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MUNDO - O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, apresentou nesta última terça-feira (30) um plano inspirado no "New Deal" americano para, com 5 bilhões de libras (US$ 6,13 bilhões), tentar retirar o Reino Unido da crise provocada pelo coronavírus. "Reconstruir melhor, reconstruir mais verde, reconstruir mais rápido", disse Johnson durante a apresentação do pacote de relance.

Em um discurso organizado em Dudley, no centro da Inglaterra, uma das áreas que impulsionou sua grande vitória nas eleições de dezembro, Johnson falou como se ainda estivesse no palanque. "É o momento de sermos ambiciosos e não apenas vamos nos recuperar, como vamos avançar, mais fortes, melhores e mais unidos", afirmou o premiê. Durante a campanha eleitoral, Johnson se comprometeu a injetar milhões de libras nos serviços públicos para reduzir as desigualdades no país.

Apesar da decisão de fechar lojas e escolas não essenciais em Leicester (centro), após a detecção de quase 900 novos casos da Covid-19 nas últimas duas semanas, o líder conservador continua determinado a reiniciar as atividades no resto do país. O Reino Unido é a terceira nação mais afetada pela pandemia no mundo, com 43.575 mortos até o momento, e se encontra diante de uma grave crise econômica e social gerada pelo vírus, ao mesmo tempo em que se separa da União Europeia.

Depois de colocar um capacete de construção em um canteiro de obras, Johnson desenvolveu sua visão para tirar a economia britânica do buraco. O plano de 5 bilhões de libras em investimentos em infraestrutura pode ser resumido pelo slogan "construir, construir, construir", disse o chefe de governo.

"Parece um New Deal (...) porque é isso que os tempos exigem: um governo forte e determinado que abraça as pessoas em tempos de crise", disse ele em referência à chamada política de "New Deal" de Franklin D. Roosevelt, que tornou possível ressuscitar a economia americana por meio da demanda e da intervenção do Estado após a Grande Depressão da década de 1930.

"Este momento nos dá uma oportunidade muito maior de sermos radicais e fazermos as coisas de maneira diferente", disse ele.

Um bilhão de libras será destinado às escolas e 1,5 bilhão aos hospitais. Johnson também pretende modificar o sistema de planejamento urbano para abordar a crise de habitação. A reforma será acompanhada de um pacote de medidas que incluem um programa de 2 bilhões de libras para financiar a construção de 180.000 novas casas nos próximos oito anos. Uma parte dos recursos também será direcionada a obras de manutenção e construção de estradas.

"Não sou um comunista"

"Não sou um comunista", afirmou Johnson, buscando minimizar o aspecto intervencionista que se delineia para salvar a economia britânica. O líder conservador também anunciou a intenção de estimular a iniciativa privada, principalmente na área de inovação tecnológica. "Podemos ser uma superpotência científica", disse.

Antes do discurso, com base em elementos publicados na imprensa britânica, a oposição trabalhista criticou um plano "pouco ambicioso", dada a escala da crise, enquanto o Greenpeace julgou que o pacote de relance não estava à altura dos desafios climáticos.

"Onde está o apoio do governo para um transporte mais limpo e melhor, casas mais quentes e energia renovável?", questionou John Sauven, diretor executivo do Greenpeace UK.

Na opinião de Ed Davey, líder do opositor Partido Liberal-Democrata, "para se recuperar, o Reino Unido precisa urgentemente de investimentos em infraestruturas que respeitem o meio ambiente, um plano de relance verde que crie prosperidade e postos de trabalho, ao mesmo tempo em que enfrenta a crise climática".

"O New Deal de Roosevelt gerou megaprojetos como a barragem Hoover, enquanto a lista de projetos prioritários do primeiro-ministro inclui consertar uma ponte em Sandwell", afirmou com ironia o jornal Financial Times.

Abismo econômico

Apenas no mês de abril, o confinamento, imposto no país a partir de 23 de março, e que está sendo flexibilizado progressivamente há um mês, provocou uma queda de 20,4% do Produto Interno Bruto (PIB) britânico, um recorde histórico. Os números do primeiro trimestre apontam uma queda do PIB de 2,2%, seguido pelo colapso de abril, sugerindo uma recessão de magnitude inédita.

