SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos promoveu, na tarde desta quinta-feira (26/03), uma capacitação voltada à apresentação do Protocolo de Sedação adotado pelo Ambulatório Médico de Especialidades (AME) do município. O encontro foi realizado no auditório do Paço Municipal e reuniu profissionais das unidades de saúde, incluindo equipes médicas, de enfermagem, administrativas e multiprofissionais.
A iniciativa, organizada pela equipe de matriciamento do AME, teve como objetivo divulgar o protocolo, alinhar os fluxos assistenciais e esclarecer aspectos técnicos relacionados à aplicação da sedação em exames como endoscopia e colonoscopia, seguindo as diretrizes vigentes.
De acordo com a médica e diretora técnica do AME, Cláudia Pupo, a capacitação atende à necessidade de reduzir o número de pacientes que deixam de realizar exames por não atenderem aos critérios de segurança exigidos para sedação em ambiente ambulatorial. “Como o AME não é um hospital, existem critérios específicos para esses procedimentos.
Pacientes com quadros mais complexos precisam ser encaminhados para ambiente hospitalar. O protocolo vem para orientar melhor os profissionais, reduzir dispensas e garantir mais segurança no atendimento”, explicou.
A diretora do Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial (DGCA), enfermeira Lindiamara Soares, destacou a importância da integração entre os serviços e da qualificação contínua das equipes. Segundo ela, o encontro possibilitou o esclarecimento de dúvidas e o aprofundamento do entendimento sobre critérios e fluxos de encaminhamento.
“Essa capacitação fortalece a rede de atendimento, melhora a comunicação entre os serviços e proporciona mais segurança aos pacientes. Com equipes alinhadas, conseguimos oferecer um cuidado mais eficiente, humanizado e resolutivo”, afirmou.
“A qualificação contínua dos nossos profissionais é um dos pilares para garantir um atendimento cada vez mais seguro e eficiente à população de São Carlos. Essa capacitação sobre o protocolo de sedação é fundamental para organizar os fluxos, evitar desencontros na rede e, principalmente, garantir que cada paciente seja encaminhado para o local adequado, respeitando os critérios de segurança. Nosso objetivo é reduzir a ocorrência de exames que precisam ser remarcados ou cancelados, trazendo mais resolutividade ao sistema e mais conforto ao paciente. Quando os profissionais estão bem orientados e integrados, toda a rede funciona melhor”, ressaltou o secretário de Saúde, Leandro Pilha.
A ação integra as estratégias da Secretaria Municipal de Saúde para qualificar a assistência e aprimorar os processos de atendimento na rede pública.
IBATÉ/SP - A Secretaria Municipal de Saúde realiza neste sábado, dia 28 de março, o Dia D de Vacinação contra a Influenza. A ação acontecerá das 8h às 16h em unidades de saúde do município, com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal dos grupos prioritários.
Além da vacinação, o evento contará com atividades para as crianças, como pipoca, algodão doce, brinquedos infláveis e trenzinho, proporcionando um ambiente mais acolhedor para as famílias que comparecerem às unidades.
Público-alvo da vacinação
Podem receber a vacina contra a Influenza:
Crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e puérperas, idosos acima de 60 anos, trabalhadores da saúde (com comprovação de trabalho), pessoas com comorbidades (com laudo médico) ou pessoas com deficiência, caminhoneiros, trabalhadores do sistema prisional e forças armadas, professores, trabalhadores dos Correios, trabalhadores do transporte coletivo e pessoas privadas de liberdade.
A vacinação será realizada das 8h às 16h nas seguintes unidades:
PSF Popular
UBS Icaraí
UBS Jardim Cruzado
A Secretaria de Saúde reforça a importância da vacinação para prevenir complicações causadas pela Influenza, principalmente nos grupos mais vulneráveis, e orienta que todos levem documento pessoal e, se possível, a carteira de vacinação.
BRASÍLIA/DF - Um quarto das estudantes adolescentes do Brasil já sofreu alguma situação de violência sexual, incluindo toques, beijos ou exposição de partes íntimas sem consentimento.
O alerta faz parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSe), divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram entrevistados 118.099 adolescentes de 13 a 17 anos, que frequentavam 4.167 escolas públicas e privadas de todo o Brasil em 2024.
Em relação a 2019, último ano em que a pesquisa foi feita, o percentual de meninas que relataram essas violências nas respostas aumentou 5,9 pontos percentuais.
O IBGE destaca ainda que 11,7% das estudantes entrevistadas contaram que foram forçadas ou intimidadas para se submeterem a relações sexuais. Nesse caso, o aumento em relação a 2019 foi de 2,9 pontos percentuais.
