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BRASÍLIA/DF - Políticos da direita brasileira comemoraram no sábado (3) o anúncio feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa foram capturados e levados para fora do país caribenho.

"O regime venezuelano é o pilar financeiro, logístico e simbólico do Foro de São Paulo. Com a captura de Maduro vivo, agora Lula, Petro e os demais do Foro de São Paulo terão dias terríveis, anotem. Viva a liberdade", escreveu Eduardo Bolsonaro, deputado federal cassado e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

"Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas", escreveu depois o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho de Bolsonaro.
"O fim de Maduro, o tirano de Caracas. Melhor para Venezuela e para o mundo", afirmou em suas redes sociais o senador Sergio Moro (União-PR).

"Que todos os ditadores da América Latina, sejam presidentes ou juízes, tenham o mesmo destino", escreveu no X o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

Já o governador Eduardo Leite (PSD-RS) fez uma fala mais ponderada em suas redes sociais e condenou a ação dos EUA na Venezuela.

"O regime ditatorial de Maduro é inadmissível. Viola direitos humanos, sufoca liberdades e impõe sofrimento ao povo venezuelano. No entanto, a violência exercida por uma nação estrangeira contra outra soberana, à margem dos princípios básicos do direito internacional, em especial o de não intervenção, é igualmente inaceitável."

A Venezuela afirmou que sofreu uma "agressão militar" dos Estados Unidos após múltiplas explosões atingirem a capital, Caracas, e outras regiões do país durante a madrugada. Diante da situação, o país declarou estado de emergência.

Segundo comunicado do regime venezuelano, ataques também ocorreram nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, o que levou ao estado de emergência nacional e à mobilização das forças de defesa.

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) também comemorou a ação. "O que a gente quer é que o Lula possa soltar uma nota dando total apoio a essa ação do Trump. Esse canalha do Maduro tem que ser preso para que a Venezuela possa ser libertada", disse em vídeo publicado no X.

"Acabou o regime ditatorial na Venezuela. A grande notícia do sábado é que, finalmente, o regime esquerdista da Venezuela caiu", afirmou o vice-líder da oposição na Câmara, Mauricio Marcon (PL-RS).

 

 

por Folhapress

VENEZUELA - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado que forças norte-americanas realizaram uma operação militar de grande porte contra a Venezuela e que o presidente Nicolás Maduro foi capturado, junto com a esposa, e levado para fora do país por via aérea. A declaração foi feita por Trump na rede social Truth Social.

Segundo o presidente norte-americano, a ação foi executada em conjunto com forças de segurança dos Estados Unidos. Ele informou ainda que mais detalhes seriam divulgados ao longo do dia e anunciou uma coletiva de imprensa marcada para as 11h (horário local), em Mar-a-Lago, na Flórida.

Durante a madrugada, moradores de Caracas relataram explosões em diferentes pontos da capital venezuelana. Colunas de fumaça foram vistas em várias regiões da cidade, e vídeos divulgados nas redes sociais mostram detonações, além de aeronaves voando em baixa altitude. Houve também registros de interrupção no fornecimento de energia elétrica em alguns bairros.

As explosões começaram pouco depois das 2h, com relatos em áreas próximas à base aérea de La Carlota e em outros pontos da capital.

Antes da manifestação de Trump, o governo venezuelano já havia denunciado o episódio como uma “agressão militar” promovida pelos Estados Unidos. Em comunicado oficial, Caracas afirmou que os ataques atingiram áreas civis e militares da capital, além dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. O texto sustenta que a ação representa uma ameaça à paz regional e internacional.

O governo venezuelano também convocou a mobilização de forças sociais e políticas do país contra o que classificou como ataque imperialista. Segundo o comunicado, Nicolás Maduro decretou estado de comoção externa em todo o território nacional e afirmou que a Venezuela se reserva o direito à legítima defesa, conforme a Carta das Nações Unidas.

De acordo com a emissora americana CBS, parceira da BBC nos Estados Unidos, Trump teria autorizado ataques a diferentes alvos no país, incluindo instalações militares. A ofensiva ocorre em meio ao agravamento das tensões entre Washington e Caracas, após meses de reforço da presença militar dos EUA no Caribe.

Moradores relataram momentos de pânico. A jornalista venezuelana Vanessa Silva afirmou ter visto uma explosão de grandes proporções da janela de casa, descrevendo o impacto como suficiente para fazer o prédio tremer.

