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SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa nesta terça-feira (18/08) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 1.854 casos positivos para COVID-19 (64 resultados positivos foram divulgados hoje), com 32 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Dos 1.854 casos positivos, 1.706 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 145 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 107 receberam alta hospitalar, 8 estão internadas, 1 paciente de São Carlos permanece internado na cidade de Jaú e 29 positivos internados foram a óbito. 1.459 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 6.613 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (115 resultados negativos foram divulgados hoje). Estão internadas neste momento 36 pessoas, sendo 25 adultos na enfermaria (4 positivos, 13 suspeitos e 8 negativos). Na UTI adulto estão internadas 10 pessoas (8 positivos, 1 suspeito e 1 negativo). Nenhuma criança está internada neste momento na UTI. Na enfermaria uma criança está internada com suspeita da doença. 7 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 41,7%. Na rede privada 1 paciente está internado na UTI adulto com resultado positivo para COVID-19. Na enfermaria estão internados 3 pacientes adultos, sendo 1 com resultado positivo e 2 com suspeita da doença. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 11.137 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 9.278 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.859 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 6.177 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 4.909 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.215 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 123 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - A reforma do antigo prédio do Pronto Socorro Municipal, localizado na avenida São Carlos, no centro, deve ser finalizada nos próximos dias pela empresa vencedora do processo licitatório. O investimento total é de R$ 434.361,07. O local vai abrigar a sede da Secretaria Municipal de Saúde e o Departamento de Gestão e Cuidado Ambulatorial, o setor de regulação e administrativo da área.

O prédio foi totalmente reformado, com a troca de pisos, revestimentos, reformulação do estacionamento frontal, demolição de alvenarias para adequação dos espaços, reforma de esquadrias e troca de toda a parte elétrica e hidráulica. A Secretaria de Obras Públicas acompanhou todas as etapas da obra.

Durante muitos anos o prédio abrigou o Pronto Socorro Municipal e agora vai ser novamente utilizado como equipamento público da saúde, proporcionando uma redução de gastos com o aluguel de prédios para abrigar os vários setores da Secretaria de Saúde.

A área total tem 557,25 metros quadrados e a área construída 370.07 metros quadrados. A previsão é de que em 20 dias a obra esteja finalizada.

Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado em 29 de agosto, tem como objetivo reforçar as ações de sensibilização e mobilização da população para os danos causados pelo tabaco.

 

ARARAQUARA/SP - Uma pesquisa chinesa divulgada no Brasil pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), atestou que as chances de agravamento da Covid-19 são 14 vezes maiores entre as pessoas com histórico de tabagismo em comparação com as que não fumavam. Em 29 de agosto, é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Fumo, com o objetivo de conscientizar a população sobre os danos causados pelo cigarro e suas substâncias.

De acordo com o médico oncologista, Dr Luís Henrique de Carvalho, o tabagismo é um fator de risco grave para o desenvolvimento de uma série de doenças cardíacas, pulmonares, vasculares, além de aumentar o risco de doenças infecciosas, como a Covid-19, e principalmente o desenvolvimento de diversos tipos de câncer.

“A nicotina e todas as substâncias que estão presentes no cigarro causam muitas interações moleculares que prejudicam o sistema respiratório. Como já sabemos, a Covid-19 é uma doença que pode ser extremamente agressiva aos pulmões. Isso faz com que os fumantes entrem no grupo de risco da doença”, explicou.

Segundo o médico, o baixo nível de oxigênio no sangue e a exposição a outras toxinas do tabaco levam à disfunção da camada que reveste o interior dos vasos sanguíneos e linfáticos, o que pode levar a um processo inflamatório generalizado.

 

Câncer e tabagismo

Além das doenças infecciosas, o tabagismo também é um dos principais causadores de cânceres de vários tipos. Dr. Luís Henrique explica que a interação da nicotina (entre outras substâncias presentes nos cigarros) modifica o processo celular do corpo e abre portas para o crescimento de tumores.

“Pesquisas estatísticas mostram que o risco de pessoas fumantes desenvolverem câncer é 30% maior que as que não fumam, mas o que vemos no dia a dia é um número ainda maior que este. O tabagismo é responsável por até 90% da mortalidade dos pacientes com câncer de pulmão, ou seja, é uma taxa extremamente alta”, disse.