Apesar da proporção de meninas violentadas ser, em média, o dobro da de meninos, estudantes de ambos os gêneros relataram situações de abuso, somando mais de 2,2 milhões de vítimas de assédio e 1,1 milhão de relações forçadas.
Apesar de ações enquadradas nas duas categorias serem tipificadas como estupro pela lei brasileira, o IBGE optou por dividi-las em duas perguntas para facilitar a compreensão dos adolescentes durante as entrevistas.
“Esse tipo de violência nem sempre é identificado pela vítima, seja por falta de conhecimento em razão da idade, no caso de menores, seja por aspectos sociais e culturais. Nesse sentido, a identificação dos diversos atos que caracterizam a violência sexual, por um lado, consiste numa estratégia metodológica que facilita a identificação da violência; por outro, possibilita a caracterização da violência em escalas de gravidade”
Outro destaque da pesquisa diz respeito à idade das vítimas no momento do crime. Enquanto as situações de assédio sexual foram mais reportadas por adolescentes com 16 e 17 anos, entre aqueles forçados à relação sexual, a maioria (66,2%) tinha 13 anos ou menos quando sofreu a violência.
A violência foi mais frequente entre os estudantes de escola pública: 9,3% dos adolescentes dessas instituições relataram já terem sido intimidados ou forçados a uma relação sexual, contra 5,7% dos alunos da rede privada.
Já nos casos de assédio sexual, a proporção entre as duas redes é semelhante.
O instituto também pediu aos estudantes que apontassem o autor das violências. No caso daqueles que foram submetidos a uma relação forçada, a grande maioria foi violentada por pessoas do seu círculo íntimo:
Já nos casos de toque não consentido, beijo forçado ou exposição de partes íntimas, a categoria mais mencionada foi “outro conhecido” (24,6%), seguido por outros familiares (24,4%) e desconhecidos (24%).
Em ambos os casos, os estudantes podiam escolher mais de uma opção, e o somatório das respostas nas duas questões foi superior a 100%, o que indica que muitos estudantes sofreram esse tipo de violência mais de uma vez, ou de pessoas diferentes.
A pesquisa também identificou que cerca de 121 mil meninas de 13 a 17 anos de idade já engravidaram alguma vez, o que representou 7,3% daquelas que disseram ter iniciado a vida sexual. Desse total, 98,7% eram de escolas da rede pública.
Em cinco estados do Brasil, o índice de gravidez precoce ultrapassa 10% das estudantes: Paraíba, Ceará, Pará, Maranhão e Amazonas, onde a situação chega a 14,2% das estudantes.
Outros dados sobre a iniciação sexual dos adolescentes, de forma consentida, levantam preocupações com a prevenção dessas gestações e contra infecções sexualmente transmissíveis.
Somente 61,7% dos estudantes usaram camisinha na primeira relação sexual, proporção que cai para 57,2% no caso da relação mais recente.
Para o IBGE, isso indica que não só os adolescentes não estão se protegendo desde o começo da vida sexual, como esse uso vai caindo com o passar o tempo.
Já entre aqueles que optaram por outros métodos contraceptivos, 51,1% dos estudantes utilizam pílula anticoncepcional e 11,7% usam pílula do dia seguinte, uma opção de emergência, que só deve ser tomada em situações excepcionais.
Apesar disso, quatro em cada dez meninas já tomou esse tipo de pílula pelo menos uma vez na vida.
Em comparação com a pesquisa anterior, os dados de 2024 também apontam para um início mais tardio da vida sexual: 30,4% dos estudantes de 13 a 17 anos já tinham vivenciado ao menos uma relação, 5 pontos percentuais a menos do que em 2019.
A proporção cai para 20,7% entre os alunos de 13 a 15 anos, e sobe para 47,5% entre aqueles com 16 e 17 anos.
Por outro lado, considerando apenas aqueles que já iniciaram a vida sexual, 36,8% tiveram a primeira relação com 13 anos de idade ou menos.
No Brasil, a idade mínima para o consentimento legal é 14 anos, e qualquer relação com pessoa menor do que essa idade pode configurar estupro de vulnerável. Entretanto, os dados da pesquisa apontam que a idade média da iniciação sexual foi de 13,3 anos, entre os meninos, e de 14,3 anos, entre as meninas.
AGÊNCIA BRASIL
CHINA - A influenciadora taiwanesa Wang Wei-Chien morreu aos 29 anos após enfrentar um câncer. A informação foi confirmada por representantes de sua empresa e ganhou repercussão internacional nos últimos dias.
