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SÃO PAULO/SP - Os 3,1 milhões de estudantes das mais de 5.000 unidades estaduais de São Paulo retornam às salas de aula nesta segunda-feira (2). Para o ano letivo de 2026, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) organizou uma série de mudanças e ajustes com foco na melhoria da aprendizagem dos alunos, incluindo expansão de vagas do Ensino Médio Técnico, início das atividades das escolas cívico-militares e ampliação do projeto de tutoria e recomposição de aprendizagem a classes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental.

“Começamos mais um ano letivo com a continuidade de projetos exitosos da pasta como os programas Provão Paulista, Prontos pro Mundo e Alfabetiza Juntos SP. Ao mesmo tempo, planejamos ajustes e novidades que devem impactar positivamente no aprendizado e no avanço dos índices educacionais de nossos estudantes do Ensino Fundamental ao Ensino Médio”, afirma o secretário da Educação de São Paulo, Renato Feder.

Confira algumas das iniciativas:

Ensino Médio Técnico: mais vagas e mais estágios

Neste ano, a soma de alunos na educação profissional chegará a 231 mil matrículas em 2.212 escolas em todo o Estado — em 2023, eram 35 mil vagas. Outra novidade é a ampliação do número de cursos. A partir de agora, são 11 opções: os novos eletrônica e meio ambiente, além de administração, agronegócio, ciência de dados, desenvolvimento de sistemas, enfermagem, farmácia, hospedagem, logística e vendas. Há ainda outras 60 formações ofertadas em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-SP).

Em São Paulo, estudantes matriculados na 2ª e 3ª série do itinerário formativo técnico do Ensino Médio também participam do Programa BEEM (Bolsa Estágio Ensino Médio). A Seduc-SP fechou o ano de 2025 com 10 mil estudantes contratados por empresas parceiras. Os estagiários recebem bolsas mensais de até R$ 851,46, de acordo com o curso. A expectativa é que sejam abertas mais 30 mil oportunidades até o segundo semestre.

100 unidades do programa Escola Cívico-Militar (ECM)

Após três rodadas de consulta pública com toda comunidade escolar (estudantes, responsáveis, diretores, professores e funcionários), 100 unidades dão início ao modelo Escola Cívico-Militar (ECM). As escolas do programa ofertam vagas no Ensino Fundamental e Médio e estão distribuídas em 89 municípios.

As unidades selecionadas seguirão as diretrizes do Currículo Paulista e a gestão escolar terá apoio de monitores e monitores-chefes na segurança, disciplina, acolhimento e na promoção de valores cívicos.

Todos os militares do Programa Escola Cívico-Militar serão avaliados periodicamente, por diretores e alunos, e submetidos ao processo semestral de avaliação de desempenho para verificar adaptação e permanência no modelo.

Tutoria e recomposição de aprendizagem

Para recompor a aprendizagem em língua portuguesa e matemática, a Seduc-SP vai expandir o programa de tutoria para alunos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Enquanto para as classes dos anos iniciais (1º ao 5º ano) o foco é o apoio à alfabetização e ao letramento matemático, nos anos finais a atenção é para estudantes com alta defasagem nas duas disciplinas — componentes estruturantes da educação básica. Do 6º ao 9º ano, o número de escolas participantes vai aumentar de 2.800 para 3.400 em toda rede.

São selecionados para o projeto docentes tutores com experiência em alfabetização e letramento. Em colaboração com os professores regentes de turma, serão definidos os estudantes que participarão das aulas após resultados no Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), Prova Paulista e avaliações de sondagem. A proposta é identificar dificuldades específicas e níveis de aprendizagem em cada uma das duas disciplinas. As aulas com tutores são ofertadas no mesmo turno em que o estudante está matriculado.

Para o Ensino Médio, professores de orientação de estudos (língua portuguesa e matemática) têm o apoio de estagiários do programa Aluno Monitor do BEEM. Em 2025, mais de sete mil estudantes da 3ª série foram selecionados e atuaram como monitores dos próprios colegas de turma com dificuldades nas disciplinas. Os candidatos devem ter registrado, obrigatoriamente, frequência escolar superior a 85% no último ano letivo. Para a classificação geral são consideradas as notas do Saresp e o desempenho na entrevista com a banca examinadora da escola. Neste ano, alunos da 1ª à 3ª série podem concorrer a uma vaga. A seleção para 2026 está prevista para começar no dia 9 de fevereiro.