Sem a ajuda do governo, o desemprego pode atingir os níveis registrados nos anos 1980 e superar o pico de 3,3 milhões de pessoas sem trabalho de 1984, de acordo com uma análise da Biblioteca da Câmara dos Comuns publicada pelo jornal The Observer.

Johnson se mostrou determinado a seguir adiante com o plano de investimentos e a promessa de que o país não retornará à austeridade imposta pelos conservadores após a crise financeira de 2008.

"Este governo não está apenas comprometido a derrotar o coronavírus, e sim a usar esta crise para finalmente enfrentar os grandes desafios não solucionados do país nas últimas três décadas", afirmou.

 

 

(Com informações da AFP)

*Por: RFI

SÃO PAULO/SP - Uma pesquisa realizada com 4.909 pessoas, entre abril e maio, pela Acordo Certo, empresa de soluções financeiras, revela que 42,62% dos brasileiros não sabem se vão conseguir pagar suas dívidas e 25,62% pagarão depois do prazo. Apenas 29,39% devem pagar dentro do prazo. Ao mesmo tempo, o estudo revela que 55,4% dos entrevistados aumentaram a intenção de pagar.

“Isso mostra que os brasileiros querem muito quitar suas dívidas e ficar com o nome limpo, mas precisam de acordos acessíveis. Por isso é tão importante ajudá-los a encontrar, negociar e pagar suas dívidas de uma maneira que cabe no bolso”, diz Dilson Sá, CEO da Acordo Certo.

O estudo também constatou que 50,75% acredita que o impacto financeiro causado pela pandemia do coronavírus poderá durar mais de seis meses, seguido de uma parcela de 19,98% de pessoas que espera melhorar a situação em quatro meses. Já os produtos financeiros mais buscados para auxiliar neste momento de pandemia são cartão de crédito (apontado por 32,16%), empréstimo (30,94%) e assistência saúde (10,15%). 

Diante do cenário atual, o desemprego é um dos fatores que afeta diretamente na situação financeira da população. Segundo dados divulgados em maio pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a taxa de desemprego no país subiu para 12,6% no trimestre móvel encerrado em abril, indicando o efeito socioeconômico causado pela pandemia de covid-19. 

Sobre a Acordo Certo

Acordo Certo é uma empresa de soluções financeiras que tem a missão de ajudar as pessoas a conquistarem seu bem-estar financeiro de uma maneira transparente, segura e 100% online. Por meio de sua plataforma, consumidores já fecharam mais de 2,9 milhões de acordos, somando mais de R$ 1 bilhão em descontos desde sua fundação, em 2016. Atualmente, a Acordo Certo possui mais de 20 empresas parceiras, entre elas varejistas, bancos, financeiras, empresas de telefonia e grupos educacionais. Para saber mais, acesse: https://www.acordocerto.com.br.

MUNDO - O desemprego não explodiu no Japão com a pandemia de coronavírus, como ocorreu em outros países, mas essa resistência aparente se deve mais a um problema crônico de falta de mão-de-obra e oculta profundas desigualdades entre os trabalhadores.

A taxa de desemprego no Japão foi de 2,9% em maio, após atingir 2,6% em abril, segundo dados oficiais divulgados nesta terça-feira (30).

Houve uma perda significativa de empregos nos setores mais afetados pelas regras de distanciamento físico: hotelaria e restaurantes, lazer e entretenimento e comércio.

No entanto, os economistas não esperam que o desemprego dispare rapidamente nos próximos meses e antecipam uma taxa de cerca de 4% no final de 2020.

As razões são principalmente demográficas: o arquipélago sofre com a escassez de mão-de-obra devido ao forte envelhecimento de sua população, já que 28% da população japonesa tem 65 anos ou mais.

A diferença entre oferta e demanda diminuiu acentuadamente em maio em relação a abril, mas permanece positiva, à taxa de 120 ofertas de emprego para cada 100 candidatos.

As empresas japonesas tendem a não despedir, porque, se o fizerem, poderão ter problemas para recrutar após o término da crise, estima Munehisa Tamura, economista do instituto de pesquisa Daiwa.