Ela havia sido diagnosticada com linfoma em 2021, mas demorou a buscar atendimento médico. Os primeiros sinais, como dores e inchaço no braço, foram inicialmente interpretados como consequência de esforço físico. A situação só mudou quando percebeu a presença de um caroço, o que a levou a procurar ajuda especializada. Mesmo após o início do tratamento, a doença avançou rapidamente.
Ao longo da batalha contra o câncer, Wang compartilhou momentos de sua rotina com os seguidores nas redes sociais, onde reunia mais de 18 mil pessoas. Em uma das publicações, mostrou a surpresa preparada pelo namorado e por amigos, que rasparam o próprio cabelo em apoio a ela. “No momento em que eu os vi, comecei a chorar, minhas emoções simplesmente explodiram. Eles me mostraram que eu não precisava ter medo”, escreveu.
Conhecida pelo conteúdo sobre beleza, ela também era fundadora da marca Hermacy. Após a confirmação da morte, a empresa anunciou o encerramento das atividades. Em comunicado, afirmou que Wang era peça central no funcionamento do negócio e que não seria possível dar continuidade ao projeto.
Na biografia de suas redes, a influenciadora se apresentava como a “embaixadora contra o câncer mais bonita”, título que recebeu de seus seguidores durante o tratamento.
por Notícias ao Minuto
SÃO CARLOS/SP - A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2026 começa neste sábado (28/03), com o Dia D de Mobilização Nacional. Em São Carlos, a imunização será realizada das 8h às 13h em diversas unidades de saúde. O município recebeu 17 mil doses da vacina para o início da campanha.
A vacinação estará disponível nas unidades UBS Aracy, USF Antenor Garcia, UBS Redenção, UBS Azulville, UBS Vila Isabel, UBS São José, USF São Rafael/Itamarati, USF Água Vermelha, UBS Santa Felícia e USF Jóquei Clube/Guanabara. Especificamente neste sábado, dia 28, também será instalado um posto volante na sala da administração do Mercado Municipal para a vacinação de adultos, das 9h às 13h.
A vacina deste ano é trivalente e foi atualizada com novas cepas do vírus influenza (H1N1, H3N2 e tipo B). A imunização deve ser realizada anualmente, já que o vírus sofre mutações frequentes. A vacina pode ser administrada junto a outros imunizantes do calendário oficial, com exceção da vacina contra a dengue (Butantan-DV).
Neste primeiro momento, a campanha é destinada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, como idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, puérperas, trabalhadores da saúde, professores, forças de segurança, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e portuários, população privada de liberdade, além de pessoas com doenças crônicas, povos indígenas, quilombolas e pessoas em situação de rua.
De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, o objetivo da campanha é reduzir complicações, internações e mortes causadas pelo vírus influenza, além de diminuir sua circulação, especialmente no período de maior transmissão. “A gripe é uma infecção viral aguda, altamente transmissível, que pode evoluir para formas graves, principalmente em grupos mais vulneráveis”, alerta.
A transmissão ocorre principalmente por gotículas respiratórias expelidas ao tossir, espirrar ou falar. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, tosse, dor de garganta e fadiga. O período de incubação varia de um a quatro dias.
A campanha segue até o dia 30 de maio. Após esse período, a vacina será disponibilizada para a população em geral. A meta é imunizar pelo menos 90% dos grupos prioritários. A Secretaria Municipal de Saúde reforça que, desde 2025, crianças, gestantes e idosos podem se vacinar durante todo o ano, e não apenas durante a campanha.
“Nós reforçamos o chamado para que a população dos grupos prioritários procure as unidades de saúde neste Dia D e ao longo da campanha. Precisamos aumentar a cobertura vacinal no município, que ficou abaixo do ideal no último ano. Além disso, é importante lembrar que a influenza continua sendo uma preocupação de saúde pública, assim como outras doenças respiratórias. Vacinar-se é um ato de cuidado individual e coletivo, que protege não só quem recebe a dose, mas toda a comunidade”, finaliza Leandro Pilha, secretário de Saúde.
Em 2025, foram aplicadas 79.792 doses da vacina contra a gripe em São Carlos. A cobertura vacinal dos grupos prioritários foi de 55,41%, abaixo da meta estabelecida. Entre os idosos, a cobertura foi de 55,73%; nas crianças, 53,23%; e entre gestantes, 66,11%.
SÃO CARLOS/SP - O município de São Carlos apresentou uma redução expressiva nos casos de dengue nas primeiras 11 semanas de 2026. De acordo com os dados oficiais, foram registrados 206 casos positivos neste ano, contra 3.190 no mesmo período de 2025 — uma queda de 94%.