Alfabetiza Juntos: próximos da meta

A rede estadual de São Paulo dá início ao novo ano letivo mais próxima de alcançar a meta de 90% dos estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental alfabetizados aos sete anos de idade. A última edição da Avaliação de Fluência Leitora, aplicada no fim de 2025 e divulgada em janeiro, mostra que 76% dos participantes — estudantes das escolas estaduais e das 645 prefeituras paulistas — têm leitura adequada (fluentes e iniciantes) para a idade.

Na comparação com o primeiro ano da iniciativa, em 2023, as redes públicas avançaram em 50% a quantidade de crianças leitoras. Na época eram 220 mil nos melhores níveis de aprendizado, enquanto agora são 330,5 mil considerados alunos leitores. Por outro lado, no mesmo período, o número de estudantes nos níveis mais críticos de pré-leitura caiu de 26% para 7%.

A Avaliação da Fluência Leitora faz parte do Alfabetiza Juntos, programa do governo de São Paulo em colaboração com os municípios paulistas. Em 2025, de maneira inédita, estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental de todas as 645 cidades participaram das provas, uma no primeiro bimestre e outra ao fim do quarto bimestre. Além dos testes de mensuração do nível de leitura e das provas do Saresp, o Alfabetiza inclui um conjunto de ações de apoio para o cumprimento das metas de alfabetização, como material didático, acesso à plataforma Elefante Letrado e Matific e formação de professores.

Equipe gestora ampliada

A partir deste ano, as escolas da rede estadual de São Paulo passarão a ter o número de gestores diretamente vinculado ao total de alunos atendidos. Quanto maior o porte da unidade, maior será o quadro de direção e coordenação pedagógica. Com a mudança, escolas com até 200 estudantes terão a garantia de um quadro composto por, no mínimo, um diretor, um coordenador pedagógico (CGP) e um gerente de organização escolar (GOE).

Na faixa entre 201 e 500 alunos, a pasta prevê o reforço da equipe com um vice-diretor. A partir de 501 matrículas, o número de gestores cresce progressivamente. Outra mudança é em relação ao número de agentes de organização escolar (AOE). Todas as escolas terão, no mínimo, dois AOEs.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação está concluindo os preparativos nas 62 escolas da rede municipal para o início do ano letivo, marcado para o dia 12 de fevereiro. As unidades estão recebendo serviços de limpeza geral, troca de extintores, capinação dos pátios e áreas do entorno, dedetização, substituição da areia dos playgrounds e manutenção estrutural.

Entre as ações realizadas, sete escolas tiveram as caixas d’água substituídas, além de reparos em telhados — com troca total da estrutura e das telhas quando necessário. Também estão sendo executados pequenos reparos em diversas unidades, como substituição de pisos, reforma de sanitários, troca de portas, sifões, torneiras e vasos sanitários, além de pintura interna e externa.

A Secretaria realiza uma operação de vistoria completa nas Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) e nos Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs), com o objetivo de garantir um início de aulas tranquilo para cerca de 1.300 professores e mais de 16 mil alunos da rede.

De acordo com o secretário municipal de Educação, Lucas Leão, os trabalhos ocorrem simultaneamente em várias frentes. “Na área de dedetização, todas as unidades já foram atendidas, assim como a troca da areia dos playgrounds. Também concluímos a substituição das caixas-d’água de amianto em sete escolas que ainda utilizavam esse tipo de reservatório”, explicou.

Segundo o secretário, as melhorias estruturais fazem parte de um planejamento contínuo. “Finalizamos recentemente as obras nos telhados das escolas Amélia Botta e Ruth Bloem Souto. As intervenções já começaram na escola Bento Prado e, na sequência, seguirão para a escola Renato Jensen”, destacou.

Lucas Leão também informou que as obras na escola Ulysses Picolo estão em fase final. “Além da substituição das caixas-d’água de amianto, estamos realizando a limpeza de todos os reservatórios das unidades escolares, garantindo mais segurança e qualidade para alunos e profissionais da educação”, concluiu.

As aulas na rede municipal de ensino de São Carlos terão início no próximo dia 12 de fevereiro.

