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Radio Sanca Web TV - Sexta, 30 Outubro 2026

SÃO PAULO/SP - Alexandre Borges revelou nesta quinta-feira (29), durante participação no Encontro (Globo), que sua mãe, Rosa Linda Maria Borges, enfrentou problemas com jogos de azar. O ator falou sobre o assunto ao explicar como se preparou para interpretar Ulisses, personagem viciado em apostas na novela "Quem Ama Cuida".

"Eu vou confessar aqui porque acho útil. Nunca tinha falado muito nisso. A minha mãe passou por um momento assim", contou, após ser questionado por Patrícia Poeta sobre a preparação para o papel.

Na trama das nove, seu personagem se endividou com apostas, foi desmascarado por Adriana (Letícia Colin), perdeu todo seu dinheiro e viu o casamento com Fábia (Flávia Alessandra) chegar ao fim.

Ao recordar a experiência familiar, Alexandre contou que Dona Rosa, como sua mãe era conhecida, também costumava frequentar cassinos clandestinos. "Eu meio que às vezes ia lá buscar ela", afirmou.

O ator disse que ficava preocupado com os lugares frequentados pela mãe, que morreu em setembro de 2021, aos 83 anos, após enfrentar a doença de Alzheimer e complicações decorrentes de um acidente vascular cerebral (AVC).

Segundo Alexandre, a mãe via nos jogos uma forma de passar o tempo depois da aposentadoria. "Eu falava: 'Mãe, por que você está jogando?'. E ela falava: 'Meu filho, eu não tenho nada para fazer. O que eu vou fazer?'", recordou.
Ele explicou que os estabelecimentos ofereciam um ambiente de convivência, com comida e pessoas que recebiam os frequentadores, o que tornava a atividade atraente. "No começo podia ser uma diversão, mas senti que foi um problema para ela", afirmou.

Alexandre também aproveitou o relato para alertar que a dependência em jogos não vê gênero. "Às vezes fica muito uma impressão de que só os homens jogam. É uma coisa geral", disse.

 

 

por Folhapress

Publicado em Celebridades

SÃO CARLOS/SP - A Fundação Educacional São Carlos (FESC) entregou, na noite desta quarta-feira (28/10), os certificados de conclusão aos alunos do curso de Mecânica de Bicicletas. A cerimônia foi realizada no auditório do Campus 1.

Os alunos também receberam kits de ferramentas oferecidos pela empresa Conserta Bike, responsável por ministrar o curso.

O curso foi viabilizado por meio de emenda parlamentar do vereador Edson Ferraz. As aulas abordaram manutenção preventiva e corretiva de bicicletas, regulagens, ajustes, desmontagem e montagem, com atividades teóricas e práticas.

Segundo o presidente da FESC, Eduardo Cotrim, “a formação teve foco na segurança, na conservação e no funcionamento das bicicletas. Os kits de ferramentas foram entregues para que os alunos possam aplicar o conteúdo aprendido e atuar na área”.

Publicado em Outras Notícias

BRASÍLIA/DF - O presidente Lula (PT) decidiu não se envolver no enredo político da fuga de Flávio Bolsonaro (PL), senador e candidato derrotado ao Planalto, para os Estados Unidos.

A avaliação no Planalto é de que uma intervenção do petista seria despropositada, porque Flávio estaria se desgastando com a história e, por isso, não haveria sentido em arriscar uma crise diplomática com o presidente americano, Donald Trump, por causa do adversário político.

A determinação foi mantida mesmo depois de os jornais americanos The Wall Street Journal e The New York Times afirmarem que Trump ajudou Flávio a fugir para os EUA.

O jato particular em que Flávio viajou foi providenciado, segundo as duas publicações, por Jason Miller, funcionário de comunicação da Casa Branca -informação também sustentada por um aliado de Flávio à Folha.

Miller estreitou laços com a família Bolsonaro quando esteve no comando da Gettr, rede social conservadora. Em setembro de 2021, chegou a ser interrogado pela Polícia Federal no aeroporto de Brasília, em investigação sobre atos golpistas conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, após participar de conferência organizada por Eduardo Bolsonaro, na qual também se encontrou com Jair Bolsonaro, então presidente da República.

