Com 102 participantes e 188 projetos, a mostra transforma o Sesc Sorocaba em um percurso de encontros, saberes e confluências entre arte, território e memória.
SOROCABA/SP - O Sesc Sorocaba recebe, a partir de 27 de fevereiro de 2026, a 4ª edição de Frestas – Trienal de Artes. Com 102 participantes, entre artistas e iniciativas comunitárias do Brasil e do exterior, e 188 obras, incluindo 26 trabalhos comissionados, a mostra transforma o estacionamento G2 da unidade em uma grande galeria e se expande por outros espaços da unidade, além de ocupar pontos da cidade como a Capela João de Camargo, o Clube 28 de Setembro, o Monumento Pelourinho e o Monumento à Mãe Preta, configurando um percurso que articula arte, território e memória urbana.
Sob curadoria de Luciara Ribeiro, Naine Terena e Khadyg Fares, com curadoria assistente de Cadu Gonçalves e Cristina Fernandes e coordenação educativa de Val Chagas, a edição intitulada do caminho um rezo propõe uma escuta sensível ao território sorocabano, adentrando suas tramas históricas, visuais e sociais. Inspirada nas noções de “caminho como rezo”, apresentada pelo professor e artista Tadeu Kaingang, no conceito de “Thaki”, ativo na cosmologia andina e descrito pela socióloga boliviana Silvia Rivera Cusicanqui, e na concepção de “confluência afropindorâmicas”, desenvolvida pelo pensador quilombola Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo), a mostra entende o ato de caminhar como gesto político, espiritual, de afirmação, construção e projeção de conhecimento.
Essas referências orientam uma reconexão com práticas culturais, educacionais e de memória que articulam corpo, território e vida social. “Para o Sesc, a 4ª edição de Frestas é um convite a ensaiar novos passos com a comunidade, reconhecendo no coletivo o potencial de partilha e de criação de mundo. A Trienal reafirma a arte como espaço de encontro, escuta e construção de sentidos em diálogo com os territórios e com as pessoas que os habitam”, afirma Luiz Galina, Diretor Regional do Sesc São Paulo.
A curadoria propôs a formação de dois conselhos como instâncias consultivas da Trienal, o Conselho Territorial e o Conselho Conexões. O Conselho Territorial contribuiu para o enraizamento da mostra em Sorocaba, aproximando iniciativas locais e ampliando a leitura das dinâmicas sociais, simbólicas e comunitárias do território. Entre seus integrantes esteve Ademir Barros dos Santos (em memória), referência sorocabana na valorização das histórias e culturas africanas e afro-brasileiras, cuja atuação marcou de forma decisiva o grupo. Já o Conselho de Conexões voltou-se à ampliação dos horizontes conceituais da mostra, expandindo o diálogo para além do contexto local e articulando perspectivas diversas sobre arte, coletividade e modos de habitar o mundo.
Esse conjunto de referências encontra forma nas obras e processos desenvolvidos pelos 102 artistas e coletivos que operam a partir de experiências negras, indígenas, periféricas e dissidentes, tensionando estruturas de poder e imaginários históricos. Entre as representações internacionais, a artista palestina Emily Jacir, cuja prática investiga deslocamento, ocupação e apagamento histórico, exibe o filme Letter to a Friend (2019), construído como correspondência audiovisual que articula memória pessoal e conflito geopolítico em Belém (Palestina). Integrante do povo Waanyi, na Austrália, Gordon Hookey apresenta Murriland! 2 (2021), obra que reconta a história de Queensland sob perspectiva indígena, combinando símbolos e cartografias para confrontar narrativas coloniais oficiais. Destaque também para Richard Long, nome central da land art britânica, cuja prática se constrói a partir de rastros e registros de deslocamentos realizados pelo ato de caminhar. Na mostra, o artista apresenta A linha feita pelo caminhar [Line made by walking] (1967), sua obra inaugural e mais emblemática: a fotografia de uma linha reta traçada no gramado pelo gesto repetido de percorrer o mesmo trajeto.
No eixo em que corpo e território se entrelaçam como espaço de afirmação e disputa, a Plataforma Demonstra apresenta um conjunto de obras que afirmam a presença de artistas def — pessoas com deficiência — no campo das artes visuais, recusando o regime espetacular da exibição e propondo um espaço de convivência e acessibilidade poética. Em diálogo com esse campo de disputas, Ah, se eu fosse Marilyn! (2010), do artista baiano Edu O., questiona os padrões que definem quais corpos podem ocupar o espaço público, afirmando a corporeidade como presença crítica que expõe e desestabiliza normas de beleza, autonomia e pertencimento.
Já no campo das práticas ligadas à agroecologia e aos saberes tradicionais, a CAIANAS - Coletivo Ambientalista Indígena de Ação para Natureza Agroecologia e Sustentabilidade articula a preservação de sementes, nascentes e sistemas agrícolas como gesto artístico e político de cuidado com a terra. A partir da região Norte do Brasil, o Projeto Carpinteiros da Amazônia reúne mestres carpinteiros de comunidades ribeirinhas e quilombolas do Pará, afirmando a carpintaria tradicional como conhecimento ancestral. Em Frestas, o projeto ativa saberes da carpintaria amazônica por meio de demonstrações e conversas públicas, afirmando o trançado, o gesto construtivo e a transmissão oral como expressões de uma arquitetura ancestral ribeirinha.
A dimensão espiritual atravessa a Trienal em trabalhos que conectam fé, cidade e ancestralidade. Entre os destaques da mostra, Deus tá vendo (2025), do paulistano No Martins, instala na ponte estaiada da unidade uma cruz com a frase “Deus tá vendo”, propondo uma reflexão sobre imaginários religiosos e mecanismos de controle social. Já em Sete cantos para pai João de Camargo (2026), do também paulistano Moisés Patrício, a instalação realizada em parceria com o Sesc Sorocaba e a Capela Senhor do Bonfim João de Camargo articula experiência estética e espiritual em diálogo com esse espaço vivo da religiosidade negra sorocabana. A partir do legado de pai João de Camargo, o artista constrói uma obra sensorial, performática e devocional que entrelaça trajetória pessoal, reverência e permanência da ancestralidade negra.
