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Embalagens utilizadas para entrega de marmitas, nos Restaurantes Universitários, são 100% recicláveis.

 

SÃO CARLOS/SP - Desde o início da pandemia, no mês de março, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) substituiu as refeições presenciais, nos Restaurantes Universitários (RUs), pela entrega de marmitas. Mas será que esta troca levou a Universidade a descartar grandes quantidades de isopor, material que leva cerca de 150 anos para decomposição?

A escolha do grupo gestor dos RUs foi pela sustentabilidade. "A embalagem que utilizamos é reciclável, então logo no início da pandemia nós orientamos os usuários dos RUs quanto ao o descarte correto", conta Rita Sant'Ana, Nutricionista da UFSCar.

As embalagens utilizadas são feitas de polipropileno (PP). "Este tipo de plástico conserva o aroma, não quebra e é resistente a mudanças de temperatura", explica a Dra. Gabriela Strozzi, agrônoma e servidora da Secretaria-Geral de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SGAS). 

Reciclagem - A adoção do polipropileno mostrou-se a alternativa mais adequada para as refeições servidas pelos Restaurantes Universitários (RUs) da UFSCar, explica Roberta Sanches, servidora da Secretaria-Geral de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SGAS). "Devido ao atual modelo de reciclagem e destinação final adotado pela sociedade, há dificuldades para reciclar o isopor. Já o polipropileno, utilizado pelo RU, é 100% reciclável e pode ser reutilizado para outros fins devido à sua durabilidade", finaliza Roberta Sanches.

 

Iniciativa da UFSCar recebe desenhos, pinturas, dança e música de crianças e jovens entre 0 e 17 para exposição virtual

 

SÃO CARLOS/SP - O Festival cultural virtual SemeAR-TE, organizado pelo InformaSUS da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), tem como objetivo apresentar diferentes vivências cotidianas de crianças e adolescentes durante a pandemia de Covid-19, valorizando a multiplicidade de formas de expressão artístico-cultural, a partir da voz desse público e da sensibilidade e percepção dos seus cuidadores. A iniciativa recebe obras como desenhos, pinturas, dança, música e outros tipos de expressão artística para a exposição virtual. O Festival acontece até o dia 28 de novembro e a inscrição das peças é gratuita.

A ideia do SemAR-TE é dar cor, voz e forma aos sentimentos, ações e pensamentos de crianças e adolescentes a partir da arte. O Festival está dividido em três eixos: Agir, para crianças entre 0 e 6 anos; Pensar, para o público entre 7 e 12 anos incompletos; e Sentir, para adolescentes entre 12 anos completos e 17 anos.

As obras devem ser inscritas conforme as orientações do edital, disponível no site do InformaSUS (www.informasus.ufscar.br/festival-semear-te). Todas as informações do SemeAR-TE estão no site e nas redes sociais do Festival - Facebook (facebook.com/festivalsemearte) e Instagram (instagram.com/festivalsemearte).

Resultados dos estudos serão divulgados, na íntegra, no Seminário Policiamento Ostensivo e Relações Raciais, nos dias 21 (hoje) e 22/10

 

