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IBATÉ/SP - A Prefeitura Municipal de Ibaté, por meio da Secretaria de Assistência Social, em parceria com o Grupo Lupo, vai realizar um mutirão de emprego para as mulheres da cidade na terça-feira, dia 03 de março. 

Representantes da empresa estarão em Ibaté para realizar entrevistas com as mulheres interessadas.

As vagas são para o cargo de Operadora Polivalente Têxtil, com vagas afirmativas destinadas a mulheres. A iniciativa reforça o compromisso da administração municipal em contribuir com a geração de renda e fortalecer o desenvolvimento da cidade, contando também com o suporte da Secretaria de Assistência Social no acolhimento e orientação das candidatas.

Serão distribuídas 50 senhas às 8h e 50 senhas às 13h. 

As entrevistas acontecerão no Centro Comunitário “João Baptista Lopes”, na Rua Dr. Teixeira de Barros, ao lado do Estádio Municipal Dagnino Rossi, às 8h30 e às 13h30.

A Prefeitura destaca a importância das candidatas comparecerem com RG, CPF e Carteira de Trabalho e reforça que não será permitida a presença de acompanhantes. Lembrando que as vagas são destinadas para as pessoas que não tiveram vínculo empregatício com a empresa.

A parceria com o Grupo Lupo é fundamental para fortalecer a geração de renda em Ibaté, criando oportunidades reais de inclusão produtiva. A iniciativa demonstra que, quando o poder público e a iniciativa privada caminham juntos é possível transformar oportunidades em renda e autonomia, promovendo a inclusão social e o fortalecimento das famílias do município.

Custo médio da cesta chegou a R$ 735,55 em fevereiro

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - A cesta básica em Ribeirão Preto custou, em média, R$ 735,55 em fevereiro de 2026, registrando alta de 0,62% em relação a janeiro. O levantamento é do Instituto de Economia Maurílio Biagi da Associação Comercial e (IEMB-Acirp), que conduziu a coleta de dados nos dias 18 e 19 de fevereiro em 11 hipermercados e supermercados e quatro padarias distribuídos nas regiões da cidade. 

Carnes concentram a maior parte dos gastos
As carnes permaneceram como o principal componente do orçamento alimentar, respondendo por 46,81% do dispêndio total da cesta. Em seguida, destacaram-se frutas e legumes (21,66%), farináceos (20,20%), laticínios (5,25%), leguminosas (3,47%), cereais (1,72%) e óleos (0,88%).

Diferença entre regiões segue significativa
A análise regional aponta diferenças relevantes nos preços praticados no município. A região Central, apesar de apresentar o maior custo médio da cesta (R$ 806,31), registrou variação de -3,04%no mês. Já a Norte manteve o menor valor médio (R$ 666,41), apresentou variação de -2,17%.
Nas demais regiões, o custo médio foi de R$ 755,13 na Leste (+8,89%), R$ 696,01 na Oeste (-1,32%) e R$ 772,98 na Sul (+3,81%).

Batata e feijão sobem
Dos treze itens da Cesta Básica observados pela pesquisa, as maiores altas foram registradas na batata (+12,41%) e no feijão (+9,83%). As variações são associadas a restrições pontuais de oferta.
Em sentido oposto, destacaram-se as quedas nos preços da banana (-7,46%) e do arroz (-5,01%).
A pesquisa segue os critérios estabelecidos pelo Decreto-Lei nº 11.936/2024 e a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) 2017-2018. Para cada item da cesta, foi considerado o menor preço do produto especificado, independentemente da marca comercial.

BRASÍLIA/DF - O Banco do Brasil (BB) anunciou um pacote de medidas emergenciais para apoiar moradores e empreendedores atingidos pelas fortes chuvas na Zona da Mata mineira. As ações incluem  uma doação inicial de R$ 200 mil, medidas de flexibilização de crédito, renegociação de dívidas e apoio operacional aos municípios afetados.

A instituição acionou o protocolo do Programa Ajuda Humanitária e lançou uma campanha de mobilização social. A doação inicial será feita por meio da Fundação Banco do Brasil, destinada a instituições sem fins lucrativos da região, responsáveis pela compra e distribuição de alimentos, roupas, kits de higiene e materiais de limpeza.

