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SÃO CARLOS/SP - O vereador Elton Carvalho (Republicanos) protocolou um novo requerimento solicitando à Prefeitura Municipal de São Carlos, providências com relação a inauguração da unidade de saúde e melhorias na segurança pública do bairro Vida Nova.

O parlamentar já havia solicitado por meio de requerimento anteriormente, mas, viu a necessidade de reforçar o pedido, visto que, nenhuma medida nem com relação a saúde da população que ali reside, tampouco voltada à segurança pública, foram adotadas.

“Nós vereadores, fiscais do povo, estamos cumprindo nosso papel, cobrando a Prefeitura, apontando onde as melhorias devem acontecer. No entanto, a prefeitura como poder executivo, tem negligenciado nosso pedido e deixado o povo desassistido e o patrimônio público sendo depredado, demonstrando total desrespeito com o dinheiro da população, que escoa pelo ralo. A morosidade é absurda, não consigo aceitar essa situação”, explicou o vereador.

Diversas denúncias com relação a consumos de drogas, furtos e roubos, depredação da unidade de saúde do bairro, são recorrentes.

“Na hora de inaugurar, todo mundo quer sair na foto. Na hora de colocar para funcionar, ninguém se posiciona. A saúde de São Carlos pede socorro. É lamentável ver o ecoponto e a unidade de saúde do Vida Nova em condições precárias meses após ter sido inaugurado”, finalizou Elton.

SÃO CARLOS/SP - O prefeito Airton Garcia visitou na manhã desta segunda-feira (25/10), o canteiro de obras da empresa RUMO. Recentemente a concessionária iniciou as obras civis e de infraestrutura urbana para a duplicação do viaduto na Praça Itália.

O prefeito foi recebido por engenheiros da obra que apresentaram todo o cronograma dos trabalhos para a duplicação da passagem inferior da Praça, que passará ter 4 pistas, um investimento de mais de R$ 15 milhões.

De acordo com o secretário de Obras Públicas, João Muller, as obras já estão em execução e nesta primeira etapa está sendo realizado o novo traçado da adutora do Feijão. “Inclusive já chegaram os tubos de metal, mas em paralelo já está sendo montada a parte de ferro para fazer a abertura do atual viaduto para a duplicação. A obra deve ficar pronta até maio do próximo ano”, explica Muller.

 “É uma obra muito esperada por todos e com esse novo método de construção não será necessário interditar o trânsito para a execução dos serviços. Com a execução dessa obra vamos resolver dois grandes problemas, o do sistema viário estrangulado e o de drenagem”, avaliou o prefeito Airton Garcia.

Também acompanharam o prefeito os secretários de Serviços Públicos, Mariel Olmo, de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Wilson Jorge Marques, de Transporte e Trânsito, Paulo Luciano, o presidente do SAAE, Benedito Marchezin e o chefe de gabinete da Prefeitura, José Pires (Carneirinho), além de diretores e engenheiros do município.

SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal de São Carlos realizou nesta sexta-feira (22) uma sessão solene comemorativa aos 70 anos de atividades da Faculdade de Tecnologia SENAI – Antônio Adolpho Lobbe, que ao longo desses anos oferece, com excelência, cursos de qualificação básica, aperfeiçoamento e especialização profissional à população são-carlense.

A solenidade, realizada no auditório do SENAI São Carlos, foi presidida pelo vereador Marquinho Amaral (MDB) e contou com o vereador Robertinho Mori (PSL) como orador oficial da homenagem. Também fizeram parte da mesa de autoridades o diretor do SENAI São Carlos, Márcio Marinho, o diretor titular do CIESP São Carlos, Emerson Chu e representando o prefeito Airton Garcia Ferreira, o secretário de Serviços Públicos, Mariel Pozzi Olmo. 

A Escola SENAI de São Carlos iniciou suas atividades em 1951, na época, em um prédio de 560m2, oferecendo cursos profissionalizantes na área de marcenaria, carpintaria, mecânica e eletricidade. Em 1965 recebeu por patrono, Antônio Adolpho Lobbe, professor, empresário e ex-prefeito de São Carlos.
A partir de 2000, a Escola SENAI recebeu investimentos em obras e equipamentos e na área de recursos humanos para atender ao parque industrial dos 11 municípios da região que abriga empresas industriais e de alta tecnologia nos setores de máquinas e equipamentos, automação, metalmecânica e eletroeletrônica.