Sorocaba e sua região deixam de ser apenas cenário para se tornarem matéria viva da exposição, a partir de um trabalho curatorial que envolveu pesquisa, escuta e aproximação com artistas, coletivos e movimentos do território. Iniciativas como a instalação CHAVOSOS® — A Barbearia Temporária (2026), da plataforma sorocabana CHAVOSOS®, transforma o espaço expositivo em uma barbearia em funcionamento, afirmando a autoestima e o protagonismo da juventude negra e periférica por meio de um registro vivo de suas estéticas de moda e beleza. Artistas como Deka Costa, Flávia Aguilera, Lucia Maria de Oliveira e Denise de Oliveira mobilizam grafite, memória operária, ancestralidade negra e experiências rurais para inscrever no espaço expositivo narrativas que brotam do interior paulista.
Inserido pela curadoria na lista de artistas da Trienal, o Rio Sorocaba atravessa a 4ª edição de Frestas como corpo vivo de memória, território e disputa. Essa dimensão emerge na obra coletiva Memórias do Rio: ecos de resistência (2026), que reúne os participantes Discórdia, Étore Piqueira, FLAMAS – Fórum da Luta Antimanicomial de Sorocaba e Margarida Libre, articulando violências históricas da cidade à atual ameaça de destruição da margem direita do rio.
A relação sensorial e biográfica com o curso d’água aparece em O rio que rasga a minha cidade, do artista sorocabano Julio Veredas, que propõe um mergulho simbólico nas águas do Sorocaba entre memória afetiva e crítica à degradação ambiental, e em Dança um rio onde eu nasci (2026), do artista da dança e performer Douglas Emilio, construída a partir de sua escuta do rio em Votorantim, cidade vizinha à Sorocaba, evocando suas memórias de infância.
Programa Público
Sendarias é o programa público da 4ª edição de Frestas – Trienal de Artes. Em diálogo com o projeto curatorial, o nome propõe um jogo com a palavra “sendas”, evocando caminhos e atalhos, e se desdobra em uma série de ações que expandem a mostra para o campo da convivência, da escuta e da formação. Iniciado em agosto de 2025, o programa se desenvolve ao longo da Trienal por meio de conversas públicas, oficinas-vivência, performances e ativações. Foram realizados encontros com Silvia Rivera Cusicanqui, Tadeu Kaingang e Joana Maria, pensadores de referência desta edição. No dia 26 de fevereiro, das 20h às 22h, o Teatro do Sesc Sorocaba recebe o bate-papo Sendarias: Conversa com os Conselhos Territorial e Conexões, que compartilha com o público os processos de escuta e articulação que envolveram o território de Sorocaba e as redes ampliadas da Trienal. A atividade é gratuita, com retirada de ingressos uma hora antes.
Acessibilidade
O projeto de Acessibilidade e Inclusão integra a concepção da mostra desde a expografia e entende a acessibilidade como experiência expandida à coletividade, afirmando o território expositivo como espaço de encontro entre diferentes corpos, percepções e formas de presença. Entre os recursos disponíveis estão o mapa sensorial e a narrativa visual do trajeto expositivo, que organizam o espaço de forma clara e previsível; o videoguia em Libras, acessado por QR Codes junto às obras e também em modo offline; a audiodescrição acionada por tecnologia de proximidade (NFC), que permite escuta autônoma durante o percurso; além de comunicação alternativa e iconográfica, maquetes de orientação espacial e sinalizações acessíveis. O projeto também prevê experiências táteis em obras e instalações selecionadas, visitas guiadas em Libras, formação continuada das equipes de acolhimento e educativo e ações de articulação com o território, aproximando pessoas com deficiência e seus coletivos da programação da Trienal.
Participam desta edição:
Acervo Nêgo Bispo; Adriano Jordão de Souza; Ahmad Jarrah; Allan Yzumizawa; Aluizio de Azevedo; André Felipe Cardoso; Asmahen Jaloul; CAIANAS - Coletivo Ambientalista Indígena de Ação para Natureza, Agroecologia e Sustentabilidade; Capela João de Camargo; Caranguejo Tabaiares Resiste; Carolina Cordeiro; Carpinteiros da Amazônia; Cartografia Negra; CasAvoa - Museu Comunitário l arth3mis e Talles Azigon; CHAVOSOS®; Colectiva Ch'ixi; Daiara Tukano; Daniel Moraes; Deka Costa; Dencity l Weareallchemicals; Denilson Baniwa; Denis Moreira; Denise de Oliveira Teófilo; Discórdia; Douglas Emilio; Edu O.; Emily Jacir; Étore Piqueira; Família Marciano's Sound; Fernando Velázquez; FLAMAS - Fórum da Luta AntiManicomial de Sorocaba; Flávia Aguilera; Francisco Huichaqueo; Gervane de Paula; Gordon Hookey; Guá Arquitetura; Guilherme Bretas; Gustavo Caboco; Gustavo Leite (Ghum); House of Avalanx; IBEAC - Biblioteca Comunitária Caminhos da Leitura l Bel Santos Mayer e Val Rocha; Instituto Práticas Desobedientes; Irmandade de Nossa Senhora Rosário dos Homens Pretos de Sorocaba; Irmandade de São Benedito de Itu; Isabel Mendes da Cunha; Jacinta Francisca Xavier; José Alves de Olinda; Júlio Veredas; Keywa Henri; Lucas Soares; Lucia Maria de Oliveira; Luciana Lamothe; Lucilene Wapixana; Márcia Mura e a Muhuraida; Margarida Libre; Margarida Pereira Chaves; Maria Assunção Ribeiro; Maurina Pereira dos Santos (Teca); Mestre Guaraná; Miguela Moura; Moisés Patrício; MOVHIT PE - Movimento Independente de Homens Trans e Transmasculinidades de Pernambuco; Nhô Caboclo; No Martins; Novíssimo Edgar; Ocupação Dandara; Original Bomber Crew; Pastoras do Rosário; Paula Sampaio; Pedro Street; Pérola Santos; Placidina Fernandes do Nascimento; Plataforma Demonstra l Bruno Vital; Plataforma Demonstra l Jeff Barbato; Plataforma Demonstra l João Paulo Racy; Plataforma Demonstra l Lari Ferreira; Plataforma Demonstra l Lua Kixelô Cavalcante; Plataforma Demonstra l Nara Rosetto; Projeto Motoca na Praça | Livia Guimarães Arruda; Puma Camillê; Quilombo do Cafundó; Quilombo do Caxambú l Cintia Delgado; Rede de Sementes do Vale do Ribeira; Regina Pereira; Richard Long; Rio Sorocaba; Rita Gomes Ferreira; Rodrigo Lahoud; Roseane Cadete; Samba de Roda da Serrinha l Mestre Goyano e Mestra Antônia; Sidney Amaral; Silvania de Deus; SLAM015; Sociedade Cultural e Beneficente 28 de Setembro l Márcio Brown; Terra Indígena Guyra Pepo; Tiriri Rayo; Tomoo Handa; Tor Teixeira; Zefa; Zezinho Lima.