De acordo com o médico oncologista, o hábito de fumar pode ser responsável pelo desenvolvimento de alguns tipos de leucemia, como a leucemia mieloide aguda, o câncer de bexiga, o câncer de pâncreas, alguns tipos de tumores de fígado, câncer de colo de útero e tumores ligados a toda a parte respiratória e digestiva alta, como o câncer de laringe, cordas vocais, cavidade oral, faringe, esôfago, estomago, traqueia, dos brônquios e do próprio pulmão.

 

Enfrentando o vício

Para o Dr. Luís Henrique, a definição de uma data para abordar o combate ao tabagismo é uma iniciativa importante para demonstrar apoio e incentivo ao enfrentamento do vício. “O cigarro é feito para que a pessoa não consiga parar de fumar e crie dependência química. É extremamente prejudicial”.

Deixar o tabagismo é uma tarefa difícil e, para conseguir êxito, as pessoas podem procurar serviços de saúde, seja na rede pública ou particular, que ofereçam orientação e ajuda. 

“Ganha-se muito deixando de fumar. Há benefícios em qualidade de vida e sobrevida. Se pensarmos então no impacto social e econômico que essas doenças trazem, vamos ter ainda mais motivos para brigar contra esse tipo de disseminação”, disse.

Quem é o Dr. Luís Henrique de Carvalho?

De origem paulista e formado pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP), o Dr. Luís Henrique de Carvalho também tem um coração araraquarense, com vínculo familiar na região. Atualmente é Coordenador do Centro de Pesquisas Clínicas em Oncologia da Clínica Spero e do Centro de Oncologia da Santa Casa de Araraquara.

Atua ainda como Médico Oncologista e Coordenador do Grupo de Cuidados Paliativos da Unimed Araraquara, além de se dedicar como Professor Regente dos Internatos em Clínica Médica e Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Araraquara.

Casos ativos no município correspondem a 11,22%. Jardim Cruzado ainda tem maior número registrado

 

IBATÉ/SP - Segundo relatório da situação da Covid-19 nos bairros de Ibaté, divulgado nesta segunda-feira (17) pela Vigilância Epidemiológica e pelo Gabinete de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus de Ibaté, o município tem ativos 11,22% dos casos confirmados. Esse é o oitavo relatório divulgado e confirma uma tendência das semanas anteriores de um aumento dos casos recuperados, que hoje é de 87,32%.

Ibaté registrou três óbitos pela doença e a Taxa de Letalidade no município (relação entre o número de óbitos e o número de casos diagnosticados) é de 1,46%.

O Jardim Cruzado continua com o maior número de casos (61), seguido pelo Jardim  Icaraí (25), pelo Jardim América (13), Encanto do Planalto (11), Centro (11), Santa Terezinha (11), Jardim  Menzani (9), Jardim Mariana (8), São Benedito (8), Conj. Habitacional Pedro Ricco (7), Antônio Moreira (7), Residencial José Giro (7),   Jardim  Nossa Senhora Aparecida (6),  Jardim do Bosque (5),  Domingos Valério (4), Distrito Industrial (3), Vila Tamoio (3), Vila Bandeirantes (3), Jardim Encanto do Planalto (2) e Zona Rural (1).

A Vigilância Epidemiológica e o Gabinete de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus de Ibaté alertam sobre a importância de se manter as medidas sanitárias para controlar a disseminação do novo coronavírus, com o uso de máscaras de proteção facial, uso de álcool em gel para higienização das mãos e evitando aglomerações.

Um novo relatório consolidado de casos na cidade será divulgado na segunda-feira, 24 de agosto. Um boletim atualizado da situação da doença no município é divulgado, diariamente, pela Prefeitura de Ibaté em seu site (ibate.sp.gov.br).

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo realiza anualmente a Semana Estadual de Prevenção e Controle de Leishmaniose Visceral, cuja finalidade é o desenvolvimento de ações educativas visando levar conhecimentos à população sobre a transmissão da doença, manejo ambiental para controle do vetor, aliada às responsabilidades de saúde, higiene e de guarda responsável dos animais de estimação.

A Leishmaniose Visceral é uma doença grave que afeta animais e o ser humano, causada pelo protozoário do gênero Leishmania sp e transmitida por inseto vetor flebotomíneo, conhecido como mosquito palha e nome científico Lutzomyia longipalpis.

