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SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirmou nesta quinta-feira (27/08) mais uma morte por COVID-19 no município, totalizando neste momento 37 óbitos. Trata-se de uma mulher de 75 anos com resultado positivo para a doença desde 30/07 e que frequentava uma instituição particular de longa permanência para idosos. Um paciente de 19 anos de Descalvado internado desde 25/08 em hospital de São Carlos morreu nesta quinta-feira (27). O rapaz foi internado devido a um politrauma, sem qualquer sintoma respiratório. Devido ao diagnóstico de morte encefálica, era candidato a doação de órgãos e por isso, por protocolo, foi testado para COVID-19 e o resultado foi positivo para a doença. Como determina o protocolo do Ministério da Saúde o óbito será contabilizado para a cidade de Descalvado. São Carlos contabiliza neste momento 2.069 casos positivos para COVID-19 (32 resultados positivos foram divulgados hoje), com 37 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Dos 2.069 casos positivos, 1.908 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 160 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 118 receberam alta hospitalar, 18 estão internadas, 1 paciente de São Carlos permanece internado na cidade de Jaú e 34 positivos internados foram a óbito. 1.990 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 7.254 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (65 resultados negativos foram liberados hoje). Estão internadas neste momento 37 pessoas, sendo 22 adultos na enfermaria (14 positivos, 3 suspeitos e 5 negativos). Na UTI adulto estão internadas 13 pessoas (10 positivo e 3 suspeitos). Na enfermaria 1 criança está internada com resultado positivo para a doença. Já na UTI uma criança está internada com suspeita da doença. 14 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos, desses 6 ocupam leitos de UTI. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 50%. Neste momento São Carlos disponibiliza 28 leitos de UTI/SUS, sendo 18 na Santa Casa (14 adultos e 4 na ala infantil) e 10 para adultos no Hospital Universitário (HU-UFSCar). Na rede privada 1 pessoa está internada na enfermaria com resultado positivo para COVID-19. Na UTI nenhum paciente está internado no momento. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 12.238 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 10.771 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.467 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 6.820 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 5.550 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.386 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 79 estão aguardando resultado do exame. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

O atendimento na nova sede terá início na próxima segunda-feira

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde e o Departamento de Regulação, Controle e Avaliação (DRCA) estarão fechados nesta sexta-feira (28/08) em virtude da mudança de endereço. A partir da próxima segunda-feira (31/08) o atendimento presencial será retomado na nova sede, localizada na avenida São Carlos, n.º 947, no centro, no prédio do antigo pronto socorro. O local foi recentemente reformado pela Prefeitura de São Carlos, um investimento de R$ 434.361,07, já que o equipamento público ficou muitos anos abandonado e sem utilização.

O Departamento de Regulação, Controle e Avaliação (DRCA), responsável pelo agendamento de transporte de pacientes que fazem tratamento em outros municípios, cadastro de cirurgias e agendamento de exames, informa os usuários do sistema SUS que os agendamentos de viagens poderão ser realizados via whatsapp no (16) 99721-5893. Já informações sobre cirurgias podem ser solicitadas pelo whatsapp (16) 99733-2355. 

A Secretaria de Saúde informa, ainda, que a partir de segunda-feira (31/08) o atendimento da pasta será realizado pelos seguintes telefones: (16) 3368-7400, 3372-6592, 3372-3380 ou 3374-2662.

Desde o início da pandemia, Hospital reorganizou sua estrutura, contratou pessoal, capacitou equipes, ampliou leitos, abriu novos serviços e investiu em tecnologia

 

