SÃO CARLOS/SP - O Parque Ecológico de São Carlos “Dr. Antônio Teixeira Vianna” celebrou, no último dia 21 de abril, o nascimento de um filhote de alpaca. O animal, um macho, nasceu saudável e vem sendo acompanhado de perto pela equipe técnica do local.
De acordo com o Parque, o filhote apresentou comportamento positivo desde as primeiras horas de vida, andando pouco tempo após o nascimento e mamando sozinho, o que indica bom desenvolvimento inicial. Nos primeiros dias e durante o período noturno, ele permanece em um espaço seguro junto à mãe, sendo liberado gradualmente para o recinto sob observação.
Ainda não há definição do peso do animal, já que, neste momento inicial, a equipe opta por evitar qualquer tipo de estresse, mantendo o filhote exclusivamente com a mãe. A pelagem chama a atenção: acinzentada, com manchas pretas e brancas, característica que deve atrair olhares dos visitantes.
O nascimento ocorreu durante o dia e pôde ser acompanhado, sem necessidade de intervenção. Logo após o parto, foram realizados os cuidados essenciais, como a desinfecção do umbigo e, dias depois, a implantação de microchip, que garante a identificação do animal ao longo da vida.
O filhote é filho do macho Caramelo com a fêmea Rauane. No recinto, vivem atualmente cinco alpacas: duas fêmeas adultas, um macho adulto, uma fêmea jovem, irmã do recém-nascido, e agora o novo integrante.
A alimentação do filhote será baseada inicialmente apenas no aleitamento materno. Com o passar dos meses, ele começará a interagir com o ambiente e a consumir ração e capim, assim como os demais animais do grupo.
As alpacas são animais domésticos originários da região dos Andes e fazem parte do grupo dos camelídeos. No Parque Ecológico de São Carlos, elas integram o setor conhecido como Patagônia. São conhecidas por seu comportamento dócil, embora possam cuspir quando se sentem ameaçadas.
Segundo a equipe do Parque, os nascimentos da espécie ocorrem anualmente, reflexo de um manejo bem-sucedido. Os animais excedentes são encaminhados para criadores parceiros autorizados.
Além de encantarem o público com a pelagem “fofinha” e comportamento brincalhão, as alpacas também desempenham papel importante nas ações de educação ambiental, promovendo a aproximação entre visitantes e a fauna, incentivando o cuidado e a preservação da natureza.
SÃO CARLOS/SP - Um Projeto de Lei que deve ser votado em breve na Câmara Municipal de São Carlos propõe medidas mais rígidas contra o abandono e o confinamento prolongado de animais domésticos sem supervisão. A proposta busca proteger cães e gatos de situações de negligência, incluindo casos em que são deixados sozinhos por longos períodos, sem água, alimento ou condições adequadas de higiene.
O texto define como irregular o chamado “confinamento desacompanhado prolongado”, especialmente quando há ausência de cuidados básicos ou quando o animal permanece mais de 24 horas sem supervisão humana. A proposta também estabelece multas que podem variar de R$ 3 mil a R$ 10 mil, com valores dobrados em caso de reincidência, reforçando o caráter educativo e punitivo da medida.
Segundo o autor do projeto, o vereador Elton Carvalho (Republicanos), a iniciativa responde a uma realidade preocupante. “Não podemos tratar o abandono temporário como algo normal. Deixar um animal sozinho por dias é uma forma de maus-tratos. Esse projeto é um passo necessário para garantir dignidade e proteção aos animais”, afirmou.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural e Bem-Estar Animal, por meio do Departamento de Controle e Defesa Animal, realizou no último sábado (11/03), mais uma edição da Feira de Adoção de Cães e Gatos, no Canil Municipal de São Carlos. A ação resultou na adoção de 13 animais, sendo 10 cães e três gatos.
A iniciativa tem como objetivo ampliar as chances de adoção para animais acolhidos pelo município, além de promover a conscientização da população sobre a importância da guarda responsável.
Segundo o diretor do Departamento de Controle e Defesa Animal, Lucas Jordão, o resultado mostra a importância tanto do trabalho contínuo quanto da realização dessas ações específicas. “Temos conseguido reduzir o número de animais abrigados e ampliar as oportunidades de adoção”.
O secretário municipal de Desenvolvimento Rural e Bem-Estar Animal, Alexandre Wellington de Souza, também destacou os efeitos positivos da ação e agradeceu a participação da população. “Esse retorno da população é muito importante. Todos os animais passam por um processo completo de cuidados, com acolhimento, tratamento, castração e acompanhamento veterinário, o que garante que estejam preparados para um novo lar com segurança”, afirmou.