- Desemprego técnico -

Segundo a legislação, "as empresas não podem despedir facilmente em caso de deterioração temporária de suas condições de mercado", o que significa que o desemprego não dispara, "mesmo durante um choque econômico", acrescentou Tamura, consultado pela AFP.

Outro fator que impede o aumento do desemprego é que a força de trabalho diminuiu desde abril, mês em que um milhão de pessoas deixou o mercado de trabalho, principalmente mulheres que precisam cuidar da família.

O governo lançou planos gigantescos para apoiar a economia, que incluem subsídios às empresas para preservar seus empregos e pagar salários.

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Mas a forte dualidade do mercado de trabalho japonês, entre seus empregos permanentes bem protegidos e seus quase 40% dos empregos "irregulares" (contratos temporários, de meio período, interinos...) com estatutos muitas vezes precários, é exacerbada com a crise.

Cerca de 4,2 milhões de assalariados, ou cerca de 6% da população ativa, estavam em desemprego técnico em maio. Um em cada dois era um empregado "irregular".

Essas pessoas permanecem ligadas ao empregador e, portanto, não aparecem nos números do desemprego, mas algumas recebem menos do que o mínimo legal de 60% de seu salário, ou mesmo nada.

"Eles me pediram para ficar em casa, usando minhas férias pagas", diz à AFP um funcionário de um grupo de restaurantes de Tóquio, que não quis revelar sua identidade. Ele está em desemprego técnico desde o final de março.

Mas seus dias de férias rapidamente se esgotaram: desde abril "não me pagam nada", lamenta.

 

 

*Por: AFP

BRASÍLIA/DF - O contribuinte que ainda não entregou a sua declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2020 tem até as 23h59min59s, desta terça-feira (30), para fazê-lo. Até as 18h de ontem (29), 27.904.579 pessoas haviam enviado o documento à Receita Federal.

O total equivale a 87,2% dos 32 milhões de declarações esperadas para este ano. Inicialmente, o prazo acabaria no fim de abril, mas a data foi prorrogada por dois meses por causa da pandemia do novo coronavírus.

A Receita derrubou a exigência do número do recibo da declaração anterior e adiou o pagamento da primeira cota ou cota única para junho. Quanto às restituições, o cronograma dos lotes de pagamento, que começou em maio e acaba em setembro, está mantido.

O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. Quem optar por dispositivos móveis, como tablets ou smartphones, pode baixar o aplicativo Meu Imposto de Renda nas lojas Google Play, para o sistema operacional Android, e App Store, para o sistema operacional iOS.

A declaração do Imposto de Renda é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado, o equivalente a R$ 2.196,90 por mês, incluído o décimo terceiro. A multa por atraso de entrega é estipulada em 1% ao mês-calendário até 20%. O valor mínimo é R$ 165,74.

Mudanças

As novidades para a entrega da declaração este ano estão disponíveis na página da Receita. Entre as principais mudanças, estão a antecipação no cronograma de restituição, cujo pagamento começou no fim de maio e terminará no fim de setembro, e o fim da dedução do INSS dos trabalhadores domésticos.

Pela primeira vez, os contribuintes com certificação digital receberão a declaração pré-preenchida no programa gerador. Até agora, eles tinham de entrar no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), salvar o formulário pré-preenchido no computador e importar o arquivo para preencher a declaração. Neste ano, também está disponível a doação, diretamente na declaração, de até 3% do imposto devido para fundos de direito dos idosos.

Obrigatoriedade

Precisa ainda declarar o Imposto de Renda quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2019, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.

Quando se trata de atividade rural, é obrigado a declarar o contribuinte com renda bruta superior a R$ 142.798,50. Também deve preencher a declaração quem teve, em 31 de dezembro do ano passado, a posse ou propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, com valor total superior a R$ 300 mil.

 

 

*Por: AGÊNCIA BRASIL

MUNDO - O Facebook perdeu US$ 74,6 bilhões na última semana com a forte desvalorização das ações no índice Nasdaq dos Estados Unidos. O valor de mercado caiu para US$ 615,6 bilhões.

A desvalorização foi potencializada com os boicotes de anunciantes na rede social. Marcas importantes, como a Coca-Cola, suspenderam a veiculação de publicidade na rede social em exigências para impedir o discurso de ódio.