SERVIÇO
Frestas – Trienal de Artes 2026
Abertura: 27 de fevereiro de 2026
Período expositivo: De 28 de fevereiro a 16 de agosto de 2026
Terças a sextas, 9h às 21h30. Sábados, 10h às 20h. Domingos e feriados, 10h às 18h30. Exceto dia 3/4.
Diversos Espaços (Unidade) e Espaços Externos. Grátis.
Livre - Autoclassificação.
(Diversos espaços da unidade - Estacionamento G2, Espaço de Exposições, Espaço de Exposições 1º andar, Anfiteatro e Ponte - e espaços externos - Capela João de Camargo e Sociedade Cultural e Beneficente 28 de Setembro).
SÃO CARLOS/SP - Em fevereiro, o Carnaval ocupa as unidades do Sesc São Paulo com atividades que celebram a cultura e a diversidade brasileira sob uma perspectiva educativa, inclusiva e artística. Cortejos, shows, oficinas de confecção de adereços e vivências gratuitas, compõem a agenda voltada a pessoas de todas as idades, que podem vivenciar os dias de folia nas unidades do Sesc na capital, litoral e interior com opções até para os menos festeiros.
No Sesc São Carlos, entre os dias 14 e 17, acontece o Carnabrincando, com muitas atividades lúdicas, oficinas criativas e apresentações musicais. Todos os dias, das 14h às 16h, quem anima o ambiente é o DJ Fulô, enquanto é possível participar de oficinas de criação de maquiagens, penteados e acessórios de cabeça carnavalescos. A partir das 16h, intervenções musicais com marchinhas e canções infantis recriadas com os ritmos de carnaval convidam a todos a cair na folia.
Além disso, para trazer movimento, cor e diversão ao carnaval, o espaço Carnamalabarizando apresenta aos foliões as diferentes modalidades circenses, como tecido acrobático, trapézio, lira, slackline, cilindro de equilíbrio e malabares.
Para quem prefere uma programação menos carnavalesca, nas quadras do Sesc São Carlos acontecem atividades esportivas, com jogos e brincadeiras para toda a família. No teatro, nos dias 15, 16 e 17, às 16h, exibições de cinema trazem grandes sucessos como Rambo, Stallone Cobra e Falcão, no Especial Sylvester Stallone.
Programação completa
Carnabrincando
Com atividades lúdicas, oficinas criativas e apresentações musicais voltadas ao público infantil, o Sesc convida todo mundo a cantar, dançar, criar e se divertir junto. Um carnaval colorido, acolhedor e participativo, onde a brincadeira é o centro da festa, com alegria garantida!
Intervenção musical
DJ Fulô
DJ e produtor musical, Fulô traduz a força das periferias brasileiras em sets cheios de energia e identidade. Já dividiu palco com Djonga, Tasha e Tracie e Racionais MC's, levando ao público uma experiência marcada por ritmo e resistência. Seu trabalho também ganhou dimensão internacional, conectando-se com artistas de Londres, Paris, Porto, Moçambique e Barcelona, projetando o som da cultura brasileira para o mundo.
De 14 a 17/2. Sábado a terça, a partir das 14h.
Galpão. Grátis. Lugares limitados.
Livre - Autoclassificação
Bloco da Caverna
O show é a combinação de tradicionais marchinhas carnavalescas, samba-reggae e músicas pop em ritmo de marchinhas de artistas como Tim Maia, Jorge Ben, Michael Jackson, As Frenéticas, Tribalistas e James Brown.
Dia 14/2. Sábado, 16h.
Galpão. Grátis. Lugares limitados
Livre - Autoclassificação
Bloquinho dos Bichos
Com a Casa do Ritmo
Um passeio nas paisagens sonoras das florestas.
Os animais brincam com sons de pergunta e resposta, em melodias que se completam com harmonia. Passarinhos, grilos, macacos, onças: quais sons são graves? Quais são agudos? Vamos brincar de descobrir paisagens sonoras com os sons da natureza.
Dia 15/2. Domingo, 16h.
Galpão. Grátis. Lugares limitados.
Livre - Autoclassificação
Carnavais do Brasil para crianças
Com Cantinho do Joe
Ao som dos ritmos que embalam os carnavais do Brasil, o show apresenta canções do universo infantil recriadas com a riqueza rítmica e as cores da nossa identidade brasileira.
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Voz e percussão: Joe Brasil
Contrabaixo e backing vocal: Danilo Vicente
Violão, cavaco e backing vocal: Guto Ribeiro
Voz e flauta: Fernanda Cunha
Bateria: Mauricio Schiavi
Idealização, concepção e produção: Joe Brasil
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Dia 16/2. Segunda, 16h.
Galpão. Grátis. Lugares limitados
Livre - Autoclassificação
Fanfarrinha ZaPina
Uma fanfarra de música instrumental só para crianças.
A palhaça Mirta Zapina rege seis músicos com uma coletânea de músicas do nosso repertório infantil e popular.
Dia 17/2. Terça, 16h.
Galpão. Grátis. Lugares limitados.
Livre - Autoclassificação
Acessibilidade em Libras
Vivências e oficinas
Vivência de circo
Carnamalabarizando
Com Trupe No Clima do Riso
Para trazer movimento, cor e diversão ao carnaval, um espaço que apresenta aos foliões as diferentes modalidades circenses, como tecido acrobático, trapézio, lira, slackline, cilindro de equilíbrio e malabares.
Convivência interna. Grátis. Inscrições no local e horário da atividade. Lugares limitados.
De 14 a 17/2. Sábado a terça, 10h às 12h e 14h às 18h.
Todas as idades
Vivência
Tarde lúdica - Jogos e brincadeiras
Com educadores físico-esportivos
Espaço de recreação esportiva com jogos, brincadeiras entre outras atividades lúdicas para toda a família. Um ambiente de convivência para todas as idades, promovendo prática espontânea, integração e diversão.
