fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim

Estão previstos cerca de 435 procedimentos com foco na saúde da mulher
 

SÃO CARLOS/SP - O Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), promoverá, no dia 21/03 (sábado) o “Dia E - Ebserh em Ação”, o maior mutirão do Sistema Único de Saúde (SUS) voltado à Saúde da Mulher, vinculado ao Programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS).

No primeiro Dia E de 2026 serão realizados cerca de 435 procedimentos, incluindo 276 exames, 16 cirurgias e 143 consultas especializadas, com procedimentos de contracepção: inserção de implante subdérmico e DIU (Dispositivo Intrauterino). Também estão previstos mais de 43 mil procedimentos em toda Rede Ebserh.

O Dia E visa a redução de filas nas principais especialidades, aumentando o acesso da população a atendimento especializado no SUS, e ocorrerá, de forma simultânea, em todos os 45 hospitais universitários federais da Rede Ebserh, reafirmando seu papel na assistência à saúde pública.

Balanço 2025
O ano passado (2025) contou com três edições do Dia E, somando mais de 900 atendimentos só no HU-UFSCar e quase 100 mil em toda a Rede Ebserh. No primeiro mutirão de 2025, dia 05/07, foram realizados 156 atendimentos no HU-UFSCar e mais de 12 mil procedimentos em toda Rede Ebserh. No segundo mutirão, dia 13/09, foram realizados 321 atendimentos no HU-UFSCar e mais de 34 mil, na Rede Ebserh. Já no último mutirão do ano passado, dia 13/12, foram realizados 443 procedimentos no HU-UFSCar e mais de 52 mil em toda a rede.

Rede Ebserh
O HU-UFSCar faz parte da Rede Ebserh desde outubro de 2014. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo em que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.

 

O QUÊ?

 

HU-UFSCar realizará primeiro Dia E de 2026

 

QUANDO?

 

21/03 - sábado

ONDE?

 

Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar)

Escolas municipais de educação infantil e ensino fundamental exibiram vídeo educativo e realizaram atividades direcionadas com os alunos


ARARAQUARA/SP - A Prefeitura de Araraquara, somando esforços das secretarias municipais da Saúde, da Educação e de Comunicação, produziu um vídeo educativo com informações sobre o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti, os sintomas da dengue e as medidas de prevenção da doença. O material foi exibido para os alunos da rede municipal de ensino, desde a educação infantil até o 9º ano. O objetivo é aumentar a conscientização e que os estudantes possam aplicar os conhecimentos em casa e na comunidade.

A professora especialista em aperfeiçoamento pedagógico - Ciências, Lívia Maria Vieira Pereira, destaca que ações como essa são essenciais para prevenção e controle da doença. "Com elas, os estudantes se tornam multiplicadores, levando o conhecimento para suas casas, famílias e demais locais de convivência, além de aprofundar sua relação com o meio ambiente urbano".

Todas as atividades foram planejadas de acordo com a idade e nível de ensino de cada turma. Para os pequenos, o tom é mais lúdico, fazendo uso de desenhos, pinturas e brincadeiras de "caça ao mosquito" na unidade escolar. Já os maiores se envolveram na confecção de cartazes e até mesmo encenação de peça de teatro. "Dentro da escola trabalhamos desde a educação infantil com atividades lúdicas, gincanas, reconhecimento do meio, criação de cartazes e várias outras. Assim as crianças aprendem sobre o ciclo de vida do mosquito, os riscos da doença e a prevenção da dengue", afirma Lívia.

Ela enfatiza, ainda, que a conscientização sobre a dengue na ajuda a criar cidadãos mais conscientes e responsáveis. "Precisamos aprender a desenvolver uma cidadania ativa e tomar ações para manutenção de saúde de forma coletiva, cuidando dos nossos bairros, locais de trabalho e moradia", completa a professora.

SÃO PAULO/SP - A confirmação de um caso de sarampo em uma bebê de 6 meses em São Paulo, na semana passada, acendeu novamente o alerta sobre a importância de manter altas coberturas vacinais como uma barreira para proteger quem ainda não pode ser imunizado.

A bebê ainda não tinha idade para receber a vacina, já que o calendário do Sistema Único de Saúde prevê a aplicação da primeira dose da tríplice viral aos 12 meses, o que garante a proteção contra o sarampo, a caxumba e a rubéola. Aos 15 meses, as crianças devem receber uma dose da tetra viral, que reforça a imunidade contra essas três doenças e acrescenta a catapora na lista.