Todos os animais adotados por meio do Canil Municipal são entregues castrados, vacinados e microchipados, medida que assegura mais responsabilidade e controle no processo de adoção.
Dados do Departamento de Controle e Defesa Animal apontam que, somente em 2026, já foram realizadas 176 adoções no município. Em 2025, o total chegou a 490 animais adotados, demonstrando o avanço das políticas públicas voltadas à proteção e ao bem-estar animal em São Carlos.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos sancionou a lei de número 24063/2026 que proíbe o uso de coleiras eletrônicas em animais no município. A nova legislação, de autoria dos vereadores Elton Carvalho e Bruno Zancheta (Republicanos), já está em vigor e impede a utilização de dispositivos que emitam estímulos aversivos, como choques elétricos, sons incômodos, vibrações ou sprays, utilizados no adestramento ou controle de pets.
O projeto havia sido aprovado pela Câmara Municipal com ampla maioria de votos e agora passa a integrar o conjunto de normas voltadas à proteção e ao bem-estar animal na cidade. A proposta tem como objetivo incentivar métodos de adestramento baseados no reforço positivo, evitando práticas que provoquem dor, medo ou sofrimento aos animais.
De acordo com os autores da lei, a iniciativa representa um avanço na legislação municipal e reforça o compromisso de São Carlos com políticas públicas voltadas à causa animal.
Para o vereador Elton Carvalho, a sanção da lei é um passo importante na construção de uma legislação mais moderna e humanitária. “Esse é mais um avanço numa legislação que prioriza o bem-estar animal. É possível ensinar e corrigir comportamentos sem causar dor. Nosso objetivo é promover respeito e garantir mais dignidade aos animais”, afirmou.
O vereador Bruno Zancheta destacou que a medida também reflete uma mudança de consciência na sociedade. “Não podemos mais aceitar que o sofrimento físico seja utilizado como ferramenta de controle. A aprovação e agora a sanção da lei mostram que São Carlos está avançando na proteção animal e na construção de uma sociedade mais consciente”, disse.
Com a nova lei, o uso desses equipamentos passa a ser proibido em todo o território do município. O descumprimento da norma poderá resultar em sanções administrativas aos responsáveis, conforme regulamentação a ser definida pelo Poder Executivo.
A medida coloca São Carlos entre os municípios brasileiros que vêm adotando legislações mais rigorosas em defesa dos animais, acompanhando um movimento crescente de valorização do bem-estar animal e de incentivo a práticas de cuidado mais responsáveis.
JAPÃO - Punch — ou Panchi-ku —, um macaco de sete meses, está conquistando a cidade de Ichikawa, no Japão, além de pessoas de outros países, por causa de sua história comovente. Após ser abandonado pela mãe, ele encontrou conforto em um macaco de pelúcia enquanto tenta se integrar a outros macacos.
O filhote viralizou nas redes sociais depois que foi compartilhado um vídeo em que Punch aparece abraçado ao macaco de pelúcia, que lhe foi dado por um tratador do zoológico como apoio emocional.
O carinho dos internautas por Punch só aumentou à medida que novas imagens foram divulgadas. Em várias delas, é possível ver o pequeno macaco sempre sozinho, sem nunca largar seu “amiguinho” de pelúcia.
No entanto, sua popularidade na internet não se refletia entre os outros macacos. Em um dos vídeos, Punch tenta se aproximar de outro filhote, mas acaba sendo empurrado por um adulto, o que gerou uma onda de carinho e preocupação nas redes sociais.
Na rede social X (antigo Twitter), chegou até a ser criada a hashtag “HangInTherePunch” (“Força, Punch”, em tradução livre).
Após a repercussão do vídeo em que o pequeno Punch é empurrado, o zoológico divulgou um comunicado informando que “a fêmea adulta que afastou Punch provavelmente é a mãe da filhote com quem ele tentou interagir”.
“Ela provavelmente sentiu que sua cria estava sendo incomodada e ficou irritada”, diz a nota.
No entanto, no dia 6 de fevereiro, o zoológico garantiu que Punch já estava mais integrado e começando a criar laços com seus companheiros, compartilhando inclusive alguns vídeos do filhote de sete meses ao lado de outros macacos.
Posteriormente, o zoológico afirmou que Punch estava fazendo progressos: "Com o passar dos dias, o número de macacos com os quais Punch interage tem aumentado", surgindo novos vídeos onde o pequeno surge abraçado a um macaco - vídeo que pode ver acima.
Felizes com a adaptação de Punch, o jardim zoológico registou um aumento do número de visitantes porque todos o querem conhecer.