De 14 a 17/2. Sábado a terça, 14h às 18h.
Quadra externa. Grátis. Inscrições no local e horário da atividade. Lugares limitados.
Todas as idades.
Oficina
Avôa pro salão!
Com Bianca Habib
Um ateliê que nos convida a pensar como pássaros e outros animais nativos vivenciam a cidade, por meio de postais com colagens e carimbos. Nesta versão carnavalesca, os cartões criados são afixados em tiaras especiais para carregar os bilhetes dos bichos pela festa no salão.
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Bianca Habib é artista e urbanista, educadora e mãe. Mora em São Carlos, no interior de São Paulo e é habitante do mundo. Em seu ateliê, recorta e costura ideias em projetos que sobem pelos muros e não cabem numa etiqueta. @biancahabib_atelie
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Dia 14/2. Sábado, 14h às 16h.
Galpão. Grátis. Inscrições no local e horário da atividade. Lugares limitados.
A partir de 6 anos
Oficina
Cabelo Carnavalesco - vem se montar: tranças e adereços
Com Passarim Produções
Neste espaço criativo, as crianças poderão explorar a arte das tranças e dos adereços para enfeitar e dar vida ao visual, trazendo um toque único ao carnaval.
Dia 14/2. Sábado, 14h às 16h.
Galpão. Grátis. Inscrições no local e horário da atividade. Lugares limitados.
Para crianças até 12 anos
Oficina
Bicharada: estamparia de bandanas
Com Bianca Habib
Bandanas são peças vestíveis versáteis que podem colorir uma cabeça, um pescoço, uma mochila ou o que se quiser. Neste ateliê, a artista traz pro jogo seus desenhos e palavras para povoarem bandanas com a técnica de estamparia com carimbos. Carnaval é época de multidão e entre muitos seres em festa estão também os pássaros, gambás, tatus e quatis.
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Bianca Habib é artista e urbanista, educadora e mãe. Mora em São Carlos, no interior de São Paulo e é habitante do mundo. Em seu ateliê, recorta e costura ideias em projetos que sobem pelos muros e não cabem numa etiqueta. @biancahabib_atelie
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Dia 15/2. Domingo, 14h às 16h.
Galpão. Grátis. Inscrições no local e horário da atividade. Lugares limitados.
A partir de 6 anos
Oficina
Crie sua maquiagem carnavalesca
Com Passarim Produções
Oficina sustentável de maquiagem carnavalesca com glitter ecológico e tinta atóxica.
Dia 15/2. Domingo, 14h às 16h.
Galpão. Grátis. Inscrições no local e horário da atividade. Lugares limitados
Para crianças até 12 anos
Vivência
Bloquinho do Brincar - 0 a 3 anos
Com Mylene Corcci, Maíra Miller e Vini Florido
Cortejo sensorial para bebês com estações onde serão propostas atividades que despertam sensações e movimentos. Crianças devem estar acompanhadas por um adulto de referência.
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Mylene Corcci é atriz DRT 41.446/SP e pesquisadora da Dança. Graduanda em Educação Física pela UFSCar, formada pesquisadora pela Mucíná - Aquela que Dança Campinas/SP. Atua como professora em diferentes espaços culturais, fomentando públicos em geral à prática corporal e artística.
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Maíra Miller Ferrari é arte-educadora, trabalha com dança contemporânea e Capoeira Angola. Formada no Processo Didático e Criativo da Técnica Klauss Vianna - Salão do Movimento Campinas/SP. Há mais de dez anos atua com crianças e adolescentes. Seu trabalho parte do princípio de que a dimensão da sensibilidade é uma das mais importantes no debate da questão socioambiental.
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Vini Florido, São Carlos, São Paulo (1996). Performer, arte-educadore, formade em Artes da Cena pela Universidade de São Paulo. Realiza suas criações artísticas e pedagógicas entre as linguagens da dança e da performance tendo o espaço urbano como seu local de investigação e dialogando com as memórias e narrativas do público que ali habita.
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Dias 16 e 17/2. Segunda e terça, 10h30 às 12h.
Sala de atividades corporais. Grátis. Inscrições no local e horário da atividade. Lugares limitados.
Para crianças e bebês até 3 anos
Oficina
Carna-Estampe
Com Coletivo Unsquepensa
Em um ateliê dinâmico, participantes criam composições livres com carimbos de frases e imagens festivas, celebrando a alegria e a experiência coletiva da folia na criação de um saquinho porta trecos personalizado.
Dia 16/2. Segunda, 14h às 16h.
Galpão. Grátis. Inscrições no local e horário da atividade. Lugares limitados.
Para crianças até 12 anos
Oficina
Máscara de papel
Com Ateliê Moitará
Criação de máscaras confeccionadas com papel kraft (saco de pão), recortadas livremente ou a partir de moldes disponibilizados. A pessoa participante é convidada a explorar texturas, cores e combinações naturais, decorando sua máscara com tecidos, flores, penas, papéis coloridos e bioglitter.
Dia 16/2. Segunda, 14h às 16h.
Galpão. Grátis. Inscrições no local e horário da atividade. Lugares limitados.
Todas as idades
Oficina
Fantasia na Cabeça
Com Coletivo Unsquepensa
Nessa oficina de criação de adereços de cabeça, com ajuda dos artistas do Unsquepensa, cada pessoa pode imaginar e criar com materiais variados um modo de expressar sua fantasia de carnaval - mas usando somente um acessório na cabeça.
Dia 17/2. Terça, 14h às 16h.
Galpão. Grátis. Inscrições no local e horário da atividade. Lugares limitados.
Para crianças até 12 anos
Oficina
Tatuagem Natural
Com Ateliê Moitará
Com tintas naturais feitas de beterraba, cúrcuma, açafrão e argilas, e stencils inspirados em folhas, flores e biomas brasileiros, as pessoas participantes experimentam tatuar a pele de forma efêmera e poética.
Dia 17/2. Terça, 14h às 16h.
Galpão. Grátis. Inscrições no local e horário da atividade. Lugares limitados.
Todas as idades
Especial Sylvester Stallone
No Carnaval, o Sesc São Carlos apresenta uma maratona imperdível com Sylvester Stallone. Prepare-se para reencontrar heróis lendários, lutas intensas e muita ação em clássicos que marcaram gerações. Adrenalina, emoção e força de vontade te esperam na telona!
