fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim

EUA - As ações da Adidas despencaram nesta quinta-feira (30) e caminham para a maior queda diária de sua história, após os gastos elevados com marketing na Copa do Mundo da Fifa comprimirem os lucros da fabricante alemã de artigos esportivos.

Por volta das 10h (de Brasília), os papéis caíam 17,3% na Bolsa de Frankfurt, a 150,65 euros. No acumulado do ano, a ação recua mais de 10%.

A empresa gastou perto de 1 bilhão de euros em marketing no trimestre encerrado em junho, cerca de 30% a mais do que no mesmo período do ano passado, ao intensificar ações de promoção em torno da Copa do Mundo da Fifa realizada na América do Norte. O torneio terminou de forma positiva para a Adidas, fornecedora de uniformes e patrocinadora de Espanha e Argentina, finalistas da competição.

Mas o aumento das despesas de marketing limitou o lucro operacional, que subiu 5% em um ano, para 574 milhões de euros, ficando abaixo do consenso de mercado, de 623 milhões de euros.

Em teleconferência, o CEO da Adidas, Bjorn Gulden, disse ter se surpreendido com a queda das ações.

A companhia reiterou a projeção de lucro operacional para 2026, em torno de 2,3 bilhões de euros, abaixo dos quase 2,5 bilhões de euros estimados por analistas.

Tanto o resultado quanto a ausência de um aumento no guidance devem decepcionar, escreveu o analista Piral Dadhania, do RBC Capital Markets, em nota.

A Adidas afirmou ainda que sua projeção não considera possíveis reembolsos de tarifas nos EUA entre US$ 250 milhões e US$ 300 milhões, valores que poderão ser recuperados no futuro.

Em termos absolutos, a Adidas teve um trimestre forte, disseram analistas do Deutsche Bank. Ainda assim, os números podem frustrar investidores diante do aumento das expectativas relacionadas à Copa do Mundo, acrescentaram. Fonte: Dow Jones Newswires.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

 

 

por Estadao Conteudo

Crédito pode ser acessado por produtores de atividade agrícola ou pecuária com dano comprovado

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - O Governo de São Paulo liberou uma linha de crédito emergencial de custeio pelo Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP) para produtores rurais da região de Ribeirão Preto atingidos pelo temporal do dia 24 de julho. Cada produtor pode obter até R$ 150 mil, com taxa efetiva de 3% ao ano e prazo total de até 72 meses para pagamento, com carência de até 3 anos para o primeiro pagamento e parcelas anuais.

A medida da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) é uma primeira resposta da força-tarefa mobilizada logo após o temporal. Técnicos da CATI (Regionais de Ribeirão Preto e Jaboticabal) percorrem as propriedades rurais para avaliar a extensão dos prejuízos provocados pela chuva intensa, granizo e fortes rajadas de vento. O levantamento preliminar identificou danos em lavouras, pomares, estufas, canaviais, estoques e estruturas produtivas em municípios como Taquaritinga, Ribeirão Preto, Dumont, Jaboticabal e Guariba, com Taquaritinga registrando, até o momento, a situação mais crítica no meio rural.

Como o trabalho de campo segue em andamento, as medidas de apoio poderão ser ajustadas ou ampliadas, garantindo resposta proporcional à real necessidade do campo.

O crédito pode ser acessado por produtores de atividade agrícola ou pecuária com dano comprovado por técnico habilitado da SAA. Os recursos podem ser utilizados para aquisição de insumos, sementes, mudas, fertilizantes, alimentação e medicamentos para animais, além de reparos emergenciais na infraestrutura produtiva, limpeza de áreas e recomposição de servidões.

“O produtor precisa de suporte para recuperar a produção e voltar a trabalhar. É exatamente isso que o Governo do Estado está fazendo, com a equipe inteira mobilizada para que esse apoio chegue na ponta o mais rápido possível”, destaca o secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Geraldo Melo Filho.

Como solicitar

Para solicitar o financiamento, o produtor deve reunir evidências do impacto (fotos, notas fiscais, orçamentos e a relação das perdas) e procurar a Casa da Agricultura da CATI ou o escritório do ITESP mais próximo. Após a vistoria da propriedade, um técnico elabora a proposta de financiamento.