Neste domingo (28.jun.2020), a Pepsi e a Starbucks também anunciaram adesão ao boicote. A empresa de refrigerante deve interromper as veiculações pelos meses de julho e agosto.

Nesta 6ª feira (28.jun.2020), o CEO e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg anunciou regras para endurecer a atuação contra as postagens.

As ações da empresa caíram de US$ 238,79 para US$ 216,08 na última semana.

O movimento Stop Hate for Profit (pare de dar lucro ao ódio, em inglês), criado por grupos de direitos civis, quer que empresas deixem de anunciar no mês de julho.

Grandes empresas, como a Coca-Cola, a Honda, a Unilever, a Verizon e The North Face divulgaram as suspensões dos anúncios.

A maior fonte de receita do Facebook é com publicidade. De acordo com o balanço, 98% da receita vem dessa fonte. No 1º trimestre de 2020, foram US$ 17,4 bilhões pagos por anunciantes.

A Coca-Cola afirmou que vai suspender em todas as plataformas de redes sociais por pelo menos 30 dias. Além do Facebook e Instagram (do mesmo grupo), afeta o Twitter e o Youtube.

Na 6ª feira (26.jun.2020), as ações do Twitter na Bolsa de Nova York tombaram 7,40%, aos US$ 29,05.

O movimento também revela a preocupação com as eleições nos Estados Unidos neste ano. O vice-presidente executivo de mídia global da Unilever, Luis Di Como, afirmou que a atual polarização no país força a maior fiscalização na área do discurso de ódio.

 

 

*Por: Hamilton Ferrari / PODER360

Em baixa, consumo nacional sofre efeitos da pandemia e deve se igualar a índices de oito anos atrás - IPC Maps estima retração de 5,39%, a maior desde 1995

SÃO PALO/SP - Com a pandemia do novo coronavírus, o consumo das famílias brasileiras ficará comprometido ao longo de 2020, se igualando aos patamares de 2010 e 2012, descartando a inflação e levando em conta apenas os acréscimos ano a ano. A projeção é uma movimentação de cerca de R$ 4,4 trilhões na economia — um crescimento negativo de 5,39% em relação a 2019 —, a uma taxa também negativa do PIB de 5,89%. A previsão é do estudo IPC Maps 2020, especializado há mais de 25 anos no cálculo de índices de potencial de consumo nacional, com base em dados oficiais.

Segundo Marcos Pazzini, sócio da IPC Marketing Editora e responsável pela pesquisa, esse crescimento negativo após a pandemia cria um efeito déjà-vu, já que a economia “retomará os índices dos últimos anos em que houve um progresso vigoroso”. O especialista ressalta que no início de março, antes desse cenário de pandemia e isolamento social, “a previsão do PIB para 2020, conforme o Boletim Focus do Banco Central, era de +2,17%, o que resultaria numa projeção do consumo brasileiro da ordem de R$ 4,9 trilhões, superando os R$ 4,7 trilhões obtidos no ano passado.”

O levantamento aponta que, a exemplo de 2019, as capitais seguirão perdendo espaço no consumo, respondendo por 28,29% desse mercado. Enquanto isso, o interior avançará com 54,8%, bem como as regiões metropolitanas, cujo desempenho equivalerá a 16,9% neste ano.

Esta edição do IPC Maps destaca, ainda, a redução na quantidade de domicílios das classes A e B1, o que elevará o número de residências nos demais estratos sociais. Para Pazzini, “essa migração das primeiras classes impactará positivamente o consumo da classe B2, com uma vantagem de 6,8% sobre os valores de 2019”, explica. As outras classes, por sua vez, terão queda nominal do potencial de consumo de 2,94% em relação a 2019.

Perfil básico – O Brasil possui mais de 211,7 milhões de cidadãos, sendo 179,5 milhões só na área urbana, que respondem pelo consumo per capita de R$ 23.091,50, contra os R$ 9.916,75 gastos individualmente pela população rural.