O número de notificações, que inclui casos confirmados, descartados e ainda em análise, também apresentou redução significativa. Em 2025, foram 7.285 registros, enquanto em 2026 esse número caiu para 1.380, representando uma diminuição de 81%.
Na comparação com 2024, os números também indicam melhora. Nas primeiras 11 semanas daquele ano, foram 727 casos confirmados, enquanto em 2026 o total foi de 206 — uma queda de 72%. Já as notificações passaram de 2.793 em 2024 para 1.380 em 2026, redução de 51%.
Os dados demonstram avanço no controle da doença, resultado de ações de combate ao mosquito transmissor e maior conscientização da população. Ainda assim, a vigilância sanitária reforça que a prevenção continua sendo essencial para manter os índices em queda.
Reconhecimento reforça compromisso com a qualidade assistencial
SÃO CARLOS/SP - O Hospital Unimed São Carlos – Unidade II recebeu a certificação ONA Nível 1 – Acreditado, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). O reconhecimento atesta que a unidade, ativada no início de 2021, atende a rigorosos padrões de qualidade assistencial e segurança do paciente, alinhados às melhores práticas nacionais em saúde.
A entrega oficial do certificado foi realizada pela Fundação Vanzolini, responsável pelo processo de avaliação, representada pelo Gerente de Marketing e Vendas, Bruno Casagrande, e pela Executiva de Vendas, Vanessa Caetano.
A cerimônia contou com a presença do presidente da Unimed São Carlos, Bolívar Soares Mendjoud, do vice-presidente, Ricardo Innecco de Castro, do Diretor Hospitalar, Rafael Djouki, da Gerente Administrativa Hospitalar, Vanessa Marolla, da Gerente Assistencial, Quezia Teruel Lima, e da Gerente da Qualidade, Liu Lopes de Felipe, além das equipes assistenciais e administrativas.
A certificação é resultado de um trabalho estruturado que envolve a implantação e o cumprimento de protocolos, a padronização de processos e o fortalecimento da cultura de segurança em todos os níveis da instituição. O selo ONA Nível 1 valida a organização dos fluxos assistenciais e administrativos, garantindo maior eficiência, rastreabilidade e segurança no atendimento aos pacientes.
Primeiro nível da acreditação, o ONA 1 reconhece instituições que atendem aos critérios fundamentais de qualidade e segurança, representando um importante marco na evolução da gestão hospitalar. A conquista também reforça o compromisso da Unimed São Carlos com a melhoria contínua dos serviços prestados e com a promoção de um cuidado cada vez mais seguro, eficiente e humanizado.
O avanço da Unidade II se soma à trajetória já consolidada do Hospital Unimed – Unidade I, também acreditado desde 2018 e que hoje já possui o nível máximo da certificação, o ONA 3 – Acreditado com Excelência, reforçando o compromisso institucional com a qualidade e a segurança em toda a rede.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos realiza, no próximo sábado (28/03), mais uma edição do Mutirão de Combate à Dengue, desta vez no bairro São Carlos VIII, na região leste do município. A ação ocorre das 8h às 13h e envolve equipes da Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde e da Unidade de Controle de Zoonoses e Endemias.
Ao longo da semana, o bairro já recebe serviços preparatórios dentro do programa São Carlos Mais Bonita, como tapa-buracos, capinação, limpeza de bueiros e retirada de entulhos e resíduos sólidos de áreas públicas. “No sábado, a força-tarefa será intensificada com a operação cata-treco, que contará com seis caminhões de carga seca, dois basculantes e o apoio de retroescavadeira”, explica Mariel Olmo, secretário de Conservação e Qualidade Urbana.
Durante o mutirão, agentes de combate às endemias irão percorrer as residências para vistoria e eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. As equipes também orientarão os moradores sobre medidas preventivas e os principais sintomas da doença.
De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, a cidade registra atualmente uma média de 15 a 17 casos semanais, número inferior ao observado no mesmo período do ano passado. Apesar disso, ela reforça a importância da participação da população. “A maior parte dos focos do mosquito está dentro das residências, em recipientes que acumulam água parada. Por isso, a colaboração dos moradores é fundamental para evitar o aumento dos casos”, destaca a diretora, lembrando que no sábado os moradores já podem deixar os inservíveis na frente das residências.