Flávio partiu rumo aos Estados Unidos após ser intimado pela Polícia Federal na segunda-feira (26) a entregar seus passaportes -ele é alvo de inquérito que apura seu envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro com bets. O senador passou por Argentina e Equador antes de chegar ao território norte-americano.

Auxiliares de Lula têm repetido que eventuais providências relacionadas à fuga de Flávio cabem ao Judiciário, não à Presidência da República. O chefe do governo tem demonstrado, em conversas internas, preferir dedicar seu tempo a outros assuntos -ele acaba de ser reeleito e precisa esquadrinhar sua nova gestão. Também tenta evitar que as negociações sobre o tarifaço fiquem ainda mais difíceis.

Um integrante do alto escalão diz que a fuga foi tão absurda que não deveria ser elemento com potencial de desencadear qualquer crise para Lula.
O governo brasileiro pretende preservar a relação comercial com os Estados Unidos e manter as negociações em curso, mesmo com as notícias que ligam o governo americano à fuga de Flávio. A avaliação interna é de que não convém colocar o episódio no centro da relação entre os dois governos.

Como mostrou a Folha de S.Paulo, aliados do petista avaliam que Flávio Bolsonaro tenta atrair Lula para uma armadilha para sabotar a relação entre o petista e Trump, descrita como boa por ambos. Por esse raciocínio, o candidato derrotado busca provocar o presidente brasileiro para que ele tome uma atitude ou dê uma declaração que estresse sua relação com o presidente americano.

Na quarta-feira (28), o senador do PL divulgou uma carta em que se proclamava "verdadeiro presidente do Brasil". Depois, atualizou o documento e referiu-se a si mesmo como "líder do Brasil". Ele afirma, sem apresentar prova nenhuma, que a eleição brasileira foi fraudada. Na segunda (26), Flávio havia dito que desistiria de anular a eleição na Justiça e declarou que não fugiria do país.

Trump até o momento não reconheceu explicitamente a vitória de Lula e disse que a eleição brasileira foi uma vergonha. Apesar disso, ele afirma que conversará com o brasileiro. De acordo com Trump, o próprio Lula pediu que ele não tomasse lado na disputa.

A orientação dada aos auxiliares de Lula é não alimentar uma polêmica em torno da fuga de Flávio e manter uma postura pragmática. Integrantes do governo avaliam que Lula saiu fortalecido da reeleição e não precisa cobrar de Trump o reconhecimento da vitória, ainda não expressado pelo presidente americano.

Na avaliação de um auxiliar do Planalto, cobrar publicamente o reconhecimento poderia transmitir uma imagem de fragilidade que o Brasil não precisa assumir. Um diplomata do Itamaraty afirma que, neste momento, as providências relacionadas à saída de Flávio do país cabem ao Judiciário, e não ao presidente da República.

O governo também considera relevante o fato de partidos de diferentes espectros políticos, inclusive o PL, terem reconhecido a vitória de Lula. Outro reconhecimento considerado importante pelo governo foi o do presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, indicado ao STF por Jair Bolsonaro.

O grupo político do chefe do governo brasileiro diz acreditar que a ida do adversário para o exterior tende a dispersar seu eleitorado. No domingo (25), Flávio Bolsonaro teve 59,8 milhões de votos para presidente da República e perdeu para Lula por 3,6 pontos percentuais.

Diversos aliados de Lula relataram à Folha a avaliação de que a fuga de Flávio Bolsonaro é benéfica para o presidente reeleito. Em seu aniversário de 81 anos, o petista citou o episódio como um dos mais vergonhosos da história do Brasil.

A análise é de que o senador abandonou um patrimônio eleitoral imenso e desorganizou a oposição, que agora precisará construir uma nova opção de poder -ou seja, um nome forte e incontestável em seu campo político para disputar a próxima eleição presidencial contra o grupo de Lula.