Linhas de investimento também disponíveis

Além da ação emergencial de custeio, o FEAP mantém ativas linhas de investimento para produtores rurais, cooperativas e associações que precisam reconstruir ou modernizar a estrutura de suas propriedades. Os valores vão de R$ 250 mil para produtor pessoa física a R$ 500 mil para pessoa jurídica e R$ 800 mil para associações e cooperativas, com prazo de até 84 meses, carência de até 2 anos para o primeiro pagamento e taxas de 4,5% a 7,5% ao ano, conforme o perfil do beneficiário. Os recursos podem financiar infraestrutura produtiva, implantação ou renovação de culturas, produção animal, equipamentos e tecnologia.

O acesso segue a mesma dinâmica: pela Casa da Agricultura da CATI ou pelos escritórios do ITESP.

As linhas do FEAP são complementares às medidas já anunciadas pela Desenvolve SP, agência de fomento do Governo do Estado, que disponibiliza crédito para empresas, agroindústrias e prefeituras dos municípios atingidos pelo temporal. Enquanto a Desenvolve SP atende o setor empresarial e o poder público municipal, o FEAP é a via de acesso do produtor rural — pessoa física ou jurídica — às linhas de custeio e investimento na atividade agropecuária. As duas frentes foram estruturadas em conjunto pelo Governo do
Estado, sem sobreposição de público.

BRASÍLIA/DF - O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta terça-feira (28) a distribuição de R$ 13,04 bilhões aos trabalhadores referentes ao resultado positivo obtido pelo fundo em 2025.

O valor corresponde a 89% do lucro de R$ 14,65 bilhões registrado no exercício. Ao todo, cerca de 138,2 milhões de trabalhadores e trabalhadoras serão beneficiados pela distribuição.

Segundo a proposta aprovada pelo colegiado, o crédito será feito de forma proporcional ao saldo existente em cada conta vinculada em 31 de dezembro de 2025.

Os recursos serão creditados nas contas vinculadas do FGTS até 31 de agosto, conforme prevê a legislação.

Terão direito ao recebimento os trabalhadores que possuíam saldo positivo em contas do fundo em 31 de dezembro de 2025, incluindo contas ativas e inativas.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO PAULO/SP - O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) decide, nesta terça-feira, 28, a distribuição de cerca de R$ 13 bilhões em lucros do fundo. Se aprovada, a medida beneficiará aproximadamente 138 milhões de trabalhadores, com depósito automático nas contas.

Se aprovada, a medida permitirá que a Caixa Econômica Federal deposite automaticamente os valores nas contas vinculadas ao FGTS. Não será necessário fazer nenhuma solicitação.

A distribuição dos resultados do fundo tornou-se uma prática recorrente nos últimos anos. Em 2025, foram repassados R$ 12,9 bilhões aos cotistas, enquanto, no ano anterior, a distribuição somou R$ 15,2 bilhões.

Quem receberá o depósito?

Todos os trabalhadores que tinham saldo em contas ativas ou inativas até 31 de dezembro de 2025 receberão um valor. O cálculo varia conforme o montante existente na conta até o último dia do ano passado, ou seja, não há um valor fixo para todos os beneficiários.

Para estimar quanto poderá ser creditado, o saldo registrado no fim de 2025 deve ser multiplicado pelo índice de 0,01868341, definido na proposta apresentada ao Conselho Curador.

Como o trabalhador pode consultar os valores recebidos?

Diretamente no aplicativo FGTS, disponível nas lojas Google Play e App Store, ou no Internet Banking Caixa, para clientes do banco. Também é possível fazer a consulta presencialmente, em agências da Caixa Econômica Federal.

Os valores recebidos podem ser sacados?

Sim, nas situações previstas na Lei nº 8.036/1990, como na aquisição da casa própria, em casos de calamidade, doenças graves e rescisão sem justa causa, entre outras. O recurso recebido não integra a base de cálculo da multa rescisória caso o trabalhador seja demitido sem justa causa.

O que é a distribuição de resultados do FGTS?

É uma iniciativa criada em 2016 que incrementa a rentabilidade básica anual, de TR mais 3% ao ano, das contas do FGTS dos trabalhadores, por meio da distribuição de parte do lucro dos investimentos do fundo. O percentual a ser distribuído é definido pelo Conselho Curador do FGTS (CCFGTS).

A distribuição de resultados está prevista na Lei nº 13.446/2017.

Os trabalhadores que não tiveram seus depósitos mensais realizados pelos empregadores receberão a distribuição de resultados?

A distribuição é realizada de acordo com o saldo das contas dos trabalhadores em 31 de dezembro do ano em que o resultado foi obtido. A atual distribuição, que ocorre em 2026, levará em conta, portanto, o saldo registrado no último dia de 2025.