Exibição
Rambo - Programado para matar
EUA, 1982. Cor. Dir.: Ted Kotcheff. Ação/Drama. 97 min.
Rambo, um veterano da Guerra do Vietnã, após ser injustamente preso pelo xerife Will Teasle em uma pequena cidade, foge e inicia uma luta sangrenta contra a autoridade local. No processo, ele não apenas confronta Teasle, mas enfrenta toda a cidade, provocando pânico e destruição enquanto tenta escapar de uma armadilha mortal.
Dia 15/2. Domingo, 16h.
Teatro. Grátis. Ingressos 1h antes na Loja Sesc. Lugares limitados.
Não recomendado para menores de 14 anos - Classificada oficialmente pelo Ministério da Justiça.
Exibição
Stallone Cobra
EUA, 1986. Cor. Dir.: George Pan Cosmatos. Ação. 87 min.
O policial Marion Cobretti, conhecido como Cobra, é indicado para as missões de alto risco
ou impossíveis. Enquanto a criminalidade cresce desenfreada nos Estados Unidos, Cobra é visto como a única cura para combater o crime urbano, por seu modelo de trabalho ser tão violento quanto. Quando um grupo começa a cometer atrocidades, ele se empenha ao máximo para detê-los e proteger uma testemunha importante.
Dia 16/2. Segunda, 16h.
Teatro. Grátis. Ingressos 1h antes na Loja Sesc. Lugares limitados.
Não recomendado para menores de 16 anos - Classificada oficialmente pelo Ministério da Justiça.
Exibição
Falcão - o campeão dos campeões
EUA, 1987. Cor. Dir.: Menahem Golan. Ação/Drama/Família. 93 min.
Quando descobre que sua ex-mulher sofre de uma doença incurável, Lincoln Hawk, caminhoneiro e ex-lutador, tenta reconquistar o amor do filho do casal, educado em um colégio militar e fortemente influenciado pelo avô materno. Para poder ficar com a guarda do filho ele participará de um campeonato mundial de queda de braço para ganhar dinheiro suficiente para criá-lo.
Dia 17/2. Terça, 16h.
Teatro. Grátis. Ingressos 1h antes na Loja Sesc. Lugares limitados.
Livre - Autoclassificação
SÃO CARLOS/SP - No dia 31 de janeiro, no ginásio de eventos do Sesc São Carlos, o público terá a oportunidade de conhecer mais sobre as atletas brasileiras de Judô, Bia Souza e Alana Maldonado, medalhistas de ouro nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, em um bate-papo seguido de vivência.
Alana Maldonado é uma judoca paralímpica brasileira, referência no judô para deficientes visuais. Conquistou grandes resultados, como medalha de prata nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 tornando-se campeã paralímpica e medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024.
Beatriz Souza é judoca campeã olímpica brasileira em Paris e bronze por equipe, entre diversos outros títulos como jogos pan-americanos e campeonatos mundiais.
Referências dentro da modalidade, as duas são pioneiras: Bia foi a primeira atleta brasileira a conquistar ouro olímpico em sua estreia nos Jogos e Alana foi a primeira mulher brasileira do judô a conquistar a medalha de ouro em uma edição dos Jogos Paralímpicos.
Serviço
JUDÔ - Bate-papo e vivência
Com Bia Souza e Alana Maldonado
Data: 31 de janeiro. Sábado, 14h às 16h.
Grátis. Acesso livre. Lugares limitados. Todas as idades.
Inscrição para a vivência no local e horário da atividade.
Local: Ginásio de Eventos do Sesc São Carlos
Av. Comendador Alfredo Maffei, 700 – Jd. Gibertoni
SÃO CARLOS/SP - De 13 a 17 de janeiro, no projeto Sesc Verão, o público terá a oportunidade de conhecer mais sobre o boxe, por meio de aulas abertas, vivências e apresentações esportivas com atletas olímpicos e profissionais da modalidade, em um ringue oficial montado para receber as atividades.
Durante a semana, acontecem as aulas abertas ministradas por Leonardo Macedo, ex-treinador da seleção brasileira nos últimos dois ciclos olímpicos (Tokyo e Paris), considerada uma das gerações mais vitoriosas do boxe brasileiro.
No sábado, as atletas da seleção brasileira de Boxe, Jucielen Romeu e Rebeca Lima, juntamente com Leonardo Macedo participam de bate-papo e vivência na modalidade.
Jucielen Romeu é atleta formada em projetos sociais e alcançou o mundo como atleta olímpica, disputando os Jogos de Tokyo e Paris, além do título de campeã Panamericana. Rebeca Lima, iniciou sua trajetória no boxe no projeto social Luta Pela Paz e se destacou na modalidade desde as categorias de base, coroando sua carreira com o título mundial na categoria até 60 kilos.
Ainda no sábado, sobem ao ringue 8 atletas, acompanhados de 4 treinadores profissionais nos respectivos córners para uma sequência de lutas.
Sobre o boxe
O boxe é uma forma de combate corpo-a-corpo desarmado em que um atleta tenta acertar socos na cabeça ou no corpo (acima da altura da cintura) do oponente para marcar pontos - conforme decidido pelos juízes - ou tornar o oponente incapaz de continuar. Atualmente, existe o boxe profissional disputado em 12 rounds para o masculino e 10 rounds para o feminino e o boxe olímpico, disputado em três rounds.
História
O boxe é um dos esportes mais antigos do mundo. As primeiras manifestações esportivas foram registradas por volta de 3000 a.C no Egito e séculos depois se popularizaram na Grécia. A primeira aparição do boxe nos Jogos Olímpicos foi em 668 a.C, na 23ª edição da Era Antiga. O atual formato do boxe só foi estabelecido no final do século 19, quando as primeiras competições amadoras aconteceram, na Inglaterra. Conhecido como “a nobre arte”, o boxe foi integrado ao Programa Olímpico dos Jogos da Era Moderna em Saint Louis 1904, somente para homens. A competição feminina passou ser disputada somente a partir de Londres 2012.
Desempenho Brasileiro
O Brasil é uma das grandes potências do boxe. São vários os nomes que fizeram história, tanto nos Jogos Olímpicos, como no profissional. A lista de campeões mundiais conta com boxeadores inesquecíveis, como Eder Jofre, Acelino "Popó" Freitas, Miguel de Oliveira, entre vários outros. Nos Jogos Olímpicos, a primeira medalha de ouro veio na Rio 2016, com Robson Conceição. Mesmo assim, o país tem um histórico repleto de presenças no pódio, sobretudo a partir de Londres 2012.