Uma pesquisa sobre desigualdades raciais produzidas em abordagens policiais, coordenada por Jacqueline Sinhoretto, docente do Departamento de Sociologia (DS) e líder do Grupo de Estudos Sobre Violência e Administração de Conflitos (GEVAC) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), apontou que pessoas negras sofrem de três a sete vezes mais punições do que pessoas brancas. O estudo, realizado durante três anos, analisou dados quantitativos de prisões em flagrante e letalidade policial por cor/raça. Também foram feitas entrevistas em profundidade com policiais militares sobre o tema polícia e racismo, permitindo conhecer o que policiais brancos e negros, oficiais e praças, pensam sobre a temática.
De acordo com Sinhoretto, a proporção de prisões em flagrante de pessoas negras em relação às brancas chega a ser até quatro vezes maior, ponderando o número de brancos e negros na população. "As pessoas negras são alvo mais frequente de uso letal da força. A depender do ano e do distrito, a chance matemática de uma pessoa negra ser morta pela polícia é de três a sete vezes maior do que a chance de um branco receber o mesmo tratamento", explica a pesquisadora. 
Os relatos dos policiais apontam que seu trabalho é baseado na busca ativa de atitudes suspeitas, que a grande maioria descreve como sendo características corporais, de vestimenta, de gestual, de modo de andar e olhar, e até de cortar o cabelo. O estudo mostra que eles associam pessoas negras a essas atitudes suspeitas. "Dessa forma, não são atitudes impessoais que eles procuram, mas tipos físicos estigmatizados, estereótipos sobre o corpo e características culturais forjadas pelo racismo", esclarece Sinhoretto.
Segundo a docente, esse quadro foi obtido por meio de dados oficiais de São Paulo e Minas Gerais, pois a deficiência das estatísticas dificulta fazer o acompanhamento em todos os estados que foram analisados - além desses, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Além disso, as instituições negam a existência de evidências de discriminação racial na atuação policial, o que dificulta a discussão de soluções para reverter o quadro e melhorar as técnicas de trabalho policial. 
A pesquisa foi realizada em rede com a Universidade de Brasília (UnB), a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e a Fundação João Pinheiro, núcleos ligados ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia sobre Estudos Comparados em Administração de Conflitos (INCT-InEAC). O relatório sobre a pesquisa pode ser acessado em https://bit.ly/31bXltm.

Seminário Policiamento Ostensivo e Relações Raciais
Os resultados na íntegra da pesquisa serão divulgados e debatidos no Seminário Policiamento Ostensivo e Relações Raciais, que é gratuito, aberto ao público e acontece nos dias 21 (hoje) e 22 de outubro, sem necessidade de inscrição prévia. O evento terá duas mesas, intituladas "Policiamento ostensivo e filtragem racial" e "Policiais e desigualdades raciais", e contará com a exposição de pesquisadores e comentários de policiais sobre os resultados encontrados. 
Informações detalhadas sobre os participantes estão no site do GEVAC (http://www.gevac.ufscar.br). A iniciativa será transmitida a partir das 16 horas, pelo canal do YouTube do INCT-InEAC (https://bit.ly/3k5lsBB) e pelo Facebook do GEVAC (facebook.com/ufscargevac).

Ação busca voluntários a partir de 60 anos que passarão por avaliações e intervenções gratuitas

 

SÃO CARLOS/SP - O Programa Multidimensional e Assistencial de Gestão para Idosos Caidores (Magic) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) tem por objetivo acompanhar os idosos que sofreram quedas acidentais com o intuito de reduzir os fatores de risco dessas ocorrências. A iniciativa é do grupo de pesquisa "Abordagem funcional e multifuncional em Gerontologia", coordenado pelas professoras Juliana Hotta Ansai e Karina Gramani Say, do Departamento de Gerontologia (DGero), em colaboração com os professores Larissa Costa Riani e Paulo Giusti Rossi, do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Universidade.  
O Programa vai oferecer aos participantes avaliações, intervenções de atividades físicas e cognitivas para melhora da mobilidade, coordenação, força muscular, equilíbrio, atenção e memória, além de uma gestão de casos individuais, com foco na redução dos fatores de risco para quedas. As atividades serão desenvolvidas no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia (PPGGero) da UFSCar, e tem como colaboradores Maria Joana Duarte Caetano, educadora física e pesquisadora; Herick Moralles, docente do Departamento de Engenharia de Produção da UFSCar; e parceria internacional com o pesquisador e professor Stephen Lord (Austrália).
Todas as ações ofertadas pelo Magic são gratuitas e serão realizadas em dois encontros semanais, com duração média de 45 minutos, durante 16 semanas. As avaliações serão feitas no domicílio dos participantes, com todas as medidas de segurança necessárias em virtude da pandemia da Covid-19. Se o distanciamento social permanecer, as intervenções serão realizadas por vídeo e, caso as autoridades sanitárias liberem as ações em grupo, as atividades físicas e cognitivas serão praticadas em dois centros comunitários de São Carlos. Todos os voluntários serão avaliados antes do início das atividades e após o término do Programa. Espera-se, como benefícios para os participantes, uma melhora na resistência física e preparação de como lidar com a ameaça das quedas.
Para realizar o Programa estão convidados voluntários idosos, a partir de 60 anos, que tenham sofrido queda nos últimos 12 meses. Os participantes serão avaliados de forma individual, antes e depois do período das intervenções. Além disso, durante as 16 semanas do Magic, os voluntários serão assistidos por profissionais para garantirem o seu bem-estar e segurança. A expectativa do Programa é propiciar benefícios para os participantes, além de melhora na resistência física e preparação para lidar com a ameaça de quedas.
Os interessados em participar do Programa devem preencher um formulário online (https://bit.ly/354eMNF) ou entrar em contato com os pesquisadores pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo WhatsApp (16) 99729-9855. Após a manifestação de interesse, basta aguardar o contato da equipe do Programa, que explicará as próximas etapas. Outras informações sobre o Magic e o contato com a equipe também estão disponíveis pelo Facebook (https://bit.ly/3k6udeu) e Instagram (instagram.com/programamagic).

