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Patrocinada pela Tigre e Instituto Carlos Roberto Hansen (ICRH), edição do projeto cultural leva 26 artistas a Rio Claro (SP) para pintar muro de 1,4 km de extensão e outras áreas da multinacional brasileira, de 7 a 22 de março, celebrando o Dia Mundial da Água

 

RIO CLARO/SP - A Fábrica de Graffiti (fabricadegraffiti.com.br) vai transformar mais uma cidade. Desta vez, o projeto que humaniza distritos industriais por meio da arte de rua chega a Rio Claro, no interior de São Paulo, para pintar um muro de 1,4 Km de extensão, uma empena de 35m x 10m e outras áreas, totalizando 3.200 m². A edição começou no dia 7 de março e termina no Dia Mundial da Água, 22 de março, que é o tema do trabalho dos 26 artistas convidados, e conta com formação e programação paralela gratuitas para a comunidade. A edição é patrocinada pela Tigre, multinacional brasileira líder de mercado no segmento de tubos, conexões e materiais hidráulicos, por meio do ICRH (Instituto Carlos Roberto Hansen), o braço social do Grupo. A pintura será realizada na fábrica da Tigre em Rio Claro, que completou 80 anos de história na cidade.

A Fábrica de Graffiti é o primeiro projeto brasileiro de arte de rua com foco nos distritos industriais, descentralizando e democratizando o acesso à arte ao atuar longe dos centros urbanos, que recebem a maioria dos projetos culturais do país. Desde 2019, a Fábrica de Graffiti já passou por Contagem (MG), Feira de Santana (BA), Barra Mansa (RJ), Joaquim Murtinho (MG), João Monlevade (MG) e Sabará (MG), por meio de Leis de Incentivo à Cultura a níveis federal e estadual, sempre com o investimento de grandes indústrias e multinacionais que têm compromisso com o desenvolvimento sociocultural das cidades onde estão presentes, como a Fundação ArcelorMittal, a Belgo Bekaert Arames e a Tigre.

Os artistas convidados para a nova edição da Fábrica de Graffiti são Kelly Reis, Mari Mats, Kari, Carol Murayama, Wira Tini, Soberana Ziza, Auá, Aline Seelig, Ana Kia, Laís da Lama, Afolego, Kueio, Galo, Tinho, Gelin, XGuix, Diógenes, Vespa, Magoo, Ise, Robinho Santana, Tikka Meszaros, Tito Ferrara, JCrepaldi, Does e DNinja.

O tema, Dia Mundial da Água, chama a atenção para as crises socioambientais mundiais causadas pelo mau uso dos recursos hídricos, poluição das águas e aquecimento global. “A água é o recurso mais precioso que temos e a maior commodity daqui pra frente. Estamos levantando uma bandeira e um alerta de que esse recurso pode acabar. Embora haja um tema (e essa é a primeira edição que estabelece um tema), damos liberdade criativa para que os grafiteiros o interpretem e expressem como preferirem e trabalhamos exclusivamente com artes autorais. Garantir a liberdade artística é nossa forma de apoiar os artistas e estimular o setor cultural”, comenta Paula Mesquita Lage, fundadora e produtora executiva da Fábrica de Graffiti.

Com o propósito de cuidar da água para oferecer mais qualidade de vida às pessoas, a Tigre integra o projeto mostrando sua responsabilidade com a comunidade. “Para a Tigre, ser sustentável significa contribuir com a construção de um mundo melhor. A sustentabilidade corre nas veias da Tigre, que nasceu para cuidar da água, mas também na condução dos negócios de forma transparente, ética e responsável, na valorização dos nossos colaboradores, no envolvimento com nossas comunidades e na inovação para o desenvolvimento de soluções. Na condição de promotores da agenda global da Organização das Nações Unidas para 2030, nos identificamos com o projeto proposto pela Fábrica de Graffiti”, afirma Otto von Sothen, presidente do Grupo Tigre.

Impacto social

Além de promover bem-estar aos moradores dos distritos industriais ao colocá-los em contato com a arte em seu trajeto pela cidade, a Fábrica de Graffiti realiza ações gratuitas para estimular a cena local da arte de rua. De 7 a 19 de março, os grafiteiros e arte-educadores do projeto, Gabriel Skap e Tina Soul, estarão na Escola Estadual Professora Zita Godoy Camargo para ministrar uma programação cultural de de graffiti para 180 alunos, entre adolescentes e jovens adultos. Ao final do curso, os estudantes serão convidados a grafitar um espaço da própria escola. Também estão previstas palestras e rodas de conversa abertas a toda a comunidade, nas quais serão abordadas a história da arte urbana, as técnicas do graffiti, a desmistificação da relação entre picho e graffiti e o processo criativo dos artistas - estima-se impactar pelo menos 330 pessoas no total.