De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, quando a cobertura está alta, os bebês mais novos ficam protegidos pela barreira criada por quem já se vacinou.

"A vacina do sarampo também impede a infecção e a transmissão com alta efetividade. Ela tem essa capacidade, que a gente chama de esterilizante. Além de prevenir que a pessoa contraia a doença, ela também evita que essa pessoa seja um portador e transmissor do vírus", explica Kfouri. 

A bebê diagnosticada com sarampo viajou com a família para a Bolívia em janeiro. O país vizinho vive um surto de sarampo desde o ano passado, e a alta cobertura também é essencial para impedir que casos importados como esse iniciem surtos dentro do Brasil.

"O sarampo é uma doença de altíssima transmissibilidade, especialmente entre os não vacinados. A imunização em altas taxas é o que funciona como barreira na circulação do vírus. Mas se isso não acontecer, não é nem necessário que alguém viaje e contraia o vírus lá fora. Basta ficar aqui, com tanta gente vindo de outros países onde há surto, que o risco é o mesmo", alerta o vice-presidente da Sbim. 

No ano passado, 92,5% dos bebês receberam a primeira dose, mas apenas 77,9% completaram o esquema na idade correta. 

Proteção para toda a vida

Os bebês vacinados dentro do tempo ficam protegidos ao longo da vida, mas crianças e adultos que não têm comprovante de vacinação devem receber a vacina. Dos 5 aos 29 anos, recomenda-se duas doses, com intervalo de um mês. Dos 30 aos 59 anos, é necessária apenas uma dose. A vacina só não pode ser tomada por gestantes e pessoas imunocomprometidas. 

O caso na bebê em São Paulo foi o primeiro registro da doença no país neste ano, mas, no ano passado, outras 38 infecções foram confirmadas, a maior parte com origem importada.

Ainda assim, o país segue com o certificado de área livre da doença, concedido pela Organização Pan-Americana de Saúde em 2024, porque, felizmente, não há transmissão sustentada de sarampo no nosso território. 

No entanto, o Brasil já havia conquistado esse certificado antes, em 2016, e acabou perdendo em 2019, após surtos que começaram com casos importados.

Alerta nas Américas

O continente americano vive uma situação preocupante com relação à doença. No ano passado foram registrados 14.891 casos em 14 países, com 29 mortes. Já este ano, somente até o dia 5 de março, foram 7.145 infecções confirmadas. Isso significa que, em apenas dois meses, foi detectada quase metade de todos os casos do ano passado. A situação é mais grave no México, Estados Unidos e Guatemala. 

Kfouri reforça que, independentemente do país, a grande maioria dos casos ocorreu em pessoas não vacinadas, principalmente crianças menores de 1 ano. E, ao contrário do que muita gente pensa, não se trata de uma doença inofensiva da infância:  

"Nos surtos, em geral, para cada 1 mil casos da doença, a gente costuma ter um óbito, mas estamos registrando uma proporção muito maior. No ano passado, foram quase 15 mil casos nas Américas, com quase 30 óbitos. As complicações mais comuns são pneumonia ou quadros neurológicos, como encefalite".

O principal sintoma da doença é o surgimento de manchas vermelhas pelo corpo e febre alta, mas ela também costuma causar tosse, coriza, irritação nos olhos e mal-estar. O vice-presidente da Sbim complementa que a infecção pelo vírus também causa um efeito secundário perigoso: a supressão do sistema imunológico. 

"Durante três a seis meses após a infecção pelo sarampo, o nosso sistema de defesa não funciona corretamente, e a gente fica mais vulnerável a ter outras doenças oportunistas infecciosas, que também podem ser graves", alerta Renato Kfouri. 

 

 

AGÊNCIA BRASIL

INGLATERRA - Um homem procurou atendimento no pronto-socorro de um hospital em Derbyshire, na Inglaterra, depois de acordar com a pele completamente azul. O caso causou preocupação inicial na equipe médica, mas a causa acabou sendo bem menos grave do que parecia: o corante dos lençóis novos que ele havia usado durante a noite.

Segundo a BBC, Tommy Lynch, de 42 anos, contou que acordou após uma longa noite de sono com a pele azulada depois de dormir em uma roupa de cama azul-marinho que havia ganhado de presente em novembro.

Ele disse que parecia um personagem do filme Avatar, referência aos seres azuis da famosa saga dirigida por James Cameron.