Instituto tem a missão promover a consciência da biodiversidade para estimular a sua conservação e melhorar a qualidade de vida.

 

SÃO CARLOS/SP - O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Hymenoptera Parasitoides (INCT-HYMPAR), na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), tem um novo espaço para pesquisa. O prédio com mais de 300 m² foi projetado pela equipe da Secretaria Geral de Gestão do Espaço Físico (SeGEF) da Universidade, viabilizado pela Pró-Reitoria de Administração (ProAd) e Reitoria da Universidade.

"Nossa equipe esteve engajada, sempre buscou o melhor para a UFSCar e concluímos mais um edifício que vai fortalecer a nossa infraestrutura de pesquisa", afirmou a Reitora da UFSCar, Wanda Hoffmann.

O obra foi viabilizada com recursos da própria Universidade e de órgãos de fomento, como o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). "A gestão da UFSCar não mediu esforços para a viabilização dessa construção. Para nós, da engenharia civil e arquitetura, inaugurar uma obra é sempre um momento muito especial. Inaugurar o edifício INCT-HYMPAR é um desses momentos especiais que eu guardarei na minha memória", afirmou o Secretário-Geral de Gestão do Espaço Físico, José da Costa Marques Neto. 

O novo prédio irá abrigar as atividades de pesquisa, ensino e extensão de grupos de vespas que atuam como parasitoides de outras espécies de artrópodes. "Concretizamos um importante objetivo relacionado aos projetos que vêm sendo desenvolvidos há cerca de 40 anos, quando decidimos pelo estudo da biodiversidade brasileira e escolhemos um grupo de vespas cujas larvas se desenvolvem dentro ou sobre o corpo de outros insetos", contou a Coordenadora do INCT-Hympar, Angélica Maria Penteado Martins Dias, docente do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva (DEBE).

O INCT-HYMPAR é um centro de investigação e gestão da biodiversidade da Região Sudeste. O instituto tem como missão promover uma maior consciência sobre o valor da biodiversidade para estimular a sua conservação e melhorar a qualidade de vida do homem. O trabalho envolve Universidades, empresas, institutos de pesquisa e outras entidades públicas e privadas nacionais e internacionais.

"Esse novo espaço é bastante importante para a continuação das pesquisas que já vêm sendo desenvolvidas nessa área e vêm contribuído enormemente com a ciência brasileira, assim como a UFSCar", destacou o Pró-Reitor de Pesquisa (ProPq), João Batistas Fernandes. 

Para a Coordenadora de Apoio a Parcerias Institucionais, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Fernanda Simões da Veiga, uma vitória para os INCTs. "O cientista é um guerreiro. A Professora Angélica e toda a equipe estão de parabéns. O trabalho do INCT junto com outros grupos é bastante importante. Os INCTs são, hoje, uma realidade vitoriosa".

"Nessa linha de pesquisa já foram formados dezenas de estudantes, em diferentes níveis, desde iniciação científica até o doutorado. Muitos daqueles aqui formados constituem, hoje, outros grupos de pesquisas em diferentes regiões do país, dando, assim, continuidade ao nosso trabalho", concluiu Angélica Maria Penteado Martins Dias.

Parceria reforça atuação nas 102 Unidades de Conservação no estado de SP

 

SÃO CARLOS/SP - No último dia 9 de outubro foi firmado um Protocolo de Intenção entre a Fundação para a Conservação e a Produção Florestal do Estado de São Paulo  - Fundação Florestal (FF) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O documento tem por objeto o estabelecimento de parceria entre a Fundação Florestal e a Universidade voltada ao desenvolvimento de atividades e projetos relacionados às Unidades de Conservação administradas pela Fundação.

