SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, aderiu ao Programa Município Global, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo coordenada pela InvestSP. O projeto busca ampliar a competitividade regional, fomentar a cultura exportadora e atrair investimentos estrangeiros, conectando cidades paulistas ao cenário internacional.
Lançado em 2025, o programa já reúne 12 municípios, entre eles São José dos Campos, Guarulhos e Atibaia, cada qual representando diferentes vocações produtivas. A diversidade dos participantes reforça o caráter descentralizador da iniciativa, que transforma potenciais locais em oportunidades globais.
Para São Carlos, conhecida como Capital Nacional da Tecnologia, a adesão significa abrir novas frentes de desenvolvimento para empresas de base tecnológica, startups e indústrias inovadoras. A secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paula Knoff, destacou o impacto direto da iniciativa. “Esse programa é uma oportunidade única para que nossas empresas ampliem sua presença internacional. São Carlos tem um ecossistema de inovação consolidado e, com o Município Global, podemos transformar esse potencial em negócios concretos, atraindo investimentos e gerando empregos qualificados”, afirmou.
O prefeito Netto Donato também ressaltou a importância da adesão para o futuro da cidade. “São Carlos sempre foi reconhecida pela sua vocação tecnológica e acadêmica. Com o Município Global, damos um passo além, conectando nossas empresas e talentos ao mundo. Essa integração fortalece nossa economia, gera novas oportunidades e consolida São Carlos como protagonista no cenário internacional”, disse.
O Município Global é estruturado em quatro fases: diagnóstico das empresas e setores locais com potencial exportador; capacitação e promoção da cultura internacional; criação de polos de informação e serviços para exportação; e fomento à cultura internacional por meio de parcerias educacionais e intercâmbios. Essas etapas permitem que cada cidade construa sua própria estratégia de internacionalização, com apoio técnico da InvestSP.
Com a entrada no Programa Município Global, São Carlos passa a ter acesso a uma rede de oportunidades que pode transformar o dia a dia das empresas locais. A iniciativa cria condições para que indústrias, startups e empreendedores da cidade ampliem sua presença internacional, atraiam investimentos e fortaleçam sua competitividade. “Mais do que reforçar o título de Capital Nacional da Tecnologia, o programa abre caminhos para que o potencial inovador de São Carlos se traduza em novos negócios, empregos e parcerias globais”, concluiu o prefeito Netto Donato.
BRASÍLIA/DF - O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ameaça apoiar o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) na eleição para o Governo do Paraná caso o governador Ratinho Jr. (PSD) decida concorrer à Presidência da República. Está na mesa inclusive a filiação de Moro ao PL, já que ele enfrenta dificuldades para viabilizar sua candidatura pelo seu atual partido.
A negociação pode implodir o acordo do PL do Paraná com Ratinho Jr, e ambos marcaram de conversar após o Carnaval para tentarem uma composição. O governador saiu de férias na terça-feira (10) e só deve retornar ao país no dia 25 de fevereiro. Já o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro estava num roteiro internacional para encontrar líderes da direita em outros países.
Antes da candidatura presidencial de Flávio, o PL acertou que apoiaria o candidato escolhido por Ratinho Jr. para sua sucessão em troca de espaço para o deputado federal Filipe Barros concorrer ao Senado. Hoje o mais cotado é o secretário de Cidades, Guto Silva (PSD), mas o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi (PSD), e o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (PSD) também disputam a vaga.
Flávio tem atuado para construir palanques próprios em todos os estados e quer evitar o apoio a um candidato que rivalize com ele nacionalmente. Por isso, segundo três interlocutores, passou a conversar com Moro sobre a possibilidade de apoiar sua candidatura ao governo, como forma de enfraquecer Ratinho Jr. e fazê-lo desistir da eleição presidencial.
O governador ainda não decidiu se concorrerá à Presidência ou ao Senado. Aliados dizem que ele tem oscilado de posição nas conversas reservadas. Ora avalia que não haverá espaço por causa da polarização entre um Bolsonaro e o presidente Lula (PT), ora demonstra otimismo sobre a possibilidade de ir ao segundo turno e vencer por causa da menor rejeição entre os eleitores ao seu nome.
Também pesa na decisão, segundo três aliados, uma pressão de seu pai, o apresentador de TV e empresário Carlos Massa, o Ratinho, por receio de que isso afete os negócios da família, como concessões de televisão e rádio pelo país.