Um amigo insistiu para que ele fosse ao hospital, e ao chegar ao pronto-socorro os médicos iniciaram rapidamente o atendimento e chegaram a administrar oxigênio enquanto investigavam o que poderia estar acontecendo.

“Todos na recepção das urgências me encaravam como se tivessem visto um fantasma”, relatou. “Me atenderam rapidamente, deram oxigênio e começaram a fazer um monte de perguntas. Cheguei a ter uns 10 médicos à minha volta.”

O mistério só foi resolvido quando um dos médicos esfregou um cotonete no braço de Lynch e percebeu que o objeto ficou azul.

“Eles foram recolher o meu sangue e, assim que a médica limpou meu braço, o cotonete ficou azul. Depois a ficha caiu. Eu disse: ‘Meu Deus, peço desculpa’”, contou. “Eles foram absolutamente fantásticos, mas fiquei muito envergonhado.”

Ele ainda comentou a reação da equipe médica diante da situação inesperada. “Fiquei mortificado, mas disseram que os fiz rir bastante. Normalmente não têm histórias engraçadas nas urgências.”

Depois de receber alta, Lynch contou que ainda levou alguns dias para que a coloração azul desaparecesse completamente da pele.

“As pessoas ainda me olhavam de forma estranha enquanto eu tomava banho atrás de banho, mas demorou cerca de uma semana. A água ficava azul”, disse.

O britânico acredita que o corante dos lençóis acabou soltando porque ele passou calor durante a noite e suou bastante.

“A primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi lavar os lençóis. Desde então, não voltei a ficar azul. Lave sempre os lençóis antes de dormir neles. A não ser que queira furar a fila das urgências”, brincou.

 

 

por Notícias ao Minuto

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e do Departamento de Vigilância em Saúde, já disponibiliza o Nirsevimabe para ampliar a proteção de bebês contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal responsável pelos casos de bronquiolite e por quadros respiratórios graves em crianças pequenas.

O Nirsevimabe é um anticorpo monoclonal indicado para a prevenção da infecção do trato respiratório inferior causada pelo VSR. Diferente das vacinas tradicionais, que estimulam o organismo a produzir anticorpos ao longo do tempo, o medicamento fornece os anticorpos prontos, garantindo proteção imediata. A proteção pode durar cerca de seis meses, período que coincide com a maior circulação do vírus.

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, essa característica torna o medicamento especialmente importante para recém-nascidos e lactentes.

“Enquanto as vacinas estimulam o organismo a produzir seus próprios anticorpos, os anticorpos monoclonais já oferecem proteção imediata, sem depender da resposta imunológica da criança. Essa característica é fundamental para recém-nascidos e bebês pequenos, principalmente durante a sazonalidade do vírus”, explica.

A aplicação do Nirsevimabe é indicada para crianças prematuras com idade gestacional igual ou inferior a 36 semanas e seis dias, independentemente do peso ou da vacinação materna. O medicamento também é recomendado para crianças menores de 24 meses que apresentem comorbidades, como cardiopatias congênitas, broncodisplasia pulmonar, imunodeficiências, síndrome de Down, fibrose cística, doenças neuromusculares ou anomalias congênitas das vias aéreas.
Crianças que já nasceram e que se enquadram nos critérios estabelecidos também podem receber a dose, desde que estejam dentro do período indicado para a proteção.

Em São Carlos, a aplicação ocorre prioritariamente na maternidade do Sistema Único de Saúde (SUS) e no Ambulatório Materno Infantil Intermediário “Suely Fernandes”, localizado na Avenida São Carlos, nº 947, no centro. O medicamento é administrado em dose única, ajustada conforme o peso da criança.

O secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha, destaca que a estratégia adotada pelo município busca antecipar a proteção das crianças antes do período de maior circulação do vírus. “Estamos nos antecipando ao pico sazonal da bronquiolite, que costuma ocorrer a partir de março. Nosso objetivo é ampliar as ações de prevenção e oferecer proteção e cuidado integral às crianças”, afirma.

O secretário também lembrou que o Sistema Único de Saúde já oferece a vacina contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez, estratégia que ajuda a proteger os bebês desde o nascimento. “A prevenção reduz internações, a necessidade de UTI e complicações respiratórias em recém-nascidos e lactentes”, ressalta.
Mais informações sobre o Nirsevimabe podem ser obtidas no Departamento de Vigilância em Saúde pelos telefones (16) 3419-8203 ou (16) 3419-8206.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos, por meio do Centro de Atendimento às Infecções Crônicas (CAIC), vinculado ao Departamento de Vigilância em Saúde, realiza entre os dias 17 e 31 de março uma ação de busca ativa por pessoas com sintomas de tuberculose no município.