O Protocolo engloba todas as Unidades de Conservação geridas pela Fundação Florestal do Estado de São Paulo, que estão divididas em dois grupos. O Grupo de Unidades de Conservação de Proteção Integral conta com 53 unidades: 15 Estações Ecológicas (EE), 34 Parques Estaduais (PE), 2 Monumentos Naturais (MN) e dois Refúgios de Vida Silvestre (RVS). Já o Grupo de Unidades de Conservação de Uso Sustentável possui 49 unidades, abarcando 33 Áreas de Proteção Ambiental (APA), cinco Áreas de Relevante Interesse Ecológico (ARIE), duas Florestas Estaduais (FE), duas Reservas Extrativistas (RESEX) e sete Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS).

Para a execução das atividades e projetos relacionados a essas Unidades, os partícipes deverão estimular, coordenar e programar ações conjuntas, somando e convergindo esforços, mobilizando unidades, agentes e serviços, bem como outras entidades ou iniciativas que manifestarem desejo de atuarem em parceria.
O interesse na cooperação entre essas instituições surgiu do amadurecimento de frutíferos trabalhos fomentados em projetos de pesquisa e de extensão universitária da UFSCar. "Vários desses projetos forneceram subsídios de capacitação à gestão de Unidades de Conservação e à formação de monitores ambientais. O estágio atual desta colaboração demanda a formalização deste Protocolo para facilitar ações e perpetuar os impactos positivos das mesmas", explicou o professor Victor Lopez Richard, do Departamento de Física (DF) da UFSCar, que coordena diversos projetos na Universidade voltados a essas áreas.
Segundo Lopez-Richard, há muitos trabalhos acadêmicos e científicos realizados pela UFSCar em Unidades de Conservação do Estado de São Paulo. "Essa é justamente uma das vocações dessas unidades: promover esse tipo de atividade abrangendo temas que vão da fauna e botânica à geologia, dada a riqueza e complexidade desses sistemas sócio-ecológicos".

Em contrapartida, a UFSCar tem contribuído sistematicamente com a missão da preservação e gestão dessas Unidades participando, por exemplo, na estruturação e implementação de planos de manejo, avaliações de capacidade de suporte, avaliação e manutenção de roteiros, capacitação e treinamento de equipes e monitores ambientais, suportes técnicos e científicos para as comunidades dos entornos, dentre outras várias frentes", complementa o docente.
Além de UFSCar e FF, a celebração do Protocolo permite englobar potencialmente outros atores e interesses em projetos bilaterais futuros. "As parcerias entre a UFSCar e a FF, além da conservação ambiental, devem promover o desenvolvimento sustentável de comunidades. Muitas dessas ações também dependem da comunhão de empenhos interinstitucionais de outras Instituições de Ensino e Pesquisa, entidades da sociedade civil, poder público e empresas cujos esforços para a missão indicada acima poderão ser robustecidos e incentivados".

Acesse o Protocolo de Intenção entre a UFSCar e a Fundação Florestal no link https://bit.ly/351cMWs.

Objetivo é conferir visibilidade à produção nacional e, também, promover a aproximação entre Ciência e públicos diversos

 

SÃO CARLOS/SP - O Laboratório Aberto de Interatividade para a Disseminação do Conhecimento Científico e Tecnológico (LAbI) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) acaba de lançar uma série de vídeos voltada à divulgação de esforços da comunidade científica brasileira em todas as áreas do conhecimento no enfrentamento da pandemia de Covid-19. A série, intitulada "Ciência contra a Covid-19", traz os próprios pesquisadores apresentando o seu trabalho, em episódios de cerca de cinco minutos veiculados semanalmente no site e nas redes sociais do Laboratório (Facebook, Twitter, Instagram e canal no YouTube).

Os três primeiros episódios já estão no ar. Na estreia, Marilaine Colnago, integrante do grupo de pesquisa Viser (Visualization, Image and Smart Energy), vinculado à Universidade Estadual Paulista (Unesp), apresenta a plataforma de visualização de dados sobre a pandemia SP Covid-19 Info Tracker. Aline Sommerhalder, docente no Departamento de Teorias e Práticas Pedagógicas (DTPP) da UFSCar, fala de pesquisa em desenvolvimento sobre o espaço de brincadeiras com crianças de 1 a 10 anos no contexto da pandemia. No episódio mais recente, Luís Felipe Cesar da Rocha Bueno, docente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), fala da Sala Planejada, ferramenta desenvolvida para estimar a distância segura entre pessoas em salas de aula e outros locais.

