SÃO CARLOS/SP - Na sequência da vistoria realizada na Ponte do Monjolinho, no Parque Delta, o vereador Edson Ferraz esteve também embaixo da Rodovia Washington Luís, trecho que passa atualmente por obras de duplicação, para avaliar a situação da antiga passagem boiadeira existente no local.
A estrutura, que hoje funciona como uma ponte com cerca de 3,5 metros de largura, foi projetada para uma realidade muito diferente da atual. Com o crescimento expressivo dos bairros no entorno, a passagem já não comporta mais o fluxo de veículos, pedestres e ciclistas, gerando gargalos, riscos à segurança e dificuldades de mobilidade urbana.
Segundo o vereador, o momento é estratégico para uma intervenção eficaz. “A rodovia está sendo duplicada agora. É a oportunidade ideal para se pensar numa solução definitiva também para essa passagem, com alargamento e adequação à realidade atual da cidade”, destacou Edson Ferraz.
O parlamentar defende que a intervenção seja integrada às obras em andamento na Washington Luís, evitando retrabalho futuro e garantindo mais segurança, fluidez no trânsito e melhor conexão entre os bairros.
Edson Ferraz informou que irá formalizar a sugestão junto aos órgãos competentes, reforçando que planejamento urbano responsável passa pela antecipação de problemas e pelo aproveitamento de grandes obras para resolver demandas históricas da população.
A proposta visa transformar um ponto crítico de mobilidade em uma solução moderna, segura e compatível com o crescimento da região.
SÃO CARLOS/SP - O vereador Edson Ferraz esteve mais uma vez na Ponte do Monjolo, no Parque Delta, reforçando a cobrança por providências diante da situação preocupante da estrutura, que liga bairros importantes como Jockey Clube, Village e região.
A visita ocorre em meio ao acompanhamento técnico e administrativo feito pelo mandato. Em resposta a requerimento apresentado pelo vereador, a Secretaria Municipal de Gestão da Cidade e Infraestrutura informou oficialmente que já existe um projeto executivo para a construção de uma nova ponte no local.
De acordo com o documento, a obra está prevista como contrapartida da empresa responsável por empreendimento na região. O valor estimado do projeto é de R$ 1.186.289,10, conforme orçamento elaborado em 2019. A construção da nova ponte deverá ser executada integralmente pelo empreendedor, não gerando custos diretos ao Município.
A Prefeitura também informou que, embora não haja ainda prazo definido para o início das obras, o habite-se do empreendimento está vinculado à execução da ponte, o que reforça o compromisso da empresa com a implantação da estrutura e sua manutenção, garantindo segurança e durabilidade.
Para o vereador Edson Ferraz, a existência do projeto executivo é um avanço importante, mas não encerra a preocupação.
“Já existe projeto, já existe valor definido e responsabilidade assumida. O que precisamos agora é garantir que isso saia do papel. A população não pode continuar convivendo com insegurança”, destacou.
O parlamentar afirmou que seguirá acompanhando o processo, cobrando transparência, prazos e fiscalização, para que a obra seja efetivamente executada e entregue à população.
A Ponte do Monjolo é um eixo fundamental de mobilidade urbana da região e a intervenção é considerada essencial para assegurar segurança, acessibilidade e qualidade de vida aos moradores.
SÃO PAULO/SP - O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), voltou a cobrar o governo federal sobre a possibilidade de intervenção na Enel, concessionária de energia elétrica, nesta segunda-feira, 15. Tarcísio afirma ter falado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na semana passada e deve se reunir com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, nesta terça-feira, 16. O governador também promete ir à Justiça contra a empresa após uma série de blecautes na Grande São Paulo.
O último apagão, que começou na quarta-feira, 10, chegou a deixar cerca de 2,2 milhões no escuro. Na manhã desta segunda-feira, 15, havia 29,1 mil clientes sem luz. A empresa tem afirmado que fez investimentos para fazer podas preventivas, modernização da rede e acelerar a resposta a emergências, mas foi alvo de críticas diante da demora para restabelecer o serviço, o que também afetou o abastecimento de água na capital e em outras cidades.
O governador salientou que o governo federal precisa "se movimentar" e disse que "não tem condição de empurrar goela abaixo" a renovação do contrato dessa empresa em 2028. Na semana passada, Silveira chegou a dizer que Tarcísio e o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), faziam "disputa política" com o evento climático extremo.