A Escola oferece, além dos Cursos de aprendizagem industrial, educação profissional nos níveis de formação inicial e continuada,  técnicos e superior de tecnologia. Para atendimento específico das empresas, oferece programas de treinamento sob medida e serviços técnicos e tecnológicos.

EMIRADOS ÁRABES UNIDOS - Os Estados árabes que normalizaram as relações com Israel em 2020 devem reverter suas decisões, afirmou no domingo (24) o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, durante um discurso em Teerã.

"Alguns governos cometeram, infelizmente, erros, grandes erros e pecados ao normalizar (suas relações) com o regime sionista usurpador e opressor", afirmou Khamenei.

"Trata-se de um ato contra a unidade islâmica. Devem retornar e compensar este grande erro", completou o principal líder clerical islâmico do país em uma mensagem por ocasião da festividade que marca o aniversário do nascimento do profeta Maomé.

Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Sudão e Marrocos normalizaram as relações com Israel em 2020, durante o governo do então presidente americano Donald Trump.

 

 

AFP

SÃO PAULO/SP - Em Dubai, nos Emirados Árabes, onde participa da Expo 2020, o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, se manifestou sobre a acusação de que 92 prefeitos e vice-prefeitos do partido foram inscritos irregularmente nas prévias presidenciais.

A denúncia acontece em meio à implantação de um sistema eletrônico de votação no partido, que utilizará aplicativo. Em conversa com jornalistas, Araújo afirmou que "o processo é inovador. Como todo processo inovador, envolve muito trabalho. Se der certo, vai beneficiar só o PSDB, como também o Brasil".

As prévias do PSDB estão marcadas para 21 de novembro, quando o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, de São Paulo, João Doria, e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio disputam a vaga do partido para disputar a Presidência da República em 2022.

A afirmação de Araújo acontece três dias depois do jornal Folha de São Paulo revelar acusações de fraude feitas pelos diretórios do PSDB da Bahia, Ceará, Minas Gerais e Rio Grande do Sul de que o diretório de São Paulo teria fraudado a data de filiação de 92 prefeitos e vice-prefeitos. A cédula paulista é controlada pelo governador do estado, João Doria.

Essas filiações teriam ocorrido depois da data final estabelecida e só foram concretizadas porque o PSDB paulista informou datas anteriores ao Tribunal Superior Eleitoral. Em resposta, aliados da candidatura do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, entraram com representação no partido contra a inscrição dos 92 prefeitos e vice-prefeitos, pedindo a exclusão dos inscritos.

Em nota divulgada na última quinta-feira (21), Araújo já havia afirmado que as denúncias seriam analisadas com "absoluta serenidade". Ele também disse que “pedidos de impugnação são naturais em qualquer processo eleitoral”. E que as acusações já foram encaminhadas à seção paulista, para que esta preste os esclarecimentos.

Mesmo assim, interlocutores do partido que estão em Dubai afirmam que o assunto traz grande desgaste interno e que está sendo tratada com gravidade.

 

 

Victor Irajá / VEJA.com

SÃO CARLOS/SP - O vereador Robertinho Mori (PSL), protocolou na manhã de sexta-feira, 22, o ofício nº 36/21, endereçado ao secretário de Fazenda, Mário Luiz Duarte Antunes, solicitando a possibilidade de prorrogação do Prazo do Programa de Recuperação Fiscal (REFIS) no município. Conforme a Legislação atual o Programa deu início em 1º de julho e encerrará em 29 de outubro de 2021.

O parlamentar frisa que com a dilatação de prazo os contribuintes que estão com dificuldade na realização de agendamento no SIM terão a oportunidade de conseguir Nova Agenda. Outro ponto explanado pelo vereador é que com o final do ano, muitos trabalhadores receberão o Abono Salarial (13º Salário) o que facilitará a regularização de débitos dos contribuintes, além de possibilitar a ampliação da arrecadação deste exercício ao município.

ARÁBIA SAUDITA - A Arábia Saudita, maior produtor de petróleo do mundo, deseja alcançar a neutralidade de carbono até 2060, anunciou no sábado (23) o príncipe herdeiro, Mohamed bin Salman, a poucos dias do início da COP26, a reunião de cúpula mundial do clima, na Escócia.

O reino, um dos maiores poluentes do mundo, também deseja aderir aos esforços internacionais para reduzir as emissões de metano em 30% até 2030.