As medidas contemplam moradores e empresas dos municípios de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa. Segundo o banco, mais de 159 mil clientes pessoas físicas e cerca de 9 mil pessoas jurídicas podem ser beneficiados.

 

Pessoas físicas

Entre as principais ações está a carência de até seis meses para início do pagamento em operações como BB Crédito Consignado e BB Crédito Salário. Também foi liberada a possibilidade de repactuação de até quatro parcelas de financiamentos imobiliários e empréstimos com garantia de imóvel, com transferência dos valores para o fim do contrato.

Apoio às empresas

Para pessoas jurídicas, o banco oferece o Pula Parcela Emergencial PJ, que permite prorrogar até seis parcelas em linhas de capital de giro e no BB Financiamento PJ.

Também foi criada a linha de Reperfilamento PJ, com prazo de até 60 meses e carência de até seis meses para renegociação de dívidas de empresas afetadas.

Setor agropecuário

No campo, as medidas incluem alocação emergencial de recursos para crédito rural, tanto para custeio quanto para investimento, incluindo financiamentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para construção e reforma de moradias rurais.

O banco informou ainda que simplificará a prorrogação de operações com base em alertas de safra por cultura e região. Parceiros e correspondentes bancários foram mobilizados para atendimento direto aos produtores. Além disso, haverá prioridade na análise de pedidos do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro).

Pagamentos, seguros e atendimento

O pacote também prevê estorno de juros, encargos, Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e tarifas em operações nas áreas atingidas. O banco anunciou a ampliação temporária de limites para transações via Pix e a flexibilização para abertura e manutenção de contas.

No segmento de seguros, a BB Seguros iniciou contato direto com segurados por WhatsApp para orientar sobre abertura de sinistros e acionamento de assistências, com prioridade no atendimento aos municípios impactados.

Apoio aos municípios

O Banco do Brasil informou que mantém contato com as prefeituras das cidades afetadas para oferecer operações de crédito com tramitação prioritária. A instituição também orienta gestores a utilizarem o Cartão da Defesa Civil e disponibiliza solução para pagamento de benefícios às famílias atingidas.

Mobilização e doações

Além da doação inicial, a campanha conta com apoio da Livelo, que irá dobrar as doações de pontos realizadas até 31 de março de 2026 para a campanha “Enchentes MG”.

A partir de 26 de fevereiro, as Associações Atléticas Banco do Brasil (AABB) de Minas Gerais passam a funcionar como pontos oficiais de arrecadação de itens como água mineral, produtos de limpeza, cobertores, roupas e calçados em bom estado.

Todo o recurso arrecadado será destinado à compra e distribuição de itens essenciais às famílias afetadas pelas enchentes.

Como doar

Dinheiro

Banco do Brasil (001)

Agência: 1607-1

Conta: 80.000-7

Chave Pix: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Pontos Livelo

Válidas até 31 de março de 2026.

Acesse o catálogo Livelo e selecione a campanha “Enchentes MG”, da Fundação Banco do Brasil (Trocar Pontos > Doação > Todos os parceiros).

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - Os juros altos impediram a queda da Dívida Pública Federal (DPF) em janeiro, mesmo com grande vencimento de papéis prefixados. Segundo números divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 8,635 trilhões em dezembro para R$ 8,641 trilhões no mês passado, alta de 0,07%.

Em agosto do ano passado, o indicador superou pela primeira vez a barreira de R$ 8 trilhões. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), divulgado em janeiro, o estoque da DPF deve encerrar 2026 entre R$ 9,3 trilhões e R$ 10,3 trilhões.

A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) avançou 0,26%, passando de R$ 8,309 trilhões em dezembro para R$ 8,33 trilhões em janeiro. No mês passado, o Tesouro resgatou R$ 67,02 bilhões em títulos a mais do que emitiu, principalmente em papéis vinculados à Selic. Esse resgate líquido, no entanto, foi compensado pela apropriação de R$ 88,53 bilhões em juros.

Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 15% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.

No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 145,87 bilhões em títulos da DPMFi. No entanto, com o alto volume de vencimentos de títulos prefixados em janeiro, típicos do início de cada trimestre, os resgates somaram R$ 212,89 bilhões.