 

Informações: BBC.com

BRASÍLIA/DF - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou com 26 vetos o Orçamento de 2026, aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na quarta-feira (31).

O Orçamento total da União para 2026 é de cerca de R$ 6,5 trilhões. O texto destaca ainda que 28% dos orçamentos fiscal e da seguridade social (OFSS) serão destinado exclusivamente para o pagamento de juros da dívida pública, o que equivale a R$ 1,82 trilhão.

O limite global de despesas para os Três Poderes foi fixado em aproximadamente R$ 2,4 trilhões.

Para 2026, o Orçamento sancionado prevê um superávit primário de R$ R$ 34,26 bilhões, podendo chegar a um superávit de até R$ 68,52 bilhões. Pela legislação do arcabouço fiscal, a meta será cumprida mesmo com resultado zero.

A meta fiscal para 2026, fixada na LDO, permite um déficit primário de até R$ 6,75 bilhões.

Não serão consideradas na meta de déficit primário as despesas de investimento destinadas ao Programa de Aceleração do Crescimento - Novo PAC, limitadas a R$ 5 bilhões.

O texto garante que a revisão anual do valor do salário mínimo definido na lei orçamentária seja compatível com a inflação apurada (variação do Índice de Preços ao Consumidor - INPC) e com a regra de valorização. No caso de 2026, um salário mínimo equivale R$ 1.621, a partir de 1º de janeiro.

A LDO explicita ainda que está vedado o reajuste, em 2026, dos benefícios de auxílio-alimentação ou refeição e assistência pré-escolar em percentual superior à variação acumulada do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desde a última revisão de cada benefício pelos Três Poderes, pelo Ministério Público da União e pela Defensoria Pública da União.

Emendas parlamentares

O texto prevê cerca de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares para deputados e senadores destinarem a obras, programas e projetos em seus estados e municípios. Desse total, cerca de R$ 37,8 bilhões serão destinados a emendas impositivas, de pagamento obrigatório. As emendas individuais, dos deputados e senadores, somam R$ 26,6 bilhões; as de bancada, destinadas às bancadas estaduais, ficaram com R$ 11,2 bilhões.

Vetos

Na quarta-feira, também foi publicado em edição extra do DOU o texto em que o presidente explica juridicamente por que vetou cada um dos 26 trechos do projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional.

Na mensagem presidencial, um dos vetos descritos é do trecho que aumenta o valor do Fundo Partidário, usado pelas legendas para financiar campanhas e custear atividades. No despacho, o presidente justifica que a medida reduziria o montante destinado ao pagamento das demais despesas da Justiça Eleitoral e ultrapassaria o limite previsto em lei para as despesas primárias do governo.

Outro trecho vetado pelo governo permitiria o pagamento de emendas mesmo a projetos sem licença ambiental prévia ou sem projeto de engenharia. O Executivo explica que esses procedimentos são requisitos para o início da execução de projetos e que identificação dos impedimentos de ordem técnica ou legal possibilitaria o remanejamento de recursos para outros projetos viáveis.

O presidente também vetou um trecho que permitia ressuscitar emendas não pagas de 2019 a 2023, os chamados “restos a pagar”. O governo entende que os recursos não liberados entre 2019 e 2023 estariam “em desacordo com o prazo de validade dos restos a pagar não liquidados, estabelecido pelo Decreto nº 93.872, de 23 de dezembro de 1986".

Sobre as despesas que não poderiam ser contingenciadas, o despacho lista aquelas decorrentes da fiscalização nas agências reguladoras, os custos com defesa agropecuária, programas para inclusão de mulheres na transição energética e despesas com o apoio à educação de pessoas com altas habilidades. Na mensagem, o mandatário defende que essas despesas que não possam ser contingenciadas por “reduzir a flexibilidade e a liberdade dos órgãos na gestão de suas próprias despesas orçamentárias.”

 

 

AGÊNCIA BRASIL

EUA - Donald Trump recebeu o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, nesta segunda-feira (29), na Flórida. Após o encontro, o americano afirmou que o indulto pedido pelo israelense ao seu presidente, Isaac Herzog, estaria "a caminho" e, em paralelo, disse que atacaria novamente o Irã caso o país persa retome o programa nuclear bombardeado pelos EUA em junho.