A fundadora da Fábrica de Graffiti explica que "as cidades industriais são, muitas vezes, completamente carentes nesse aspecto: não possuem museus, nem têm muito investimento na área cultural. Por isso a experiência da Fábrica de Graffiti é sempre avassaladora para a comunidade e para nós, que sentimos o impacto social do nosso trabalho. Nossa programação na cidade costuma significar a primeira conexão de um adolescente com a arte, a primeira oportunidade de ter uma profissão voltada para o segmento artístico e encontra o desejo por aprendizado desses jovens. Plantamos sementes por onde passamos". O programa educativo do projeto formou 500 novos artistas nas edições anteriores.

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Sobre a Fábrica de Graffiti - Democratizar a arte através dos maiores murais de graffiti do Brasil e humanizar distritos industriais por meio da arte de rua são o propósito que move a POMME, produtora cultural da Fábrica de Graffiti. Realizando projetos de graffiti através de Leis de Incentivo à Cultura e para clientes particulares, é responsável pela pintura dos maiores murais de graffiti de Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro. Todos os projetos desenvolvidos levam em consideração os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), praticando igualdade de gênero, sustentabilidade e promovendo geração de renda para artistas locais. Saiba mais em fabricadegraffiti.com.br.

Sobre o ICRH - O Instituto Carlos Roberto Hansen completou 18 anos em 30 de outubro de 2021. Braço social do Grupo Tigre, chega à maioridade com uma bagagem gigante de aprendizados, parcerias e ações realizadas. Tem por objetivo a formação do cidadão do futuro, focando o desenvolvimento de Crianças e Adolescentes.  Mais do que a realização do sonho do ex-presidente, é a continuidade de sua linha de pensamento e trabalho. O ICRH resume e reúne a postura de um grupo empresarial que coloca em primeiro lugar as pessoas e que sempre valorizou sua comunidade. Somar para o futuro do país, contribuindo com a educação, esporte e cultura de jovens e adolescentes, sem descuidar da Saúde e do Saneamento Básico, são diretrizes do ICRH. Em 17 anos, investiu R$ 60 milhões em cerca de 7 mil projetos, que beneficiaram 5,5 milhões de pessoas.

 

Sobre a Tigre - Com uma história de 80 anos, a Tigre é uma multinacional brasileira com forte presença internacional, líder em soluções para construção civil e cuidado com a água. A empresa oferece um amplo portfólio de produtos que atende os mercados predial, de infraestrutura, de irrigação e industrial. Presente em cerca de 30 países, conta com mais de 5 mil funcionários, 10 plantas no Brasil e 14 no exterior: Argentina (2), Bolívia (2), Chile (2), Colômbia, Equador, Estados Unidos (3), Paraguai, Peru e Uruguai. Além de tubos e conexões, fazem parte do Grupo: Azzo Torneiras ABS, Tigre Ferramentas para Pintura, Tigre-ADS (tubulações de PEAD para saneamento e drenagem), Fabrimar, Tigre Metais (no segmento de metais sanitários) e TAE – Tigre Água e Efluentes (tratamento e reutilização da água).

Bruno Franco Naddeo assumiu a regional e vislumbra um ano desafiador para a indústria

 

ARARAQUARA/SP - O ano de 2022 será marcado por muitas movimentações e acontecimentos. Será um ano de eleições presidenciais e, independente de quem assuma o governo do país, será essencial haver união entre todos os envolvidos com a cadeia produtiva da indústria. A avaliação é de Bruno Franco Naddeo, diretor titular da regional de Araraquara, do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), empossado no início de janeiro e que estará a frente da entidade no quadriênio 2022/2026.

“Teremos um período extremamente desafiador, de instabilidade econômica e de eleições. A cadeia produtiva da indústria ainda sofre as consequências da pandemia de Covid-19 e não se recuperou. Esperamos que o governante eleito, una forças com os setores responsáveis por movimentar a economia e se torne um aliado. É um momento de união”, considerou Bruno.