A Dívida Pública Federal externa (DPFe) caiu 4,75%, passando de R$ 326,07 bilhões em dezembro para R$ 310,59 bilhões em janeiro. O principal fator foi o recuo de 4,95% do dólar no mês passado, em meio ao alívio no mercado financeiro no último mês.

Colchão

Pelo segundo mês seguido, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) caiu. Essa reserva passou de R$ 1,187 trilhão em dezembro para R$ 1,085 trilhão no mês passado. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foi o resgate líquido (resgates menos emissões) no mês passado.

Atualmente, o colchão cobre 6,77 meses de vencimentos da dívida pública, o menor prazo desde março do ano passado. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,424 trilhão em títulos federais. A expectativa é que as reservas subam nos próximos meses, por causa do baixo volume de vencimentos.

Composição

Com o forte vencimento de títulos prefixados, a composição da DPF variou da seguinte forma de dezembro para janeiro:

  •      Títulos vinculados a Selic: 48,25% para 49,42%;
  •      Títulos corrigidos pela inflação: 25,93% para 26,35%;
  •      Títulos prefixados: 22,05% para 20,65%;
  •      Títulos vinculados ao câmbio: 3,76% para 3,58%.

O PAF prevê que os títulos encerrarão o ano nos seguintes intervalos

  •      Títulos vinculados a Selic: 46% a 50%;
  •      Títulos corrigidos pela inflação: 23% a 27%;
  •      Títulos prefixados: 21% a 25%;
  •      Títulos vinculados ao câmbio: 3% a 7%.

Normalmente, os papéis prefixados (com taxas definidas no momento da emissão) indicam mais previsibilidade para a dívida pública, porque as taxas são definidas com antecedência. No entanto, em momentos de instabilidade no mercado financeiro, as emissões caem porque os investidores pedem juros muito altos, que comprometeria a administração da dívida do governo.

Em relação aos papéis vinculados à Selic, esses títulos estão atraindo o interesse dos compradores por causa dos altos níveis dos juros básicos da economia. A dívida cambial é composta por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa.

Prazo

O prazo médio da DPF oscilou de 4 para 4,03 anos. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses. Esse é o intervalo médio em que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública. Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos.

Detentores

A composição dos detentores da Dívida Pública Federal interna ficou a seguinte:

  •      Instituições financeiras: 31,92% do estoque;
  •      Fundos de pensão: 22,66%;
  •      Fundos de investimentos: 21,36%;
  •      Não-residentes (estrangeiros): 10,69%;
  •      Demais grupos: 13,4%.

Em meio à diminuição das tensões no mercado financeiro em janeiro, a participação dos não residentes (estrangeiros) subiu em relação a dezembro, quando estava em 10,35%. Em novembro de 2024, o percentual estava em 11,2% e tinha atingido o maior nível desde setembro de 2018, quando a fatia dos estrangeiros na dívida pública também estava em 11,2%.

Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).

 

 

AGÊNCIA BRASIL

ARGENTINA - O Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) da Argentina confirmou a detecção de um novo surto de gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP) subtipo H5 em aves de produção comercial na localidade de Ranchos, província de Buenos Aires. O diagnóstico, validado pelo Laboratório Oficial em Martínez, ocorreu após a notificação de sinais clínicos compatíveis com a doença e elevada mortandade em um estabelecimento de linhagem genética de reprodutores.

Em resposta à detecção, o organismo sanitário ativou seu plano de contingência, estabelecendo a interdição imediata da granja e a criação de uma zona de controle sanitário de 3 km, além de uma área de vigilância de 7 km para monitoramento e rastreamento epidemiológico. Agentes oficiais supervisionarão o despovoamento e o abate sanitário das aves, seguidos pela desinfecção rigorosa do local para contenção do vírus.

A nova ocorrência interrompe um período de estabilidade para o setor, considerando que a Argentina havia se autodeclarado livre da doença perante a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) em outubro de 2025, após o encerramento de um surto anterior registrado em Los Toldos. O registro do novo caso ocorre em um momento estratégico, semanas após o anúncio de que a União Europeia autorizaria a retomada das importações de carne de aves argentina a partir de 1º de março de 2026, após o país recuperar seu status sanitário.