Base consumidora – Como já citado, neste ano a classe B2 lidera o cenário de consumo, representando mais de R$ 1 bilhão dos gastos. Junto à B1, estão presentes em 20,9% dos domicílios, sendo responsáveis por 41,1% (R$ 1,7 trilhão) de tudo que será desembolsado pelas famílias brasileiras. Se para a classe média a migração da classe alta para os demais estratos é positiva, para quase metade dos domicílios (48,7%), caracterizados como classe C, o total de recursos gastos cai para R$ 1,475 trilhão (35,6% ante 37,5% em 2019). Já a classe D/E, que ocupa 28,3% das residências, consome cerca de R$ 437,9 bilhões (10,6%). Mais enxuto, em apenas 2,1% das famílias, o grupo A reduz seus gastos para R$ 528,6 bilhões (12,8% contra 13,68% do ano passado).

O mesmo acontece na área rural que, embora no ano passado tivera uma evolução significativa, neste ano perde de R$ 335,9 para R$ 319,6 bilhões.

Cenário Regional – O destaque vai para a Região Centro-Oeste que, ampliou em 7,9% sua participação no consumo, respondendo por 8,86% dos gastos nacionais. Encabeçando a lista, embora com pequenas contrações, aparece o Sudeste com 48,42%, seguido pelo Nordeste, com 18,53%. A Região Sul, que em 2019 tinha reduzido sua fatia, volta a subir para 17,97% e, por último, aparece a Norte, representando 6,23%.

Mercados potenciais – O desempenho dos 50 maiores municípios brasileiros equivale a 38,7%, ou R$ 1,759 trilhão, de tudo o que é consumido no território nacional. No ranking dos municípios, os principais mercados permanecem sendo, em ordem decrescente, São Paulo e Rio de Janeiro, seguido por Brasília, que recuperou a 3ª posição, deixando Belo Horizonte atrás. Já, Curitiba sobe para o 5º lugar, ultrapassando Salvador. Na sequência, Fortaleza, Porto Alegre, Manaus e Goiânia — esta em 10º —, ocupam os mesmos lugares de 2019.

Cidades metropolitanas ou interioranas como, Campinas (11º), Guarulhos (13º), Ribeirão Preto (18º), São Bernardo do Campo (19º) e São José dos Campos (21º), no Estado paulista; São Gonçalo (16º) e Duque de Caxias (24º), no Rio de Janeiro; bem como as capitais Belém (14º), Campo Grande (15º) e São Luís (17º) também se sobressaem nessa seleção.

Perfil empresarial – Houve declínio de 13% no número de empresas instaladas no Brasil, totalizando hoje 20.399.727 unidades. Deste montante, mais da metade (10,6 milhões) tem atividades relacionadas a Serviços; seguida pelos setores Comércio, com 5,7 milhões; Indústrias, 3,3 milhões e, por último, Agribusiness, com 703 mil estabelecimentos.

Geografia da Economia – Como de costume, a Região Sudeste concentra 51,98% das empresas nacionais, seguida novamente pelo Sul, com 18,15%. Em caminho inverso, as demais regiões reduziram suas atividades: O Nordeste conta com 16,96% dos estabelecimentos, Centro-Oeste com 8,27%, e o Norte com apenas 4,65% das unidades existentes no País.

Partindo para a análise quantitativa das empresas para cada mil habitantes, o levantamento aponta uma retenção geral. As Regiões Sul e Sudeste seguem liderando com folga, respectivamente, 122,63 e 119,12 empresas por mil habitantes; o Centro-Oeste aparece com 102,17 e, ainda muito aquém da média, vêm as regiões Nordeste, com 60,30, e Norte, que tem apenas 50,77 empresas/mil habitantes.

Hábitos de consumo – A pesquisa IPC Maps detalha, ainda, onde os consumidores gastam sua renda. Dessa forma, os itens básicos aparecem com grande vantagem sobre os demais, conforme a seguir: 25,6% dos desembolsos destinam-se à habitação (incluindo aluguéis, impostos, luz, água e gás); 18,1% outras despesas (serviços em geral, reformas, seguros etc); 14,1% vão para alimentação (no domicílio e fora); 13,1% a transportes e veículo próprio; 6,6% são medicamentos e saúde; 3,7% materiais de construção; 3,4% educação; 3,4% vestuário e calçados; 3,3% recreação, cultura e viagens; 3,3% em higiene pessoal; 1,5% eletroeletrônicos; 1,5% móveis e artigos do lar; 1,1% bebidas; 0,5% para artigos de limpeza; 0,4% fumo; e finalmente, 0,2% referem-se a joias, bijuterias e armarinhos.