A iniciativa tem como objetivo identificar precocemente possíveis casos da doença e iniciar o tratamento o quanto antes, interrompendo a cadeia de transmissão. A mobilização ocorre especialmente no mês de março em razão do Dia Mundial de Combate à Tuberculose, celebrado em 24 de março.

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa que afeta principalmente os pulmões, mas também pode atingir outros órgãos, como ossos, rins e meninges — membranas que envolvem o cérebro.

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, a estratégia de busca ativa é fundamental para o controle da doença. Segundo ela, a ação prioriza a identificação de pessoas que apresentam tosse persistente por duas ou três semanas ou mais. “O objetivo principal é garantir o diagnóstico precoce e iniciar rapidamente o tratamento, evitando a propagação da doença”, explica.

A principal forma de prevenção da tuberculose é a vacinação com a BCG (Bacillus Calmette-Guérin), oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina deve ser aplicada ao nascer ou, no máximo, até os 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade, protegendo principalmente contra as formas mais graves da doença, como a tuberculose miliar e a meníngea.

Mesmo sendo uma enfermidade antiga, prevenível e curável, a tuberculose ainda representa um importante desafio para a saúde pública. Estima-se que, anualmente, cerca de 10 milhões de pessoas adoeçam no mundo.

Segundo a enfermeira Cíntia Ruggiero, todas as unidades de saúde do município estão orientadas a encaminhar pacientes com sintomas característicos para a realização de exames. Entre os sinais de alerta estão tosse persistente, febre no período noturno, cansaço e perda de peso.

“Quando a pessoa procura a unidade de saúde com sintomas respiratórios, é solicitada a coleta de escarro para a realização da baciloscopia. Precisamos conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico e do tratamento precoce. Quando realizado corretamente, o tratamento tem cerca de 95% de chances de cura”, ressalta a enfermeira do CAIC.

Dados da Vigilância em Saúde apontam que, em 2023, foram notificados 55 novos casos da doença no município. Em 2024, esse número chegou a 64 registros. Já no ano passado  surgiram 66 novos casos. Atualmente, 45 pacientes diagnosticados com a doença recebem acompanhamento especializado no CAIC.

Em 2025, o CAIC recebeu certificado de premiação do Programa Estadual de Controle da Tuberculose de São Paulo, concedido pela Secretaria de Estado da Saúde. A unidade atingiu a meta de investigar mais de 70% dos contatos de casos confirmados, conforme estabelecido pelo programa estadual, reforçando o compromisso do município com o controle da doença e a proteção da saúde pública.

O Centro de Atendimento às Infecções Crônicas (CAIC) está localizado na Rua José de Alencar, nº 36, no bairro Tijuco Preto. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (16) 3419-8240 ou (16) 3419-8250.

SÃO CARLOS/SP - A cidade de São Carlos já confirmou 180 casos de Dengue desde o início de 2026, de acordo com o mais recente levantamento da vigilância epidemiológica. Além disso, cinco notificações ainda estão em análise aguardando resultados laboratoriais, enquanto 48 suspeitas foram descartadas nesta semana.

Apesar do aumento de casos confirmados, a boa notícia é que não houve registro de óbitos relacionados à doença no município até agora. As equipes de saúde continuam acompanhando a evolução dos casos e orientando a população sobre medidas preventivas.

Outras doenças transmitidas pelo mosquito também são monitoradas. Em relação à Chikungunya, foram registradas 51 notificações suspeitas, mas todas foram descartadas após avaliação médica e exames.

No caso do Zika vírus, 50 ocorrências suspeitas foram notificadas ao longo do período, porém nenhuma delas teve confirmação laboratorial.

Já a Febre Amarela não apresentou qualquer registro de suspeita na cidade até o momento. A orientação das autoridades é que a população mantenha cuidados básicos, como eliminar água parada em quintais e recipientes, para evitar a reprodução do mosquito transmissor.

SÃO CARLOS/SP - A cidade de São Carlos registrou 47 casos confirmados de COVID-19 durante o mês de fevereiro, segundo dados divulgados pelo Departamento de Vigilância em Saúde. No período, foram feitas 540 notificações relacionadas a suspeitas da doença.