Em virtude do novo foco, o Senasa informará oficialmente a OMSA e suspenderá temporariamente as exportações para países com os quais mantém acordos como nação livre da enfermidade. Entretanto, o país poderá continuar comercializando com mercados que reconhecem a estratégia de zoneamento e compartimentos livres de IAAP. O consumo interno não será prejudicado, pois a gripe aviária não é transmitida pela ingestão de carne de aves ou ovos. Caso não surjam novos surtos, a Argentina poderá pleitear novamente a condição de país livre 28 dias após a conclusão das tarefas de sacrifício e limpeza.

 

 

por Estadao Conteudo

Evento apoiado pelo Sebrae-SP reuniu lideranças, empreendedores e comunidade, reforçando o papel dos pequenos negócios no desenvolvimento de São Carlos

 

SÃO CARLOS/SP - A edição do Agenda São Carlos 2026 reuniu empreendedores, lideranças públicas, representantes da iniciativa privada e moradores da Cidade Aracy, na última semana, para debater economia local, pequenos negócios e impacto social. O evento, realizado pelo Grupo EP, foi gratuito, teve apoio do Sebrae-SP e da Prefeitura de São Carlos e contou com transmissão ao vivo pelo portal G1, ampliando o alcance das discussões para toda a região.

O fórum reforçou o papel do diálogo entre sociedade civil, poder público e setor produtivo como instrumento para o desenvolvimento econômico sustentável do município. A escolha da Cidade Aracy como sede desta edição aproximou o debate da realidade de quem empreende ou busca oportunidades de geração de renda, valorizando o território e suas iniciativas locais.

Empreendedorismo, território e diálogo com a comunidade
Um dos destaques da programação foi a palestra do empreendedor Rick Chesther, que compartilhou sua trajetória de superação e reforçou a importância da iniciativa, da perseverança e do acesso ao conhecimento como caminhos para o empreendedorismo. Além da palestra, o evento contou com um bate-papo aberto entre o prefeito de São Carlos, Netto Donato, e o diretor técnico do Sebrae-SP, Marco Vinholi. Durante o diálogo, eles responderam perguntas do público sobre empreendedorismo, acesso a cursos, ações do Sebrae-SP e parcerias com a prefeitura, fortalecendo a troca direta com a comunidade e esclarecendo caminhos para quem deseja empreender ou qualificar seus negócios.

Para quem participou pela primeira vez, a programação superou expectativas. Evandro da Silva, mecânico de automóveis, contou que se inscreveu sem saber exatamente o que encontraria. “Eu vim em busca de uma oportunidade e fiquei surpreso positivamente. O evento foi muito organizado e a palestra me fortaleceu ainda mais para continuar buscando meus objetivos. Com certeza, quando a oportunidade aparecer, vou tentar empreender”, afirmou.

Já Patrícia Oliveira, empreendedora do setor de telecomunicações e parceira investidora da franquia da Algar Telecom em São Carlos, destacou a conexão do encontro com o desenvolvimento social da região. “A gente conhece a comunidade da Cidade Aracy e participar de um evento que discute desenvolvimento social e economia local é muito importante. A história do Rick Chesther inspira porque mostra alguém que sempre levou o trabalho a sério e encarou a vida de frente. Essa é uma lição que fica”, disse.

O evento também atraiu empreendedores do setor de inovação. Euler Gomes, fundador de uma startup de tecnologia, avaliou que o fórum reforçou a importância da perseverança. “Nada acontece por sorte, é luta e constância. Saio daqui mais confiante, com esperança e com a certeza de que é possível conquistar nossos sonhos por meio do empreendedorismo”, comentou.

Para o prefeito de São Carlos, Netto Donato, o encontro simboliza o fortalecimento das parcerias institucionais no município. “São Carlos é uma cidade empreendedora e essa condição só existe graças à parceria entre a prefeitura e o Sebrae-SP. Trazer o Agenda São Carlos para dentro da Cidade Aracy mostra nosso compromisso de estar cada vez mais próximos da comunidade”, afirmou.

