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CHILE - Juan Andrés Fontaine e José De Gregorio têm sido os guardiões da economia de livre mercado do Chile por mais de três décadas, no banco central, como ministros da Economia e professores.

Então, como muitos veteranos em Santiago, observaram com apreensão os protestos de rua generalizados que provocaram um ataque contra o sistema de fundos de pensão do Chile, a redação de uma nova Constituição e a possível eleição no fim deste mês do primeiro presidente da esquerda “dura” do país desde Salvador Allende, na década de 1970. A economia mais rica da América Latina, diz Fontaine, “atravessa um campo minado; para onde quer que se olhe, existe a possibilidade de uma explosão perigosa”.

Apesar de tudo, o que lhes dá esperança é que o modelo econômico chileno é tão aberto e tão orientado ao mercado que deveria servir de salvaguarda. Qualquer mudança radical, na opinião deles, pode desencadear uma reação tão negativa nos mercados que os custos obrigarão o governo a moderar as políticas.

“Uma economia aberta, tanto no comercial quanto no financeiro, castiga muito rapidamente as aventuras nas quais alguns políticos queiram embarcar”, diz Fontaine. O mercado, quando agitado, “chuta muito forte”.

Sinais disso já se tornam evidentes. O peso chileno está entre as moedas com pior desempenho do mundo este ano. Embora o mercado de títulos doméstico tenha se saído melhor nas últimas semanas, os rendimentos de referência ainda registram alta de 120 pontos-base nos últimos três meses. As taxas de swap subiram para uma máxima em nove anos em outubro.

Os dois vêm de campos políticos diferentes - um do lado conservador e o outro um pouco mais à esquerda. Fontaine, que trabalhou no governo de centro-direita do presidente Sebastián Piñera e como diretor de pesquisa do banco central, e De Gregorio, ministro da Economia do ex-presidente socialista Ricardo Lagos e ex-presidente do banco central, conversaram com repórteres da Bloomberg News por Zoom para falar sobre as perspectivas para o Chile.

Eles não concordam em tudo, mas uma visão comum é que as queixas que reverberam nos bairros da classe trabalhadora do país têm certa base. Embora o marco estabelecido pelo ex-ditador Augusto Pinochet e pelo grupo de economistas conhecidos como “Chicago Boys” nas décadas de 1970 e 1980 (que incluía Fontaine) tenha colocado o Chile em um caminho de crescimento e progresso extraordinários, os políticos não conseguiram fazer pequenos ajustes ao longo dos anos que poderiam ter solidificado a rede de segurança social. Esse fracasso político é o culpado pelos protestos e descontentamento da população, disseram.

“Durante anos, os políticos seguiram a tese do ‘if it ain’t broke, why fix it?’, que foi grande erro”, disse De Gregorio, que agora é reitor da Faculdade de Economia da Universidade do Chile. A estratégia nos levou “a uma grande polarização, com prevalecimento dos populistas”, disse.

A popularidade do sistema será testada nas eleições presidenciais marcadas para 21 de novembro. Os dois favoritos, o esquerdista Gabriel Boric e o conservador José Antonio Kast, estão em extremos opostos do espectro político. Kast promete cortes nos impostos corporativos e patrimoniais, bem como políticas de migração mais rígidas. Boric promete enterrar o modelo “neoliberal” do Chile.

Enquanto Fontaine e De Gregorio contemplam o que o futuro reserva, adivinhar o país latino-americano com o qual o Chile será mais parecido dentro de alguns anos se tornou uma prática popular no país.

De Gregorio diz que é mais provável que o Chile - depois de algumas reformas para aliviar a pressão sobre o novo governo - possa acabar se parecendo com o Peru, onde a intervenção estatal produziu uma economia em geral estável com um crescimento consistentemente fraco.

Para Fontaine, sua visão mais otimista seria que o Chile acabasse como o México, onde o governo tem uma presença maior na economia, mas a estrutura é sustentada por pilares do livre mercado.

