais shoppings da cidade e de amplo comércio. As imediações aos clubes, museus, malls e cinemas são preferências de 24% dos entrevistados na pesquisa.
“A conveniente localização do empreendimento oferece facilidades e benefícios por estar situado em uma região funcional, mas sem abrir mão do silêncio e tranquilidade, característicos do Jardim das Paineiras”, complementa. A proximidade com parques e áreas verdes também é um fator de preferência de 3 a cada 10 entrevistados na pesquisa. “Sofisticado, calmo, charmoso e, como o próprio nome indica, um jardim urbano! O bairro é historicamente conhecido por ser um oásis no meio de Campinas e está hoje entre os mais procurados por oferecer segurança e conforto”, ressalta o gerente.
Icon: imponente e singular
Localizado em uma área de 5.725 metros quadrados, o empreendimento de torre única e 33 pavimentos, possui 62 unidades, sendo dois apartamentos por andar com área privativa de 188 metros quadrados. Cada apartamento dispõe de três vagas privativas, sendo uma com infraestrutura para ponto de recarga de veículos elétricos.
Com design arquitetônico moderno, o Icon é uma obra marcante. “A composição das linhas horizontais dispostas de maneira desigual nos pavimentos contrasta com os elementos verticais, que são o destaque no coroamento do edifício. A configuração geométrica promove equilíbrio, movimento e elegância”, conta Lopez.
As áreas de lazer do novo empreendimento são completas, com quadras esportivas, quadra de tênis e arena beach. Reforçando a tendência de condomínios inteligentes, o Icon vai além ao oferecer, além de segurança, mais comodidade e bem-estar. Dentre os diferenciais, destacam-se o bike stop com tool box; lobby; social gourmet; fitness; pilates; sports bar; kids club e playground completo; lounge com churrasqueira; concierge com gestão eficiente de encomendas e delivery; garden gourmet com forno para pizza, churrasqueira e piscina privativa; fire place; piscina com deck molhado; SPA e gazebo, além de duas praças de convivência.
“Com plantas inteligentes que se adaptam às necessidades dos moradores, o Icon se destaca pela qualidade dos acabamentos de altíssimo padrão. “O cliente receberá o imóvel com pisos vinílicos e de porcelanato; bancadas em mármore e granito; cubas e torneiras; bacias sanitárias; persianas motorizadas integradas às esquadrias de alumínio; revestimentos em porcelanato nas paredes da área de banho; entre outros”, enumera.
Localizado no showroom do Grupo A.Yoshii, na avenida José de Souza Campos, 174 (Norte/Sul), o decorado do Icon é assinado pela arquiteta Juliana Meda e impressiona pelos tons sóbrios de grafite e diferentes desenhos nas lâminas de madeira. "Elegância é o sinônimo do Icon. Com uma paleta de cores que transmite sofisticação e personalidade, o decorado se destaca por possuir ambientes integrados e ter uma vista deslumbrante da cidade”, conta.
BRASÍLIA/DF - A Páscoa de 2022 vendeu mais de 10 mil toneladas de ovos no Brasil, 13% de crescimento sobre o volume do ano anterior. Para 2023, a expectativa é de alta, mas a indústria ainda está em processo final de produção, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), que compilou os dados da produção do último ano. Em 2023 serão colocados no mercado 440 itens de Páscoa pela indústria, sendo 163 lançamentos. O número de lançamentos é o maior desde 2015, quando a associação começou a contabilizá-lo.
“A expectativa é de termos novamente uma Páscoa com continuidade de crescimento (em vendas)”, disse Ubiracy Fonsêca, presidente da Abicab. Ele afirma que, devido à situação econômica dos consumidores, a indústria tem procurado oferecer diferentes gramaturas de produtos, de forma que haja, também, diversidade de preços. Essa é uma das razões para o grande número de lançamentos neste ano. Há ainda a oferta de linhas que atendam pessoas com restrições alimentares.
Segundo Fonsêca, a indústria arca com os riscos da produção de perecíveis sazonais. Os ovos ficam expostos até o feriado no varejo e, se não são comprados, voltam às fabricantes, que ficam com o prejuízo. Assim, o planejamento tem de ser preciso. Do lado do varejo, porém, há quem reclame do fato de a produção ser limitada.
“O que fazemos na indústria é medir o mercado. A situação política e econômica do País influencia a leitura. Além da produção específica para a Páscoa, também reforçamos a produção regular”, disse Fonsêca. Ele afirmou que, especialmente em regiões mais pobres, é comum que as compras de barras de chocolate e bombons seja mais intensa nesta época, já que o poder aquisitivo para comprar os ovos de Páscoa é menor.
A Abicab não comenta o preço dos produtos praticados por seus associados, mas o presidente observou que os custos de produção subiram, reflexo das cotações do cacau e do câmbio.
Americanas
Para dar conta da produção para a Páscoa de 2023, o setor contratou cerca de 8 mil pessoas desde outubro, sendo que alguns fabricantes iniciaram as contratações ainda em setembro. No início deste ano, quando o veio a público o rombo de R$ 20 bilhões da Americanas, cerca de 70% a 80% da produção para a data já estava pronta, estimou Fonsêca.
“Cada empresa tem sua estratégia comercial. Essa bomba (caso Americanas) afetou e trouxe consequências para as indústrias como um todo, são centenas de lojas espalhadas pelo Brasil. Cada associado tomou a postura que considerou mais conveniente. De 70% a 80% da produção já estava pronta, armazenada em depósito. É possível que os fabricantes tenham feito suas distribuições”, disse o dirigente.
Como mostrou o Estadão/Broadcast, entre concessões e resistências, a Americanas conseguiu, com pagamentos à vista e antecipados, garantir a compra de 13 milhões de ovos de Páscoa (ovos e produtos temáticos de chocolate). Em uma situação normal, os pagamentos seriam feitos com prazos de 15 dias a um mês após o feriado cristão.
Mas essa conquista não veio sem perdas. Como a companhia teve pouco tempo para rearranjar tudo que estava acordado, algumas indústrias decidiram enviar parte da produção para outros compradores. O Broadcast apurou que redes de atacarejos se posicionam rapidamente para receber um volume maior de produtos de chocolate na data comemorativa.
por Talita Nascimento / ESTADÃO
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