Na avaliação do diretor de novos negócios do Grupo EP, André Otaviano, o formato desta edição ampliou o impacto do projeto. “Realizar o evento dentro do bairro, em uma edição noturna, proporcionou uma troca muito rica entre as pessoas. O conteúdo apresentado pelo Sebrae-SP, pela prefeitura e pelo palestrante reforça a relevância do Agenda São Carlos para o desenvolvimento local”, destacou.

O diretor técnico do Sebrae-SP, Marco Vinholi, ressaltou o papel do fórum como espaço estratégico para discutir os rumos da cidade e da região. “O Agenda tem sido um grande propulsor do desenvolvimento de São Carlos e de toda a região. Aqui estão os empreendedores, as novas ideias e a discussão sobre os próximos passos. O Sebrae-SP participa com muito gosto porque esse debate é essencial para fortalecer a vocação empreendedora do município”, afirmou.

Durante o evento, Rick Chesther também destacou a importância do Sebrae-SP em sua trajetória. “Eu sou fruto do Sebrae-SP. Tudo o que aprendi como aluno teve impacto direto na história que levo hoje pelo Brasil. Empreender de verdade passa pelo conhecimento, e o Sebrae-SP é uma sala de aula disponível para quem quer se qualificar e crescer”, ressaltou o palestrante.

Para a gerente regional do Sebrae-SP Ariane Canellas, a realização do Agenda São Carlos na Cidade Aracy reforça o compromisso da instituição com o desenvolvimento econômico e social do município a partir dos territórios. “Levar o evento para a Cidade Aracy é estratégico, pois evidencia o potencial empreendedor local e a importância de oferecer oportunidades, informação e apoio qualificado onde os pequenos negócios estão. Tivemos uma participação muito ativa dos empresários da região, com perguntas e demandas concretas sobre empreendedorismo, gestão e crescimento. Esse diálogo direto é fundamental para que o Sebrae-SP continue ofertando soluções cada vez mais alinhadas à realidade local, apoiando a geração de renda, emprego e o fortalecimento da economia”, destacou.

Ao promover um espaço de escuta, troca de experiências e construção coletiva, o evento reafirmou seu papel como fórum estratégico para o desenvolvimento de São Carlos. A iniciativa reforça o compromisso do Sebrae-SP com o fortalecimento dos pequenos negócios, a geração de oportunidades e a valorização dos territórios, conectando empreendedorismo, conhecimento e impacto social no município.

SÃO PAULO/SP - O estado de São Paulo registrou a menor taxa anual de desemprego em 13 anos em 2025: 5%. Trata-se da menor taxa de desocupação da série histórica, iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2012. Os dados foram disponibilizados pelo IBGE e divulgados pela Fundação Seade.

O levantamento mostra ainda que o desemprego paulista foi menor que a média nacional, que ficou em 5,6% no ano passado, e que da região Sudeste (5,3%).

Assim, a taxa de desemprego em SP caiu 1,2 ponto percentual de 2024 para 2025, 2,5 pontos percentuais entre 2023 e 2025 e 4,1 pontos percentuais de 2022 para 2025.

“Temos alcançado resultados de impacto para o trabalhador paulista graças ao compromisso de modernização da máquina pública que estabelecemos desde o dia 1 de governo. É um ciclo muito bem-sucedido: criamos um ambiente de negócios confiável, que reflete na geração de postos de trabalho que, por sua vez, transforma vidas de famílias inteiras. O aumento de vagas formais, que trazem mais segurança ao trabalhador, também é motivo de celebração”, diz o governador Tarcísio de Freitas.

Além disso, enquanto a população ocupada com carteira assinada subiu 5,2% de 2024 para 2025, a sem carteira assinada caiu 8,7%.

Veja as taxas de desemprego ano a ano no estado de São Paulo:

  • 2025: 5%
  • 2024: 6,2%
  • 2023: 7,5%
  • 2022: 9,1%
  • 2021: 14,4%
  • 2020: 14,0%
  • 2019: 12,4%
  • 2018: 13,2%
  • 2017: 13,5%
  • 2016: 12,4%
  • 2015: 10,1%
  • 2014: 7,4%
  • 2013: 7,5%
  • 2012: 7,2%

Já a taxa anual de informalidade foi de 29% da população ocupada em São Paulo, a terceira menor entre os estados e também abaixo do índice nacional de 38,1% e da região Sudeste de 33%.