Outra preocupação é a manutenção do seu grupo no comando do Paraná. Com uma avaliação positiva superior a 80%, Ratinho planeja fazer o sucessor, mas Moro tem aparecido na liderança de pesquisas de intenção de voto, puxado pela popularidade conquistada nos tempos como juiz da Operação Lava Jato.
O Paraná é um estado com eleitorado mais à direita, e o apoio da família Bolsonaro tem peso. Na eleição de Curitiba em 2024, a jornalista Cristina Graeml foi ao segundo turno concorrendo pelo nanico PMB e ameaçou o candidato de Ratinho Jr. após sinalizações de endosso do ex-presidente Bolsonaro.
O apoio de Bolsonaro a Moro, na visão de aliados do governador, é um risco e pode ser decisivo na eleição. Além disso, a filiação ao PL -sigla com maior tempo de propaganda na TV e rádio e maior fatia do fundo eleitoral- mudaria o cenário.
No atual partido, o União Brasil, Moro encontra dificuldades. Conquistou o comando local após meses de pressão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), mas pelo menos dois deputados federais (Felipe Francischini e Nelson Padovani) estão de saída para continuarem no grupo do governador.
Moro ainda depende do PP, sigla que comandará a federação com o União Brasil no Paraná e já afirmou publicamente que não deseja apoiá-lo. O presidente estadual do PP, deputado Ricardo Barros (PR), lidera a resistência contra o ex-juiz. "Hoje, o que está definido é que o Moro não será nosso candidato", diz.
Barros afirma que a federação está livre para negociar com Ratinho Jr, mas que também pode lançar candidato próprio -a ex-governadora Cida Borghetti, o ex-prefeito de Londrina Marcelo Belinati ou Greca, se ele não tiver espaço no grupo do governador e resolver trocar de partido. "Temos alternativas que dialogam melhor com a política", declarou.
Questionado pela reportagem, Moro não comentou as conversas com o PL, mas insistiu em nota que pretende concorrer pelo atual partido. "O senador Sergio Moro permanece no União Brasil, partido que garantiu sua candidatura ao governo do Paraná nas eleições de 2026. As divergências com PP serão resolvidas com diálogo", respondeu por meio de sua assessoria.
Políticos do PP afirmam que a mudança para o PL pode não ocorrer porque o clima está mais favorável a Moro dentro da federação. Um aliado do presidente do partido, senador Ciro Nogueira (PI), diz que ele está mais propenso a defender essa candidatura por entender que isso aumentará o número de deputados federais e senadores do grupo. Essa permanência poderia ocorrer mesmo com o apoio de Flávio.
O senador tem até 4 de abril para decidir qual partido estará filiado para concorrer, prazo limite para quem vai disputar a eleição de 2026.
por Folhapress
SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta (REPUBLICANOS) protocolou, na Câmara Municipal, uma indicação solicitando ao Executivo a implantação do “SAMU VET” (Serviço de Atendimento Veterinário de Urgência) no município. A proposta tem como objetivo estruturar um sistema de atendimento emergencial gratuito voltado a animais em situação de risco.
De acordo com o parlamentar, a iniciativa busca garantir socorro imediato a animais vítimas de atropelamentos, maus-tratos, abandono ou que se encontrem em estado crítico de saúde. A ideia é criar uma resposta rápida e eficaz, semelhante ao modelo já conhecido na área da saúde humana, oferecendo atendimento emergencial com equipe capacitada e suporte adequado.
“O SAMU VET representa um avanço importante na política de proteção e bem-estar animal da nossa cidade. Precisamos assegurar dignidade e cuidado também aos animais, principalmente nos casos de urgência”, destacou Bruno Zancheta.
A proposta deverá complementar o trabalho já desenvolvido pelo Departamento de Defesa Animal, fortalecendo a rede de proteção e ampliando o alcance das ações voltadas à causa animal. A indicação agora segue para análise do Executivo, que avaliará a viabilidade técnica e orçamentária da implantação do serviço.
CHINA - A China Global Television Network, emissora estatal chinesa, afirmou nesta quinta-feira que o nome do Dalai Lama aparece ao menos 169 vezes nos chamados “arquivos de Epstein”. Segundo a reportagem, as citações estão restritas a e-mails e registros de agenda de 2012, nos quais Jeffrey Epstein teria tentado intermediar encontros e eventos com a presença do líder tibetano.