SÃO CARLOS/SP - Esta quarta-feira, dia 26 de agosto, marca seis meses do primeiro caso do novo Coronavírus registrado no Brasil. De lá pra cá, o sistema de saúde brasileiro tem enfrentado desafios diários para atender a população com sintomas da Covid-19. Diante desse cenário e para garantir o atendimento aos casos da doença e de pacientes que demandam outros cuidados em saúde, o Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh) tem empenhado esforços, desde a reestruturação física, passando pela capacitação da equipe, até investimento em novas tecnologias. 
Como medidas de prevenção e controle hospitalar, o HU elaborou protocolos internos e reorganizou o fluxo de atendimento das pessoas com suspeita de Covid-19, que passou a ser realizado em local específico, evitando a exposição ao vírus dos demais pacientes encaminhados pela rede de saúde municipal. Após avaliação médica, é sempre indicado o isolamento social e cuidados em casa ou a internação. 
Além dessa readequação dos fluxos, os leitos foram reestruturados para garantir espaço suficiente aos casos do novo Coronavírus. O Hospital disponibilizou 44 leitos de enfermaria e inaugurou 10 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para atendimento exclusivo aos pacientes de Covid-19. A equipe de profissionais também foi ampliada, por meio de processo seletivo emergencial realizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Ao todo, foram contratados 89 funcionários, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, técnicos em análises clínicas e biomédicos, para atuar na assistência a pacientes suspeitos ou confirmados para Covid-19 que precisam de cuidados em regime de internação, tanto em leitos clínicos como na UTI. 
Com a elaboração de novos fluxos e procedimentos, além da chegada de novos profissionais, foram necessárias capacitações teórico-práticas dos funcionários para a padronização das condutas básicas no manejo clínico dos pacientes e para o alcance da cura dos casos positivos da doença. Foram realizadas 13 capacitações, com 460 participações. Em relação à segurança dos profissionais que atuam na linha de frente, a gestão do Hospital se empenhou em garantir a disponibilização adequada de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a capacitação para a sua correta utilização. Todo esse empenho se reflete no baixo nível de contaminação e absenteísmo dos colaboradores. 
A inovação no HU também passou pela disponibilização de novos formatos de atendimento diante da necessidade do distanciamento social imposto pela pandemia. Para garantir acompanhamento aos pacientes que já estavam em tratamento no Ambulatório de Especialidades, o Hospital instaurou a prática da telemedicina, por meio de teleconsultas e teleassistência, nas especialidades de Cardiologia, Neurologia, Imunopediatria, Infectologia, Nefrologia, Hematologia, Psiquiatria, Endocrinologia, Pneumologia e Cirurgia Vascular. Desde o início da pandemia, foram realizados 891 atendimentos nessas modalidades. Além disso, o HU também disponibilizou canal de comunicação específico - o Alô HU -, que é aberto à população e recebe chamadas e mensagens com dúvidas em relação à Covid-19. Desde março, o serviço recebeu 1.821 ligações e 446 mensagens.  

Total de atendimentos
O primeiro caso suspeito de Covid-19 foi atendido no HU no dia 16 de março e o primeiro caso confirmado foi no dia 20 de março. Desde o início da pandemia, foram atendidos no Hospital 2.563 casos de síndrome gripal, desses 407 precisaram de internação e 249 foram testados positivo para a doença. Nesta quarta, dia 26/8, o HU tem 23 pacientes internados no espaço Covid, 16 em internação clínica e sete na terapia intensiva.
Para Ângela Leal, Superintendente do HU, essa pandemia está sendo um grande teste para a saúde brasileira. "Em relação ao nosso HU, está sendo extremamente desafiante, mas nossa equipe tem demostrado estar preparada para enfrentar crises. Neste tempo que passou, desde o primeiro caso no País, pudemos aprender muito e colocar em prática os novos conhecimentos adquiridos.  Daquilo que já fizemos, temos o grato sentimento de dever cumprido", afirma Leal.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta quarta-feira (26/08) mais duas mortes por COVID-19 no município, totalizando neste momento 36 óbitos confirmados. Um paciente de 81 anos, positivo para COVID-19 morreu na noite desta terça (25). Ele estava internado desde 19/08. Outro homem de 72 anos também com resultado positivo internado desde 13/08 faleceu nesta quarta (26). São Carlos contabiliza neste momento 2.037 casos positivos para COVID-19 (31 resultados positivos foram divulgados hoje), com 36 mortes confirmadas. 70 óbitos já foram descartados. Dos 2.037 casos positivos, 1.876 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 158 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 118 receberam alta hospitalar, 17 estão internadas, 1 paciente de São Carlos permanece internado na cidade de Jaú e 33 positivos internados foram a óbito. 1.984 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 7.189 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (63 resultados negativos foram liberados hoje). Estão internadas neste momento 35 pessoas, sendo 17 adultos na enfermaria (12 positivos, 1 suspeitos e 4 negativos). Na UTI adulto estão internadas 17 pessoas (12 positivos, 4 suspeitos e 1 negativo). Nenhuma criança está internada neste momento na UTI. Na enfermaria 1 criança está internada com resultado positivo para a doença. 12 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 50%. Neste momento São Carlos disponibiliza 28 leitos de UTI/SUS, sendo 18 na Santa Casa (14 adultos e 4 na ala infantil) e 10 para adultos no Hospital Universitário (HU-UFSCar). Na rede privada 3 pessoas estão internadas na UTI adulto neste momento, 1 com resultado positivo para COVID-19 e 2 com suspeita da doença. Na enfermaria nenhuma pessoa está internada no momento. Esses números já estão contabilizados no total de internações.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 11.743 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 10.617 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.126 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 6.741 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 5.485 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.375 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 85 estão aguardando resultado do exame. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - Amanhã, quinta-feira (27), a partir das 16h30, a Unimed São Carlos vai realizar uma live pelo Dia Nacional de Combate ao Fumo em sua página do Facebook.