Caso o empregador não tenha depositado os valores devidos até o fim de 2025, eles não entrarão no cálculo do montante a ser creditado na conta do trabalhador.

 

 

por Estadao Conteudo

Dados mostram que utilitários e motocicletas puxaram o aumento no primeiro semestre em comparação com mesmo período de 2025

 

SÃO PAULO/SP - O emplacamento de veículos novos cresceu 7% no estado de São Paulo no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo intervalo de tempo de 2025. Foram 536.766 veículos zero quilômetro emplacados entre janeiro e junho, ante 502.082 no mesmo período do ano passado. Os dados são do Departamento de Trânsito do Estado de São Paulo (Detran-SP).

Entre todas as categorias de veículos tiveram destaque os utilitários, que registraram alta de 29,5% no primeiro emplacamento em 2026: de 38.063 emplacamentos entre janeiro e junho de 2025 para 49.324 no mesmo intervalo deste ano.

Em seguida, vieram as motocicletas, com aumento de 14,4% — de 169.413 para 193.868. Automóveis, que passaram de 175.030 para 176.267, ficaram praticamente iguais a 2025. Assim como as caminhonetes, que recuaram de 45.454 para 44.549 no primeiro semestre de 2026.

O Detran-SP oferece um serviço online para a solicitação de emplacamento ou estampagem da placa. O link para acessar o serviço no portal do órgão de trânsito é este: https://www.detran.sp.gov.br/detransp/pb/servico/veiculos/solicitar_placa_do_veiculo?id=carta_de_servico_solicitar_placa_do_veiculo.

CANADÁ - O governo do Canadá cancelou a cerimônia conjunta de inauguração da Ponte Internacional Gordie Howe, que liga Windsor, no Canadá, a Detroit, nos Estados Unidos. O evento estava previsto para esta sexta-feira (24). A informação foi divulgada pela Associated Press.

A decisão foi tomada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma tarifa adicional de 50% sobre a maior parte dos produtos canadenses exportados ao mercado norte-americano. A cerimônia reuniria autoridades dos dois países.

Em comunicado, o governo canadense afirmou que, diante das medidas comerciais anunciadas pelos EUA, seria "inadequado" realizar uma celebração conjunta. O Canadá fará um evento próprio na mesma data, de acordo com informações da Associated Press.

Até o momento, não há confirmação de uma cerimônia separada pelo lado norte-americano. A abertura da ponte para o tráfego, porém, continua prevista para 27 de julho.

Este não é o primeiro impasse envolvendo a nova ligação entre os dois países. Em fevereiro, Trump ameaçou adiar a abertura da ponte e defendeu que os Estados Unidos recebessem participação de pelo menos 50% no empreendimento, além de serem "totalmente compensados" pelo investimento feito pelo Canadá.

Trump anunciou nesta terça-feira (21) uma tarifa adicional de 50% sobre a maior parte dos produtos canadenses importados pelos Estados Unidos. Em resposta, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, classificou a medida como mais um episódio de uma série de "ações comerciais unilaterais" adotadas por Washington.

Segundo o anúncio, as novas tarifas entram em vigor em 19 de agosto. Entre os produtos atingidos estão vinhos, tacos de hóquei, cimento, laticínios, piscinas, móveis, varas de pesca, sementes, roupas e perucas. As tarifas também se aplicam a mercadorias cobertas pelo acordo de livre comércio entre Estados Unidos, México e Canadá (USMCA), embora importações do setor de energia e bens já sujeitos a tarifas setoriais permaneçam isentas.

 

 

por Folhapress

BRASÍLIA/DF - O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou nesta terça-feira (21) que o governo do presidente Lula (PT) não pretende retaliar a administração de Donald Trump em reação às taxas adicionais de 25% que serão aplicadas sobre produtos brasileiros a partir desta quarta (22).

"A ideia não é retaliação. Não é. Dizem que [no] olho por olho, o que pode acontecer é os dois ficarem cegos. A reciprocidade é [dizer] 'estamos sendo injustiçados e queremos corrigir isso'. Temos instrumentos para fazê-los, no momento oportuno, da forma adequada", declarou Alckmin.

Ele falou em entrevista a jornalistas após se reunir, junto com o ministro da Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, com representantes de setores afetados pelo tarifaço.

A declaração representa um recuo na posição da gestão petista. Na última semana, quando o USTR (Escritório do Representante do Comércio dos EUA) anunciou a sobretaxa contra o Brasil, o governo brasileiro afirmou que iria "imediatamente" iniciar os trâmites para acionar a Lei de Reciprocidade contra os Estados Unidos.