Netanyahu solicitou um perdão oficial a Herzog, em novembro deste ano, em um processo que investiga suposto esquema de corrupção. Após a fala de Trump sobre a possível concessão do indulto, no entanto, o gabinete do presidente israelense negou que ele tenha tido uma conversa com o americano desde o pedido do premiê.

Este foi o quinto encontro do ano entre Netanyahu e Trump nos EUA e, desta vez na residência de Trump em Mar-a-Lago, ocorreu a pedido do israelense, segundo o republicano. Depois da reunião, o americano afirmou que os EUA poderiam atacar novamente instalações iranianas caso Teerã retomasse o programa nuclear, que já fora alvo de bombardeios em junho.

"Ouvi dizer que o Irã está tentando se reconstruir, e se estiver mesmo, temos que acabar com isso", disse ele. "Vamos acabar com eles de vez." O republicano reiterou que continua aberto a negociar um acordo, que ele chamou de uma saída "muito mais inteligente".

A expectativa para a reunião era de que os líderes anunciassem os próximos passos para a trégua em Gaza. Ao receber o premiê, Trump afirmou que "a reconstrução de Gaza começará em breve" e que espera chegar à segunda fase do plano de cessar-fogo no território palestino "muito rapidamente".

Funcionários da Casa Branca temem que tanto Israel como o Hamas estejam protelando a segunda fase do cessar-fogo enquanto o presidente americano está ansioso para anunciar um governo tecnocrático palestino para Gaza e a mobilização de uma força internacional de estabilização.

Trump disse ter conversado com Netanyahu sobre o Hamas e que o grupo terrorista "terá pouco tempo para se desarmar". Segundo ele, "haverá consequências" caso a facção não cumpra esse requisito do acordo de trégua.

A porta-voz do governo israelense Shosh Bedrosian já havia adiantado que Netanyahu pretendia abordar a segunda fase do acordo, que implica garantir que "o Hamas seja desarmado, e Gaza, desmilitarizada".

Também afirmou, no entanto, que o premiê tentaria mudar o foco do encontro para o Irã e pressionar por mais ataques americanos contra o programa nuclear de Teerã. Segundo ela, o israelense usaria a reunião para evidenciar "o perigo que o Irã representa não apenas para o Oriente Médio, mas também para os EUA".

O cessar-fogo em Gaza anunciado em outubro é uma das principais conquistas do primeiro ano de Trump na Casa Branca desde seu retorno ao poder, em janeiro, e sua gestão e os mediadores regionais pretendem manter este ímpeto.

O enviado do presidente para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e o genro do republicano, Jared Kushner, receberam funcionários de alto escalão dos países mediadores -Qatar, Egito e Turquia- em Miami no início do mês.

Agora, o momento da reunião com Netanyahu é "muito significativo", disse Gershon Baskin, copresidente da comissão de construção da paz "Alliance for Two States", que participou de negociações secretas com o Hamas. "A fase dois precisa começar", afirmou à agência de notícias AFP. "Os americanos percebem que já é tarde porque o Hamas teve tempo demais para restabelecer sua presença."

A primeira fase do acordo de trégua exigia que o Hamas libertasse os reféns que permaneciam em cativeiro, vivos e mortos, desde o ataque de 7 de outubro de 2023 contra Israel, que deu início à guerra. O grupo terrorista devolveu todos, exceto o corpo de um refém -Trump afirmou estar "fazendo todo o possível" para conseguí-lo. As duas partes denunciam frequentes violações do cessar-fogo.

Na segunda etapa, tratada nesta segunda, Israel deve retirar as tropas de suas posições em Gaza e o Hamas deve entregar as armas, o que é um ponto de divergência importante. Além disso, uma autoridade interina deve governar o território palestino e uma força internacional de estabilização (ISF, na sigla em inglês) será mobilizada.

O site americano Axios informou na sexta-feira (26) que Trump queria convocar a primeira reunião de um novo "Conselho de Paz" para Gaza, que ele presidiria, no Fórum de Davos, na Suíça, em janeiro. Mas a publicação apontou que funcionários da Casa Branca estavam cada vez mais exasperados por considerarem que Netanyahu se esforça para travar o processo de paz.