O pneumologista Daniel Vanzo e a psicóloga Marina Monteiro irão abordar temas como início do tabagismo, ciclo de dependência, orientação sobre o teste de dependência à nicotina, dicas para cessar o tabagismo e prevenir recaídas, além de dados relacionados à pandemia de Covid-19.

O Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado em 29 de agosto, tem como objetivo reforçar as ações nacionais de sensibilização e mobilização da população para os danos sociais, políticos, econômicos e ambientais causados pelo tabaco.

Participe e envie suas perguntas!

 

Live pelo Dia Nacional de Combate ao Fumo

Data: 27 de agosto (quinta-feira)

Horário: 16h30

Página oficial do Facebook da Unimed São Carlos

https://www.facebook.com/unimedsaocarlos/

SÃO CARLOS/SP - O Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus se reuniu nesta terça-feira (25/08) com a equipe da Secretaria de Esportes e Cultura. Na pauta da reunião o retorno de atividades esportivas profissionais. Participaram o secretário municipal de Esportes e Cultura, Luiz Lopes, o chefe de gabinete da pasta, Márcio Daniel e o diretor de Esportes de Rendimento, Fabiano Lourenço.

O diretor Fabiano Lourenço explicou que a Secretaria Estadual de Esportes autorizou a volta dos treinos de esportes profissionais que estão diretamente ligados a Federações, Confederações e ligas. “Em São Carlos temos quatro esportes de alto rendimento que disputam campeonatos profissionais como futsal, handebol, vôlei e basquete, e essas equipes estão solicitando o retorno dos treinos”. 

O Comitê deliberou pela volta dos treinos dessas equipes para disputa de campeonatos profissionais, porém com um rígido protocolo de segurança que implica a testagem dos atletas antes do reinício dos treinamentos. O que vai ser realizado ainda essa semana pelas equipes dessas quatro modalidades.
Já os treinamentos de esportes recreativos ainda não foram liberados neste momento, pois ainda depende do avanço do e aval do Plano São Paulo.

Alergias e intoxicação são os principais problemas. Especialista lista 5 dicas para evitar essas complicações

 

SÃO CARLOS/SP - Em tempos de crise sanitária, é compreensível que as pessoas queiram deixar a casa o mais limpa possível. Porém, quem possui bichinhos de estimação precisa ter atenção redobrada na hora de comprar produtos de limpeza. Algumas substâncias podem fazer muito mal aos pets, inclusive provocando o óbito do animalzinho. A veterinária Graziella Galo, especialista em dermatologia da AmahVet, dá dicas para desinfetar a casa sem afetar a saúde dos nossos amigos de pelos, penas e patas.