Engajado com temáticas de empreendedorismo jovem, gestão e associativismo, Bruno integrou o Núcleo Jovens Empreendedores (NJE) do Ciesp, desde 2014 e durante esse período atuou juntamente com a diretoria estadual do órgão para fomentar ações positivas destinadas aos associados do Centro das Indústrias. Segundo ele, o NJE atua para identificar, reunir e desenvolver lideranças por meio de atividades que estimulam o empreendedorismo entre os jovens por meio de cursos de capacitação, visitas técnicas e trocas de experiências.

“Trata-se de uma movimentação natural de sucessão com objetivo de desenvolver e aperfeiçoar futuras lideranças. É a união da experiência dos dirigentes atuais com o entusiasmo dos jovens”, pontuou Nadeo.

A junção de objetivos comuns é uma das metas da diretoria do Ciesp - Araraquara para 2022, que em seu planejamento estratégico identificou a necessidade de viabilizar encontros com o quadro associativo a fim de identificar suas potencialidades, fragilidades e propor temáticas de atuação que atendam os anseios do associado. Para isso, a regional fará um movimento de aproximação com seu quadro associativo.

Para Michele Pelaes, coordenadora regional do escritório do Ciesp - Araraquara, trata-se de ouvir as necessidades do associado e compreender as expectativas depositadas no Centro das Indústrias. “Essa aproximação permite a realização de ações mais assertivas e direcionadas as necessidades do associado. Um exemplo disso é a realização dos grupos para troca experiências como o Grupo de Meio Ambiente e Segurança (GMAS)”.

A coordenadora acrescenta ainda que, está programada para os próximos meses a criação de um núcleo sobre comércio exterior que deverá desmitificar o tema e fomentar o potencial da região. “Os grupos de troca de experiências possibilitam aos associados compartilhar seus anseios e dificuldades frente a algum tema por meio de rodas de conversas e ações de interesse mutuo”.

Outra ação prevista para 2022 é a estruturação física, na sede do escritório da regional, de um espaço para capacitação que ofereça ao associado acomodações para a realização de treinamentos, troca de experiências e networking.

Se você ainda não é associado procure o atendimento e conheça os benefícios. Para mais informações, acesse as redes sociais ou entre em contato pelo telefone (16) 3322-1339.

Serviço:

Ciesp – Regional Araraquara

Endereço: Rua Napoleão Selmi Dei, 803 – Vila Harmonia – Araraquara- S.P

Contato: (16) 3322-1339

Pesquisa Sensor, no entanto, sinaliza crescimento do setor; exportações da regional de Araraquara aumentaram 19,7% na comparação interanual

 

ARARAQUARA/SP - O total de Vendas Reais da indústria de transformação paulista caiu 2,7% em julho, conforme aponta o Levantamento de Conjuntura da Fiesp/Ciesp. Essa foi a terceira queda consecutiva das vendas, acumulando uma perda de 4,9% no período. Porém, os indicadores de produção seguem em trajetória de crescimento, o que eleva as expectativas do setor.

           O índice Sensor, por exemplo, mantém os industriais com alta esperança quanto ao retorno da força do segmento. De acordo com os números do levantamento, agosto fechou em 52,3 pontos na série com ajuste sazonal, resultado superior ao mês de julho.

           O componente Mercado também se destacou e apresentou variação mais forte no mês. O índice passou de 48,6 pontos, em julho, para 53,0 pontos, em agosto. Já o indicador de Vendas atingiu 50,8 pontos, número muito próximo ao divulgado em julho (50,9 pontos). Números acima dos 50,0 pontos indicam expansão.

           Por outro lado, o indicador de Emprego marcou 48,6 pontos na leitura de agosto, diante de 50,2 pontos divulgados no mês de julho. Como o resultado está abaixo dos 50,0 pontos, há sinais de uma possível diminuição dos empregos nos próximos meses.

           Até o final do ano, a Fiesp/Ciesp espera manter os indicadores de produção positivos e a recuperação do faturamento da indústria de transformação do estado em ascensão. Essa expectativa está apoiada no aumento das exportações em função do forte crescimento global, no câmbio desvalorizado, no processo de reabertura da economia em resposta ao avanço da vacinação e no ciclo de recomposição de estoques do setor.

CAMPINAS/SP - Antes de chegar em nossas mesas, o mel que comemos precisa ser extraído das colmeias e processado. Mas durante o trajeto entre o apiário e a indústria, o lote de mel pode se cristalizar, gerando atrasos na produção porque o processo consolidado hoje no mercado para descristalização de mel leva dias. Uma alternativa para solucionar esse problema é um equipamento que utiliza um método descristalizador de mel desenvolvido e testado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ele agiliza esse processo a ponto de reduzir a espera em até 33 vezes.