Ao voltar a classificar as tarifas como injustas, o vice-presidente reforçou que um dos principais objetivos será abrir novos mercados para os itens nacionais. Citou os acordos do Mercosul com a União Europeia e com Singapura. "E está em negociação para melhorar o mercado com o Japão, com o México, com a Índia", disse.

A ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) já anunciou que lançará, em agosto, um plano de diversificação de mercados de R$ 130 milhões.

O ministro da Indústria e Comércio afirmou que o governo brasileiro mapeia quais contrapartes americanas podem ajudar setores brasileiros nas negociações para reduzir as taxas impostas pela Casa Branca, além de estimar quais serão os impactos na geração de empregos e no lucro das empresas.

Segundo ele, a orientação de Lula é de que a equipe econômica converse com todos os segmentos da indústria nacional atingidos e continue negociando. Não há prazo para o anúncio de novas medidas. A decisão final será do presidente, afirmou Elias Rosa.

"Estamos confirmando dados, colhendo novos dados, também recebendo sugestões de modos pelos quais esses setores podem ser atendidos. Seja em razão do custo, cada setor representa essa tarifação, seja em razão das políticas que podem ser adotadas para a diversificação de mercados. Esse é um grande desafio que precisa ser seguido", disse.

"O fato de ser injusta, descabida, indevida, não significa que o governo brasileiro não vá adotar todas as medidas para, primeiro, socorrer quem precisa", completou o ministro.

As reuniões com os segmentos acontecem enquanto o Brasil aguarda, para essa semana, a decisão do governo dos EUA sobre uma possível nova rodada do tarifaço, esta de 12,5% e com base em uma investigação sobre trabalho forçado.

A tarifa deve substituir as sobretaxas de 10% com base na Seção 122, que expiram no fim de julho.

Elias Rosa afirmou que o governo aguarda para saber se os 12,5% serão cumulativos para os 25% ou não. "A partir daí é que se desvenda um novo cenário", disse.

Na reunião desta terça, estiveram presentes representantes de Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), dentre outros.

Na quarta (22), outras duas rodadas de conversa serão realizadas.

Segundo os cálculos do governo, o tarifaço afeta cerca de 18% das exportações aos americanos, ou algo como US$ 7,4 bilhões (R$ 38 bilhões) em mercadorias.

Como mostrou a Folha de S. Paulo, alguns setores sentirão a sobretaxa com mais força. É o caso do segmento da madeira, que verá 81% das exportações aos EUA atingidas pelas novas tarifas, segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria).

A nova rodada também prejudicará 56% das exportações de minerais não metálicos, 51% das exportações de químicos e 38% das exportações de alimentos para os EUA.

 

 

por Folhapress

BRASÍLIA/DF - O governo federal autorizou repasse de R$ 547 milhões para ressarcir beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vítimas de descontos indevidos. A medida está publicada na edição desta terça-feira (21) do Diário Oficial da União.

De acordo com o texto, o crédito extraordinário será destinado ao programa Previdência Social: Promoção, Garantia de Direitos e Cidadania e serão executados pelo INSS. 

O objetivo é garantir o reembolso de valores descontados de forma irregular de beneficiários do Regime Geral de Previdência Social. Os recursos integram o orçamento da própria seguridade social.

Crédito extraordinário

O crédito extraordinário é um instrumento previsto na Constituição Federal para atender despesas urgentes e imprevisíveis. Nesses casos, os recursos podem ser liberados por medida provisória, com efeito imediato, antes da análise pelo Congresso Nacional.

A Medida Provisória nº 1.378 será encaminhada ao Congresso, que deverá apreciar o texto para conversão em lei.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - As expectativas do mercado financeiro para a inflação em 2026 mantêm a trajetória de queda observada nas últimas semanas. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central (BC), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano em 5,15%.

Na semana passada, o mercado projetava que o IPCA, índice que corresponde à inflação no país, fecharia o ano em 5,16%. Há quatro semanas, a expectativa era uma inflação de 5,33%. Para os anos 2027 e 2028, o boletim projeta inflação em 4,20% e 3,78%, respectivamente.

Nos demais indicadores (PIB, Câmbio e Selic), as projeções do mercado se mantiveram estáveis, também na comparação com as últimas semanas.

PIB e dólar

Com relação ao Produto Interno Bruto, (PIB - soma de todos os bens e serviços produzidos no país), as projeções do mercado financeiro são as mesmas há 3 semanas: crescimento de 1,99% em 2026. Há quatro semanas, as projeções eram de que a economia brasileira cresceria 1,98% no ano.