É uma das seis doenças endêmicas mais importantes no mundo, dada a sua incidência, alta mortalidade em indivíduos não tratados e crianças desnutridas, e emergente em indivíduos portadores da infecção por HIV (fonte: Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral Americana do Estado de São Paulo, 2006).

A fêmea do mosquito palha (Lutzomyia longipalpis) se infecta ao picar um cão doente, contaminado com o protozoário, e passa a transmiti-lo a outros cães e seres humanos nas próximas picadas. 

São insetos pequenos, com 2 a 3 milímetros, e costumam picar ao entardecer e à noite. Desenvolvem-se em locais úmidos e sombreados com acúmulo de matéria orgânica (folhas, frutos, lixo orgânico em apodrecimento). 

De acordo com as pesquisas entomológicas (busca pelo inseto vetor) realizadas pela Superintendência de Controle de Endemias - SUCEN, até o presente momento, não houve o registro de ocorrência do inseto que transmite a LVA, na área urbana de São Carlos. 

Portanto, é muito importante a conscientização dos cidadãos para que mantenham os quintais devidamente limpos, podando árvores e removendo resíduos de capina e folhagens, eliminando os ambientes favoráveis à existência do inseto, mantendo nosso município livre da transmissão local desta grave doença.

Apesar de grave, a Leishmaniose Visceral tem tratamento para seres humanos, sendo totalmente gratuito na rede SUS. 

Para animais, existe apenas um medicamento devidamente registrado, consistindo em um tratamento muito caro, e ainda não há comprovação científica de que o cão fique livre do parasita.

À menor suspeita de que o cão possa estar doente, deve ser levado ao médico veterinário, pois a LVA causa muito sofrimento aos animais acometidos. Os principais sintomas no cão são: crescimento exagerado das unhas, conjuntivite com secreção, emagrecimento progressivo, queda de pelo, úlceras de pele e outros.

“Sempre que um cão for suspeito, uma das primeiras medidas a serem tomadas, é colocar coleira repelente de insetos, pois apesar de ainda não termos a presença do flebotomíneo na área urbana de São Carlos, esta é a principal medida preventiva comprovadamente eficaz”, relata Luciana Karina Marchetti, médica veterinária, supervisora da Unidade de Controle de Zoonoses e Endemias.

O exame em cães suspeitos, pode ser realizado de forma gratuita através da Unidade de Controle de Zoonoses, que encaminha o material para análise no Laboratório Instituto Adolfo Lutz. 
Outras informações podem ser obtidas na Unidade de Controle de Zoonoses através do telefone 3307-7405.

{https://soundcloud.com/radio-sanca/saude}

RIO CLARO/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de Rio Claro está fazendo um pedido para que a população passe a utilizar com maior intensidade os serviços médicos gratuitos do Tele Corona, telemedicina que tira dúvidas e acompanha o quadro clínico de pacientes em relação à Covid-19.

De segunda a sexta-feira, quatro médicos ficam à disposição das pessoas para este atendimento por telefone, que é muito esclarecedor e evita o deslocamento até uma unidade de saúde.  De acordo com a Secretaria de Saúde mais pessoas poderiam estar aproveitando este serviço, que é gratuito.

Pelo Tele Corona, a população tem acesso à orientação médica para sintomas de Covid-19 sem que precise sair de casa para a consulta. Basta ligar no 2111-6999. Por telefone, a pessoa relata sintomas e recebe ajuda sobre como proceder em relação ao atendimento ou tratamento. O serviço, realizado em parceria da prefeitura com a faculdade de Medicina do Centro Universitário Claretiano, atende de segunda a sexta-feira, das 8 às 14 horas.

Com o crescimento do número de casos na pandemia, a procura pela telemedicina também cresceu, mas o número de interessados é considerado baixo pelo setor de saúde. A média mensal tem sido de cerca de 200 atendimentos por mês. Os números incluem os atendimentos de demanda espontânea e também ligações feitas pelos médicos para acompanhar o quadro clínico dos pacientes, já que além de auxiliar quem está com sintomas, o Tele Corona faz o acompanhamento dos pacientes para saber como cada caso está evoluindo.