A tecnologia que está disponível para licenciamento propõe, de acordo com seus inventores, diminuir o tempo de descristalização do mel para até cinco horas, o que otimiza a etapa de processamento industrial do alimento, enquanto da forma tradicional pode-se levar até sete dias. O pedido de patente foi depositado via Agência de Inovação da Unicamp (Inova) e concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

A cristalização do mel ocorre naturalmente por diversos motivos, que vão desde o tipo do mel ao clima ou do local de colheita ao tempo de armazenamento. Apesar de natural, causa problemas no processamento e envase, que passam por etapas de filtragem para remoção de restos de pólen, cera de abelha e outros resíduos que possam vir na colheita do produto.

 

Como funciona o descristalizador de mel da Unicamp?

A forma mais tradicional de descristalização envolve deixar os tambores, alguns com mais de 200 litros, que são usados no transporte do mel, numa espécie de sauna seca. O alimento é aquecido por convecção com corrente forçada de ar entre 45 e 58ºC. Uma operação demorada que pode levar de 4 a 7 dias dependendo do estágio da cristalização.

O novo método utilizado pelo descristalizador de mel desenvolvido na Unicamp associa tratamento térmico em banho de água quente com a agitação controlada dos tambores A água facilita a transferência de calor para o interior do latão que é mantido lacrado, assim o mel não tem contato direto com ela.

O movimento contínuo também acelera o retorno dos cristais de açúcar à forma líquida. Aumenta a eficiência, padroniza a descristalização, e, ainda, melhora os parâmetros de qualidade do mel, em função do aumento da velocidade de penetração do calor.

Outra vantagem do método desenvolvido na Unicamp está na etapa de filtração. A viscosidade do mel cai a temperaturas mais altas e isso melhora a fluidez, facilitando a operação de filtragem, blendagem quando for o caso e o posterior envase. 

 

O cuidado com a temperatura na qualidade do mel

O emprego de altas temperaturas no mel é um problema tecnológico, pois pode alterar muitas das propriedades do alimento, como o aumento do hidroximetilfurfural (HMF) numa reação que causa escurecimento do produto em função da decomposição da glicose. Outro importante indicador de qualidade está relacionado à diminuição da enzima diastase, produzida pelas abelhas durante a digestão do pólen.

Ambos modificam o valor nutricional do produto e carregam teores, inclusive, fixados pela legislação. Os limites são usados como indicadores de processamento e armazenamento inadequados, envelhecimento ou mesmo adulteração do mel com xaropes e, por isso, a temperatura ideal é uma preocupação dos produtores. O método de descristalização com agitação e tratamento em água aquecida não influenciou nas características físico-químicas do produto e ainda obteve resultados mais positivos na preservação dos parâmetros naturais.

Neste trabalho, estudamos a cinética de formação do HMF e da destruição da enzima. Vimos que era possível trabalhar numa temperatura mais alta por um tempo mais curto e ter um efeito melhor do que a descristalização tradicional, feita em temperaturas mais brandas por longos períodos, explica o professor Flávio Luís Schmidt, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp, sobre o estudo que embasa o pedido de patente realizado pela Inova.

 

 

Leia matéria na íntegra no site da Agência de Inovação da Unicamp.

*Por: eCycle

BERLIM - A produção industrial da Alemanha caiu inesperadamente de novo em junho, mostraram dados nesta sexta-feira, sugerindo que a recuperação está desacelerando na maior economia da Europa, afetada por gargalos de oferta para bens intermediários.

A Agência Federal de Estatísticas alemã informou que a produção caiu 1,3% no mês depois de recuo revisado para baixo de 0,8% em maio. Pesquisa da Reuters apontava alta de 0,5%.

O resultado deveu-se à queda na fabricação de bens de capital, como maquinário e veículos, que recuou 2,9%, mostraram os dados. A produção de bens ao consumidor continuou a crescer, com avanço de 3,4%.

A produção industrial caiu 0,6% no segundo trimestre na comparação com o primeiro, com a indústria automotiva registrando perdas de 11,2%.

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Além da escassez de madeira, que impactou a construção, o Ministério da Economia disse que as perdas se deveram a gargalos na oferta de semicondutores.

 

 

*Reportagem de Riham Alkousaa / REUTERS

SÃO PAULO/SP - Mesmo com a pandemia de covid-19 e desafios impostos por escassez e aumento nos custos do aço, a expectativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para o crescimento do setor em 2021 subiu de 2,5% para 4%.