"No evento que tivemos na sexta-feira (lançamento do canal SBT News), tive a oportunidade de falar com o presidente da República e dizer o seguinte: 'É a regulação que tem os remédios para resolver esse problema'", afirmou o chefe do Executivo paulista. "Já sei que foi chamada reunião do diretor-geral da (Agência Nacional de Energia Elétrica) Aneel, do ministro de Minas e Energia, com o presidente, na manhã desta segunda. Espero que eles possam encaminhar uma solução."
Tarcísio também disse que prevê acionar novamente a Justiça após esgotar uma série de medidas administrativas e de controle contra a concessionária. Segundo ele, o Estado já acionou o Tribunal de Contas da União (TCU), fez reuniões com o ministro da Corte e prefeitos da região metropolitana e aplicou sanções por meio do Procon, em razão do descumprimento do Código de Defesa do Consumidor. Isso inclui multas milionárias que, segundo ele, foram contestadas judicialmente para evitar o pagamento.
"A gente tem de deixar claro que a Constituição estabeleceu competências e atribuiu à União a competência pelo serviço de distribuição de energia", destacou. Além de criticar a atuação do governo Lula e da Aneel, ele apontou falhas da Enel.
Segundo Tarcísio, com a proximidade do fim do contrato (em 2028), a concessionária deixou de fazer investimentos necessários, reduziu equipes e abandonou ações de manutenção e de reforço da rede, como poda de árvores e automação do sistema.
Para ilustrar a diferença de atuação, citou o caso do Paraná, onde a Companhia Paranaense de Energia (Copel) - privatizada - enfrentou eventos climáticos extremos e chegou a registrar até dois milhões de clientes sem energia, mas conseguiu dar resposta mais eficiente à crise.
Ele também citou o caso de Goiás, onde a Enel foi alvo de pressão após uma série de falhas até ser vendida em 2022. "Quem era a concessionária que foi substituída no Estado de Goiás por deficiência técnica? A Enel", continuou. "A pergunta é: por que esses remédios foram usados em outras unidades da Federação e não estão sendo usados no estado de São Paulo?"
por Estadao Conteudo
SÃO CARLOS/SP - O vereador Jùlio Cesar (PL) apresentou um requerimento na Câmara Municipal pedindo melhorias no ponto de parada dos caminhoneiros da Avenida Trabalhador São Carlense, ao lado do Espaço Motoboy, local bastante utilizado por profissionais do transporte e da logística em São Carlos.
De acordo com o parlamentar, o local é amplamente utilizado por caminhoneiros que atuam com fretes e mudanças, servindo como espaço de apoio, descanso e organização das atividades profissionais. Esse cenário, segundo ele, reforça a necessidade de manutenção adequada da infraestrutura, da organização e da segurança do espaço.
No documento, o vereador destaca que intervenções realizadas na calçada não foram finalizadas com a devida repintura, o que compromete a organização visual, a sinalização e a segurança de pedestres, motoristas e trabalhadores que utilizam o ponto diariamente.
Outro ponto levantado no requerimento é a necessidade de poda de árvores e limpeza do local, em razão do crescimento da vegetação e do acúmulo de resíduos. Segundo Jùlio Cesar, essas condições prejudicam a visibilidade, dificultam a circulação de pedestres e veículos e impactam negativamente tanto a segurança quanto o aspecto urbano da área.
“São intervenções simples, mas essenciais para garantir mais segurança, organização e dignidade aos trabalhadores que utilizam esse espaço diariamente”, reforçou Jùlio Cesar
SÃO CARLOS/SP - O vereador Edson Ferraz anunciou a destinação de R$ 70 mil reais em emenda parlamentar para o ano de 2026, com foco na continuidade das reformas e melhorias estruturais da Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila São José, em São Carlos.
O recurso será utilizado para fortalecer a estrutura física do posto de saúde, garantindo mais conforto, segurança e qualidade no atendimento aos moradores do bairro e da região. A iniciativa busca dar sequência às adequações já realizadas e atender demandas históricas da população que utiliza a unidade diariamente.
Desde o início do mandato, Edson Ferraz acompanha de perto a situação da UBS da Vila São José, tendo inclusive protocolado requerimentos solicitando informações sobre as reformas, funcionamento da farmácia e condições de trabalho dos servidores. A destinação da emenda reforça o compromisso do vereador com a saúde pública e com a melhoria dos serviços básicos oferecidos à população.
“Investir na estrutura das unidades de saúde é investir em dignidade e cuidado com as pessoas. Nosso objetivo é garantir um ambiente adequado tanto para os profissionais quanto para os usuários do sistema”, destacou o vereador.