SÃO CARLOS/SP - O resultado da Avaliação de Fluência Leitora divulgado pelo Governo do Estado de São Paulo no dia 21 de janeiro trouxe boas notícias para a Rede Municipal de Educação de São Carlos. Os dados mostram que os estudantes avançaram de forma significativa no processo de alfabetização em 2025.

Na avaliação diagnóstica de entrada, o índice de fluência leitora era de 4,5, com 41% dos alunos identificados como leitores. Ao final do período, o índice subiu para 6,6, alcançando 77% dos estudantes. No total, 1.142 crianças foram avaliadas, o que corresponde a uma taxa de participação de 97,4%.

O secretário municipal de Educação, Lucas Leão, destacou que os números revelam o esforço coletivo das escolas e da gestão. “Quando começamos o ano com apenas 41% dos alunos leitores, sabíamos que o desafio era grande. Encerrar o ciclo com 77% mostra que as estratégias adotadas deram resultado e que estamos no caminho certo para garantir a alfabetização plena na idade adequada”, afirmou.

Entre as medidas que contribuíram para o avanço, estão a doação de 125 aparelhos celulares às unidades escolares, fruto de parceria com a Receita Federal, que ampliou a eficiência no diagnóstico e na aplicação da avaliação. Também houve a contratação de nove professores temporários para reforçar o trabalho em regiões específicas, além da formação continuada dos docentes em programas como o Alfabetiza Juntos SP.

Lucas Leão ressaltou que o compromisso da rede é permanente. “Os resultados são motivo de orgulho, mas também de responsabilidade. Precisamos manter o foco e continuar investindo em práticas que garantam que nenhuma criança fique para trás”, disse.

O prefeito Netto Donato também comentou os resultados e ressaltou o impacto para o futuro da cidade. “A alfabetização é a base de tudo. Ver que nossas crianças estão avançando na leitura é motivo de orgulho e mostra que São Carlos está investindo no que realmente importa: a educação. Esse é um compromisso que vamos manter e ampliar”, afirmou.

Destaque nacional em educação étnico-racial, município reafirma compromisso com políticas públicas inclusivas e respeito aos direitos humanos


ARARAQUARA/SP - A Secretaria Municipal da Educação de Araraquara deu início à execução dos Protocolos Antibullying e Antirracista na rede municipal de ensino. Os protocolos integram o Projeto Político-Pedagógico da secretaria e colaboram com a estruturação de uma política pública unificada de proteção, cuidado e enfrentamento das violências no ambiente escolar. Os documentos estabelecem diretrizes de orientação e intervenção articuladas, visando oferecer suporte à rede, à comunidade estudantil e às famílias. As ações de prevenção, identificação, acolhimento, encaminhamento e acompanhamento de situações de bullying, cyberbullying, racismo e outras violências reafirmam o compromisso institucional com a promoção da equidade e a garantia de direitos.

Os protocolos têm em comum a proposta de atuação baseada na escuta qualificada, no sigilo, no respeito e na proteção das vítimas, evitando revitimização, exposição indevida ou negligência. Em vez de abordagens punitivas, o eixo central dos documentos está na prevenção permanente, por meio da formação continuada de profissionais da educação, de ações pedagógicas e campanhas educativas, do registro das ocorrências, do exercício de valores como respeito, empatia, equidade e justiça social e do fortalecimento da cultura de paz e da convivência ética. "No caso do racismo, a prevenção se materializa especialmente pela Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER); no caso do bullying, pelo desenvolvimento de habilidades socioemocionais e práticas restaurativas", explicam as Profas. Dras. Tatiane Pereira de Souza e Thaís Angeli, Coordenadora Técnica de Programas Educacionais Étnico-Raciais e Assessora de Políticas Educacionais da Secretaria da Educação, respectivamente. 

A violência escolar compreendida como um problema coletivo exige respostas intersetoriais, baseadas na gestão democrática, no protagonismo estudantil, no envolvimento das famílias e na articulação com a rede de proteção (saúde, assistência social, Conselho Tutelar e Ministério Público). "Araraquara não tolera nenhuma forma de violência, discriminação ou preconceito em suas escolas. Mais do que normativas, os protocolos representam um compromisso ético, pedagógico e político com a formação integral dos estudantes, a valorização da diversidade e a construção cotidiana de uma educação pública baseada no cuidado, na justiça e no respeito", afirma Fernando Diana, secretário municipal da Educação.