“O mutirão no São Carlos VIII é mais uma ação estratégica da Prefeitura no enfrentamento à dengue. Temos intensificado o trabalho de prevenção, com limpeza urbana, eliminação de criadouros e orientação à população, porque sabemos que o combate ao mosquito depende de um esforço coletivo. A dengue é uma doença séria e pode evoluir rapidamente. Por isso, é fundamental que cada morador faça a sua parte, mantendo quintais limpos e eliminando qualquer recipiente que possa acumular água. Nosso objetivo é agir de forma preventiva, evitando que os casos aumentem e protegendo a saúde da população. Seguiremos com essas ações em todas as regiões da cidade”, afirma o secretário de Saúde, Leandro Pilha
A ação também conta com o apoio do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE). O local de concentração das equipes será na Praça Cônego Alberico Volpe.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde, informou nesta sexta-feira (20/03) que a vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) entre adolescentes de 9 a 14 anos ainda não atingiu a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde no município. A meta nacional é imunizar 90% desse público.
De acordo com os dados divulgados, a cobertura vacinal atual é de 72,82% entre meninas e 64,30% entre meninos, índices considerados abaixo do esperado pelas autoridades de saúde.
Entre o público feminino, os percentuais mais elevados foram registrados nas faixas etárias de 10 a 14 anos, com destaque para adolescentes de 14 anos (88,35%) e 12 anos (87,49%). Já entre as meninas de 9 anos, a cobertura é significativamente menor, com 7,16%.
No público masculino, apenas os adolescentes de 12 anos atingiram a meta, com 90,16% de cobertura. As demais faixas etárias apresentam índices inferiores, como 4,96% entre meninos de 9 anos, 65,64% aos 10 anos, 70,45% aos 11 anos, 82,69% aos 13 anos e 77,42% aos 14 anos.
A vacina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é a quadrivalente, que protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV, principais responsáveis por verrugas genitais e diferentes tipos de câncer. A imunização é realizada em dose única.
A diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, reforça a importância da vacinação precoce. “Falar de prevenção é cuidar de quem mais precisa da nossa atenção: nossas crianças e adolescentes. A imunização é uma oportunidade de proteger os jovens contra doenças graves e evitáveis”, destacou.
Em virtude do número de faltosos o Ministério da Saúde ampliou a faixa etária de vacinação até 19 anos para aqueles que não receberam a vacina contra o HPV na idade recomendada até 30 de junho de 2026.
Para receber a dose, é necessário apresentar a carteira de vacinação e, no caso de menores de idade, estar acompanhado por um responsável.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de São Carlos, por meio do Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial (DGCA), realiza nesse sábado (21/03) e no domingo (22/03),mais dois mutirões para realização de exames de ultrassom obstétrico na Santa Casa de São Carlos, unidade contratualizada pelo município para esse serviço com objetivo de reduzir a fila de espera por esse tipo de procedimento.
A SMS reforça a importância da presença das pacientes nos horários marcados, uma vez que a ausência compromete o acompanhamento adequado do pré-natal e impede que outras gestantes sejam atendidas. No primeiro mutirão, realizado no dia 7 de março, foram registradas 43 ausências dos 90 exames agendados.
As gestantes são encaminhadas pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs). As equipes confirmam a presença da paciente sempre um dia antes do exame de acordo com o cadastro. O último mutirão do mês acontece no dia 28 de março, totalizando 270 ultrassons obstétricos
De acordo com a diretora do Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial, Lindiamara Soares, o exame é fundamental para o acompanhamento da gestação. “O ultrassom obstétrico é um dos exames mais importantes durante o pré-natal, pois permite acompanhar, de forma segura e não invasiva, o desenvolvimento do bebê e a saúde da gestante ao longo da gravidez. Ele deve ser realizado em diferentes fases do pré-natal. No primeiro trimestre para confirmação da gravidez e avaliação inicial. No segundo para análise detalhada da anatomia do bebê e no terceiro para acompanhamento do crescimento e posição fetal”, ressalta a diretora.
“Nosso compromisso é garantir que todas as gestantes tenham acesso a esse tipo de exame, dentro de um acompanhamento humanizado e eficiente, por isso optamos pelos mutirões. O diagnóstico precoce faz toda a diferença para que possamos agir rapidamente, quando necessário, e assegurar melhores desfechos para mãe e filho. Além do aspecto clínico, sabemos que o ultrassom também tem um papel importante no vínculo familiar, tornando esse momento ainda mais especial. Por isso, seguimos trabalhando para fortalecer a rede de atenção à saúde da mulher, ampliando o acesso e a qualidade dos serviços oferecidos no município”, finaliza Pilha.
Foram agendados 180 ultrassons obstétricos, sendo 90 para o sábado (21) e 90 para o domingo (22).
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