Faixas etárias – Em crescimento, a população de idosos supera a margem de 30 milhões em 2020. Na faixa etária economicamente ativa, de 18 a 59 anos, esse índice passa de 128 milhões, o que representa 60,5% do total de brasileiros, sendo mulheres em sua maioria. Já, os jovens e adolescentes, entre 10 e 17 anos, vem perdendo presença e somam 24,1 milhões, sendo superados por crianças de até 9 anos, que seguem a média de 29,4 milhões.

Sobre o IPC Maps

Publicado anualmente pela IPC Marketing Editora, empresa que utiliza metodologias exclusivas para cálculos de potencial de consumo nacional, o IPC Maps destaca-se como o único estudo que apresenta em números absolutos o detalhamento do potencial de consumo por categorias de produtos para cada um dos 5.570 municípios do País, com base em dados oficiais, através de versões em softwares de geoprocessamento. Este trabalho traz múltiplos indicativos dos 22 itens da economia, por classes sociais, focados em cada cidade, sua população, áreas urbana e rural, setores de produção e serviços etc., possibilitando inúmeros comparativos entre os municípios, seu entorno, Estado, regiões e áreas metropolitanas, inclusive em relação a períodos anteriores. Além disso, o IPC Maps apresenta um detalhamento de setores específicos a partir de diferentes categorias.

BRASÍLIA/DF - A Caixa Econômica Federal anunciou ontem (26) a data de pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial e de lotes residuais da primeira e segunda parcelas. Os depósitos começam hoje (27) e vão até o dia 4 de julho.

O saque em espécie do auxílio só será liberado a partir do dia 18, e será disponibilizado por grupos de acordo com o mês de nascimento, seguindo o modelo dos depósitos.

Veja o calendário:

Terceira parcela - depósito em poupança digital

Mês de nascimento Depósito do benefício Lotes Número de beneficiados
janeiro
e fevereiro
27 de junho

3ª parcela
↳lote 1

2ª parcela
↳lote 2

1ª parcela
↳lote 4

6,5 milhões

março
e abril

30 de junho 3ª parcela
↳lote 1

2ª parcela
↳lote 2

1ª parcela
↳lote 4
6,9 milhões
maio
e junho
1º de julho 3ª parcela
↳lote 1

2ª parcela
↳lote 2

1ª parcela
↳lote 4
6,9 milhões
julho
e agosto
2 de julho 3ª parcela
↳lote 1

2ª parcela
↳lote 2

1ª parcela
↳lote 4
6,8 milhões
setembro
e outubro
3 de julho 3ª parcela
↳lote 1

2ª parcela
↳lote 2

1ª parcela
↳lote 4
6,8 milhões
novembro
e dezembro
4 de julho 3ª parcela
↳lote 1

2ª parcela
↳lote 2

1ª parcela
↳lote 4
6,5 milhões

Para quem necessita sacar em espécie o benefício, a Caixa também anunciou o calendário de saques para a 3ª parcela. Confira abaixo:

Mês de nascimento Dia da liberação do saque
janeiro 18 de julho
fevereiro 25 de julho
março 1º de agosto
abril 8 de agosto
maio 15 de agosto
junho 29 de agosto
julho 1º de setembro
agosto 8 de setembro
setembro 10 de setembro
outubro 12 de setembro
novembro 15 de setembro
dezembro 19 de setembro

 

*Por Pedro Ivo de Oliveira - Repórter da Agência Brasil

MUNDO - O Peru concluirá na terça-feira uma quarentena nacional de mais de 100 dias, mas vai manter fechadas as fronteiras e um confinamento obrigatório nas sete regiões mais afetadas pela pandemia, segundo um decreto publicado nesta sexta-feira (26).

"Dispõe-se o isolamento social obrigatório (quarentena) nos departamentos (estados) de Arequipa, Ica, Junín, Huánuco, San Martín, Madre de Dios e Áncash", diz o decreto assinado pelo presidente Martín Vizcarra e todos os seus ministros, prorrogando até 31 de julho o "Estado de Emergência Nacional" pelo novo coronavírus, que vence na terça, 30 de junho.