Em relação ao rendimento médio real habitual, enquanto no Brasil foi de R$ 3.560 em 2025, no estado de São Paulo ficou em R$ 4.190.

O rendimento de São Paulo é maior que a média do Sudeste (R$ 3.958) e que dos estados que compõem a região: Rio de Janeiro (R$ 4.177), Espírito Santo (R$ 3.497) e Minas Gerais (R$ 3.350).

Os dados estão dentro das diretrizes do programa São Paulo na Direção Certa, que apontam o caminho a ser seguido para tornar o Estado mais eficiente, com maior capacidade de atração de investimentos e geração de oportunidades.

Quarto trimestre

No quarto trimestre de 2025 (de outubro a dezembro), o estado de São Paulo registrou taxa de desemprego de 4,7%, também a menor da série histórica do IBGE iniciada em 2012. Além disso, o indicador do estado foi mais positivo que a taxa de desemprego nacional (5,1%) e que da região Sudeste (4,8%).

O total de pessoas ocupadas com carteira assinada no setor privado em São Paulo foi o maior entre todas as unidades da Federação: 11,593 milhões de pessoas – alta de 2,7% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. No país, o total ficou em 39,409 milhões. Assim, o estado responde por 30% do total de trabalhadores com carteira assinada no país.

O percentual de empregados com carteira assinada foi de 82,2% dos trabalhadores do setor privado no estado, segundo maior do país. No Brasil, o índice geral ficou em 74,4%.

O total de pessoas ocupadas (incluindo trabalhadores do setor privado e público com e sem carteira assinada, domésticos, informais e por conta própria com CNPJ) era de 24,576 milhões no estado – alta de 1,1% em relação ao trimestre anterior e 1,3% ante o mesmo trimestre do ano passado. Foi o maior número em toda a série histórica desde 2012. No país, eram 102,998 milhões.

Já o número de desocupados na força de trabalho era de 1,212 milhão – queda de 9,3% ante o trimestre anterior e de 20,7% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Foi o menor número em todos os trimestres desde o início da pesquisa, em 2012.

Enquanto a taxa de informalidade para o Brasil foi de 37,6% da população ocupada, São Paulo teve a terceira menor taxa entre os demais estados (29,7%).

Já o rendimento médio em São Paulo ficou em R$ 4.324, maior que da região Sudeste (R$ 4.033) e da média do país (R$ 3.613). Além disso, o estado teve o maior rendimento entre os demais da região: Rio de Janeiro (R$ 4.183), Espírito Santo (R$ 3.508) e Minas Gerais (R$ 3.353).

Veja as taxas de desemprego registradas trimestre a trimestre desde o início da pesquisa do IBGE:

2025
1º tri: 6,3%
2º tri: 5,1%
3º tri: 5,2%
4º tri: 4,7%
2024
1º tri: 7,4%
2º tri: 6,4%
3º tri: 6,1%
4º tri: 5,9%
2023
1º tri: 8,5%
2º tri: 7,8%
3º tri: 7,2%
4º tri: 6,9%
2022
2º tri: 9,2%
3º tri: 8,7%
4º tri: 7,7%
2020 (pandemia afetou pesquisa)
1º tri: 12,3%
2019
1º tri: 13,6%
2º tri: 12,9%
3º tri: 12,2%
4º tri: 11,6%
2018
1º tri: 14,1%
2º tri: 13,8%
3º tri: 13,3%
4º tri: 12,6%
2017
1º tri: 14,4%
2º tri: 13,6%
3º tri: 13,3%
4º tri: 12,8%
2016
1º tri: 12,2%
2º tri: 12,3%
3º tri: 12,9%
4º tri: 12,5%
2015
1º tri: 8,6%
2º tri: 9,2%
3º tri: 9,8%
4º tri: 10,2%
2014
1º tri: 7,3%
2º tri: 7,1%
3º tri: 7,3%
4º tri: 7,2%
2013
1º tri: 7,8%
2º tri: 7,5%
3º tri: 7,4%
4º tri: 6,6%
2012
1º tri: 7,8%
2º tri: 7,5%
3º tri: 7%
4º tri: 6,8%