 

 

por Folhapress

Publicado em Política

BRASÍLIA/DF - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prevê a realização de três leilões de transmissão de energia no próximo ano. A estimativa foi dada nesta sexta-feira (30) por Ivo Sechi Nazareno, secretário de Leilões da Aneel.

Em entrevista à imprensa logo após participar do último leilão de transmissão de energia de 2026, realizado na manhã desta sexta-feira na B3, Nazareno destacou que os próximos certames poderão superar os R$ 50 bilhões em investimentos.

O primeiro, segundo o diretor da Aneel, deve ser realizado em abril. E no segundo semestre deverão ocorrer os outros dois, um em outubro, envolvendo o novo sistema de transmissão em corrente contínua, com tecnologia VSC (Voltage Source Converter), e outro em dezembro.

“Para o segundo semestre [de 2027], há uma expectativa de duas licitações de transmissão, uma envolvendo o sistema de corrente contínua e tecnologia inédita, VSC. Em detrimento das tecnologias das contratações anteriores que são diferentes, ela é mais complexa, elaborada e mais moderna.

Provavelmente esses contratos que se originarem desse leilão serão os maiores que o Brasil já contratou em transmissão”, explicou Ivo Sechi.

O diretor da Aneel adiantou que os dois leilões do segundo semestre “serão instruídos em conjunto”.

“Vão ser dois leilões instruídos de forma conjunta com provável segregação de atividades, um em outubro, provavelmente o de corrente contínua, e outro em dezembro, que será o de corrente alternada”, disse.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Publicado em Economia

Circuito Loja do Futuro apresenta aplicações da tecnologia para melhorar resultados; estão abertas inscrições para atividade que ocorre no dia 3 de novembro

 

LEME/SP - Empreendedores de Leme e região podem se inscrever gratuitamente para o Circuito Loja do Futuro – Destino: Lucro, que ocorre na terça-feira (3), das 19h às 21h, na Faculdade Anhanguera – Polo Leme. A atividade aborda o uso da inteligência artificial para melhorar a gestão e os resultados das empresas. A iniciativa é realizada pelo Sebrae-SP e pelo Sincomércio de Pirassununga, com apoio da Associação Comercial e Industrial de Leme (Acil). As inscrições podem ser feitas pelo https://forms.cloud.microsoft/r/PsxjFTJeZu

Tecnologia na prática

Na edição realizada em São Carlos, no dia 27 de outubro, participantes destacaram como a inteligência artificial pode contribuir para a rotina das empresas.

Alexandra Aparecida da Silva Telles, responsável pela Quitutes da Le, começou a rever processos após o encontro. “Estou reavaliando alguns pontos que até então fazia, mas não entendia”, contou.

Juliana Fallaci Rios, da Ovelet’s, destacou a ferramenta Ideamap, que pretende usar para reorganizar processos. “Vai me ajudar a reescrever meus processos de forma mais dinâmica”, afirmou.

Quem ainda planeja empreender também encontrou orientações úteis. Nátaly Rezende, que pretende abrir um negócio digital disse que a palestra “dá um norte de como começar, como fazer”.

Claudia Resende de Mello Santos, que busca oportunidades para voltar a empreender, ressaltou a importância da capacitação: “Nessas palestras, nesses cursos rápidos, a gente vai adquirindo muito conhecimento”.

Já o administrador Alexandre Tenorio, da CT Administração, destacou o papel da tecnologia nas decisões empresariais. “O Circuito Loja do Futuro complementa esse momento e o uso de tecnologias que possam ajudar a gente na tomada de decisões”, afirmou.

Serviço

Circuito Loja do Futuro – Destino: Lucro

Data: 3 de novembro (terça-feira)

Horário: das 19h às 21h

Local: Faculdade Anhanguera – Polo Leme

Endereço: Rua Waldemar Silenci, 340, sala 1, bairro Cidade Jardim, Leme

Inscrições gratuitas: https://forms.cloud.microsoft/r/PsxjFTJeZu

Informações: WhatsApp (16) 99186-7879 ou (16) 3362-1834

Publicado em Outras Cidades

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