  1. De forma geral as substâncias que mais causam alergia ou intoxicação nos animais domésticos são: cloro, amônia e ácidos. Leia o rótulo e procure produtos que não contenham esses químicos na composição. Se, por acaso tiver algum desses produtos para uso próprio, não os deixe ao alcance do seu bichinho.
  1. Prefira sempre produtos elaborados para o uso veterinário ou indicados para casas com pets. Atualmente existem várias empresas que fabricam desinfetantes específicos para este uso e, se for ingerido por acaso, as chances de salvá-lo é muito maior.
  1. Na falta de produtos específicos para quem tem pet em casa, use água com detergente ou sabão neutro, que são menos agressivos e bastante eficientes para a eliminar vírus e bactérias, inclusive o coronavírus.
  2. Fique atento aos sintomas! O sinal mais comum de intoxicação é o vômito, que pode levar a desidratação do animal. A intensidade dos sintomas sempre varia conforme a quantidade de produto ingerido e o tamanho do pet.
  1. Quanto mais rápido o animal intoxicado for tratado, melhores as chances de cura e menos complicado é o tratamento. Nesses casos, leve-o imediatamente ao veterinário. 

 

Sobre a AmahVet

Criada em 2017 pelos empresários Alessandro Pires e Alexandra Gimenez, a AmahVet é uma clínica veterinária focada exclusivamente em saúde para animais de estimação. Localizada no bairro do Tatuapé, na zona leste da capital paulista, oferece exames laboratoriais e de imagem, cirurgias, internação 12 horas e consultas de emergência ou especialidades, incluindo felinos e animais silvestres, por preços acessíveis (50% mais baixos que os valores médios de mercado). O espaço conta com consultórios, sala de treinamentos para funcionários, centro cirúrgico, farmácia e laboratório. Mais informações: www.amah.vet

Alterações podem ocorrer em casos confirmados de redução de renda

 

SÃO CARLOS/SP - Com o distanciamento social imposto pela pandemia de covid-19 afetando o comércio e mais diretamente o emprego de famílias brasileiras, muitos lares tiveram suas rotinas afetadas. Esse efeito dominó também atingiu questões envolvendo direitos de família, que ganharam novos contornos, desde regulamentação de visitas até o pagamento de pensão alimentícia. 

O advogado Guilherme Galhardo Antonietto conta que atualmente a Justiça tem recebido uma grande demanda de pedidos relacionados à revisão desses deveres. Entre os diversos critérios avaliados, estão a análise de fundamentos tanto fatídicos, quanto jurídicos. 

“O devedor precisa entender que não basta a alegação de que sua renda foi afetada. O juiz irá analisar a real necessidade, em números/valores, de quem recebe a pensão frente a possibilidade de o alimentante pagar determinado valor, levando em conta seu patrimônio e rendimentos”, explica.

O advogado diz que outro ponto a ser observado na situação atual foi a suspensão de algumas visitas, o que deixa as crianças por mais tempo com o pai ou a mãe e consequentemente eleva os gastos diários. Por outro lado, despesas com lazer, escola e academia podem ter sofrido baixas. 

Para que haja revisão de pensão alimentícia, entende-se que a justificativa perante o juiz deve apresentar provas de quanto se ganha e quais os gastos pontuais em tempos de pandemia. Dessa forma, cada caso é avaliado individualmente, para que os levantamentos apontados por ambas as partes sejam ouvidos e comprovados através de números, recibos, planilhas e notas fiscais. 

Execução de alimentos e prisão do devedor

A execução de alimentos, prevista no artigo 528 no novo Código de Processo Civil, denota que se a dívida em atraso corresponde às três últimas prestações anteriores ao ajuizamento da execução, – sendo ou não consecutivas - a consequência é a prisão do executado em regime fechado. 
Entretanto, a recomendação 62 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explana que prisões decorrentes de débito alimentar devem ser convertidas do regime fechado para o domiciliar; como a medida pode ser avaliada inócua durante a pandemia, a cobrança pode ainda, ser realizada por meio de penhora dos valores. 

Quem é Guilherme Galhardo Antonietto?

Graduado em 2016 em direito pela Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, Guilherme Galhardo Antonietto é especialista em direito civil pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) e mestrando em direito pela Universidade de Araraquara.
Atualmente, Galhardo é palestrante e professor de direito civil em cursos preparatórios para a OAB, professor da pós-graduação EAD da Universidade de Araraquara e professor em direito civil e processo civil do Centro Universitário Unifafibe de Bebedouro.
Também é advogado-sócio no escritório Galhardo Sociedade de Advogados e atua como colunista da coluna ‘Papo Jurídico’ do site Migalhas.