"As dificuldades na relação entre Ciência e público têm estado no foco, mas o contexto também oferece oportunidade de conferir mais visibilidade à pesquisa desenvolvida no Brasil. Há grupos brasileiros produzindo na fronteira do saber, com resultados relevantes para o enfrentamento da pandemia em termos globais e, também, pesquisadores em diferentes momentos da carreira colocando seus conhecimentos a serviço de medidas desde as mais simples e localizadas até as mais abrangentes, que possam nos apoiar na superação deste momento. A série surge justamente para mostrar a mais pessoas esses esforços e, assim, concretizar os benefícios que os investimentos em Ciência podem trazer", registra Adilson Jesus Aparecido de Oliveira, Coordenador Geral do LAbI e docente do Departamento de Física da UFSCar.

"No contato com pesquisadores para a elaboração dos outros materiais que vimos produzindo desde o início da pandemia, como, por exemplo, o podcast Quarentena, que é diário e exige a realização de várias entrevistas, fomos percebendo uma grande diversidade de atuações e, em muitos casos, a ausência de experiências anteriores de divulgação desse trabalho. Por isso, a série pode ser também uma oportunidade interessante para mais pesquisadores vislumbrarem caminhos para essa comunicação com o público, hoje mais relevante do que nunca", complementa Tárcio Minto Fabrício, pesquisador de pós-doutorado e Coordenador de Conteúdo no Laboratório.

Os vídeos da série "Ciência contra a Covid-19" são gravados pelos próprios pesquisadores e finalizados pela equipe do LAbI. As pessoas interessadas em participar podem entrar em contato pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., para orientações. "Ciência contra a Covid-19" e as demais produções do LAbI no contexto da pandemia têm o apoio do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) fomentado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O material pode ser conferido no site do LAbI, em www.labi.ufscar.br.

Evento visa estimular reflexões acerca dos 50 anos da Universidade e da vida e obra do sociólogo Florestan Fernandes

 

SÃO CARLOS/SP - Nos dias 29 e 30 de outubro, a Unidade Multidisciplinar de Memória e Arquivo Histórico (UMMA), com o apoio do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi), ambos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), realiza o VI Seminário de Política de Informação e Memória: 50 anos da UFSCar e Centenário de Florestan Fernandes. O evento online pretende estimular reflexões acerca da história da Instituição e também da vida e obra do sociólogo Florestan Fernandes, cuja biblioteca particular foi adquirida pela Universidade em 1996.

Ao longo dos dias, serão realizadas três mesas-redondas, que irão rememorar a história das bibliotecas nos quatro campi e a relevância do acervo de Florestan Fernandes para a UFSCar e pesquisadores de todo o mundo, uma vez que o seu pensamento permanece vivo por meio de suas obras. No dia 29 de outubro, das 14 às 16 horas, acontece a primeira mesa, intitulada "Resgatando a história das bibliotecas da UFSCar", que terá a participação das primeiras servidoras das bibliotecas de cada campus da Universidade.

A segunda mesa ocorre no dia 30, das 9 às 11 horas, e abordará "A importância dos arquivos pessoais dentro das instituições públicas". A atividade conta com especialistas da área de arquivos, enfocando especialmente os arquivos pessoais. Por fim, no mesmo dia, das 14 às 16 horas, será a terceira mesa-redonda, com o tema "A relevância do acervo de Florestan Fernandes para a UFSCar", e receberá pesquisadores do Fundo Florestan Fernandes, o jornalista e filho do sociólogo, Florestan Fernandes Júnior, e o ex-reitor da UFSCar e responsável pela vinda do acervo de Florestan para a UFSCar, professor Newton Lima Neto.

As inscrições são gratuitas, abertas a todas as pessoas interessadas e devem ser feitas em https://umma2020.faiufscar.com, onde constam mais informações sobre a iniciativa. O link de transmissão do Seminário também será disponibilizado no site do evento (https://umma2020.faiufscar.com) e enviado por e-mail aos inscritos.