De acordo com a ONU, mais de 130 países estabeleceram ou planejam estabelecer o objetivo de reduzir as emissões de gases do efeito estufa a um nível líquido de zero até 2050, um objetivo que a organização internacional considera "imperativo" para preservar um clima habitável.

"Anuncio hoje (sábado) a meta de zero emissões por parte da Arábia Saudita até 2060, graças a uma estratégia de economia circular de carbono", que pretende aumentar a eficiência do uso dos recursos e reduzir o impacto ambiental, declarou Bin Salman, que participa no fórum sobre o meio ambiente "Saudi Green Initiative".

"Me sinto honrado de anunciar estas iniciativas no setor energético que reduzirão as emissões de carbono em 278 milhões de toneladas anuais até 2030, o que praticamente dobra nossos objetivos anunciados até agora", acrescentou o príncipe herdeiro.

 

- Histórico -

Os objetivos "nos permitirão assegurar uma transição (energética) sustentável, sem risco de sofrer consequências econômicas ou sociais", afirmou o ministro da Energía saudita, Abdelaziz bin Salman.

No dia 8 de outubro, os Emiratos Árabes Unidos, país rico do Golfo aliado da Arábia Saudita, anunciou que pretende alcançar a neutralidade de carbono até 2050.

Os anúncios sauditas foram feitos um dia depois de o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmar que a situação climática atual é "uma passagem para o desastre" e ressaltar a necessidade de "evitar um fracasso" na COP26, que começará em Glasgow em 31 de outubro, com o objetivo de frear o aquecimento do planeta.

Esta reunião de cúpula acontecerá em um momento crucial para determinar os objetivos de redução mundial das emissões de carbono e lutar contra o aquecimento global.

O presidente da COP26, o britânico Alok Sharma, afirmou no Twitter que o anúncio da Arábia Saudita é "histórico" e expressou a esperança "de que estimule os esforços de outros países".

Em março, a Arábia Saudita iniciou uma campanha para limitar a mudança climática e reduzir as emissões poluentes, que incluía por exemplo a plantação de milhões de árvores nas próximas décadas.

 

- Pressão -

No entanto, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente apontou em um relatório recente que apesar dos compromissos em reduzir as emissões de gases de efeito estufa, os planos de produção de carvão, petróleo e gás continuam sendo incompatíveis com as metas do acordo sobre o clima de 2015, que busca limitar o aquecimento global.

Além disso, segundo a BBC, um importante vazamento de documentos mostra que vários países como a Arábia Saudita ou o Japão pediram à ONU que minimize a necessidade de se desprender rapidamente das energias fósseis.

Segundo estes documentos, estes países consideram que o mundo não precisa reduzir seu uso tão rapidamente quanto defende o Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas (IPCC).

A Arábia Saudita, líder da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP), afirma que quer que a metade de sua energia proceda de fontes renováveis até 2030.

Quanto às emissões de carbono, trata-se de um país relativamente importante, pois emite cerca de 600 milhões de toneladas de CO2 ao ano, mais do que a França, mas um pouco menos do que a Alemanha (800 milhões de toneladas).

A gigante energética Saudi Aramco, por sua vez, é examinada com lupa pelos investidores no que diz respeito às emissões de poluentes, comprometeu-se a se tornar uma empresa com emissões zero até 2050.

 

 

AFP

EUA - A Suprema Corte dos Estados Unidos concordou, na sexta-feira (21), em ouvir no dia 1º de novembro uma contestação a uma lei do Texas que impõe uma proibição quase total ao aborto, em um caso que pode reduzir drasticamente o acesso ao aborto nos EUA se os juízes endossarem a medida.

Os juízes aceitaram as solicitações do governo do presidente Joe Biden e de clínicas de aborto para analisar imediatamente suas contestações à lei. O tribunal recusou-se a atender ao pedido do Departamento de Justiça de bloquear imediatamente a execução da legislação do Texas.

O tribunal irá avaliar se o desenho incomum da lei é legalmente permissível e se o governo federal tem permissão para processar o Estado que tentar bloqueá-lo.

A medida do Texas proíbe o aborto após cerca de seis semanas de gravidez - um ponto em que muitas mulheres ainda não percebem que estão grávidas. A lei abre uma exceção para uma emergência médica documentada, mas não para casos de estupro ou incesto.

A juíza liberal Sonia Sotomayor discordou do adiamento da decisão do tribunal sobre o veto à aplicação da lei enquanto o litígio continua. Sotomayor disse que a nova lei suspendeu quase todos os abortos no Texas, o segundo Estado mais populoso dos EUA, com cerca de 29 milhões de pessoas.