A maior parte das pessoas que ligam para o serviço é para tirar dúvidas sobre como pessoas sintomáticas devem proceder. A partir do que é relatado por quem faz a ligação, o médico orienta sobre o que o paciente deve fazer e se é necessário procurar uma unidade de saúde ou mesmo uma unidade de pronto atendimento e muitas vezes será necessário apenas o isolamento. Isso não quer dizer que o paciente deixará de ser acompanhado, já que o próprio sistema do Tele Corona apontará a necessidade de fazer contato com o paciente após certo período, dando continuidade ao atendimento médico.

Outra demanda frequente atendida pelo Tele Corona parte de quem está com cadastro desatualizado nas unidades de saúde. São pessoas que aguardam o resultado de exames, porém que não são localizadas por meio do telefone de contato. Nestes casos a indicação é de que mantenham os cadastros nas unidades de saúde atualizados, especialmente os telefones para contato.

 

 

*Por: PMRC

De acordo com a gastroenterologista Amanda Morêto Longo, os principais sintomas são perda do apeptite, diarreia e alterações no funcionamento do fígado

 

ARARAQUARA/SP - A epidemia do novo Coronavírus tem se alastrado pelo país nos últimos meses e já é de conhecimento geral que entre os sinais clínicos mais comuns estão os problemas respiratórios semelhantes aos de um resfriado, como tosse, febre, coriza e dor de garganta, podendo evoluir para uma pneumonia e consequentemente falta de ar. Recentemente, médicos e pesquisadores perceberam ainda que a doença tem afetado o trato gastrointestinal. 

Segundo a gastroenterologista Dra. Amanda Morêto Longo, os principais sintomas se apresentam no intestino e o paciente pode enfrentar redução do apetite, diarreia, náuseas e vômitos. Em alguns quadros, o vírus ainda pode causar adenite mesentérica (inflamação dos gânglios linfáticos do mesentério, ligados ao intestino), que resulta em intensa dor abdominal. “Essas dores podem ser facilmente confundidas com casos de apendicite aguda”.

O coronavírus também pode afetar o funcionamento do fígado, levando a alterações dos exames hepáticos. Esse achado tem se mostrado mais presente em pacientes com maior gravidade pulmonar, mas de acordo com a gastroenterologista, o quadro tende a normalizar depois que o paciente sai da fase aguda da doença e a infecção é curada. 

Dra. Amanda explica que uma das maiores queixas a respeito da diarreia é que, apesar de não ser um agravante dos sintomas respiratórios da Covid-19, ela pode perdurar por alguns dias a semanas após a resolução da doença e, o paciente vai ao banheiro várias vezes ao dia, interferindo ainda mais na qualidade de vida. 

“Não existe uma pesquisa que aponte se essas manifestações, como a diarreia, podem causar sequelas no trato gastrointestinal, mas até o momento são apenas efeitos causados pelo vírus e que podem ser controlados com o devido diagnóstico”, disse.

Como os sintomas gastrointestinais são comumente associados às conhecidas viroses, há poucos meses ninguém desconfiava que essas queixas poderiam se tratar de um efeito colateral do novo Coronavírus. Hoje, à luz do conhecimento que temos das manifestações intestinais dessa infecção, o paciente pode apresentar um agravamento do estado geral, quando a diarreia ocasiona desidratação ou perda de eletrólitos no sangue. “Nesses casos é recomendável procurar um atendimento médico, para que sejam tomadas as condutas adequadas, individualizadas para cada caso”. 

 

Quem é Dra. Amanda Morêto Longo?
Formada em 2012 pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM), Amanda Morêto Longo fez residência de clínica médica pelo Hospital da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e, na sequência, de Gastroenterologia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. 

Possui fellowship na Unidade de Gastroenterologia do Hospital Clinic de Barcelona, na Espanha. É especialista titulada pela Federação Brasileira de Gastroenterologia e também é doutoranda em Hepatologia pela Faculdade de Medicina da USP.

Atualmente, faz parte do corpo clínico da GastroVita Araraquara, é médica assistente do Hospital Estadual de Américo Brasiliense e professora da disciplina e do internato de Gastroenterologia, do curso de medicina, da Universidade de Araraquara (Uniara).