Estudo realizado em São Carlos também traçou um perfil dos efeitos da pandemia em São Carlos

 


SÃO CARLOS/SP - O “Testar para Cuidar – Programa de Mapeamento da COVID-19”, um dos maiores levantamento da doença no país, foi concluído e trouxe informações importantes sobre a evolução da COVID-19, em São Carlos. O estudo foi uma iniciativa da Santa Casa, Prefeitura de São Carlos, Statsol, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Hospital Universitário (HU-UFSCar) e Unimed São Carlos e vai auxiliar no planejamento de estratégias para o combate à pandemia e a retomada das atividades no município. 

Realizado em 4 etapas, o “Testar para Cuidar” contou com a participação de 3.914 pessoas, 70% dos convocados para o levantamento. Destas, 68 tiveram contato com o novo coronavírus. O estudo revelou que a prevalência da COVID-19 aumentou 67% em pouco mais de um mês, saltando de 1,62% na primeira fase, realizada nos dias 13 e 14 de junho, para 2,7% na quarta fase, nos dias 25 e 26 de julho. 

Da população testada, 55,7% foram mulheres. A idade média dos que compareceram foi de 50 anos. Um idoso de 102 anos participou do levantamento. Dentre os participantes, 35,6% relataram ter doenças cardiovasculares, 20,3% doenças endocrinológicas, 8,8% são obesos e 2% gestantes/puerpério. Mais da metade (52,2%) disseram que bebem atualmente, 17,2% são fumantes e 2,7% usam alguma droga inalatória. 

O estudo ainda revelou que 37,8% dos participantes tiveram redução do rendimento financeiro desde o início da pandemia. 34% residem com quatro pessoas ou mais na mesma casa. E 46,9% têm contato com criança em idade escolar. 

Sobre o isolamento social, 55,5% disseram que só saem de casa por extrema necessidade e 8,4% estão saindo como antes do início da pandemia. As razões para sair de casa foram 86,9% a trabalho, 37,1% para compras de suprimentos e 19,8% para ir ao banco e fazer pagamentos.

O “Testar para Cuidar” também questionou os hábitos de higiene. 96,1% aumentaram a lavagem das mãos e 2,3% fizeram uso de medicação para COVID-19 por conta própria. O uso de máscaras também é alto: 97,1% disseram usar regularmente. Sobre as dificuldades em usá-la, 32,4% falaram que irrita o nariz e 28,7% esquecem de colocar. Já 11,1% acreditam que a máscara não protege e 7,4% dos participantes do levantamento disseram que não acreditam que vão ficar doentes. 
O Mapeamento – O Programa de Mapeamento da COVID-19 contou com uma rede de voluntários para a realização das 4 etapas. A cidade foi dividida em 19 setores e em cada etapa 1.400 pessoas eram selecionadas para a coleta de dados e exames de sangue. Cento e dois voluntários, entre alunos do curso de Medicina e de outras áreas da saúde da UFSCar e de outras instituições de ensino, integrantes ou não da ação “Brasil Conta Comigo”, juntamente com profissionais voluntários da área da saúde do HU-UFSCar e Santa Casa, fizeram a visita domiciliar para o contato com os moradores e a entrega de senhas. 

A entrevista, coleta, transporte e análise contou com a participação de 170 pessoas, inclusive com a equipe da Unimed e profissionais da área da saúde do HU-UFSCar. 

Os exames tipo ELISA, usados para detecção de anticorpos anti SARS-CoV, foram feitos no Laboratório de Inflamação e Doenças Infecciosas (LIDI), do Departamento de Morfologia e Patologia (DMP) da UFSCar. Os kits para a realização dos testes foram comprados pela Prefeitura de São Carlos. 

Todos as pessoas com resultado de exame positivo foram contatadas pela equipe médica do levantamento, orientadas e algumas estão sendo acompanhadas pelo Centro de Atendimento de Infecções Crônicas (CAIC) ou pelo Ambulatório de Doenças Infecciosas Agudas e Covid-19do HU-UFSCar. 

O “Testar para Cuidar – Programa de Mapeamento da COVID-19” contou com a colaboração do São Francisco, Clara Resorts, Dr. Tips e Centro de Diagnóstico e Pesquisa em Biologia Molecular Ivo Ricci.