A expectativa é que, com o aporte financeiro previsto para 2026, a UBS da Vila São José avance nas melhorias necessárias, refletindo diretamente na qualidade do atendimento prestado à comunidade.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos realizará mais uma audiência pública do Plano Diretor, desta vez no distrito de Santa Eudóxia. A reunião acontece no dia 17 de dezembro (quarta-feira), às 18h, no salão da Igreja São Sebastião, e dará continuidade ao ciclo de debates sobre o futuro urbano do município.
Pela primeira vez, o processo de revisão do Plano Diretor está sendo levado aos dois distritos. Após a audiência realizada em Água Vermelha, agora é a vez de Santa Eudóxia receber a equipe técnica responsável pela atualização das diretrizes que irão orientar o desenvolvimento da cidade a partir de 2026.
Entre os temas que serão apresentados à população está a proposta de ampliação do perímetro urbano do distrito. Segundo a equipe técnica, a região possui características ambientais e geográficas que permitem discutir novos modelos de ocupação, incluindo a possibilidade de implantação de chácaras de recreio em áreas próximas aos rios Quilombo e Mogi-Guaçu, dois importantes cursos d’água que margeiam Santa Eudóxia.
A ideia é reservar uma zona de expansão específica para o chácaras, estruturada em formato de condomínio, de modo que a responsabilidade pela manutenção e infraestrutura fique a cargo dos proprietários, e não do município. O modelo, segundo os técnicos, busca garantir organização, sustentabilidade e viabilidade econômica.
Outro ponto em destaque é o potencial turístico da região. Santa Eudóxia e seu entorno reúnem fazendas históricas, cachoeiras e áreas naturais que podem ser exploradas de forma planejada, fortalecendo a economia local e criando novas oportunidades para os moradores que optam por permanecer no distrito. A proposta é que o Plano Diretor incorpore diretrizes específicas para o desenvolvimento do turismo rural e ecológico.
Durante a audiência, também será apresentada a proposta de criação de uma área de interesse ambiental próxima à zona urbana, com o objetivo de preservar recursos naturais e garantir mais qualidade de vida à população.
“A Prefeitura reforça o convite aos moradores de Santa Eudóxia para participarem da audiência. O encontro será um momento para ouvir sugestões, esclarecer dúvidas e apresentar as diretrizes que irão orientar o crescimento do distrito e de todo o município nos próximos anos”, disse o assessor do prefeito Netto Donato, João Muller.
SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, Lucão Fernandes (PP), participou na sexta-feira (12) do 1º Congresso Jurídico da OAB São Carlos, um evento que consolidou o papel da cidade como Capital Nacional da Tecnologia e referência no debate sobre inovação aplicada ao Direito.
Durante a abertura, Lucão fez questão de parabenizar a diretoria da 30ª Subseção, presidida pela dra. Andréa Martos Valdevite, pela organização do congresso. Para ele, a iniciativa demonstra a força de São Carlos como um polo de conhecimento, capaz de atrair advogados, promotores, juízes e pesquisadores de diversas regiões do país.
“São Carlos tem um ecossistema único, com universidades, centros de pesquisa e empresas tecnológicas que transformam conhecimento em desenvolvimento. Eventos como este reforçam nossa vocação e ampliam o diálogo entre ciência, inovação e justiça”, destacou o presidente da Câmara.
Além de prestigiar as atividades acadêmicas, Lucão Fernandes aproveitou para reafirmar seu compromisso na luta contra o feminicídio, convidando todos os presentes para a audiência pública que será realizada pela Câmara Municipal sobre o tema. A pauta, que ele vem defendendo com firmeza, ganha ainda mais relevância diante das transformações sociais abordadas ao longo do congresso.
OAB São Carlos: tradição, vanguarda e liderança no debate jurídico
Com uma das maiores concentrações de doutores do mundo, São Carlos se consolida como um ambiente de produção científica e inovação. Inspirada por esse contexto, a OAB promoveu dois dias de debates com o tema “Direito na Capital da Tecnologia”, reunindo especialistas de renome.
Segundo a presidente da subseção, dra. Andréa Martos Valdevite, o congresso cumpre um papel fundamental ao aproximar a advocacia dos desafios da transformação digital.
“É responsabilidade da OAB estimular a reflexão, garantir segurança jurídica e manter a sociedade atualizada diante das mudanças que a tecnologia impõe”, afirmou.
Ao longo do evento, foram discutidos os impactos da inteligência artificial, dos crimes cibernéticos, do teletrabalho, da sustentabilidade inteligente e até mesmo das novas fronteiras do Direito de Família em um mundo hiperconectado.