Os instrumentos se ancoram na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e em legislações nacionais recentes, reforçando que toda forma de violência, discriminação e preconceito viola direitos fundamentais e demanda atuação imediata do poder público. Tais desafios impulsionaram a criação de procedimentos, fluxos e mecanismos eficazes para o enfrentamento e o adequado tratamento das ocorrências na rede pública de ensino.

BRASÍLIA/DF - As inscrições gratuitas para a seleção do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) estarão abertas de 3 a 6 de fevereiro, no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior do Fies.

Nesta edição, o Ministério da Educação (MEC) ofertará mais de 112 mil vagas para financiamento da educação superior em instituições particulares em todo o ano de 2026.

Para o primeiro semestre, o MEC disponibilizará 67.301 vagas. Já para o segundo semestre, serão 44.867 vagas.

Informações sobre o processo seletivo estão no edital do primeiro semestre do Fies, publicado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (22).

Entre as regras de seleção, os inscritos devem ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010, ter obtido média aritmética das notas nas cinco provas do exame igual ou superior a 450 pontos e não ter zerado a prova de redação. Ainda é necessário ter renda bruta familiar mensal por pessoa de até três salários mínimos (R$ 4.863).

 

Classificação

A classificação no processo seletivo do Fies será de acordo com a ordem decrescente das notas obtidas pelos candidatos no Enem, por tipo de vaga, grupo de preferência e modalidade de concorrência. E respeitará a seguinte ordem de prioridade:

  •      candidatos que não tenham concluído o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil;
  •      candidatos que não tenham concluído o ensino superior, tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil e o tenham quitado;
  •      candidatos que já tenham concluído o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil;
  •      candidatos que já tenham concluído o ensino superior, tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil e o tenham quitado.

Resultado

O Fies tem chamada única e lista de espera. O resultado da pré-seleção na chamada única será divulgado em 19 de fevereiro.

O candidato será pré-selecionado em apenas uma de suas opções de curso.

Os estudantes pré-selecionados deverão acessar o Fies Seleção para complementar sua inscrição entre os dias 20 e 24 de fevereiro.

Fies

O Fies é o programa federal que concede financiamento a estudantes de baixa renda de cursos de graduação, em instituições de educação superior privadas. Anualmente, o programa gerido pelo MEC tem dois processos seletivos regulares, um por semestre letivo. E também processos seletivos para vagas remanescentes, que ocorrem após os processos regulares, com o objetivo de preencher vagas eventualmente não ocupadas.

Outras informações podem ser acessadas no site do MEC.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação, em parceria com o Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA), cuja gestão é realizada pela ACORDE, iniciará, a partir do mês de fevereiro, turmas de alfabetização de adultos na Fazenda Pinhal, em São Carlos.

A iniciativa atenderá inicialmente funcionários da fazenda e também estará aberta a moradores de áreas rurais próximas que desejem aprender a ler e escrever ou retomar os estudos.

Os interessados devem procurar a Secretaria Municipal de Educação ou a coordenação da Fazenda Pinhal para obter informações e realizar a inscrição.

De acordo com a chefe da Seção da Educação de Jovens e Adultos (EJA), professora doutora Maria Alice Zacharias, a oferta da alfabetização em territórios rurais é fundamental para garantir o direito à educação ao longo da vida. “Essa ação amplia o acesso à alfabetização e fortalece o vínculo com a EJA formal, assegurando a continuidade dos estudos para jovens, adultos e idosos”, destacou.

Para o secretário municipal de Educação, Lucas Leão, as parcerias são estratégicas para ampliar o atendimento na Educação de Pessoas Jovens, Adultas e Idosas. “São Carlos segue avançando com ações que asseguram o acesso à EJA. Essa iniciativa contribui diretamente para o fortalecimento e o aumento futuro das matrículas da Escola Municipal de Educação de Jovens e Adultos Austero Majerona”, afirmou.