Para 2027, o mercado projeta um crescimento de 1,65% para o PIB. Para 2028, 2%.

As projeções para o câmbio ao final de 2026 estão estáveis há cinco semanas. A cotação prevista pelo mercado está em R$ 5,20 para o ano; em R$ 5,28 para 2027; e em R$ 5,30 para 2028.

Taxa Selic

A projeção da taxa básica de juros (Selic) para 2026 se manteve em 14% pela quarta semana consecutiva.

A taxa atual, estabelecida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC em 17 de junho, é 14,25%. Com isso, há expectativa de pelo menos uma redução na atual taxa até o final de 2026.

A próxima reunião do Copom está prevista para os dias 4 e 5 de agosto.

As previsões da Selic para 2027 e 2028 se mantiveram estáveis, em 12% e 10,5%, respectivamente.

De junho de 2025 até março de 2026, a Selic estava em 15% ao ano – o maior nível desde julho de 2006, quando foi fixada em 15,25% ao ano.

De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes.

Copom

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, incentivando produção e consumo no país – o que acaba por estimular a atividade econômica.

Por outro lado, segundo os especialistas que costumam ser consultados pelo BC para a elaboração do boletim Focus, créditos mais baratos tendem a aumentar pressões inflacionárias.

Ao aumentar a taxa Selic, o Copom faz com que o crédito no país fique mais caro, o que estimula, em vez de consumo, a aplicação de recursos em poupanças ou em renda fixa.

Na avaliação do mercado, taxas mais altas de juros acabam por dificultar a expansão da economia, uma vez que, ao desestimularem o consumo, reduzem demandas – ajudando a conter pressões inflacionárias.

Para definir as taxas de juros que cobram de seus clientes, os bancos consideram, também, outros fatores. Entre eles, risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - O governo dos Estados Unidos anunciou na madrugada (horário de Brasília) desta quinta-feira (16) a nova taxação de 25% sobre produtos brasileiros e as entidades que representam vários setores da indústria brasileira reagiram fortemente à medida determinada pelo presidente Donald Trump.

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), divulgou comunicado no qual “lamenta com profunda preocupação a aplicação de uma sobretaxa às exportações de produtos brasileiros ao mercado norte-americano”.

“A decisão é especialmente prejudicial por se limitar de forma unilateral ao Brasil, o que reduz significativamente a competitividade do país perante concorrentes globais”, diz a Fiesp.

A entidade reafirmou também o “seu compromisso com a diplomacia empresarial e seguirá trabalhando de forma construtiva junto a parceiros nos EUA para que as tarifas sejam revertidas ou parcialmente mitigadas na ampliação da lista de isenções”.

Fiemg

Quem também se manifestou sobre a taxação norte-americana sobre a economia brasileira foi a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).

“A Fiemg manifesta profunda preocupação com o recente aumento das tarifas aplicadas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros”.

Em sua manifestação, a Fiemg reforçou a “importância do diálogo e da cooperação entre os países, especialmente em um momento em que se exige serenidade e responsabilidade nas relações comerciais internacionais”.

A entidade a indústria mineira declarou ainda que os Estados Unidos são um parceiro estratégico para o país, “em especial para a indústria manufatureira nacional”.

CNI

Ricardo Alban, presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), também criticou a aplicação de taxas contra o Brasil, determinada pelo governo dos EUA.

“Os efeitos do aumento de tarifas dos Estados Unidos estão sendo cada vez mais sentidos pela indústria brasileira: 20 dos 27 estados reduziram suas exportações ao mercado norte-americano no primeiro trimestre”, afirmou Alban.

“Diante do anúncio de hoje, o cenário tende a piorar, corroendo ainda mais a competitividade da indústria brasileira. Não podemos poupar esforços para reverter essa lógica e retomar a relação que o Brasil e Estados Unidos construíram”, acrescentou.

Tarifaço

O governo dos Estados Unidos anunciou uma sobretaxa de 25% sobre produtos exportados pelo Brasil para aquele país, na madrugada de hoje, horário de Brasília. A decisão entra em vigor a partir de 22 de julho. Ela vai incidir sobre produtos que não estão na lista de exceção.

Ficaram de fora produtos como café, suco de laranja, carne bovina, aeronaves, entre outros. A lista de produtos isentos chega a mais de 2 mil itens. Eles não são sobretaxados por terem muita importância dentro do mercado norte-americano e por não serem produzidos em larga escala pela indústria do país.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Agosto 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
31            
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.