Nestes sete departamentos, de um total de 25, moram pouco mais de seis milhões dos 33 milhões de peruanos e neles será "permitido o deslocamento das pessoas unicamente para a prestação e acesso a serviços e bens essenciais", como mercados, farmácias e bancos, segundo decreto publicado na edição on-line do jornal oficial El Peruano.

O governo manteve "o fechamento total de fronteiras" e também prorrogou o toque de recolher noturno em vigor desde 16 de março, após decretar o Estado de Emergência dez dias depois de registrado o primeiro caso de coronavírus no país.

- Fim da quarentena em Lima -

Com o decreto será suspensa na terça a quarentena em Lima, cidade de 10 milhões de habitantes, onde o coronavírus está diminuindo, segundo o governo, apesar de acumular 70% dos casos do país.

"Em Lima, de acordo com todas as avaliações feiras, (o coronavírus) está diminuindo em todos os distritos", disse o ministro da Defesa, Walter Martos, ao canal N de televisão.

Apesar da "quarentena focada" em regiões, o confinamento obrigatório continuará em todo o país para menores de 14 anos e maiores de 65. Também para quem tiver doenças que possam se complicar com o contágio da COVID-19.

As crianças poderão sair para passear acompanhadas de um adulto. Mas as aulas permanecerão suspensas em todas as séries, provavelmente até o fim do ano.

Nos sete departamentos em quarentena, o toque de recolher noturno vai durar duas horas a mais do que no restante do país. Além disso, aos domingos, o isolamento social obrigatório vigorará por todo o dia.

Em Lima e nas outras regiões sem quarentena, o toque de recolher dominical será suspenso.

No entanto, o ministro do Interior, Gastón Rodríguez, advertiu que o risco de contágio não terminou.

"Essa é a razão pela qual se estende o Estado de Emergência, buscamos salvaguardar a saúde pública", declarou à ATV Notícias.

- Reativação da economia -

A ministra de Economia e Finanças, Maria Antonieta Alva, declarou nesta quinta que a principal preocupação do governo é com a reativação da economia, semiparalisada.

Com este objetivo, shopping centers puderam reabrir na segunda-feira.

Durante a pandemia, dois milhões de empregos foram perdidos neste país, com alta informalidade. O Banco Central prevê uma queda de 12,5% do PIB em 2020. O governo concedeu ajuda para famílias e planos de créditos para empresas.

Enquanto isso, o Fundo Monetário Internacional previu nesta sexta queda de 14% para o PIB peruano.

- Máscara e distanciamento -

O decreto estipula a obrigatoriedade do uso de máscaras em vias públicas, assim como manter um distanciamento de pelo menos um metro de outras pessoas.

O Peru é o segundo país da América Latina em casos de coronavírus, depois do Brasil, com 272.364 contágios, segundo o último balanço diário do Ministério da Saúde, após registrar 3.762 novas infecções nas últimas 24 horas.

Os óbitos continuam passando dos cem por dia, com 178 mortos nas últimas 24 horas, totalizando 8.939 desde 19 de março, quando foi registrada a primeira morte por COVID-19 no país.

 

 

*Por: AFP

MUNDO - Grupos de pessoas estão pressionando a Disney a adiar a reabertura do parque Disney World, na Flórida, que estava prevista para 11 de julho, citando recentes picos dos casos de covid-19 no estado.

Nessa última quarta-feira (24), mais de 7 mil pessoas assinaram uma petição, criada por Katie Belisle, uma anfitriã da Disney World Atrações, que foi enviada aos prefeitos de Orlando, Buddy Dyer, e de Orange County, Jerry Demings.

"Esse vírus não sumiu e infelizmente só piorou no estado", diz a petição. "Manter nossos parques temáticos fechados até que os casos diminuam de forma sustentada manteria nossos convidados, funcionários e suas famílias em segurança".

Não foi possível localizar Belisle para comentar o assunto.

Os parques da Walt Disney estão fechados desde janeiro para ajudar a conter a disseminação do novo coronavírus. A empresa estimou que perdeu US$ 1 bilhão em sua divisão de parques temáticos entre janeiro e março.