A ação integra a Política Municipal de Alfabetização de Pessoas Jovens, Adultas e Idosas e está articulada à continuidade dos estudos na EMEJA Austero Majerona. Por meio da união entre poder público, educação popular e instituições locais, o município segue ampliando o acesso à escolarização em diferentes territórios, reafirmando o compromisso com o direito à educação de qualidade para todos, ao longo da vida.

Oportunidade prevê bolsa Fapesp e atuação no Campus Araras da Universidade

 

SÃO CARLOS/SP - A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) abriu processo seletivo para uma bolsa de Treinamento Técnico nível III, vinculada ao projeto de pesquisa "BioFuturo na Cidade - Territórios urbanos e suas áreas verdes: Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável em Sistemas Adaptativos Complexos", financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e sob supervisão da professora Valéria Forni Martins, do Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação (DCNME-Ar) do Campus Araras da UFSCar. A oportunidade prevê atuação por até 12 meses, com dedicação de 40 horas semanais e bolsa mensal no valor de R$ 1.800.

O bolsista selecionado irá atuar em atividades relacionadas à organização, curadoria e análise de dados de biodiversidade, incluindo a extração automatizada e semiautomatizada de informações a partir de publicações científicas, padronização de dados no formato Darwin Core, implementação de rotinas de controle de qualidade, produção de análises estatísticas em ambiente reprodutível (R/Python) e depósito de dados em plataformas como GBIF e Sinbiota.

Podem se inscrever candidatos sem vínculo empregatício que tenham concluído curso de graduação. As inscrições devem ser realizadas por meio de formulário eletrônico até o dia 18 de fevereiro. No momento da inscrição, é necessário anexar o histórico escolar completo da graduação, a súmula curricular no modelo Fapesp e um texto de até uma página relatando a motivação para participar do projeto.

O processo seletivo será composto por duas etapas: uma fase eliminatória, com análise da documentação e da carta de motivação, e uma fase classificatória, que consiste em entrevista com os candidatos aprovados na primeira etapa. Entre os critérios de avaliação estão o desempenho acadêmico, a experiência prévia relacionada às atividades propostas e o alinhamento das motivações com os objetivos do projeto.

O cronograma prevê divulgação dos candidatos selecionados para a entrevista no dia 27 de fevereiro, realização das entrevistas até 6 de março e divulgação do resultado final até 13 de março. As informações completas e o formulário para inscrições estão no edital (https://bit.ly/3Nup0Rl).

Cronograma estabelece datas para CERs, Emefs e CEs; pais devem ficar atentos ao período de confirmação de matrícula na Educação Infantil

 

ARARAQUARA/SP - A Secretaria Municipal da Educação informa o cronograma para o início do ano letivo de 2026. O planejamento abrange a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e a Educação Integral. As atividades acontecem de forma escalonada, priorizando a organização das unidades e o acolhimento dos alunos.

Nesta segunda-feira (26), tem início o atendimento dos alunos dos Centros de Educação e Recreação (CERs) que possuem matrícula renovada em período integral e para aqueles de período integral que foram transferidos de unidade escolar dentro da própria rede municipal.

Também no dia 26, cada CER fará a divulgação das listas de alunos classificados para o ano letivo de 2026, com base nas inscrições realizadas em setembro de 2025. Os pais e responsáveis devem ficar atentos: a confirmação das matrículas dos alunos classificados deve ser feita até o dia 28 de janeiro, diretamente na unidade escolar. A não confirmação dentro do prazo pode resultar na perda da vaga.

Já o início do ano letivo para os demais alunos da Educação Infantil — novos e renovados em período parcial, assim como os novos alunos do período integral — está marcado para 2 de fevereiro.

Pais e responsáveis que não realizaram a inscrição da criança em setembro de 2025 devem procurar o CER mais próximo de sua residência a partir de 26 de janeiro para fazer a solicitação da vaga. No entanto, a disponibilidade do atendimento será informada após o encerramento do período de confirmação das matrículas dos alunos já classificados.

De acordo com a Secretaria da Educação, entre os dias 2 e 6 de fevereiro, os CERs realizarão a semana de acolhimento e adaptação, com atendimento em horário reduzido. O cronograma vale para alunos novos e renovados do período parcial e para os novos alunos do período integral. A medida favorece a transição gradual e fortalece o vínculo entre crianças, educadores e famílias, respeitando o tempo de adaptação de cada aluno.