 

 

Valentina Fuentes e Eduardo Thomson /  Bloomberg L.P.

CHILE - Um processo de impeachment contra o presidente chileno, Sebastián Piñera, decorrente de alegações de irregularidades na venda de uma mineradora, seguirá para o Senado depois de ser aprovado na Câmara dos Deputados na manhã de terça-feira (9).

Depois de quase 22 horas de debate, a decisão sobre o encaminhamento foi aprovada com os 78 votos mínimos necessários, 67 votos contrários e três abstenções. No Senado, a medida exigirá o patamar mais alto de dois terços dos 43 senadores.

O processo de impeachment contra Piñera ocorre na esteira do surgimento de novos detalhes do acordo no vazamento dos Pandora Papers, uma grande quantidade de documentos que revelaram transações em paraísos fiscais envolvendo figuras globais da política e dos negócios.

Entre eles, há documentos que parecem delinear um acordo a respeito da venda, em 2010, da mina Dominga, um projeto amplo de cobre e ferro no Chile. À época, Piñera, um empresário bilionário, estava no primeiro ano de seu primeiro mandato presidencial.

O vazamento causou polêmica no Chile por dar a entender que o acordo, que envolveu uma firma ligada à família Piñera, estava contingenciado por um parecer ambiental regulatório favorável. A venda havia sido examinada e rejeitada pelos tribunais em 2017.

Político de centro-direita, que encerrará o mandato no começo do ano que vem, Piñera rejeita as acusações e argumenta que todos os detalhes do contrato estavam no arquivo já analisado e que nenhuma irregularidade foi encontrada.

Durante a maratona de debates na Câmara, um deputado falou durante quase 15 horas, na tentativa de prolongar a votação e permitir que outro parlamentar, que cumpria um período obrigatório de quarentena por covid-19, se unisse aos procedimentos.

A controvérsia surge antes das eleições presidencial e legislativa de 21 de novembro, nas quais o candidato de direita José Antonio Kast aparece nas pesquisas de opinião à frente do rival de esquerda Gabriel Boric. Piñera não está concorrendo.

 

 

Por Natalia A. Ramos Miranda - Repórter da Reuters

CHILE - A companhia aérea brasileira Azul tem interesse em comprar a totalidade da chilena Latam Airlines Group, e está pronta para fazer uma oferta caso os credores não cheguem a acordo sobre um plano de reestruturação, disse o fundador e presidente da Azul, David Neeleman, ao jornal chileno Diario Financiero na 2ª feira (1).

“Nós sabemos exatamente o que vamos oferecer”, afirmou Neeleman na entrevista, acrescentando que a Azul provavelmente terá que esperar até 23 de novembro, quando o limite estatutário para alcançar um plano de reestruturação se esgota.

Evento é gratuito e destinado ao público interessado em Astronomia

 

SÃO CARLOS/SP - O Programa de Educação Tutorial (PET) Biologia, em parceria com o Observatório, ambos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), promove uma visita virtual ao Observatório Paranal, guiada por Gustavo Rojas, astrofísico do Observatório da Universidade, e por Márlon Pessanha, coordenador do Núcleo de Formação de Professores da UFSCar. O evento é direcionado a pessoas, dentro ou fora do meio acadêmico, que tenham interesse em Astronomia. 

O tour virtual é gratuito e ocorrerá pelo YouTube (https://youtu.be/IBqq1kLZ1_4) no dia 15 de novembro, às 19 horas, com previsão de término às 22 horas. Ao final, haverá certificado aos participantes que preencherem um formulário disponibilizado durante a transmissão. Inscrições e mais informações pelo link www.even3.com.br/observatorioparanal.

Operado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), o Observatório Paranal está entre os maiores observatórios astronômicos do mundo. É um respeitado centro de estudos astrofísicos que apresenta um conjunto de telescópios localizados na montanha do Cerro Paranal, no deserto do Atacama, no Chile. 