Serviço
BOXE – Aula aberta
Com Leonardo Macedo, ex-treinador da seleção brasileira de boxe
Data: 13 a 16/1. Terça a sexta, 19h às 20h.
Inscrição no local e horário da atividade. Não sequencial
BOXE - Bate-papo e vivência
Com Jucielen Romeu, Rebeca Lima e Leonardo Macedo
Data: 17 de janeiro. Sábado, 14h às 16h.
LUTAS DE BOXE – Apresentação esportiva
Data: 17 de janeiro. Sábado, 16h.
Grátis. Acesso livre. Lugares limitados. Todas as idades.
Local: Ginásio de Eventos do Sesc São Carlos
Av. Comendador Alfredo Maffei, 700 – Jd. Gibertoni
SÃO CARLOS/SP - Fabio José Rodrigues Lopes assumiu a gerência do Sesc São Carlos no dia 1º de janeiro de 2026. Nascido em São Carlos, ele retorna com o desafio de dar continuidade ao trabalho desenvolvido pela instituição junto ao público comerciário e à comunidade em geral da cidade e região.
Sociólogo formado pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), iniciou sua trajetória profissional na unidade do Sesc São Carlos, em setembro de 1997, na área de programação cultural, atuando também no Sesc Araraquara.
Entre 2005 e 2014 ocupou a função de gerente adjunto nas unidades de Piracicaba e São Carlos. Assumiu a gerência do Sesc Piracicaba em 2015 onde esteve até dezembro de 2025.
Fabio assume o cargo anteriormente ocupado por Vilma de Marchi, que se aposenta após 28 anos de trabalho na instituição.
SÃO PAULO/SP - A 31ª edição do Sesc Verão reúne mais de 1,1 mil atividades sob o lema de Esporte é Movimento começou, no sábado (3), em todo o estado de São Paulo. Até meados de fevereiro, crianças, jovens e adultos poderão participar de jogos, treinos, oficinas e vivências de modalidades esportivas já consolidadas e outras menos conhecidas, como o touch tênis, o raquethlon, o pickleball, flag football, o lacrosse, bastante praticado entre indígenas da América do Norte, o ciclismo BMX e a escalada Boulder, praticada com deslocamentos horizontais, em vez de verticais, e com pequenas formações rochosas ou em paredes artificiais.
Extramuros em relação às 43 unidades do Sesc SP, a programação ocorre em locais abertos ao público que vai além da rede de usuários credenciados. O megaevento visa assegurar fruição ao maior número de pessoas possível, abrangendo encontros com atletas olímpicos e paralímpicos.
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Sesc Verão: Gabriel Geraldo dos Santos, mais conhecido como Gabrielzinho, atleta paralímpico recordista mundial na prova dos 50m borboleta classe S2, é dos participantes do evento- Marcello Zambrana/CPB/Direitos Reservados
Ao lado do Vale do Anhangabaú e da Praça da Sé, endereços que geralmente funcionam como espaços de difusão das artes agora ganham mais uma finalidade, com a iniciativa. No Theatro Municipal, o nadador paralímpico Gabriel Geraldo dos Santos Araújo, mais conhecido como Gabrielzinho, compartilhará, na próxima quinta-feira (8), sua rotina de treinamentos, aprimoramento de técnicas e sua trajetória até a profissionalização, abordando princípios como a acessibilidade no esporte. Nascido com focomelia, condição de malformação de braços e pernas, o mineiro teve seu primeiro contato com a natação ainda na escola, incentivado por um professor de educação física, e já conquistou cinco medalhas de ouro e uma de prata nos Jogos Paralímpicos.
Entre os dias 13 e 17 de janeiro, o Museu Catavento, de ciências e tecnologia, também muda um pouco de feições, trocando o mundo da física dos planetas pelo das armas. Nesse período, a instituição museal recebe visitantes que queiram conhecer mais de perto a esgrima, esporte olímpico em que os oponentes se enfrentam com uma espada, um florete ou um sabre. Embora a modalidade tenha sido incorporada ao cotidiano militar e transformada em esporte nos séculos 14 ou 15, na Alemanha e na Itália, lutas semelhantes já eram registradas na África, mais especificamente, no Egito Antigo, muito antes, em 1190 a.C.
Na lista de esportistas que representam ou representaram o Brasil nos Jogos Paralímpicos, estão Petrúcio Ferreira e Verônica Hipólito (atletismo paralímpico); Amorinha, Felipe Nunes e Ítalo Romano e Ceguinho SK8 (skate paralímpico); Alana Maldonado (judô paralímpico); Gabrielzinho e Maria Carolina Santiago (natação paralímpica); Bruna Alexandre, Danielle Rauen e Jennyfer Parinos, Marliane Santos e Cadu Moraes (tênis de mesa paralímpico); e Maurício Pomme (tênis paralímpico). Os paulistas também poderão aproveitar para saber mais sobre a história de atletas profissionais de categorias não tão comuns, como arremesso de peso paralímpico e o salto em distância paralímpico, esportes de Beth Gomes e Silvânia Costa, respectivamente.
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Beth Gomes, atleta paralímpica, estará presente no Sesc Verão - Douglas Magno/CPB/Direitos Reservados
Natural de Santos, Beth Gomes tem uma biografia singular, marcada pela firmeza. Ela jogava vôlei em 1993, quando foi diagnosticada com esclerose múltipla, doença sem cura que faz com que o sistema imunológico danifique a mielina, camada cuja função é proteger os neurônios, e possa ocasionar, pelas falhas na comunicação entre o cérebro e o restante do corpo, sintomas como fadiga intensa, alterações visuais, perda de força, dificuldades motoras, formigamento, e problemas de equilíbrio e memória. Beth migrou para o basquete em cadeira de rodas e, posteriormente, para o atletismo, a partir do lançamento de disco, destacando-se, hoje, como recordista mundial.
Em 25 de janeiro, domingo de aniversário da capital paulista, das 8h às 18h, a Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica estará reunida no vão do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp). Na mesma data, no Sesc Pinheiros, os atletas da ginástica artística Lorrane Oliveira e Ângelo Assumpção contarão seu percurso e farão uma apresentação.