Trampolim e PATs

O Governo de São Paulo conta com mais de 200 unidades dos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs) espalhadas por todo o estado para auxiliar quem está em busca de emprego. Os trabalhadores de São Paulo contam ainda com o Trampolim, plataforma que reúne vagas de emprego e cursos de qualificação.

plataforma Trampolim reúne vagas de emprego e cursos de qualificação em um só lugar. Por lá, o candidato pode aplicar filtros para vagas de acordo com a área e com a localização de sua preferência. Além disso, também encontra cursos de qualificação para conseguir concorrer às melhores vagas.

O Trampolim é uma plataforma digital gratuita. Além de apresentar uma curadoria de vagas de emprego e cursos, ela também oferece testes de habilidades e uma ferramenta para criação de currículo profissional.

Há também uma seção dedicada exclusivamente para o público idoso que busca recolocação profissional. Por lá, o público 60+ consegue acessar microcrédito e cursos de qualificação profissional.

Já os Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs) realizam a intermediação de mão de obra e concentram serviços gratuitos à população, destinados à geração de emprego e renda. O objetivo é promover a recolocação do trabalhador no mercado de trabalho por meio de buscas junto ao Sistema Nacional de Emprego (SINE). Assim, o equipamento reduz os custos e o tempo de espera tanto para o trabalhador quanto para o empregador.

Além disso, nos PATs, o cidadão também encontra o serviço de habilitação ao seguro-desemprego. Assim, o trabalhador desempregado tem acesso a assistência financeira temporária em virtude da dispensa sem justa causa.

Para atendimento nas unidades, deve-se comparecer diretamente ao Posto mais próximo com RG, CPF e Carteira de Trabalho. Os endereços estão disponíveis neste link.

BRASÍLIA/DF - A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - referência oficial da inflação no país - passou de 3,95% para 3,91% em 2026. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (23), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,5% para os dois anos.

Pela sétima semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e se mantém dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC.

Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Luz e gasolina

Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fez a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado levou o IPCA a acumular alta de 4,44% em 2025.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não mexeu nos juros pela quinta vez seguida na última reunião, no fim de janeiro.

A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando se situou em 15,25% ao ano. Em ata, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico. Ainda assim, os juros serão mantidos em níveis restritivos.

A estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica foi reduzida nesta edição do Boletim Focus - de 12,25% ao ano para 12,13% ao ano até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.

Juros

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 1,8% para 1,82%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025 a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada para 3 de março.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,45 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos lançará o Programa Municipal de Incentivo Fiscal para Desenvolvimento Econômico, que prevê a redução da alíquota do ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) para empresas de setores estratégicos, com o objetivo de atrair investimentos, estimular a geração de empregos qualificados e fortalecer a base econômica local. O projeto foi aprovado pela Câmara Municipal e foi sancionada nesta quinta-feira (12/02) pelo prefeito Netto Donato, e estabelece contrapartidas para que os benefícios sejam concedidos, incluindo metas de faturamento, criação de postos de trabalho e adoção de medidas de sustentabilidade ambiental.

A iniciativa foi apresentada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, que destacou a vocação de São Carlos como polo nacional de conhecimento e ressaltou a necessidade de instrumentos legais permanentes e seguros para competir com outros municípios que já adotam políticas estruturadas de desenvolvimento. A secretária Paula Knoff afirmou: “O programa foi desenhado para estimular setores estratégicos, startups e empresas de base tecnológica. Queremos consolidar São Carlos como polo de inovação, atraindo empreendimentos que tragam benefícios adicionais e valor agregado para a cidade”.