Em uma gravação realizada via Google Meets, Gustavo Rojas "anda" pelo Google Maps nas instalações do Paranal enquanto Márlon Pessanha participa com comentários. A gravação conta com um tour virtual do Observatório Paranal, curiosidades sobre o funcionamento do local e instalações dos trabalhadores, além da divulgação científica de como ocorrem os trabalhos por lá e do funcionamento mecânico dos telescópios. No evento do dia 15/11, após a transmissão dessa gravação, Rojas e Pessanha estarão ao vivo para responder perguntas.

Saiba mais no site do PET Biologia (www.petbioufscar.com) e no Instagram do Observatório da UFSCar (@observatorioufscar).

SANTIAGO - O Produto Interno Bruto (PIB) do Chile cresceu 18,1% no segundo trimestre sobre o mesmo período de 2020, devido à base baixa de comparação anual após o impacto da pandemia do coronavírus na economia no ano passado, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo banco central chileno.

No entanto, em relação ao primeiro trimestre, o PIB entre abril e junho avançou 1%.

O resultado refletiu "principalmente a base baixa de comparação do ano de 2020, período que registrou o maior impacto associado à emergência sanitária", disse o banco.

"Além disso, incidiram as medidas econômicas de apoio às famílias e empresas, os saques parciais de fundos de pensão e uma maior adaptação da economia às restrições sanitárias", acrescentou.

O trimestre registrou uma alta generalizada das atividades econômicas, com destaque para serviços como educação e saúde, além de comércio e, em menor medida, a manufatura.

As restrições impostas desde março de 2020 para conter a pandemia tiveram um forte impacto nas atividades presenciais, como comércio e serviços.

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Do ponto de vista de gastos, o resultado foi puxado pela demanda interna devido às medidas de apoio econômico às famílias e as retiradas parciais dos fundos de pensão, aprovadas pelo Congresso como paliativo ante a crise.

 

 

 

*Por Fabián Andrés Cambero / REUTERS

CHILE - O principal sindicato da Minera Escondida, que explora a mina que produz a maior quantidade de cobre do mundo no norte do Chile, anunciou na sexta-feira um acordo com a empresa anglo-australiana BHP para suspender um anúncio de greve.

O sindicato, formado por mais de 2.000 trabalhadores, informou que aceitou a última oferta da multinacional para suspender a ameaça de greve, aprovada em 31 de julho: “Nesta tarde, após a aceitação quase unânime de nossas bases, formalizamos a assinatura do nosso novo acordo coletivo, que contém todas as conquistas alcançadas no processo de negociação coletiva.”

A empresa também confirmou o acordo e indicou que as condições negociadas irão vigorar por 36 meses. “Este novo acordo nos permitirá implementar uma série de práticas de produtividade que ajudarão a enfrentar o desafio de manter nossa competitividade ao longo do tempo, por isso é muito mais do que a entrega de um bônus”, destacou Cristóbal Marshall, vice-presidente de Assuntos Corporativos da Escondida/BHP. Não foram divulgados detalhes econômicos do acordo.

Em 2017, os trabalhadores da Escondida entraram em greve por 44 dias, a mais longa da história da mineração chilena. A greve gerou perdas de 740 milhões de dólares para a empresa e representou uma contração de cerca de 1,3% do PIB chileno.

O Chile é o maior produtor mundial de cobre, com uma produção anual de 5,6 milhões de toneladas, equivalente a 28% da oferta global. A mineração representa para o país entre 10% e 15% do PIB, e metade de suas exportações anuais.

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Escondida é uma jazida de cobre a céu aberto localizada na região de Antofagasta, que produz cerca de 1,1 milhão de toneladas do metal por ano. Seus proprietários são a anglo-australiana BHP (57,5%), Rio Tinto (30%) e a japonesa Jeco (12,5%).