O número representa uma redução em relação a janeiro, quando foram registradas 79 confirmações entre 454 notificações analisadas pelas equipes de saúde do município. Até agora, nenhum óbito foi registrado neste ano.

O levantamento também traz informações sobre o comportamento da doença ao longo de 2025. Os primeiros meses daquele ano concentraram grande parte dos casos, com destaque para fevereiro, que teve 571 confirmações.

Depois de um período com números mais baixos entre março e julho, os registros voltaram a crescer gradualmente a partir do segundo semestre, com aumento em agosto, setembro e principalmente em outubro.

No total, cinco mortes por Covid-19 foram confirmadas em 2025 em São Carlos. As vítimas eram idosos com doenças pré-existentes, com idades entre 63 e 88 anos.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos, por meio do Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial (DGCA), realizou na manhã desta quinta-feira (12/03), no auditório do Paço Municipal, uma capacitação sobre pré-natal odontológico voltada aos profissionais da rede municipal de saúde.

A iniciativa teve como objetivo qualificar e atualizar os profissionais da odontologia da rede pública sobre os cuidados com a saúde bucal durante a gestação, ampliando o conhecimento técnico e fortalecendo o atendimento às gestantes atendidas pelo sistema municipal de saúde.

Durante a atividade, foram apresentadas orientações e procedimentos seguros que podem ser realizados no atendimento odontológico às gestantes. A capacitação foi conduzida pela periodontista e implantodontista Luana Pires, que destacou a importância da atualização constante dos profissionais da área.

De acordo com a especialista, o curso abordou a saúde bucal da gestante de forma integral, com foco na prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças bucais durante a gravidez. Também foram discutidas condutas de atendimento seguro, manejo medicamentoso e orientações educativas voltadas aos cuidados com o bebê.

Segundo Luana Pires, a odontologia é uma área técnica em constante evolução, o que torna essencial a atualização permanente dos profissionais para garantir atendimentos cada vez mais seguros e baseados em evidências científicas.

A diretora do Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial (DGCA), enfermeira Lindiamara Soares, ressaltou que ações de capacitação contribuem diretamente para a melhoria da qualidade dos serviços oferecidos à população.

Segundo ela, além de ampliar o conhecimento técnico das equipes, as capacitações também possibilitam o esclarecimento de dúvidas e reforçam a importância do cuidado com a gestante dentro da rede municipal de saúde.

“Investir na capacitação dos nossos profissionais é fundamental para garantir um atendimento cada vez mais qualificado, seguro e humanizado na rede municipal. Quando atualizamos as equipes com base em evidências científicas, fortalecemos toda a linha de cuidado do pré-natal e ampliamos a qualidade dos serviços oferecidos à população”, finaliza o secretário de Saúde, cirurgião dentista Leandro Pilha.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos, por meio do Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial (DGCA), iniciou um mutirão de exames de ultrassom obstétrico aos sábados com o objetivo de reduzir a fila de espera por esse tipo de atendimento no município. Os exames estão sendo realizados por meio de contratualização com a Santa Casa de São Carlos.

No primeiro mutirão, realizado no último sábado (7/3), foram agendados 90 exames para gestantes encaminhadas pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs). No entanto, apenas 47 mulheres compareceram para realizar o procedimento, enquanto 43 pacientes faltaram, mesmo após terem confirmado presença no dia anterior.

De acordo com a diretora do Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial, Lindiamara Soares, o índice de absenteísmo é motivo de preocupação, já que o exame é fundamental para o acompanhamento da gestação.

Segundo a Secretaria de Saúde, a iniciativa terá continuidade ao longo do mês de março. Estão previstos novos mutirões nos dias 14, 21 e 28, com mais 270 exames já agendados para gestantes do município.

A pasta reforça a importância da presença das pacientes nos horários marcados, uma vez que a ausência compromete o acompanhamento adequado do pré-natal e impede que outras gestantes sejam atendidas.

“O ultrassom obstétrico é um exame essencial para acompanhar o desenvolvimento do bebê e garantir a segurança da gestação. A Secretaria de Saúde organizou esse mutirão justamente para reduzir a fila de espera e ampliar o acesso das gestantes ao exame. Por isso, pedimos que as pacientes que tenham exame agendado compareçam no horário marcado ou avisem a unidade de saúde caso não possam ir. Assim conseguimos reorganizar a agenda e garantir que outra gestante seja atendida”, ressalta o secretário de Saúde, Leandro Pilha.

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Abril 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
    1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30      
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.