Após a repercussão, a equipe do Dalai Lama divulgou um comunicado negando qualquer relação entre os dois. “Algumas reportagens recentes e publicações em redes sociais sobre os ‘arquivos de Epstein’ tentam ligar Sua Santidade o Dalai Lama a Jeffrey Epstein”, afirmou o porta-voz.
Na mesma nota, a assessoria foi categórica ao negar qualquer contato. “Podemos confirmar de forma inequívoca que Sua Santidade nunca se encontrou com Jeffrey Epstein, nem autorizou qualquer reunião ou interação com ele, direta ou indiretamente”, acrescentou.
Jeffrey Epstein morreu em 2019, enquanto estava preso nos Estados Unidos, aguardando julgamento por acusações de tráfico sexual de menores. O caso segue cercado de controvérsias e tem gerado novas repercussões a partir da divulgação de documentos e comunicações associadas ao financista.
por Notícias ao Minuto
EUA - A morte da britânica Lucy Harrison, de 23 anos, voltou ao centro das atenções após a abertura de um inquérito no Reino Unido que revelou detalhes das horas que antecederam o disparo fatal. Segundo informações divulgadas pela BBC, a jovem teria discutido com o pai sobre o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pouco antes de ser baleada.
Lucy morreu em 10 de janeiro de 2025, na cidade de Prosper, no Texas, onde visitava o pai, Kris Harrison. Na época, a polícia americana investigou o caso como possível homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Um grande júri decidiu não apresentar denúncia criminal contra ele.
Agora, o caso passou a ser analisado pela Justiça britânica, em Cheshire, região onde Lucy nasceu. Durante audiência, o namorado da jovem, Sam Littler, afirmou que o clima na casa ficou tenso após uma discussão política envolvendo Trump, que se preparava para assumir um novo mandato.
De acordo com Littler, Lucy questionou o pai sobre acusações de abuso sexual atribuídas ao presidente americano e perguntou como ele reagiria se uma de suas filhas estivesse naquela situação. O comentário teria provocado forte abalo emocional na jovem, que deixou o ambiente contrariada.
Ainda segundo o depoimento, pouco antes de o casal sair para o aeroporto, Kris Harrison levou Lucy até o quarto. Segundos depois, um disparo foi ouvido. Littler relatou ter encontrado a namorada caída no chão, enquanto o pai gritava por ajuda.
Em declaração enviada ao tribunal e citada pela BBC, Kris Harrison afirmou que mostrava à filha uma pistola Glock 9 mm que guardava no quarto quando a arma disparou. Ele disse não se lembrar se estava com o dedo no gatilho no momento do tiro.
O pai admitiu que havia consumido cerca de 500 ml de vinho no dia do episódio e reconheceu histórico de problemas com álcool. Uma policial que atendeu a ocorrência relatou ter sentido odor de bebida alcoólica quando chegou ao local. Imagens de segurança mostraram que Harrison havia comprado vinho horas antes do disparo.
Durante a audiência, advogados do pai tentaram afastar a legista responsável pelo inquérito, alegando possível parcialidade. O pedido foi rejeitado. A defesa da mãe de Lucy sustentou que Kris era a única pessoa presente no quarto quando o tiro foi disparado.
Em nota, também mencionada pela BBC, Kris Harrison afirmou que aceita as consequências do que aconteceu e declarou que carrega diariamente o peso da perda da filha.
Lucy trabalhava no setor de moda e foi descrita pela mãe como uma jovem determinada, envolvida com causas que considerava importantes e apaixonada por debates. A audiência foi suspensa e deve ser retomada nos próximos dias, quando a legista apresentará suas conclusões.
por Notícias ao Minuto
SÃO CARLOS/SP - Durante pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, na sessão do dia 10 de fevereiro de 2026, a vereadora Larissa Camargo se posicionou de forma contundente contra a privatização da merenda escolar, afirmando que a proposta representa um retrocesso nas políticas públicas de educação, saúde e segurança alimentar do município.
Em sua fala, a parlamentar destacou que a transferência da gestão da merenda para a iniciativa privada não se trata de modernização, mas de um processo de precarização, no qual o direito à alimentação é substituído pela lógica do lucro. Segundo Larissa, toda privatização carrega em si o risco de perda de qualidade, transparência e controle social.
A vereadora também enfatizou o papel central da agricultura familiar, responsável por garantir alimento saudável na mesa das famílias e nas escolas. Para ela, a proposta em debate fragiliza essa relação no âmbito municipal e enfraquece a economia local. “Quem coloca alimento na boca das famílias é a agricultura familiar, não o agro”, afirmou durante o pronunciamento.