Emefs e CEs

Nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emefs), que atendem do 1º ao 9º ano, o calendário escolar segue a Resolução SME nº 34, de 16 de dezembro de 2025. O início das aulas está marcado para 2 de fevereiro.

Os alunos do 1º ano do ensino fundamental terão o período de adaptação entre os dias 2 e 6 de fevereiro, também com horário reduzido. As matrículas dos ingressantes no 1º ano foram realizadas em dezembro de 2025. Quem não efetuou o procedimento deve procurar a unidade escolar o mais breve possível, antes do início das aulas.

Em casos de mudança de endereço, os pedidos de transferência para estudantes do 1º ao 9º ano devem ser feitos na escola mais próxima da nova residência.

Já os estudantes da Educação Integral — oferecida em contraturno nos Centros de Educação (CEs) e em algumas Emefs — também voltam às aulas em 2 de fevereiro. As matrículas ocorreram em dezembro.

A divulgação das listas de estudantes inscritos e contemplados na Educação Integral ocorrerá nos dias 29 e 30 de janeiro. Ao longo do ano letivo, novas matrículas poderão ser efetuadas conforme disponibilidade de vagas.

Transporte escolar

A Secretaria Municipal da Educação reforça que os alunos que necessitam de transporte ou passe escolar devem realizar o cadastro ou recadastro, inclusive aqueles que já utilizavam o serviço em anos anteriores. O procedimento é obrigatório, e as informações detalhadas estão disponíveis no site da Prefeitura.

Cronograma resumido da volta às aulas na rede municipal de educação

26/1: Início do atendimento aos alunos integrais renovados ou transferidos nos CERs e divulgação das listas de classificados

26 a 28/1: Confirmação de matrícula dos alunos novos classificados na Educação Infantil

29 e 30/1: Divulgação das listas da Educação Integral

2/2: Início das aulas em toda a rede municipal

2 a 6/2: Semana de acolhimento e adaptação, com horário reduzido, na Educação Infantil e adaptação do 1º ano do Ensino Fundamental

SÃO CARLOS/SP - A pedido do prefeito Netto Donato, o vice, Roselei Françoso, esteve em São Paulo, na quarta-feira (21/01), para uma reunião com Vinícius Mendonça Neiva, secretário executivo da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (SEDUC-SP). O encontro contou também com a presença do deputado estadual Itamar Borges, da dirigente de ensino Débora Gonzalez Costa Blanco e da diretora da EMEB Dalila Galli, Edvilma Duarte. O objetivo foi apresentar demandas na área da Educação.

Roselei Françoso destacou três pontos centrais do encontro. “O primeiro deles é retomar o convênio para a construção de uma escola estadual para atender o ensino fundamental 2 e o ensino médio na região do Santa Felícia. Essa demanda é conhecida desde 2021, mas tivemos que cancelar o convênio inicial por causa da defasagem na planilha de preços. A obra está orçada em R$ 14 milhões e a planilha anterior previa R$ 7 milhões. Era impossível executar com aquele valor”, afirmou.

Roselei detalhou que a futura escola estadual do Jardim Ipanema será construída em terreno já doado pelo município em 2021. “Serão 12 salas de aula, cerca de 360 alunos por período. A ideia é que seja uma escola de ensino integral, com ensino médio, atendendo aproximadamente 700 estudantes no total”, concluiu.

Segundo o vice-prefeito, a construção da unidade é considerada prioridade junto ao Governo Estadual. “Nós temos convicção de que vamos conseguir viabilizar essa obra num curto espaço de tempo”, disse.

Outro tema tratado foi o transporte escolar. “Sempre trabalhamos com o convênio para o transporte rural, mas o Governo do Estado nos informou que existe apenas o convênio para transporte escolar. Isso abre a possibilidade de incluir alunos da zona urbana que estudam a mais de dois quilômetros de casa e também crianças com deficiência. Hoje investimos cerca de R$ 10 milhões por ano para garantir o transporte para a APAE e para a ACORDE. Se aprovado, esse convênio vai ajudar bastante o município a financiar o transporte”, explicou. Ele confirma que hoje são atendidos 673 alunos, sendo 205 da Acorde e 468 da APAE.