Ainda no universo da ginástica, os Sesc Vila Mariana e Belenzinho prepararam duas atrações ao público, que serão realizadas entre os dias 9 e 11 de janeiro. Com o espetáculo Multiverso da Ginástica, o Sesc Vila Mariana evidencia os cruzamentos entre a dança, o circo, a performance e a acrobacia, enquanto a unidade da zona leste aprofunda o olhar sobre o passado, colocando em pauta a prevalência do gênero feminino nesse tipo de esporte e as implicações desse recorte.
Mulheres e meninas de todas as idades interessadas em skate encontrarão um lugar reservado no Sesc Itaquera, na tarde do dia 11 de janeiro. Na atividade Best Trick - Skate Pra Elas, dominam a pista para celebrar seu protagonismo, na companhia de Luciana Tozo, do coletivo 2ª das Minas, e da skatista Pipa Souza, cofundadora da revista Into The Mirror, concebida em 2022 para tratar da cena do skate feminino no país e na gringa.
AGÊNCIA BRASIL
SÃO CARLOS/SP - Entre os dias 3 de janeiro e 16 de fevereiro de 2026, o Sesc realiza a 31ª edição do Sesc Verão, um dos maiores e mais tradicionais projetos de incentivo à prática de atividades físicas e a um estilo de vida ativo no estado de São Paulo. Ao todo, serão mais de 1,1 mil atividades gratuitas distribuídas pelas 43 unidades do Sesc e também em espaços públicos, com programação voltada para públicos de todas as idades.
Com o tema “Esporte é Movimento”, a edição deste ano propõe uma reflexão ampliada sobre o papel do esporte na sociedade, valorizando-o como expressão corporal, ferramenta de transformação social e meio de conexão entre pessoas e territórios. A proposta é estimular o movimento como parte essencial da vida cotidiana, indo além da competição e do desempenho físico.
Em São Carlos, a programação reúne uma ampla variedade de modalidades, com destaque para lutas, práticas corporais, esportes coletivos, atividades aquáticas e vivências inclusivas. Entre as atrações estão aulas e apresentações de Luta Livre, boxe, judô e festivais esportivos, além de encontros com atletas olímpicos e paralímpicos, como Bia Souza, Alana Maldonado, Jucielen Romeu e Rebeca Lima. As atividades contam com opções acessíveis, tradução em Libras e ações voltadas a pessoas com deficiência.
As práticas corporais também ganham espaço com vivências de Tai Chi Chuan, Chi Gong, Kokyu Ho, yoga, movimento consciente e treinos funcionais em grupo. Já nas quadras e áreas externas, o público poderá experimentar modalidades como pickleball, spikeball, futmesa, vôleimesa, jogos populares, além de atividades específicas para jovens, pessoas com mais de 60 anos e mulheres.
A programação inclui ainda ações na piscina, com atividades recreativas e brincadeiras aquáticas, e eventos especiais como o Festival de Triatlo, que busca democratizar o acesso à modalidade. Todas as atividades são gratuitas, com inscrições realizadas no local, conforme disponibilidade de vagas. A programação completa pode ser consultada no portal oficial do Sesc São Paulo, em www.sescsp.org.br/sescverao.
SÃO CARLOS/SP - O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos informa que no dia 03 de dezembro, quarta-feira, haverá interdição na Avenida Comendador Alfredo Maffei, no trecho entre a Rua Visconde de Inhaúma e Rua Orlando Pichi, nas imediações do SESC. A interdição, que ocorrerá de maneira alternada em ambas as pistas (sentido centro e sentido Shopping), será necessária para a implantação de infraestrutura de drenagem de um empreendimento em construção.
As atividades começarão amanhã, devendo se estender até o final da semana. Vale ressaltar que os trabalhos poderão ser reprogramados em casos de condições climáticas adversas.
O SAAE pede aos motoristas para que respeitem a sinalização no local e redobrem a atenção ao passar pelo trecho e, na medida do possível, optem por rotas alternativas.
SÃO CARLOS/SP - De 1 a 7 de dezembro, o Sesc São Paulo participa da Virada Inclusiva 2025 com atividades na capital, Grande São Paulo, interior e litoral. Em sua 15ª edição, o evento realizado em parceria com Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), celebra os 10 anos da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) com o tema “Direito de ser, viver e protagonizar”.
A programação, em sua maior parte gratuita, reúne oficinas, apresentações, debates e vivências artísticas e esportivas com recursos de acessibilidade, garantindo a participação de todas as pessoas, 39 em unidades.
Com mais de 130 atividades, a participação do Sesc na Virada Inclusiva reforça a cultura do acesso e valoriza o protagonismo de pessoas com deficiência, fomentando práticas anticapacitistas e garantindo recursos de acessibilidade para participação de todos.
Destaques da programação no Sesc São Carlos
Cinema e Vídeo
Exibição e debate
Mostra Surda de Cinema
Com os atores Léo Castilho e Guilherme Nichols, o diretor João Gabriel Ferreira e mediação de Luccas Araújo, diretor e produtor.
Sequência dos curtas:
"Nunca me viram gritar” - Dir.: Danilo Teixeira, Luccas Araújo, 2025
"Romeu e Julieta” - Dir.: Adriana Somacal, 2022
"Amei te ver” - Dir.: Ricardo Garcia, 2023
"Entre sinais e marés” - Dir.: Gabriela Grigolom e Jonatas Medeiros, 2023
Após as exibições, será aberta a mesa de conversa “Audiovisual brasileiro e surdo: caminhos e representações”, com os atores Léo Castilho (Entre Sinais e Marés) e Guilherme Nichols (Nunca Me Viram Gritar), mediada por Luccas Araújo, diretor e produtor bilíngue com experiência em acessibilidade cultural.
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Dia 3/12. Quarta, 19h30. Teatro.
Grátis. Ingressos 1h antes na Loja Sesc. Lugares limitados.
Legendas/Descrição. Podem participar da atividade públicos com e sem deficiências, Tradução em Libras.
Não recomendado para menores de 10 anos - Classificada oficialmente pelo Ministério da Justiça.