A presença de Lucão Fernandes reforça a sintonia entre o Legislativo e as entidades que promovem conhecimento e modernização.
A OAB São Carlos, por sua vez, demonstra liderança ao colocar a cidade no centro das discussões jurídicas sobre tecnologia, inovação e responsabilidade social.
O congresso encerra-se deixando uma mensagem clara: São Carlos não apenas acompanha a evolução da era digital — a cidade lidera o caminho.
BRASÍLIA/DF - Há 30 anos a Justiça Eleitoral dava o primeiro passo em direção ao voto informatizado acessível a todos os brasileiros e brasileiras. A publicação do Edital de Licitação Internacional nº 002/95 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no dia 14 de dezembro de 1995, marcou o início de um longo processo para concretizar o sonho do voto eletrônico. Fruto do trabalho de uma comissão formada por um grupo técnico qualificado, o edital detalhava os requisitos para a construção do Coletor Eletrônico de Voto (CEV), ou como rapidamente ficou conhecida, a nossa urna eletrônica.
A ideia de usar meios eletrônicos para computar os votos já era antiga, com menções a uma máquina de votar no primeiro Código Eleitoral, o Decreto nº 21.076 de 1932. Durante os anos que se seguiram, múltiplos atores tentaram fazer com que esse sonho virasse realidade. Após algumas experiências malsucedidas, os anos 70 e 80 trouxeram avanços tecnológicos notáveis, que impulsionaram o desejo de transformar o sistema eleitoral, tornando-o mais seguro e transparente.
Já em 1989, foram realizadas experiências com voto em microcomputadores em Santa Catarina. Outras eleições, em 1994 e 1995, também utilizaram computadores adaptados para recolher votos, incluindo plebiscitos no estado de São Paulo, que aprovaram a formação das cidades de Gavião Peixoto, Jumirim e Paulistânia. Ainda em 1994, pela primeira vez, foi implantada a totalização de votos completamente informatizada, após uma grande operação para recadastramento em 1986, que resultou em um cadastro eleitoral único e informatizado em todo o território nacional.
Gradativamente, a modernização chegava à Justiça Eleitoral, e um processo vital, talvez o mais vital de todos, precisava acompanhar essa evolução: o voto. Após uma eleição marcada por fraudes, que culminaram na anulação do pleito de 1994 no Rio de Janeiro, o consenso era de que o sistema precisava ser renovado, afastando as cédulas de papel e a interferência humana do processo de votação. Essa renovação começou a se materializar com a posse do ministro Carlos Velloso como presidente do TSE, em dezembro do mesmo ano.
Os notáveis e os ninjas
A Comissão de Reforma da Legislação Eleitoral, popularmente conhecida como “comissão de notáveis”, foi formada logo após a posse do ministro Velloso e reunia magistrados e especialistas de diferentes campos, com o intuito de atualizar a legislação eleitoral e planejar a informatização do voto. Dividida em cinco frentes, uma das subcomissões era a “Comissão de Informatização do Voto”, presidida pelo ministro Ilmar Galvão e relatada por Paulo Camarão, então secretário de informática do TSE. Diversos protótipos do Coletor Eletrônico de Voto foram testados pela comissão.
No artigo “Urna Eletrônica Brasileira – Um Projeto de Sucesso”, o ex-secretário de informática do TSE descreve que o trabalho da Comissão durou até agosto de 1995, quando foi encaminhado para a Câmara dos Deputados um Projeto de Lei com regulamentações para as eleições de 1996 e premissas para o projeto básico do que se tornaria a urna. Paulo lista algumas das premissas já documentadas no projeto:
Partindo desses parâmetros, iniciou-se a movimentação para arquitetar o hardware e software da urna. Com a criação do Grupo Técnico, apelidados de “ninjas” pela mídia da época, a elaboração do projeto básico e do edital de licitação finalmente tomava forma.
O grupo contava com representantes do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Telebrás e dos Ministérios da Aeronáutica, Marinha e Exército. Paulo Camarão conta que “duas vezes por semana, o grupo se reunia no TSE ou no TRE-SP para apresentar os trabalhos desenvolvidos, trocar opiniões e conhecimento sobre o projeto.”
A licitação e a concretização do sonho
Assim, no dia 15 de fevereiro de 1995, foi publicado no Diário Oficial da União o seguinte Aviso de Licitação:
“A Comissão Especial de Licitação, instituída pela portaria no 362/95, do Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, torna público a realização da Licitação Internacional de n° 002/95, na modalidade de concorrência, do tipo técnica e preço, com o fim de escolher a proposta mais vantajosa para o fornecimento de equipamentos de informática denominados Coletor Eletrônico de Voto (CEV).”