Outro ponto central da crítica foi a ausência de diálogo e participação popular. De acordo com Larissa Camargo, as merendeiras — principais trabalhadoras afetadas pela medida — não foram consultadas, assim como os sindicatos e a sociedade civil. Para a parlamentar, tomar uma decisão dessa magnitude sem ouvir quem executa a política pública diariamente fere os princípios democráticos.
A vereadora também questionou o aumento expressivo do orçamento destinado à merenda escolar, que pode saltar de R$ 9 milhões para R$ 23 milhões, sem a apresentação de informações claras sobre contratos, modelo de gestão, compra de alimentos e garantias de qualidade. Segundo ela, trata-se de um repasse de recursos públicos sem a devida transparência.
Larissa Camargo denunciou ainda dificuldades enfrentadas pelos parlamentares para acessar o processo administrativo, mesmo com respaldo na Lei Orgânica do Município. “Não é possível votar o que não se conhece. Transparência é um princípio básico da gestão pública”, destacou.
Ao final do pronunciamento, a vereadora reforçou que a alimentação escolar é uma política estruturante, prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante universalidade e equidade dentro das escolas públicas. Para ela, investir recursos públicos para fortalecer um serviço já existente seria o caminho correto, em vez de transferir a gestão para empresas privadas.
Larissa concluiu afirmando que se posicionar contra a privatização da merenda é defender o direito das crianças, das trabalhadoras da educação e das famílias que dependem da escola pública para garantir segurança alimentar. “É uma decisão política, e precisa ser assumida com responsabilidade diante da população”, afirmou.
BRASÍLIA/DF - A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou, nesta quarta-feira, 11, que ainda é cedo para discutir uma possível candidatura à vice-presidência em uma chapa da direita. Pela manhã, ela se reuniu com o vice-presidente Geraldo Alckmin para tratar do acordo entre Mercosul e União Europeia.
Questionada sobre declaração do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que defendeu seu nome como vice em uma eventual chapa encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), Tereza minimizou o debate.
“Eu acho muito cedo para essa conversa. O vice é a última coisa. Ninguém se candidata a vice. O candidato é presidente da República. Isso é uma conjuntura que os partidos que se coligarem vão sentar e colocar nomes, e aí nós vamos decidir”, afirmou, acrescentando que se sente lisonjeada por ter sido lembrada.
por Estadao Conteudo
SÃO CARLOS/SP - Na manhã desta quarta-feira, 11 de fevereiro, a Câmara Municipal de São Carlos recebeu a visita do mestre violonista e maestro Robson Miguel. O artista foi recebido pelo vereador Edson Ferraz e pelo presidente do Legislativo, Lucão Fernandes, em um encontro que destacou a importância da cultura e da música para o desenvolvimento da cidade. A visita também contou com a presença de Dagoberto Cavaleiro, presidente da AMACC, que acompanhou o artista durante a agenda institucional.
Reconhecido nacional e internacionalmente, Robson Miguel iniciou 2026 com novos projetos após retornar de uma turnê mundial realizada em 2025, com apresentações nos Estados Unidos e no Japão. Violonista, compositor e arranjador, ele possui carreira consolidada com lançamentos fonográficos no Brasil e no exterior, além de atuação como diretor de orquestra e compositor.
Durante a turnê, o músico apresentou sua mais recente descoberta: a oitava nota musical, batizada de Nota Kall. A proposta foi apresentada na Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, onde também atuou como pesquisador e historiador. A nova nota passou a integrar a grade de estudos e pesquisas acadêmicas da instituição, marcando um feito inédito na área musical.
No Japão, o maestro foi homenageado em diversas ocasiões e se apresentou na abertura das comemorações dos 130 anos das relações entre Brasil e Japão, além de realizar concertos em cidades como Tóquio, Nagoya, Hamamatsu e Shizuoka.
Além da música, Robson Miguel também se destaca como cineasta. Em parceria com produtoras japonesas, iniciou a produção do longa-metragem internacional “O Último Segredo da Terra”, com filmagens simultâneas no Brasil e no Japão. Parte das gravações ocorre em São Carlos, com a participação da Orquestra Quatro Estações, valorizando os talentos locais.