A terceira pauta foi a reforma da EMEB Dalila Galli, localizada na região do Jóquei Clube. “É uma escola que atende cerca de 900 alunos em três períodos, incluindo jovens e adultos à noite. Precisa de banheiro, cozinha e de uma reestruturação para atender o ensino bilíngue. O levantamento feito pelo nosso Departamento de Engenharia aponta custo de R$1,8 milhão. Queremos que o Governo do Estado trate essa reforma como prioridade dentro do PAINSP, que é o Plano de Ações Integradas de São Paulo”, destacou.

Roselei Françoso disse ter saído otimista da reunião. “O deputado Itamar Borges me acompanhou e ajudou muito a mostrar ao secretário a necessidade de investir em São Carlos, uma cidade com quase 300 mil habitantes que precisa de melhoria contínua na Educação”, afirmou.

Além das três principais demandas, o vice-prefeito também mencionou investimentos em tecnologia. “O Governo do Estado garantiu cerca de R$ 1 milhão para compra de computadores para nossas crianças. Estamos aguardando as atas de preço para adquirir os equipamentos. O deputado Itamar Borges também destinou R$ 250 mil para essa finalidade”, disse.

Podem participar idosos de São Carlos e Ibaté; iniciativa propõe plano individual com apoio contínuo

 

SÃO CARLOS/SP - Estão abertas as inscrições para o Programa Multidimensional e Assistencial de Gestão de Quedas para Pessoas Idosas com Histórico de Quedas (Magic 2), da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). A iniciativa é totalmente gratuita, voltada a pessoas idosas (60 anos ou mais) residentes em São Carlos ou Ibaté que tenham sofrido uma ou mais quedas nos últimos 12 meses.

Com duração de 16 semanas, o Programa tem como objetivo identificar e reduzir os riscos de cair, por meio de uma intervenção estruturada e personalizada. A proposta envolve atuação conjunta de docentes e estudantes dos cursos de graduação em Gerontologia e Fisioterapia da UFSCar, e combina avaliação individual, plano de intervenção específico, atividades físicas regulares e, quando necessário, estimulação cognitiva.

Segundo Karina Say, docente do Departamento de Gerontologia (DGero) da Universidade e uma das coordenadoras do Programa, a prevenção é essencial diante da alta prevalência de quedas na velhice. "As quedas acidentais são muito prevalentes na população idosa. Esse tipo de acidente pode ter desfechos negativos para o bem-estar e a saúde da pessoa idosa, com impactos na saúde mental (como medo de cair e depressão), na capacidade funcional (com redução da mobilidade e da independência) e na dimensão social (isolamento e falta de suporte para recuperação). Só em 2024, foram registradas 179.922 autorizações de internação hospitalar por quedas, com gasto aproximado de R$ 328 milhões ao Sistema Único de Saúde (SUS)", situa. 

Mas a boa notícia, de acordo com a docente, é que são eventos evitáveis. "Diante disso, o Programa Magic oferece à população uma proposta preventiva, com avaliação e intervenção individualizada nos fatores de risco modificáveis, alinhada às diretrizes internacionais de prevenção de quedas", afirma Say.

A iniciativa avalia cada pessoa de forma individual, para que a equipe entenda os fatores que aumentam seu risco de quedas. A partir disso, constrói um plano de cuidado. Há também gestão de casos, com ligações semanais e acompanhamento contínuo. Ao longo de um ano, os participantes passam por avaliações periódicas, com apoio de uma equipe especializada, incluindo exames laboratoriais e de cognição.

Ao final do acompanhamento, uma nova avaliação é realizada, possibilitando medir os avanços obtidos. Espera-se que, ao longo do processo, os participantes desenvolvam maior resistência física, além de se sentirem mais preparados para lidar com situações que envolvem risco de quedas, promovendo, assim, mais autonomia e segurança no cotidiano.

Há apenas 30 vagas disponíveis e as inscrições podem ser feitas em bit.ly/programa-magic2. O preenchimento do formulário online servirá para a equipe entrar em contato posteriormente para a confirmação dos critérios de participação no projeto. 

Mais informações estão disponíveis no Instagram @programamagic, no cartaz de divulgação, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo WhatsApp (16) 99762-5538. A equipe também se coloca à disposição para explicar o projeto por telefone, em horário combinado.

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