"Há cada vez mais sinais de que o governo americano está se frustrando com Netanyahu", disse Yossi Mekelberg, analista para o Oriente Médio do centro de estudos Chatham House, com sede em Londres. "A pergunta é o que vai fazer a respeito, porque a fase dois, neste momento, não avança."

Mekelberg observou que Netanyahu poderia tentar desviar a atenção do encontro de Gaza para o Irã justamente quando Israel entra em um ano eleitoral. "Tudo está relacionado com permanecer no poder", afirmou sobre o veterano primeiro-ministro israelense.

Israel também continua atacando alvos do Hamas em Gaza e do Hezbollah no Líbano, apesar do cessar-fogo no país. A Síria também esteve na pauta das conversas. Netanyahu disse que Israel está empenhado em garantir uma fronteira pacífica com o país, e Trump afirmou que os líderes de ambos se entenderão. "Tenho certeza de que Israel e ele [o presidente sírio, Ahmed al-Sharaa] se darão bem. Tentarei fazer com que isso aconteça."

 

 

por Folhapress

BRASÍLIA/DF - O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vetou integralmente o Projeto de Lei (PL) nº 1.791/2019, que previa o aproveitamento de empregados de empresas públicas do setor elétrico privatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização (PND). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União hoje, segunda-feira (29), nos despachos presidenciais divulgados pelo governo federal.

O veto consta no Despacho nº 1.910, de 26 de dezembro de 2025, encaminhado ao Congresso Nacional. No texto, o presidente informa ao Senado Federal que decidiu barrar a proposta “por inconstitucionalidade e por contrariedade ao interesse público”, nos termos do artigo 66 da Constituição.

De acordo com a justificativa publicada no DOU, a decisão foi tomada após consultas aos ministérios da Fazenda, do Planejamento e Orçamento, da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e à Advocacia-Geral da União (AGU). Segundo o governo, embora reconheça a intenção do legislador, o projeto criaria aumento de despesa com pessoal sem a devida estimativa de impacto orçamentário e financeiro.

“Em que pese a boa intenção do legislador, a proposição legislativa incorre em vício de inconstitucionalidade e contraria o interesse público ao estabelecer aumento de despesa com pessoal sem apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro”, diz o despacho presidencial.

O texto também aponta que o projeto não apresentava adequação à Lei Orçamentária Anual de 2025 nem compatibilidade com o Plano Plurianual 2024–2027, em descumprimento à Lei de Responsabilidade Fiscal e à Lei de Diretrizes Orçamentárias. Além disso, o governo argumenta que a medida poderia afetar os limites de despesa primária do Poder Executivo federal e a meta de resultado primário.

Outro ponto destacado pelo presidente é a incompatibilidade constitucional relacionada às carreiras. Segundo a justificativa, ao permitir o aproveitamento de empregados públicos em outras empresas públicas ou sociedades de economia mista, em cargos que não integram a carreira de origem, o projeto violaria dispositivos da Constituição e o entendimento consolidado do Supremo Tribunal Federal.

O PL nº 1.791/2019 havia sido aprovado pelo Congresso no início de dezembro e tratava do aproveitamento de empregados de empresas do setor elétrico responsáveis pela produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia. A proposta ganhou força no contexto do processo de privatização da Eletrobras, concluído em 2022.

Pelo texto aprovado, trabalhadores dessas empresas poderiam ser realocados em outras estatais ou sociedades de economia mista, com atribuições e salários compatíveis, caso não optassem por permanecer nos quadros das companhias privatizadas.

Com o veto integral, o projeto retorna agora ao Congresso Nacional, que poderá manter ou derrubar a decisão presidencial em sessão conjunta de deputados e senadores.

 

 

Anna Karina de Carvalho - Repórter da Agência Brasil

SÃO CARLOS/SP - Na manhã de domingo, 28 de dezembro, o futebol são-carlense viveu um momento de emoção e memória. O São Carlos Futebol Clube promoveu um jogo comemorativo em celebração aos 20 anos do primeiro título profissional, reunindo quase todos os jogadores que fizeram parte da campanha histórica e marcaram época no esporte local.

Durante o evento, o vereador Edson Ferraz realizou a entrega oficial da Moção de Congratulações, aprovada pela Câmara Municipal de São Carlos, em reconhecimento à trajetória do clube e à sua contribuição para a história esportiva da cidade.