 

 

*Por: AFP

CHILE - O Chile começou, na quarta-feira (11), a administrar vacinas de reforço contra a covid-19 àqueles já imunizados com a CoronaVac, em uma tentativa de garantir o sucesso de uma das campanhas de vacinação em massa mais rápidas do mundo.

O país sul-americano está oferecendo uma dose da AstraZeneca para cidadãos com 86 anos ou mais que tomaram as primeiras vacinas antes de 31 de março.

Filas de cidadãos idosos, ansiosos para a aplicação das vacinas, começaram a se formar nos centros de imunização de bairros da capital, Santiago, em uma fria manhã de inverno.

“Eles chegaram muito cedo, como em um dia de eleição, muito bem vestidos, muito felizes”, disse Rodolfo Carter, prefeito da comuna de La Florida, nos arredores da cidade. "Acho que é um grande sinal de esperança."

A forte campanha do Chile teve mais de 67% de sua população totalmente vacinada, predominantemente com a CoronaVac, da fabricante chinesa Sinovac. Mas as autoridades disseram, na semana passada, que estudos mostraram que uma dose de reforço era necessária para aumentar a imunidade.

"Estudos têm mostrado que em aproximadamente seis meses há uma diminuição (de anticorpos) e é por isso que decidimos dar essa dose de reforço", disse o ministro da Saúde, Enrique Paris, a repórteres.

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O Chile se junta aos Estados Unidos, à Alemanha, França e a Israel ao administrar as doses de reforço, apesar do apelo da Organização Mundial da Saúde para esperar até que mais pessoas no mundo possam receber a primeira dose.

 

 

* Reportagem adicional de Aislinn Laing

Por Reuters*

CHILE - O Chile começará a administrar doses de reforço a pessoas já inoculadas com a CoronaVac, informou o presidente Sebastián Piñera na quinta-feira (5). Estudos mostraram que as duas doses iniciais perdem parte da eficácia depois de alguns meses.

O Chile lançou em fevereiro uma das campanhas de inoculação em massa contra a covid-19 mais rápidas do mundo, e já vacinou totalmente mais de 60% da população, a maior parte com a CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac.

"Decidimos iniciar um reforço da vacinação daqueles que já receberam as duas doses da vacina da Sinovac", disse Piñera em pronunciamento pela televisão.

O país começará a administrar uma dose adicional da vacina da Astrazeneca no dia 11 de agosto, iniciando com cidadãos de mais de 55 anos que receberam suas doses antes de 31 de março.

O Chile se junta aos Estados Unidos, à Alemanha e França, desconsiderando um apelo da Organização Mundial da Saúde (OMS) para que não se administrem vacinas de reforço até mais pessoas de todo o mundo serem vacinadas.

A subsecretária de Saúde chilena, Paula Daza, disse que estudos domésticos e internacionais sugerem que as doses de reforço ajudariam a reforçar a imunidade, mas que o Chile já doou vacinas a seus vizinhos e continuará a auxiliar conforme for necessário.

"Estamos sempre analisando as recomendações e, obviamente, a possibilidade de cooperar com outros países latino-americanos", afirmou.

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O número de chilenos mortos pela pandemia está em 35.806, e houve cerca de 1,6 milhão de casos confirmados da doença até agora.

 

 

*Por Dave Sherwood e Fabian Cambero - Repórteres da Reuters

RIO DE JANEIRO/RJ - O Brasil garantiu vaga nas semifinais da Copa América, após derrotar o Chile por 1 a 0 em partida disputada na sexta-feira (2) no estádio Nilton Santos. O único gol da partida, na qual a seleção terminou com um homem a menos após a expulsão do atacante Gabriel Jesus, saiu dos pés de Lucas Paquetá.

Agora, o Brasil volta a entrar em campo no Engenhão na próxima segunda-feira (5), quando mede forças com o Peru a partir das 20h (horário de Brasília) em busca de uma vaga na grande decisão da competição.