O novo projeto sucede o filme “Nadando em Águas Profundas”, que ficou entre as dez melhores produções do Festival Internacional de Cinema Cristão (FICC). Ainda no primeiro trimestre de 2026, o artista também lançará o EP “Brasil Crioulos”, trabalho conjunto com o cantor e multi-instrumentista Max Pianura Miguel, seu filho.
Durante a visita à Câmara, os vereadores destacaram a relevância de iniciativas culturais que projetam o nome do Brasil e também de São Carlos no cenário internacional, reforçando o papel da cidade no incentivo à arte e à produção cultural.
SÃO CARLOS/SP - Durante pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, o presidente do Legislativo de São Carlos reforçou o compromisso da cidade com o enfrentamento à violência contra a mulher e destacou a importância do Pacto Nacional contra o Feminicídio, iniciativa construída pelo Governo Federal com a participação do Poder Executivo, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal.
Segundo o presidente, a união das principais instituições do país em torno do tema envia uma mensagem inequívoca à sociedade. “Quando as maiores instituições do Brasil dizem basta, fica claro que o combate ao feminicídio não é uma pauta secundária, ideológica ou opcional. Trata-se de uma urgência nacional”, afirmou.
No discurso, ele enfatizou que São Carlos não ficará à margem dessa mobilização. Além da organização de uma audiência pública para debater a violência contra a mulher no município, o presidente anunciou a proposta de uma grande manifestação pública no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, na Praça Coronel Salles, em defesa da vida das mulheres.
O convite foi direcionado a todos os vereadores e vereadoras da Casa, reforçando que a responsabilidade pelo enfrentamento ao feminicídio é coletiva. “Essa luta deixou de ser somente das mulheres. É uma responsabilidade de todos nós”, destacou.
Ao citar o engajamento do Presidente da República, do Presidente do Senado, do Presidente da Câmara dos Deputados e do presidente do STF, o presidente do Legislativo municipal afirmou que os representantes de São Carlos também têm o dever de agir. “Não podemos nos omitir. Precisamos ser voz, ação e exemplo para toda a sociedade”, disse.
Encerrando o pronunciamento, ele reforçou que defender as mulheres é defender valores fundamentais. “Defender as mulheres é defender a vida, a dignidade e o futuro da nossa cidade”, concluiu.
SÃO CARLOS/SP - O vereador Moisés Lazarine esteve na Avenida Liberdade, esquina com a Rua Iwagiro Toyama, no bairro Jardim Nova Santa Paula, para ouvir de perto as reclamações dos moradores sobre os constantes alagamentos registrados na região em períodos de chuva.
Segundo os relatos, a água pluvial desce com grande intensidade pela Rua Iwagiro Toyama, provocando forte enxurrada e alagamentos, o que causa transtornos aos moradores, comerciantes e motoristas que transitam pelo local. As vias são de grande movimento e concentram um comércio local forte e ativo, o que agrava ainda mais os prejuízos causados pelas enchentes. A principal queixa é a falta de bueiros e bocas de lobo na via, dificultando o escoamento adequado da água da chuva.
Durante a visita, o vereador Moisés Lazarine destacou que já solicitou estudos técnicos junto as Secretarias Municipais para avaliar a situação e buscar soluções efetivas para o problema. Ele ressaltou a importância de intervenções estruturais que garantam mais segurança, mobilidade e qualidade de vida à população.
“Ouvimos as demandas da comunidade e já encaminhamos pedidos para que sejam feitos estudos na região. É fundamental encontrar uma solução definitiva para evitar esses alagamentos que tanto prejudicam moradores, comerciantes e quem utiliza essas vias diariamente”, afirmou o vereador.
Além do intenso fluxo de veículos e da atividade comercial, a região também abriga o Parque do Kartódromo, espaço importante de lazer utilizado por diversos munícipes. De acordo com o vereador, os alagamentos acabam impactando diretamente o acesso ao parque, comprometendo o uso adequado do local em dias de chuva.
Moisés Lazarine ainda destacou que o município de São Carlos vem conseguindo, ao longo do tempo, sanar diversos pontos de alagamento que antes representavam um grande problema para a cidade. Segundo ele, o objetivo é dar continuidade a esse trabalho, estendendo as melhorias a bairros que ainda enfrentam dificuldades com o escoamento das águas pluviais.
A expectativa dos moradores é que, com os estudos e futuras intervenções, a Rua Iwagiro Toyama receba a infraestrutura necessária para evitar novos alagamentos e garantir mais tranquilidade e segurança nos períodos chuvosos.
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