"A segurança e o bem-estar de nossos membros do elenco e convidados estão na vanguarda do nosso planejamento, e mantemos um diálogo ativo com nossos sindicatos sobre os extensos protocolos de saúde e segurança, seguindo orientações de especialistas em saúde pública, que planejamos implementar à medida que avançamos em direção à nossa proposta de reabertura em fases", disse uma porta-voz da Disney em comunicado.

A petição na Flórida vem depois de uma reação semelhante dos sindicatos que representam trabalhadores da Disneylândia em Anaheim, na Califórnia, que planeja reabrir em 17 de julho.

 

*Por Helen Coster - Repórter da Reuters - Washington

Eduardo Canova, CEO da Leoa, explica o passo a passo para contribuintes que ainda não enviaram a declaração

SÃO PAULO/SP - É muito comum que duas pessoas optem por uma conta conjunta quando dividem a “mesma carteira”, isto é, compartilham das mesmas receitas e despesas, gerindo juntas o orçamento familiar. No entanto, no momento da declaração do Imposto de Renda, são muitas as dúvidas sobre como declarar uma conta conjunta e qual passo a passo seguir. Pensando nisso, Eduardo Canova, CEO da Leoa, plataforma gratuita para assistência na declaração do Imposto de Renda, separou o passo a passo para os contribuintes que ainda não enviaram a declaração.

Antes de tudo, é preciso esclarecer: há duas maneiras de lançar a conta conjunta no Imposto de Renda. A primeira forma é referente à casais que declaram o imposto juntos, como cônjuge dependente. A outra, para pessoas que realizam a declaração separadamente, como companheiros. Se você se encaixa em uma destas opções, veja abaixo o passo a passo completo para enviar a sua declaração:

  • O primeiro passo todos já sabem: toda e qualquer conta conjunta deve ser declarada no Imposto de Renda, no entanto, é facultativo declarar contas correntes conjuntas que fecharam o ano-calendário, neste caso, 2019, com valor igual ou inferior a R$ 140. “Assim como a informação obrigatória dos rendimentos de pessoas físicas, o saldo de contas conjuntas também segue um padrão para o valor mínimo obrigatório, como salários e aluguéis”, explica Eduardo Canova, CEO da Leoa.
  • Para pessoas que declaram o imposto com cônjuge ou companheiro, é preciso informar a conta conjunta apenas uma vez, bastando assinalar a existência da conta e as informações necessárias sobre ela na declaração a ser enviada à Receita Federal. “No caso de uma das pessoas da conta, seja ela seu cônjuge, filho, irmão e/ou outros, realizarem a declaração do Imposto de Renda individualmente, será necessário saber qual montante presente na conta pertence a cada um dos indivíduos. Assim, cada um declara o que lhe convém”, ressalta Canova. 

 

Essa informação pode ser facilmente acessada pelo informe encaminhado pela   instituição bancária responsável pela conta. Mas, se mesmo assim a informação não for clara, o valor presente na conta deve ser dividido igualmente e, posteriormente, declarado nas respectivas declarações.

  • Quando a declaração estiver completa, as informações da conta conjunta devem ser lançadas na ficha “Bens e Direitos”, sob o código “61”, intitulado “Depósito Bancário em Conta Corrente no País”. Logo após, é preciso inserir no campo “Discriminação” a informação de que a conta declarada se trata de uma conta conjunta. “Esta é uma fase muito importante e burocrática da declaração, requerendo atenção. Nela, será preciso informar os dados da conta e o saldo presente em 31/12/2018 e 31/12/2019. No entanto, se a conta conjunta foi aberta somente em 2019, basta deixar o campo ‘saldo em 31/12/2018’ em branco”, explica Canova.

Realizados estes procedimentos, o contribuinte poderá respirar aliviado pois estará em dia com o leão. É importante lembrar que aqueles que ainda não declararam devem correr, pois o prazo final para a entrega das declarações será no dia 30 de junho. Por isso, agrupe os informes necessários e declare assim que possível.

 

Sobre a Leoa

Leoa, plataforma online para declaração do Imposto de Renda e antecipação da restituição, é uma solução tecnológica que desburocratiza e facilita a vida dos contribuintes que precisam de uma plataforma simples, fácil e intuitiva para ficar em dia com o leão. Com a ajuda de inteligência artificial e muita tecnologia, a empresa oferece seus serviços de forma gratuita e educativa.

 

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