SÃO CARLOS/SP - Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma neste domingo (16/08) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 1.771 casos positivos para COVID-19 (2 resultados positivos foram divulgados hoje), com 31 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Dos 1.771 casos positivos, 1.623 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 145 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 107 receberam alta hospitalar, 10 estão internadas, 1 paciente de São Carlos está internado em Jaú e 28 positivos internados foram a óbito. 1.458 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 6.430 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus. Estão internadas neste momento 34 pessoas, sendo 18 adultos na enfermaria (4 positivos, 10 suspeitos e 4 negativos). Na UTI adulto estão internadas 14 pessoas (10 positivos, 3 suspeitos e 1 negativo). Uma criança está internada na UTI com suspeita da doença. Na enfermaria uma criança está internada com resultado negativo para COVID-19. 5 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 45,9%. Na rede privada estão internados 4 pacientes na UTI adulto, sendo 2 positivos e 2 com suspeita da doença. Já na enfermaria adulto 2 pacientes estão internados na rede particular, 1 com resultado positivo e 1 com suspeita da doença. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 10.488 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 9.032 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.456 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 5.931 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 4.726 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.138 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 67 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma neste sábado (15/08) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 1.769 casos positivos para COVID-19 (30 resultados positivos foram divulgados hoje), com 31 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Dos 1.769 casos positivos, 1.622 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 144 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 107 receberam alta hospitalar, 9 estão internadas e 28 positivos internados foram a óbito. 1.458 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 6.430 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (78 resultados negativos foram divulgados hoje). Estão internadas neste momento 31 pessoas, sendo 15 adultos na enfermaria (2 positivos, 8 suspeitos e 5 negativos). Na UTI adulto estão internadas 15 pessoas (11 positivos, 2 suspeitos e 2 negativos). Uma criança está internada na UTI com suspeita da doença. Na enfermaria nenhuma criança está internada no momento. 6 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 50%. Na rede privada estão internados 3 pacientes na UTI adulto, sendo 2 positivos e 1 com suspeita da doença. Já na enfermaria adulto 2 pacientes estão internados na rede particular, 1 com resultado positivo e 1 com suspeita da doença. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 10.453 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 8.879 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.574 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 5.931 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 4.726 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.137 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 68 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Projeto da Prefeitura fez a distribuição de plantas medicinais contra ansiedade e estresse nas Unidades de Saúde do município

 

IBATÉ/SP - Desenvolvido pela Prefeitura de Ibaté, por meio do setor infantil do Ambulatório Municipal de Saúde "Dr. Ivo Morganti", o projeto “Cuidando de quem cuida” está realizando na cidade várias ações de prevenção e cuidados com a saúde mental dos profissionais de saúde, durante o período de pandemia do novo coronavírus.

Entre as ações da equipe, formada pela fonoaudióloga Danielle dos Santos Nascimento, pela psicóloga Beatriz Maria Astolphi e pela terapeuta ocupacional Natalia Falvo Simões, o projeto fez a distribuição de  dezenas de mudas de plantas medicinais para todas as Unidades Básicas de Saúde  (UBS), do Programa Saúde da Família (PSF) e para o ambulatório do município.

Segundo a Secretária-adjunta Municipal de Saúde, Elaine Sartorelli Breanza, a ideia é que as plantas sejam cultivadas e usados pelos próprios  funcionários. "Temos acompanhado e percebido um grande aumento nos sintomas de ansiedade e estresse entre os profissionais da saúde por causa da pandemia.  As plantas escolhidas auxiliam na diminuição desses sintomas e colaboram para o bem-estar físico e emocional do profissional".

Juntamente com as mudas foi entregue um manual apresentando as ações de cada planta, como cultivá-la e como preparar compressas, chás e xaropes medicinais de maneira correta, por meio de infusão (folhas, flores) e maceração (raízes, cascas, sementes), por exemplo. "A fitoterapia e o uso de plantas medicinais representam uma forma eficaz de atendimento à saúde, especialmente no campo da Atenção Básica. O uso seguro das plantas está vinculado ao seu conhecimento prévio, por isso é fundamental a orientação para uma utilização adequada, sem perda da efetividade de seus princípios ativos e sem riscos de intoxicações por uso inadequado", explicou Elaine Sartorelli Breanza.

As Unidades de Saúde receberam mudas diferentes, como Alecrim, Capim-cidreira, Poejo, Lavanda e Tomilho e foram estimuladas a fazer a troca entre elas. As plantas medicinais e fitoterápicas escolhidas para esse projeto fazem parte da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), também chamada de medicina complementar/alternativa pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

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