Mesmo jogando em casa, o Brasil teve dificuldades diante dos chilenos, que valorizaram a posse de bola e pressionaram muito a seleção nos primeiros minutos. Com o passar do tempo Neymar, Firmino e Gabriel Jesus criaram algumas oportunidades, mas o gol da vitória saiu apenas após o intervalo.

Na volta para a etapa final o técnico Tite optou pela entrada de Lucas Paquetá no lugar de Firmino, e foi dos pés do jogador do Lyon (França) que saiu o gol do Brasil. Logo no primeiro minuto Casemiro encontrou Lucas Paquetá, que, de primeira, tocou para Neymar, que devolveu de primeira, a zaga afastou mal e o camisa 17 chegou batendo forte para superar o goleiro Bravo.

Porém, dois minutos depois a situação da seleção brasileira se complicou, quando Gabriel Jesus acertou o rosto de Mena com a chuteira e acabou expulso. A pressão chilena aumentou muito, e Eduardo Vargas chegou a superar o goleiro Ederson aos 16 minutos, mas Pulgar, que também participou da jogada, estava em impedimento, o que levou o árbitro a anular o gol.

A partir daí o Chile passou a pressionar em busca do empate, mas a equipe de Tite conseguiu se segurar e garantir a vaga na semifinal.

 

 

*Por Agência Brasil

CHILE - O Chile recebeu na sexta-feira (28) a primeira remessa de 300 mil unidades da vacina chinesa CanSino, de dose única, que será usada prioritariamente em áreas isoladas, em um momento em que as infecções aumentam apesar de 52% da população-alvo estar imunizada.

“É uma vacina que requer apenas uma dose para privilegiar os locais de difícil acesso”, explicou o ministro da Saúde, Enrique Paris, ao receber, no aeroporto de Santiago, o primeiro de três carregamentos confirmados pelo laboratório chinês.

Esta vacina vai se somar às outras três de dose dupla que são aplicadas no Chile: Pfizer / BionTech, Sinovac e AstraZeneca. Destas, a primeira dose já foi aplicada em 10,3 milhões de pessoas e duas a 7,8 milhões.

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A população-alvo da vacinação é de 15,2 milhões de chilenos, de um total de 19 milhões de habitantes no sul do país.

Paris informou que esta nova vacina chinesa mostrou um aumento "muito significativo" na imunidade celular 15 dias após a administração e um aumento considerável nos anticorpos aos 28 dias.

Até o momento, a vacina mais aplicada no Chile é a do laboratório Sinovac, que reduz muito o risco de morte e hospitalizações, mas sua eficácia na prevenção do contágio gira em torno de 60%.

Além disso, em um clima de cansaço da quarentena e aberturas de locais públicos, este imunizante requer uma espera de seis semanas a partir da primeira dose para considerar que a pessoa está imunizada.

A remessa da CanSino chega ao Chile enquanto novas infecções disparam. Na sexta-feira, foi registrado um dos maiores balanços desde o início da pandemia em março de 2020: 8.680 casos em 24 horas e 119 óbitos e 95% dos leitos das UTIs ocupadas.

O sul do país recebeu mais de 21 milhões de doses de vacinas até o momento: 3,6 milhões da Pfizer / BionTech, 603,6 mil AstraZeneca e 17,1 milhões da Sinovac, além das 300 mil doses recebidas nesta sexta-feira.

O objetivo do governo chileno, disse Paris, é vacinar jovens de 18 anos em meados de junho, cumprindo o objetivo proposto pelo presidente Sebastián Piñera de imunizar 70% da população-alvo até o final do primeiro semestre de 2021.

O Chile iniciou a vacinação com profissionais de saúde em 24 de dezembro de 2020 e a imunização em massa da população em 3 de fevereiro.

 

 

*Por: AFP

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