"A estratégia do Estado funcionou. O impacto é catastrófico", escreveu Sotomayor.

A disputa no Texas é o segundo grande caso sobre aborto que o tribunal, que tem uma maioria conservadora de 6 a 3, agendou para os próximos meses. Além dela, será julgada em 1º de dezembro a legalidade de uma lei de aborto restritiva do Mississippi.

 

 

Por Andrew Chung - Repórter da Reuters

BRASÍLIA/DF - A corrosão do ministro Paulo Guedes (Economia) entre líderes do centrão se amenizou temporariamente. Mas isso teve um custo.

Guedes abriu mão de regras fiscais ao chancelar o drible ao teto de gastos para bancar o novo programa social do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), afundou ainda mais as perspectivas da reforma do IR (Imposto de Renda), causou contrariedade no mercado e viu mais uma debandada na equipe.

Ainda não há perspectiva de data para que o ministro seja obrigado a ir ao plenário da Câmara para explicar recursos no exterior, em uma offshore. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não tem pressa em agendar.

Até o momento, a única previsão é que Guedes fale sobre o tema no dia 10 de novembro em audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara.

A convocação do ministro para dar explicações sobre a offshore foi aprovada em um momento de alta insatisfação do centrão com o titular da Economia. No plenário, ele deve ser questionado sobre os rumos da política econômica e medidas para combater a inflação.

É um palco, portanto, onde pode haver um desgaste ainda maior para o ministro. Mas, na avaliação de líderes governistas, o momento atual é de cautela, e não está nos planos do centrão gerar ainda mais instabilidade.

Isso não significa que o ministro terá vida fácil daqui em diante. A avaliação de Guedes ainda é negativa no grupo de partidos que hoje fazem parte da base de apoio ao governo no Congresso, o chamado centrão.

Na sexta-feira (22), Guedes disse que a ala política do governo fez pescaria em busca de nomes para seu cargo e citou o ex-secretário do Tesouro Mansueto Almeida como um dos sondados.

"Sei que o presidente não pediu isso, porque acredito que ele confia em mim e eu confio nele, mas sei que muita gente da ala política andou oferecendo nome e fazendo pescaria", afirmou, sem citar nominalmente quem seria.

Mesmo enfraquecido, o ministro da Economia permanece no cargo. A dúvida de governistas é se ele continua no posto até o fim do mandato de Bolsonaro --inclusive se haverá interesse do titular da Economia em seguir no governo com a aproximação da campanha eleitoral.

A visão de Guedes é que ele conseguiu conter um problema e um descarrilamento maior das contas públicas.

Guedes cedeu na agenda estritamente fiscalista e permitiu mais espaço no Orçamento para emendas parlamentares, que são instrumentos para que deputados e senadores enviem recursos para obras e projetos em bases eleitorais. Isso amplia o capital político deles.

Essas emendas sustentam o apoio de Bolsonaro no Congresso --o centrão-- e também são promessas de Lira na campanha à presidência da Câmara.

A demora para a equipe econômica encontrar uma solução para encaixar o Auxílio Brasil nas contas do ano que vem irritou líderes governistas e integrantes do governo.

Mas a solução encontrada, que também viabiliza um programa temporário de auxílio para caminhoneiros e ampliação do fundo de financiamento da campanha eleitoral de 2022, tem amplo apoio nos partidos aliados a Bolsonaro.

Portanto, segundo líderes da Câmara, Guedes, apesar do atraso, atendeu aos pedidos do Congresso e do presidente.

O que mais incomodou o centrão e a ala política do governo foi a debandada no Ministério da Economia em meio à votação da PEC (proposta de emenda à Constituição) que muda o cálculo do teto de gastos e adia o pagamento de precatórios --dívidas da União reconhecidas pela Justiça.

O texto foi aprovado em comissão especial na quinta (21), e deve ser analisado pelo plenário na próxima semana. Esse conjunto de medidas abre um espaço de R$ 83 bilhões no Orçamento de 2022, segundo o relator da proposta, deputado Hugo Motta (PB), que é líder do Republicanos.

Cerca de R$ 50 bilhões devem ser usados para bancar a ampliação da transferência de renda de cerca de R$ 190 por mês (a beneficiários do Bolsa Família) para um valor mínimo de R$ 400 por mês no Auxílio Brasil.