Mas não fica por aqui, uma vez que há até grandes marcas que têm demonstrado apoio ao pequeno Punch. Aliás, o prefeito de Ichikawa, Ko Tanaka, compartilhou, na terça-feira passada, uma publicação junto da presidente e diretora de Sustentabilidade da IKEA Japão, onde afirma que estavam sendo doadas várias unidade do macaco de pelúcia, assim como outros brinquedos para Punch.
Entretanto, na sexta-feira, o Jardim Zoológico voltou a reiterar que "nenhum macaco demonstrou agressividade contra Punch", pedindo ao público para "apoiar os esforços dele em vez de sentirem pena".
"Apesar de por vezes ser repreendido [por outros macacos], Punch tem demonstrado resiliência e força mental", diz o comunicado.
Notícias ao Minuto Brasil
SÃO CARLOS/SP - Em uma sessão histórica, a Câmara Municipal de São Carlos deu um passo decisivo em direção à proteção animal. Por 11 votos favoráveis e apenas duas abstenções, foi aprovado o Projeto de Lei que proíbe o uso de coleiras eletrônicas (choque, som ou vibração) em todo o município.
A medida coloca São Carlos na vanguarda da legislação humanitária, seguindo o exemplo de grandes capitais brasileiras. O objetivo é claro: banir métodos de adestramento baseados na dor e no medo, incentivando técnicas de reforço positivo que respeitam a natureza dos pets.
O que dizem os autores
O vereador Elton (Republicanos), um dos principais articuladores da proposta, celebrou o resultado da votação:
"Esse é mais um avanço numa legislação moderna e que defende, protege e prioriza o bem estar animal. É possível ensinar sem dor, priorizando a saúde dos animais. Ainda precisamos evoluir muito e nosso mandato tem muito a propor em prol da dignidade e da proteção animal."
O vereador Bruno Zancheta (Republicanos), coautor do projeto, reforçou o compromisso da cidade com a causa:
"Essa aprovação demonstra a importância com que esse tema precisa ser tratado. Não podemos mais aceitar que o sofrimento físico seja utilizado como ferramenta de controle. Nossa cidade avança ao entender que o cuidado e a proteção animal são, também, questões de saúde pública e de civilidade."
O que muda agora?
Com a aprovação, o uso de qualquer dispositivo que emita estímulos aversivos (choques, sons incômodos ou sprays) fica vetado. O descumprimento da norma sujeitará os responsáveis a sanções administrativas, que serão regulamentadas pelo Poder Executivo.
A lei agora segue para sanção do Prefeito Municipal.
SÃO CARLOS/SP - Em uma sessão histórica, a Câmara Municipal de São Carlos deu um passo decisivo em direção à proteção animal. Por 11 votos favoráveis e apenas duas abstenções, foi aprovado o Projeto de Lei que proíbe o uso de coleiras eletrônicas (choque, som ou vibração) em todo o município.
A medida coloca São Carlos na vanguarda da legislação humanitária, seguindo o exemplo de grandes capitais brasileiras. O objetivo é claro: banir métodos de adestramento baseados na dor e no medo, incentivando técnicas de reforço positivo que respeitam a natureza dos pets.
O que dizem os autores
O vereador Elton (Republicanos), um dos principais articuladores da proposta, celebrou o resultado da votação:
"Esse é mais um avanço numa legislação moderna e que defende, protege e prioriza o bem estar animal. É possível ensinar sem dor, priorizando a saúde dos animais. Ainda precisamos evoluir muito e nosso mandato tem muito a propor em prol da dignidade e da proteção animal."
O vereador Bruno Zancheta (Republicanos), coautor do projeto, reforçou o compromisso da cidade com a causa:
"Essa aprovação demonstra a importância com que esse tema precisa ser tratado. Não podemos mais aceitar que o sofrimento físico seja utilizado como ferramenta de controle. Nossa cidade avança ao entender que o cuidado e a proteção animal são, também, questões de saúde pública e de civilidade."
O que muda agora?
Com a aprovação, o uso de qualquer dispositivo que emita estímulos aversivos (choques, sons incômodos ou sprays) fica vetado. O descumprimento da norma sujeitará os responsáveis a sanções administrativas, que serão regulamentadas pelo Poder Executivo.
A lei agora segue para sanção do Prefeito Municipal.
SÃO CARLOS/SP - Tramita na Câmara Municipal de São Carlos um Projeto de Lei que visa banir o uso de equipamentos aversivos e métodos baseados em dor ou medo para o controle e adestramento de animais na cidade. A proposta proíbe dispositivos como coleiras de choque elétrico, enforcadores com garras ou pontas perfurantes e aparelhos que emitem descargas sonoras ou jatos de substâncias para punir o animal.