Conduzido pela NOZ Pesquisa e Inteligência em parceria com o Instituto Bem do Estar, o mapeamento "Saúde da Mente & Pandemia" - realizado em maio de 2020 com 1.515 participantes - investigou o impacto do isolamento social no cotidiano do brasileiro. O levantamento avaliou questões como hábitos e rotinas; sentimentos e reações físicas; alimentação; e o impacto na libido de casados e solteiros. Para 49% dos casados (ou em união estável), a libido diminuiu; entre os solteiros, 21% afirmaram que o desejo sexual aumentou.

São Paulo/SP – Para os especialistas da área de saúde mental, um dos principais indícios de transtornos mentais é a necessidade que o indivíduo tem de se isolar. Ironicamente, diante da hecatombe causada pelo novo coronavírus – na qual o isolamento social é essencial para reduzir as chances de contaminação e disseminação da Covid-19 – a prática pode potencializar os transtornos de ansiedade e depressão. Para entender o real impacto da pandemia no emocional dos brasileiros, o Instituto Bem do Estar e NOZ Pesquisa e Inteligência conduziram o mapeamento Saúde da Mente & Pandemia. Realizado com 1.515 brasileiros de todas as regiões, idades e classes sociais, o levantamento avaliou questões como hábitos e rotinas; sentimentos e reações físicas; e impacto na alimentação e na libido de casados e solteiros. A pesquisa integra o projeto Sociedade de Vidro e contará com outros módulos focados em investigar a saúde da mente de moradores de periferias, de jovens e novo ambiente de trabalho.

Segundo Juliana Vanin, fundadora da NOZ Pesquisa e Inteligência e uma das coordenadoras da pesquisa Saúde da Mente & Pandemia, entre os destaques do mapeamento estão as análises propositivas que a diversidade de dados traz. “A pesquisa traz muitas informações sobre os sentimentos e as reações físicas, mas também mapeamos mudanças nos hábitos e rotinas provocadas pela pandemia, como por exemplo, o nível de isolamento, aumento de horas dedicadas ao home office e atividades físicas. Isso nos permite traçar as relações entre as alterações nos sentimentos e as reações físicas ligadas à ansiedade e à depressão com as novas rotinas e hábitos. Essas análises serão úteis para planejarmos como lidar com a saúde da mente nesse novo contexto em que vivemos”, afirma Juliana.

Na percepção de Isabel Marçal, cofundadora do Instituto Bem do Estar, o diferencial da pesquisa está em proporcionar pelo menos cinco minutos de reflexão aos participantes sobre os próprios sentimentos e reações físicas diante da maior crise da contemporaneidade. “Queremos impulsionar o debate, a troca de experiências e a escuta de novas visões e percepções sobre a saúde da mente. E, o primeiro passo é entender como estão nossos sentimentos e quais as reações físicas são provocadas em nosso corpo por questões emocionais. A pesquisa proporcionou, por meio do olhar para si mesmo, que levantássemos estes dados de 1.515 pessoas, além de outros – citados por Juliana Vanin, com possibilidade de diversos cruzamentos. A partir dos dados levantados e compilados de forma consistente, precisa e plural, poderemos, com a ajuda de especialistas convidados, observar as tendências e realizar uma análise propositiva do atual cenário brasileiro da saúde da mente”, avalia Isabel.

A análise de Milena Fanucchi, cofundadora do Instituto Bem do Estar, a pandemia veio para ‘iluminar’ diversos problemas da nossa sociedade, entre eles, os transtornos relacionados à saúde da mente, como depressão e ansiedade. “Se antes, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já previa que, em 2020, a depressão seria a maior causa de afastamentos no trabalho – e até 2030 a doença mais incapacitante do mundo –, imagina agora? A pesquisa mostra o aumento de diversos sintomas relacionados tanto a depressão quanto a ansiedade, o que é preocupante. Por isso, é de extrema urgência informar a população sobre os cuidados com a nossa saúde da mente, para assim prevenir, principalmente, a depressão e a ansiedade", pondera.