A demissão de maior impacto no campo político foi a de Bruno Funchal, ex-secretário especial de Tesouro e Orçamento. Ele, segundo congressistas e ministros, esteve na reunião que selou o acordo para a versão da PEC que flexibilizou o teto de gastos.

Agora há desconfiança sobre os próximos passos e sobre a intenção do time de Guedes. Líderes do centrão culpam a equipe econômica pelo impasse no Auxílio Brasil e pela semana atabalhoada.

O Palácio do Planalto chegou a organizar na terça-feira (19) uma cerimônia de anúncio das mudanças e ampliação no Auxílio Brasil. Porém, o evento não ocorreu por causa de divergências no governo e da reação negativa do mercado.

Anteriormente, o plano era usar a reforma do IR, que cria o imposto sobre lucros e dividendos, para bancar a ampliação do programa social. A Câmara aprovou o projeto no início de setembro.

Já o Senado caminha para enterrar a proposta ou então desfigurar a versão que teve o aval de deputados. Para integrantes do centrão, faltou empenho do governo e de Guedes, para fazer esse projeto avançar no Senado.

Sem uma forma de compensar a ampliação de gastos na área social, as divergências entre as áreas econômica e política se intensificaram nos últimos dias. Guedes teve de ceder e perdeu parte da equipe.

Quatro secretários do ministério pediram demissão nesta quinta, em meio ao debate da comissão, por discordarem do plano do governo de turbinar despesas em ano eleitoral e da manobra que muda o cálculo do teto de gastos.

Apesar de mais fraco, Guedes está longe de ser o ministro da Economia ideal na opinião de integrantes do centrão. Mas agora, segundo esses líderes, o foco é resolver o impasse no Orçamento, o que garante também recursos que dão impulso eleitoral para Bolsonaro e aliados.

Enquanto Bolsonaro não encontrar um substituto para Guedes, congressistas governistas não vislumbram a saída do titular da área econômica.

 

 

THIAGO RESENDE, BERNARDO CARAM E FÁBIO PUPO / FOLHA

O presidente da Câmara vai pedir a realização de uma audiência pública em São Carlos

 

SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara de São Carlos, vereador Roselei Françoso (MDB), está mobilizando autoridades locais e convidando autoridades de Araraquara e Ibaté a se unirem contra a instalação de uma praça de pedágio no quilômetro 255 da rodovia Washington Luís.

A proposta de construção do pedágio foi apresentada em audiência pública pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) na quinta-feira (21) na capital paulista. O governo João Dória está trabalhando na construção do edital para uma nova concessão da rodovia WL.

“São Carlos não foi levada em consideração pelo governo do Estado nem para receber as audiências públicas que irão ouvir a comunidade. Se o cidadão são-carlense quiser se posicionar terá que ir até Araraquara no dia 27”, reclamou o presidente da Câmara.

“Eu já me inscrevi para esta audiência, estou convidando todos os vereadores a fazerem o mesmo e sei que muitas entidades de classe irão se mobilizar. A primeira coisa que vou exigir, em nome da população, é que o governo do Estado e a Artesp façam uma audiência em São Carlos”, enfatizou Roselei Françoso.

De acordo com as informações divulgadas pela própria Artesp, um novo edital está sendo preparado e deve ser lançado em fevereiro de 2022. “Estão prevendo aporte para São Carlos de R$ 234 milhões para construção de marginais à rodovia e terceira faixa para nos convencer a aceitar passivamente este pedágio”, explica Roselei.

“Na verdade, o governo do Estado está em dívida com São Carlos, porque a atual concessão, realizada em 1998 e que venceu agora, não contemplou São Carlos com nenhuma obra importante às margens da rodovia, e isso que somos um município de médio porte com duas universidades públicas e muitas empresas”, relembrou o presidente da Câmara. 

Ações – O presidente da Câmara de São Carlos protocolou nesta sexta-feira (22) uma moção de apelo ao governo do Estado de São Paulo, endereçada à Artesp, ao secretário de Transporte e Logística e ao governador para que reveja essa posição. “Eu falei com o Netto Donato, um interlocutor de São Carlos com o governo estadual, para agendarmos uma reunião com o vice-governador e o secretário Vinholi”, explicou Roselei. 

A primeira audiência para ouvir a comunidade foi realizada na capital no último dia 21 e as próximas serão realizadas nos dias 25 será em Barretos e São José do Rio Preto, 26 em Penápolis e 27 em Araraquara no auditório do SEST/SENAT (av Antenor Elias, 1450 no distrito industrial).

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