O texto estabelece que tanto tutores quanto profissionais de adestramento estarão sujeitos a sanções administrativas, que serão regulamentadas pela Prefeitura. O objetivo é alinhar a legislação municipal aos conceitos modernos de bem-estar animal e etologia veterinária, que comprovam que o uso desses métodos causa estresse severo, picos de cortisol e danos psicológicos permanentes aos pets.
Foco no Bem-Estar e na Ciência
De acordo com a justificativa do projeto, a medida se baseia na Constituição Federal, que veda práticas cruéis contra animais. Capitais como São Paulo e estados como Rio de Janeiro já adotaram restrições semelhantes, priorizando métodos de adestramento positivo em vez da punição física.
Para o vereador Elton Carvalho (Republicanos), autor da proposta, a lei é um passo fundamental para transformar a cultura de cuidado animal em São Carlos.
“Nosso objetivo é garantir que a população tenha acesso a serviços de qualidade e transparência nas ações do poder público, assegurando que o treinamento de animais seja feito com respeito e dignidade. Não podemos mais aceitar que o medo e a dor sejam ferramentas de controle em nossa cidade”, afirma o vereador.
O co-autor da matéria, vereador Bruno Zancheta (Republicanos), reforça a importância da atualização legislativa para a proteção dos direitos dos animais.
“Estamos legislando para proteger aqueles que não têm voz. Proibir métodos que causam sofrimento físico e emocional é um dever ético e um avanço necessário para o bem-estar animal em São Carlos”, destaca Zancheta.
Próximos Passos
O projeto será votado na Câmara Municipal em plenário nesta quinta feira (19) às 15:00h. Se aprovado e sancionado, o Poder Executivo deverá definir os órgãos fiscalizadores, o canal para denúncias e as penalidades para os tutores ou adestradores que descumprirem a norma.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Bem-Estar Animal - Departamento de Controle e Defesa Animal, realizará nos dias 7 e 8 de março o 1º Mutirão de Castração de 2026. A ação disponibilizará 400 vagas gratuitas para a castração de cães e gatos .
Para participar, o tutor interessado deve realizar o agendamento antecipado por meio do sistema CADPET, sistema online para agendamento das cirurgias de castração que funciona através do link http://servico.saocarlos.sp.gov.br/canil.
Após o cadastro, é necessário aguardar a confirmação da inscrição, que será enviada por e-mail e também via WhatsApp. A Prefeitura orienta que os responsáveis fiquem atentos às orientações pré-operatórias, que são fundamentais para garantir a segurança e o bem-estar dos animais.
O atendimento será realizado no Centro da Juventude Lauriberto José Reyes, localizado na Rua João Martins França, nº 800, no bairro Cidade Aracy, das 7h às 17h.
A castração é considerada uma das principais medidas de controle populacional, além de contribuir para a prevenção do abandono e dos maus-tratos, promovendo mais saúde e qualidade de vida aos pets. Ano passado foram castrados 2.274 animais, entre cães e gatos.
SÃO CARLOS/SP - Os vereadores Bruno Zancheta (REPUBLICANOS) e Elton Carvalho (REPUBLICANOS) apresentaram manifestação de apoio ao Projeto de Lei nº 76/2026, em tramitação no Congresso Nacional e de autoria do Deputado Federal Kim Kataguiri, que propõe o endurecimento das punições para crimes de maus-tratos contra cães e gatos quando houver a morte do animal. A proposta é vista pelos parlamentares municipais como uma ação urgente para enfrentar o aumento de episódios de crueldade e abandono registrados em diversas regiões do país.
O projeto reforça a necessidade de maior rigor legislativo para responsabilizar de forma exemplar os agressores, além de contribuir para ações de prevenção, conscientização e promoção da guarda responsável. Para os vereadores, o PL representa um avanço importante nas políticas de proteção animal.
O vereador Bruno Zancheta destacou a relevância da proposta: “É fundamental que quem comete violência contra animais responda com todo o rigor da lei. Esse projeto traz mais segurança jurídica e demonstra que a sociedade não aceitará práticas cruéis.”
Já o vereador Elton Carvalho reforçou o compromisso com a causa animal: “A defesa dos animais não é apenas uma pauta legislativa, mas uma causa humanitária. O Projeto é um passo decisivo para garantir justiça e fortalecer a proteção aos nossos animais domésticos.”
Com a moção de apoio, os vereadores reafirmam o compromisso de promover iniciativas que tornem São Carlos uma cidade mais consciente e comprometida com o bem-estar animal.
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