A homenagem foi entregue a Julinho Bianchini, primeiro presidente do São Carlos Futebol Clube e um dos responsáveis pela fundação e consolidação do time, e a Adilson Ferreira Brito, atual presidente do clube, que segue à frente do projeto mantendo viva a identidade e a tradição do futebol profissional no município.

O evento contou com a presença de nomes de destaque do futebol brasileiro, como Rodrigo Ramos, gerente executivo de futebol do Cruzeiro, Guilherme Dala Déa, técnico da Seleção Brasileira Sub-15, Dagner Bianchini, Dagner Bianchini, empresário e sempre apoiador do futebol são-carlense, além de diversos profissionais do esporte, ex-atletas, amigos do clube e familiares.

A comemoração também foi marcada pela presença da torcida organizada Sanca Loucos, que, mais uma vez, demonstrou sua fidelidade e paixão, reforçando o vínculo histórico entre o clube e a cidade.

Para o vereador Edson Ferraz, a entrega da moção representa mais do que um ato simbólico. “Essa homenagem é um reconhecimento à história, às pessoas que acreditaram no projeto desde o início e à importância do São Carlos Futebol Clube para o esporte, para a identidade da cidade e para as novas gerações”, destacou.

O jogo comemorativo reforçou o legado do clube, celebrando conquistas passadas e renovando o sentimento de orgulho do futebol são-carlense

SÃO CARLOS/SP - Uma importante conquista para a inclusão e o acolhimento no atendimento em saúde entrou oficialmente em vigor em São Carlos. A lei, de autoria do Vereador Bruno Zancheta (REPUBLICANOS), que garante a utilização de pulseiras coloridas como forma de identificação para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e demais serviços públicos de saúde do município — já está sendo implementada.

A medida tem como objetivo facilitar a identificação imediata da pessoa com TEA, permitindo que as equipes de saúde adotem um atendimento mais sensível, adequado e humanizado. A pulseira colorida funciona como um sinal visual rápido, capaz de orientar os profissionais sobre necessidades específicas — como ambientes mais tranquilos, prioridade em determinadas etapas e comunicação adaptada.

O Vereador Bruno Zancheta destacou :"Hoje destacamos uma conquista muito importante para a inclusão e o acolhimento em nossa cidade. A lei de nossa autoria, que garante pulseiras coloridas para identificação de pessoas com Transtorno do Espectro Autista, já está em vigor. Essa é uma medida simples, mas que transforma a experiência dessas famílias no atendimento. Quero agradecer todas as pessoas que contribuíram para que essa lei se tornasse realidade. Agora, vamos acompanhar de perto a implementação para garantir que ela funcione plenamente em todas as unidades."

A conquista não é apenas legislativa, mas também social. A iniciativa nasceu ouvindo famílias, profissionais da saúde e cuidadores, e agora começa a se tornar parte da rotina de atendimento no município.

Somente em 2025, mais de 15 leis de autoria do vereador foram aprovadas pela Câmara Municipal, reforçando o compromisso com políticas públicas inclusivas e eficazes. Agora, uma nova fase se inicia: garantir que esta lei seja aplicada em sua totalidade.

BRASÍLIA/DF - O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou o que chamou de "período de ódio" na política brasileira e afirmou que deseja um País "menos algoritmizado", com referência ao sistema de distribuição de informações nas redes sociais.

As declarações ocorreram durante solenidade no Palácio do Planalto, nesta terça-feira, 23, para a assinatura de um decreto que dispõe sobre o reconhecimento, a valorização e a promoção da cultura gospel como manifestação cultural nacional.

"Que este ato de reconhecimento fortaleça os artistas, os músicos, os corais, os compositores, os fiéis e todos aqueles que, com talento e fé, ajudam a construir pontes de diálogo, paz e compreensão no nosso País. Que possamos seguir cantando, cada um à sua maneira, mas sempre com respeito, amor, compromisso com um Brasil mais justo, mais humano, mais fraterno, e um País menos algoritmizado", disse o presidente.

Lula continuou: "Uma das lutas que eu pretendo fazer neste momento histórico da minha vida, com 80 anos, é tentar reeducar o ser humano a não perder o que ele tem de essencial, que é o humanismo. Não temos o direito de sermos dominados pelos algoritmos."