Inscrições para o próximo bloco acontecem entre os dias 19 e 28 de outubro

 

SÃO CARLOS/SP - O Núcleo Ouroboros de Divulgação Científica, um projeto de extensão do Departamento de Química (DQ) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), realiza até dezembro uma série de oficinas teatrais online abertas para as comunidades interna e externa à Universidade. 
"Diante da atual situação da Covid-19, muitas atividades artísticas precisaram ser repensadas para alcançar o público e não deixar a população carente de cultura. Pensando nisso, criamos a modalidade das oficinas a distância, com o objetivo de continuar levando arte, ciência e inclusão, para todos, mesmo em meio a uma pandemia", explica Karina Lupetti, coordenadora da iniciativa.
Para o projeto, foram programados três blocos de atividades, com seis horas cada, e horários de acordo com a idade dos participantes: o grupo 1, de 7 a 12 anos, com aulas às segundas-feiras, das 16 às 18 horas; e o grupo 2, a partir dos 13 anos, com aulas às quartas, das 18 às 20 horas. Para cada grupo, são ofertadas 15 vagas. 
As pessoas interessadas podem escolher entre os dois blocos restantes, já que o primeiro está sendo realizado neste mês de outubro: o bloco 2, com inscrições abertas de 19 a 28 de outubro, e aulas em novembro; e o terceiro bloco, cujas aulas acontecem principalmente em dezembro, com inscrições entre os dias 16 e 25 de novembro. 
Os temas abordados são: "Jogos teatrais em diversos espaços formais e não-formais"; "Teatro e comunicação: Ciência, arte e inclusão em palco"; e "Processo criativo: Como criar seu espetáculo on line?". As oficinas são ministradas por Lupetti, doutora em Química e divulgadora científica; Tiago Botassin, técnico em Artes Dramáticas e educador; e Isabella Rios, licencianda em Química e bolsista do projeto.
A iniciativa tem parceria com o Núcleo de Formação de Professores (NPF) da UFSCar. Mais informações e os links para as inscrições podem ser obtidos neste documento (https://bit.ly/33OvBf2).

Evento tem atividades para todas as idades, de 17 a 23 de outubro

 

SÃO CARLOS/SP - De 17 a 23 de outubro, acontece em todo o Brasil a 17ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, com o tema "Inteligência Artificial: a nova fronteira da Ciência Brasileira". A iniciativa, coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), visa promover a cultura científica junto a públicos variados. A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) preparou uma programação intensa e variada para o período, com ações que vão de palestras e minicursos a oficinas de culinária molecular, compreendendo atividades para pessoas de todas as idades.

Dentre os assuntos que serão abordados nos minicursos, palestras, mesas-redondas e seminários estão, além do tema principal da Semana - a Inteligência Artificial -, a riqueza e o potencial escondido em diferentes biomas brasileiros, como o Cerrado, dentre outros; novos materiais para diferentes aplicações; relações entre Tecnologia e Cultura; Biotecnologia; Genética; e outras áreas do conhecimento.

Na programação também está edição online do tradicional Circo da Ciência, com desafios e outras atividades voltadas para estudantes dos ensinos Fundamental e Médio, organizadas pelos grupos PET (do Programa de Educação Tutorial) das áreas de Química, Física, Matemática e Biologia. O Núcleo Ouroboros de Divulgação Científica promove apresentações teatrais, oficinas, concurso de vídeos e contação de histórias.

A programação completa está disponível no site do evento, em https://snct17.faiufscar.com, onde é possível realizar inscrições nas atividades, até o dia 14 de outubro. A página também traz uma seleção de materiais audiovisuais voltadas à disseminação do conhecimento, como a produção do Laboratório Aberto de Interatividade para a Disseminação do Conhecimento Científico e Tecnológico (LAbI) relacionada à Covid-19; vídeos de divulgação dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) e Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) sediados na UFSCar e matérias produzidas pela TV UFSCar.

A organização da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia na UFSCar é da Pró-Reitoria de Pesquisa (ProPq), com apoio da Fundação de Apoio Institucional ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FAI) e da Secretaria Geral de Relações Internacionais (SRInter) da Universidade. A programação nacional da Semana pode ser consultada em https://snct.mcti.gov.br/.

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