PRINCIPAIS CONCLUSÕES DA PESQUISA

 ||| HÁBITOS E ROTINA DURANTE O ISOLAMENTO

  • Entre os entrevistados, 42% saem de casa menos de uma vez por semana; 35% de uma a duas vezes; 10% de três a quatro vezes; 9% cinco a mais. 51% reduziram a prática de atividade física, sendo que 33% afirmam estar praticando muito menos. Há registro, para 49%, no aumento de atividades que dão prazer: ler, ouvir música, pintar, entre outros.
  • Sobre a realização de atividades ligadas à mente e à rede de apoio, 28% dos entrevistados apontam que estão praticando meditação; 13% ioga; 58% e 53% afirmam que estão realizando encontros virtuais com amigos e familiares, respectivamente.
  • Sobre o exercício da religiosidade ou espiritualidade, 29% afirmam que mantêm mais do que antes do isolamento; 32% reportam que mantêm, mas nada mudou; 9% apontam que mantêm, mas menos do que no período anterior; para 13% muito pouco ou nada; e 14% não pratica por não ser uma pessoa religiosa/espiritualista.
  • Sobre o atendimento terapêutico, 10% das pessoas que em algum momento fizeram terapia, afirmaram que pararam durante a pandemia. “Esse dado é relevante, porque apresenta uma tendência de que esse número aumente por conta da crise financeira, embora o contexto de isolamento aumente a necessidade de terapia”, afirma Isabel Marçal, cofundadora do Instituto Bem do Estar. Entre os brasileiros que estão fazendo terapia, 85% deixaram de ir ao consultório e estão fazendo na modalidade online; 10% começaram ou aumentaram a frequência durante o isolamento – embora 14% tenham reduzido a frequência.

 ||| SENTIMENTOS E REAÇÕES FÍSICAS

  • 65% dos entrevistados estão se sentindo mais emotivos; desses, 25% reportam estar “muito mais” emotivos ou sensíveis. Em cada quatro pessoas, uma está muito mais emotiva.
  • O sentimento de medo é para 71% maior, sendo que 23% sentem que estão com muito mais medo; 70% estão se sentindo excessivamente preocupadas, enquanto 43% dos entrevistados estão menos esperançosos. Em contrapartida, 29% estão com mais esperanças que no período anterior à pandemia. Mais da metade dos respondentes, 53%, afirmou ter mais alterações de humor durante o isolamento.
  • Sobre as reações físicas, 49% dos casados – ou em união estável – afirmam estar com menos libido; entre os solteiros, esse percentual é de 34%. Do total de respondentes, 14% afirmaram que o desejo sexual aumentou – entre os solteiros, esse índice é de 21% e 8% entre os casados. A insônia parece afetar os mais jovens: o percentual de entrevistados que afirmam estar com o problema é crescente nessa faixa etária, sendo 60% entre os que têm menos de 30 anos; 52% entre os com 31 e 50 anos; e 43% entre os com mais de 51 anos.
  • Na análise do cruzamento entre sentimentos e reações físicas, de acordo com o grau de escolaridade e renda, a pesquisa mostra que enquanto 8% dos entrevistados com ensino fundamental ou médio afirmam nunca terem se sentido inseguros, entre os com pós-graduação, esse índice é de 3%. Entretanto, para 31% dos brasileiros com ensino fundamental ou médio há grande aumento do sentimento de insegurança; entre os com pós-graduação, esse percentual é de 19%. Para 80% dos que perderam o emprego durante a pandemia há mais insegurança, destes 33% reportam estarem muito mais inseguros. Entre os que tiveram dispensa temporária (suspensão do contrato), 81% se sentem mais inseguros, entre estes 26% muito mais inseguros. Para os que estão trabalhando e não sofreram alterações na rotina, 58% se sentem mais inseguros.

 

  • A comparação da prática de atividade física e do aumento de sentimentos vinculados à depressão e à ansiedade mostra que 61% dos entrevistados que reduziram a atividade física têm se sentido mais desanimados diante do isolamento social – entre os que conseguiram aumentar muito a frequência de exercícios, esse número cai para 38%. O mesmo ocorre com sintomas físicos: os 37% brasileiros que diminuíram a frequência têm sentido mais dores de cabeça; entre os que aumentaram a atividade física, somente 20% reportam aumento das dores. O distanciamento social tem um impacto claro na alimentação. Para 48% das pessoas que se sentem mais desanimadas e 44% das que se sentem mais agitadas – e com mudanças repentinas de humor – os hábitos alimentares pioraram.