O Estudo de Impacto Orçamentário-Financeiro elaborado pela Secretaria Municipal de Fazenda mostra que a renúncia de receita será moderada e totalmente compensada por medidas já implementadas. A majoração da alíquota de serviços de consultoria, de 2% para 3%, trouxe uma receita nova de R$ 34,6 milhões, enquanto a renúncia máxima projetada pelo programa é de R$ 672 mil no terceiro ano. O estudo ressalta que o cálculo é conservador e tende a superestimar o impacto negativo, já que parte da renúncia será compensada pelo crescimento econômico gerado pelas empresas incentivadas. O secretário de Fazenda, Leonardo Orlando, enfatizou: “O estudo mostra que a renúncia é pequena frente ao incremento de receita já obtido. Além disso, o programa exige contrapartidas claras e será acompanhado com transparência. Isso garante segurança jurídica e equilíbrio fiscal”, declarou.

O projeto de lei estabelece que a redução da alíquota do ISSQN pode chegar ao mínimo de 2%, por até cinco anos, dependendo do cumprimento das metas. Empresas novas, com até 24 meses de constituição, terão critérios diferenciados, baseados em investimento inicial e geração de empregos. Pelo menos metade dos postos de trabalho criados devem exigir escolaridade técnica ou superior, reforçando o foco em qualificação. Além disso, cada empresa beneficiada deverá adotar pelo menos duas medidas sustentáveis, como instalação de sistemas fotovoltaicos, reuso de água, gestão de resíduos sólidos ou telhados verdes.

A secretária Paula Knoff destacou que o programa foi estruturado em conformidade com a Constituição Federal e com a Lei de Responsabilidade Fiscal, além de estar alinhado à política municipal de desenvolvimento econômico. O texto também ressalta que a proposta foi concebida de forma compatível com a transição do sistema tributário nacional instituído pela Emenda Constitucional nº 132 de 2023, prevenindo expectativas incompatíveis com a futura extinção do ISS e assegurando segurança jurídica ao município.

O prefeito Netto Donato reforçou que o programa é uma política de Estado voltada ao desenvolvimento econômico sustentável. “Estamos criando um ambiente favorável para que São Carlos continue sendo reconhecida como a Capital da Tecnologia. O programa atrai investimentos, gera empregos qualificados e fortalece nosso ecossistema de inovação, sem comprometer as contas públicas”, afirmou.

A adesão ao programa será gradual, com previsão de 35 empresas no primeiro ano, 56 no segundo e 84 no terceiro. A Prefeitura publicará anualmente a lista de beneficiários, os valores de renúncia e os resultados obtidos, permitindo acompanhamento pela sociedade. “Com isso, São Carlos busca consolidar sua imagem como referência nacional em desenvolvimento econômico, aliando responsabilidade fiscal, sustentabilidade e valorização de sua vocação inovadora”, informou o prefeito Netto Donato.

BRASÍLIA/DF - O número de veículos financiados no Brasil cresceu em janeiro, atingindo a marca de 616 mil unidades comercializadas, entre automóveis leves, motos e veículos pesados. Os dados são do levantamento da Trillia, nova linha de negócios de dados da B3, a Bolsa de Valores de São Paulo.

Foi o maior volume registrado para um mês de janeiro desde 2008 e representou alta de 9,2% na comparação com o mesmo período de 2025.

Entre o total de veículos financiados, o destaque ficou para os seminovos, que tiveram crescimento de 8,8% no período, somando 412 mil unidades. Já os modelos novos somaram 204 mil financiamentos, valor 10,1% superior a janeiro de 2025.

Veículos pesados

Considerando-se apenas o financiamento de automóveis leves, o crescimento foi de 8,7% em janeiro, na comparação com o mesmo período do ano passado. As vendas financiadas de motos subiram 21,9%.

No entanto, houve queda em relação aos veículos pesados. Nesse caso, as vendas por financiamentos apresentaram queda de 3,2%, puxado pela queda de 25,1% dos modelos zero quilômetro, apesar do avanço de 10,9% nos veículos usados.

Preços

Os preços dos veículos – tanto os novos quanto os usados - ficaram estáveis em janeiro, na comparação com dezembro de 2025. Em relação aos usados, houve uma queda média de 0,30% nos preços dos veículos. Entre os veículos novos a variação média também foi pequena, com queda de 0,30% na comparação com dezembro do ano passado. 

Segundo a B3, a redução dos preços dos veículos novos perdeu força em janeiro, o que mostra um início de ano mais estável para o setor.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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