O presidente da República também disse no evento que tem que agradecer a Deus pela sua trajetória. "Este dia de hoje é um dia gratificante para mim. Eu digo sempre que se tem alguém que tem que agradecer todo santo dia a Deus, sou eu. Porque, na minha vida, aconteceu quase tudo que não estava previsto acontecer", disse.

O chefe do Poder Executivo disse ainda que "está chegando a hora da verdade" no Brasil. "Eu já fui presidente outras vezes. Já disputei muitas eleições. Nunca vivi um período de ódio que está estabelecido na política brasileira. E a quantidade de leviandades e mentiras que são jogadas todo santo dia, sem nenhum compromisso com a verdade."

O decreto estabelece que a cultura gospel será compreendida como conjunto de expressões artísticas culturais e sociais que se vinculam à manifestação da fé no Brasil, tendo em vista a valorização, promoção e proteção da cultura gospel no âmbito das políticas públicas de cultura.

Na cerimônia, estavam presentes políticos evangélicos, como o advogado-geral da União, Jorge Messias, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA), a deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e o deputado Otoni de Paula (MDB-RJ). Também compareceram ao evento representantes de diferentes segmentos da igreja evangélica, com apresentações artísticas e discursos.

 

 

por Estadao Conteudo

Reconhecimento destaca contribuição ao jornalismo são-carlense e novo momento como empreendedora na cidade

 

SÃO CARLOS/SP - Na segunda-feira (22), o vereador Edson Ferraz (MDB) fez a entrega de uma Moção de Congratulação à jornalista e empreendedora Juliana Brunório, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados ao município de São Carlos na área da comunicação e, mais recentemente, pelo novo empreendimento que gera empregos e movimenta a economia local.

A entrega foi realizada de forma simples e direta, no próprio estabelecimento comercial da jornalista, a unidade da Dubelato Gelateria, onde Juliana atua atualmente ao lado de seu marido, Maurício Augusto Faria. O vereador destacou o simbolismo do gesto. “É uma homenagem com muito respeito e admiração. Juliana sempre foi uma voz importante do jornalismo regional, e agora segue contribuindo com São Carlos também no comércio”, afirmou Edson Ferraz.

Com atuação jornalística desde 2012 em São Carlos, Juliana integrou a equipe da EPTV Central por 14 anos, exercendo funções como repórter, editora, produtora e apresentadora. Foi, por nove anos, o rosto da EPTV 1ª Edição na cidade e região, conquistando credibilidade junto ao público e aos colegas da imprensa.

A moção, aprovada pela Câmara Municipal, também destaca a nova fase profissional da homenageada. Em 2025, Juliana iniciou sua atuação como empreendedora no setor de alimentação, assumindo a gestão da gelateria junto ao marido, comerciante com quase 20 anos de experiência no ramo.

“É importante reconhecer quem se dedica à cidade com responsabilidade, ética e espírito empreendedor. Juliana representa exatamente isso”, concluiu o vereador.

BRASÍLIA/DF - A Câmara dos Deputados cancelou os passaportes diplomáticos dos parlamentares cassados Alexandre Ramagem (PL-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP).A medida ocorre após a cassação do mandato dos ex-deputados do PL. Eduardo está nos Estados Unidos desde fevereiro deste ano, já Ramagem fugiu para o país em meados de setembro após ser condenado pela trama golpista.

Os passaportes dos filhos e das esposas dos ex-parlamentares também foram cancelados. Eles devem devolver os documentos, que são emitidos pelo Ministério de Relações Exteriores.

Eles perderam seus mandatos por faltas além do permitido pela Constituição. A decisão não foi votada em plenário e foi tomada em caráter administrativo. Eduardo estourou o limite de faltas permitido, já no caso de Ramagem por estar fora do país o entendimento é de que ele também estouraria as ausências.

Ramagem chegou a usar o passaporte diplomático para fugir, segundo a PF. O diretor geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, já havia dito que o ex-deputado fugiu do Brasil de forma clandestina pela fronteira com a Guiana.

Eduardo chegou aos Estados Unidos para buscar sanções contra o Brasil. O objetivo era taxar o país para tentar salvar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que respondia ação por tentativa de golpe no STF. Ele foi um dos articuladores com o governo Trump para taxar os produtos brasileiros com 50% e para aplicar a Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Alexandre de Moraes.

 

 

por Folhapress

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