 

 

||| METODOLOGIA DA PESQUISA | Conduzida pela NOZ Pesquisa e Inteligência – em parceria com o Instituto Bem do Estar –, o mapeamento Saúde da Mente & Pandemia é uma pesquisa quantitativa online com questionário de autopreenchimento voluntário. Sem fins comerciais, foi realizada entre os dias 7 e 31 de maio de 2020 e contou com participação voluntária de 1.515 respondentes. Os dados permitiram mapear os sentimentos, sensações e mudanças de hábitos e rotinas durante o isolamento social. O perfil da amostra é composto por 21% homens, 71% mulheres e 7% não informado; 75% moradores do Estado de São Paulo e 25% distribuídos por todas as regiões do Brasil e com faixas etárias e renda mensal individual diversas. 

As próximas etapas da pesquisa, que acontecerão entre agosto e novembro; estão previstas a ampliação no número de respondentes e do perfil da amostra (particularidades e desafios das periferias, juventudes e novo ambiente de trabalho). Ao final do levantamento haverá cinco mapeamentos públicos: o primeiro em agosto com a análise desta primeira etapa; os seguintes referentes aos três recortes de perfis (novembro de 2020) e, em janeiro de 2021, o mapeamento final com a comparação dos dados levantados e uma análise propositiva do impacto do isolamento social na saúde da mente. 

 

O estudo “Saúde da Mente & Isolamento Social” integra um grande projeto do Instituto Bem do Estar, Sociedade de Vidro – um olhar contínuo sobre a sociedade brasileira e as fragilidades emocionais. O projeto conterá estudos para que o máximo de dados sejam levantados e compilados de forma consistente e precisa, além de iniciativas de reflexão e conscientização. 

SOBRE O INSTITUTO BEM DO ESTAR

Fundado em 2018 por Isabel Marçal e Milena Fanucchi, o Instituto Bem do Estar é um negócio social sem fins lucrativos voltado à promoção da saúde da mente. Com o propósito de desafiar as pessoas a mudar o próprio comportamento em relação à saúde da mente, a organização colabora com a prevenção de doenças psicológicas e contribui para uma sociedade mais consciente e saudável. Para tal, possui três objetivos, que visam a transformação social necessária a uma sociedade que está em falência emocional: CONSCIENTIZAR, informa a população sobre os cuidados para uma saúde da mente de qualidade, estimulando a busca pelo autoconhecimento e o despertar da empatia por meio de conteúdo digital, campanhas de conscientização e mostras e exposições culturais; CONECTAR, promove experiências do cuidado com a mente, proporcionando ferramentas que contribuem com o desenvolvimento socioemocional individual e coletivo por meio de atividades práticas, como vivências, workshops e palestras, além da divulgação de locais de atendimento terapêutico gratuitos ou por contribuição consciente; MOBILIZAR, entende o contexto sobre saúde da mente e o impacto na sociedade, gerando estatísticas e articular agentes públicos e privados, visando o acesso a políticas públicas via pesquisas e práticas de advocacy.  www.bemdoestar.org

SOBRE NOZ PESQUISA E INTELIGÊNCIA

NOZ é um ateliê de pesquisa e inteligência de negócios, cujo trabalho é entender desejos e comportamentos humanos. A empresa atua em todo o ciclo de negócio, unindo conhecimentos e metodologias de Economia Comportamental, Pesquisa, Planejamento Estratégico, Financeiro e de Marketing. Além de consultoria e projetos para empresas, a NOZ foca o trabalho em estudos sociais sobre diversos temas, como Cooperação, Educação, Trabalho e Empreendedorismo, Maturidade (50+), Doação, Mulheres e o Mercado de Trabalho. Fundada em 2015 por Juliana Vanin –economista formada pela Universidade de São Paulo (USP); pós-graduada em Finanças pelo Insper; especialista em Pesquisa de Mercado, Inteligência de Negócios, Planejamento Financeiro e Estratégico – a empresa produz informação e conhecimento, acreditando que estas têm o poder de transformar. Tem como objetivo impulsionar o debate, a troca de experiências e a escuta de novas visões e percepções. www.noz-pesquisaeinteligencia.com

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