Teatro
Espetáculo
Dois Perdidos: A Língua Não Dita Numa Relação
Com Cia LibrArte
Dois Perdidos é um espetáculo bilíngue que oferece a experiência de duas línguas em cena, explorando de maneiras diversas tanto o português quanto a expressividade visual da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Desde a concepção, a dramaturgia e os trabalhos de mesa foram cuidadosamente construídos de maneira bilíngue, contando não apenas com a coexistência das línguas, mas também com a participação ativa e essencial de atores surdos no processo criativo. A sinergia entre a linguagem verbal e visual foi elaborada para criar uma experiência teatral inclusiva e plural. Os diálogos em português ganham vida ao lado da expressividade única dos sinais, proporcionando uma narrativa que transcende barreiras linguísticas e promove a valorização da diversidade.
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A CIA LibrArte pesquisa e desenvolve produções artísticas com foco na arte surda, atualmente com o espetáculo Dois Perdidos: A Língua Não Dita Numa Relação, que passou pelo Festival Internacional de Curitiba e Aracaju em 2024.
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Dia 4/12. Quinta, 20h. Teatro.
Ingresso - R$50,00 Inteira / R$25,00 Meia entrada / R$15,00 Credencial Plena
Venda on-line (sescsp.org.br/saocarlos) a partir das 17h de 25/11 e presencial a partir das 17h de 26/11. Lugares limitados.
Podem participar da atividade públicos com e sem deficiências, Tradução em Libras.
A12 – 12 anos.
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Serviço
Sesc na Virada Inclusiva 2025
De 1 a 7 de dezembro
Mais informações em sescsp.org.br/viradainclusiva
Seis títulos inéditos de diferentes nacionalidades serão exibidos
entre os meses de novembro e dezembro
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SÃO CARLOS/SP - De 14 de novembro a 14 de dezembro, a Itinerância da 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo leva ao público de dez unidades do Sesc SP do interior, uma seleção de lançamentos do cinema mundial contemporâneo que foram destaques na programação da Mostra na capital.
Seis títulos inéditos de diferentes nacionalidades, e que passaram por importantes festivais de cinema internacionais, circulam concomitantemente pelas cidades de Araraquara, Birigui, Campinas, Jundiaí, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, Rio Preto e São Carlos.
Entre os filmes exibidos, dois títulos são do cineasta romeno Radu Jude, Dracula e Kontinental ’25, vencedor do prêmio de melhor roteiro do Festival de Berlim. Na lista também está o premiado A Sombra do Meu Pai, do nigeriano Akinola Davies Jr., que recebeu uma menção honrosa do júri da Caméra d’Or do Festival de Cannes e venceu dois prêmios da 49ª Mostra, o da crítica, de melhor filme internacional, e o da BRADA, de melhor direção de arte. Completam a programação Yunan, do diretor de origem síria Ameer Fakher Eldin; Enzo, do realizador marroquino Robin Campillo e Sorry, Baby, da norte-americana Eva Victor, premiado em Sundance com o troféu de melhor roteiro da seção U.S. Dramatic.
PROGRAMAÇÃO SESC SÃO CARLOS
Link para fotos: https://encurtador.com.br/AbWs
Dia 14/11. Sexta, 19h30.
Yunan
ALE/CAN/ITA/PAL/CAT/JOR, 2025. Cor. Dir.: Ameer Fakher Eldin. Ficção.124 min. 14 anos.
Munir embarca em uma jornada até uma ilha distante para refletir sobre uma decisão drástica, enquanto se vê assombrado por uma parábola enigmática deixada por sua mãe. Na calmaria de seu refúgio, ele encontra a misteriosa Valeska e seu filho rude e leal, Karl. Mesmo que troquem poucas palavras, os simples gestos de bondade que surgem começam a superar a atmosfera de desconfiança, tirando um pouco do peso das questões que Munir carrega fazendo renascer sua vontade de viver.
Dia 21/11. Sexta, 19h30.
Sorry Baby
EUA, 2025. Cor. Dir.: Eva Victor. Ficção. 103 min. 16 anos.
Algo ruim aconteceu com Agnes. Mas a vida continua — pelo menos para todos ao redor dela. Quando recebe a visita de uma amiga, ela percebe o quão presa ela estava, nesta história agridoce de encontrar o seu caminho depois que seu mundo desaba.
Dia 27/11. Quinta, 19h30.
Drácula
ROM/AUS/LUX/BRA, 2025. Cor. Dir.: Radu Jude. Ficção/IA/Horror. 170 min. 18 anos.
Em uma Transilvânia contemporânea, histórias de vampiros se entrelaçam: caçadas, zumbis, Drácula numa greve, ficção científica com Vlad, romance e contos populares se misturam numa celebração única do mito vampiresco. Um conto popular vulgar, histórias kitsch geradas por inteligência artificial.
Dia 28/11. Sexta, 19h30.
Kontinental ‘25
ROM, 2025. Cor. Dir.: Radu Jude. Ficção. 109 min. 16 anos.
Orsolya é uma oficial de justiça em Cluj, a principal cidade da Transilvânia. Um dia, ela precisa despejar um homem sem-teto que mora no porão de um prédio. Um acontecimento inesperado cria uma crise moral que ela tenta resolver da melhor maneira possível.
Dia 5/12. Sexta, 19h30.
A Sombra do Meu Pai
UK/NIG, 2025 Cor. Dir.: Akinola Davies Jr. Ficção. 94 min.14 anos.
Um conto semiautobiográfico ambientado em um único dia na metrópole nigeriana de Lagos, durante a crise eleitoral de 1993. A história acompanha um pai, afastado dos dois filhos pequenos, durante uma jornada por essa enorme cidade enquanto a agitação política ameaça sua volta para casa.
Dia 11/12. Sexta, 19h30.
Enzo
FRA/ITA/BEL, 2025. Cor. Dir.: Robin Campillo. Ficção. 102 min. 14 anos.
Enzo, 16 anos, rompe com as expectativas de sua família burguesa ao escolher ser aprendiz de pedreiro, um caminho muito distante da vida que haviam imaginado para ele. Na luxuosa e ensolarada mansão da família, no sul da França, as tensões se intensificam sob o peso das perguntas e das pressões constantes sobre o futuro do garoto. Já nos canteiros de obras, Vlad, um carismático colega ucraniano, transforma o mundo de Enzo e abre espaço para possibilidades até então inesperadas.
ITINERÂNCIA 49ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SÃO PAULO
De 14 de novembro a 14 de dezembro de 2025
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Sesc São Carlos
Teatro. Grátis. Ingressos 1h antes na Loja Sesc. Lugares limitados.
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