Finalmente, no dia seguinte à publicação do Aviso, o resultado de todo o trabalho das comissões e do Grupo Técnico foi consolidado no Edital de Licitação Internacional TSE nº 002/95. Começava o processo para projetar e fabricar mais de 70 mil urnas, que teria seu fim em março de 1996, quando uma entre três empresas competidoras saía vencedora: a brasileira Unisys. A Justiça Eleitoral acompanhou de perto o desenvolvimento e a produção das máquinas, e as urnas foram utilizadas nas eleições municipais de 1996, conforme o planejado.
O ministro Carlos Velloso, um dos principais atores na realização do sonho do voto informatizado, relembrou o primeiro pleito em que pôde ver a urna em ação, no prefácio do livro “O voto informatizado: legitimidade democrática”:
“Um jornalista viu lágrimas nos meus olhos, quando votava, e quando presenciava a festa das eleições, a festa da cidadania: as pessoas mais simples, analfabetas ou semi-alfabetizadas, votavam com facilidade, assim desmentindo os que, por má-fé, raiva do mundo ou pessimismo, diziam que o povo não saberia votar pelo computador. E mais: muitos eleitores levavam os seus filhos menores, crianças com menos de 10 anos de idade. Elas é que acionavam com desenvoltura, o pequeno computador, votando pelos seus pais, a tudo presentes. A alguém que me perguntou se aquilo não representava quebra do sigilo do voto, respondi que aquilo simplesmente representava a preparação do cidadão de amanhã.”
SÃO PAULO/SP - O projeto de lei enviado pelo Governo de SP para a Assembleia Legislativa (Alesp) prevê a isenção de IPVA para 2,4 milhões de motocicletas até 150 cilindradas, o equivalente a 53% da frota do estado.
A proposta isenta do imposto todas as motocicletas, ciclomotores e motonetas de até 150 cc de propriedade de pessoas físicas. A medida tem forte impacto no orçamento de quem utiliza a moto como instrumento de trabalho, especialmente entregadores e prestadores de serviço.
“Essa iniciativa reconhece a importância social e econômica da motocicleta para milhões de paulistas que dependem dela para trabalhar e garantir renda. Estamos falando de entregadores, prestadores de serviço e trabalhadores que movimentam a economia todos os dias. A isenção foi planejada com responsabilidade, para aliviar o orçamento de quem mais precisa, sem comprometer o equilíbrio das contas do Estado”, destaca o governador Tarcísio de Freitas.
Se o projeto for aprovado, a isenção passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2026 para veículos em situação regular de registro e licenciamento. O texto altera a Lei nº 13.296/2008, que regulamenta o IPVA no Estado.
SÃO CARLOS/SP - Na quinta-feira, 11 de dezembro de 2025, a vereadora Raquel Auxiliadora (PT) realizou sua plenária anual de prestação de contas, reunindo cerca de 50 pessoas para apresentar o balanço das ações do mandato em 2025. A atividade, que já se tornou uma tradição desde o primeiro mandato, reafirma o compromisso da vereadora em prestar contas publicamente, com transparência e diálogo direto com a população de São Carlos.
Além da apresentação das principais lutas, leis e ações do ano, a plenária também foi espaço de escuta. Em uma dinâmica participativa, as pessoas presentes foram convidadas a responder a três perguntas: o que foi bom no mandato em 2025, o que pode melhorar e quais são seus sonhos para 2026. Entre os cartões preenchidos, apareceram diversos registros expressando o desejo de ver Raquel Auxiliadora ocupando novos espaços de representação, inclusive na Câmara dos Deputados.
Diante dessas manifestações, Raquel aproveitou o momento para anunciar sua pré-candidatura a deputada federal, destacando que a decisão nasce da própria base social que acompanha e constrói o mandato ao longo dos anos. Participaram da plenária, entre outras lideranças, o ex-prefeito de São Carlos Newton Lima, a presidenta municipal do PT, Rita Farjado, e Erick Silva, presidente da Federação dos Metalúrgicos.
Como em todos os anos, a vereadora também apresentou a revista de Prestação de Contas 2025, que reúne de forma didática as ações nas áreas de direitos das mulheres, igualdade racial, juventude, cultura, economia solidária, servidores públicos e oposição ao governo municipal. A publicação está disponível em formato digital e pode ser acessada pelo site: https://
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