A projeção é do estudo Desempenho Econômico da Indústria da Construção do 2º Trimestre de 2021, realizado pela CBIC.

O setor da construção começou 2021 com expectativa de crescer 4% no ano. Com os desafios decorrentes da pandemia e a continuidade dos aumentos nos custos dos materiais, a previsão foi reduzida para 2,5%, em março. E agora voltou para 4%, o maior crescimento desde 2013.

O presidente da CBIC, José Carlos Martins, disse que a estratégia do setor para enfrentar a falta ou o custo de matéria-prima para os empresários da construção será “um choque de oferta por meio da importação de produtos”.

Ele acrescentou que a demanda consistente por imóvel, as baixas taxas de juros e o incremento do crédito imobiliário vão continuar ao final de 2021 e em 2022. Para Martins, com os juros baixos, a prestação pode até ser inferior a um aluguel.

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"Um ponto em relação à pandemia é que as pessoas ficaram atualmente mais em casa e perceberam a importância da residência e de ficar junto dos familiares. Isso gerou uma demanda enorme por novas moradias, inclusive moradias adequadas para o novo momento que estamos vivendo", disse Martins.

 

 

*Por Antônio Claret Guerra - Repórter da Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 3,4 pontos na passagem de maio para junho deste ano. Com essa, que foi sua segunda alta consecutiva, o indicador atingiu 107,6 pontos, o maior patamar desde fevereiro deste ano (107,9 pontos).

O Índice de Expectativas, que mede a confiança do empresariado da indústria no futuro, subiu 5 pontos e atingiu 104 pontos. Já o Índice Situação Atual (ISA), que mede a percepção sobre as condições do presente, subiu menos: 1,8 ponto e chegou a 111,3 pontos.

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O Nível de Utilização da Capacidade Instalada subiu 1,6 ponto percentual, para 79,4%, maior valor desde janeiro (79,9%).

“A recuperação das economias externas e o avanço do processo de vacinação no país contribuem para o aumento do otimismo das empresas. Apesar disso, é preciso cautela considerando que o setor ainda enfrenta dificuldades ainda com a escassez de insumos, aumento dos custos que incluem a mudança de bandeira para a energia elétrica, podendo ser fatores limitadores para uma recuperação mais robusta no segundo semestre”, afirma a economista da FGV Claudia Perdigão.

 

 

*Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a variação de preços de produtos industrializados na saída das fábricas, registrou inflação de 4,78% em março deste ano. Essa é a segunda maior alta mensal do indicador desde janeiro de 2014, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficando atrás apenas de fevereiro deste ano (5,16%).

O IPP acumula taxa de 14,09% no ano. Em 12 meses, a inflação acumulada chega a 33,52%, um índice recorde de acordo com os dados divulgados hoje (4).

Em março deste ano, 23 das 24 atividades industriais tiveram aumento no preço de seus produtos. A exceção ficou com o setor de bebidas, que teve deflação (queda de preços) de 0,48% em março.

As principais altas de preços foram observadas nos segmentos de derivados de petróleo (16,77%), outros químicos (8,79%), alimentos (2,41%) e veículos (1,43%).

Entre as quatro grandes categorias econômicas da indústria, a maior inflação foi observada nos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (5,70%), seguidos pelos bens de consumo semi e não duráveis (4,27%). Os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo tiveram alta de 2,95%, enquanto os bens de consumo duráveis registraram taxa de 0,45%.

 

 

*Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

LONDRES - O crescimento da atividade industrial da zona do euro atingiu máxima recorde no mês passado, impulsionado pelo aumento da demanda e levando a aumento nas contratações, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).

O PMI final do IHS Markit para a indústria da zona do euro subiu a 62,9 em abril de 62,5 em março, abaixo da preliminar de 63,3 mas a leitura mais alta desde que a pesquisa começou em junho de 1997.

O subíndice de produção caiu a 63,2 ante a máxima recorde de março de 63,3. Leitura acima de 50 indica crescimento.

"A indústria da zona do euro está em expansão", disse Chris Williamson, economista-chefe do IHS Markit. "Entretanto, restrições de oferta também estão em níveis sem precedentes, levando a um aumento recorde nas encomendas não acabadas nas fábricas."

O índice de trabalhos não acabados subiu a 61,5 de 60,4, máxima da pesquisa.

Com o custo de matérias-primas subindo a um ritmo quase recorde, as fábricas foram forçadas a elevar seus próprios preços no ritmo mais forte desde que o IHS Markit começou a coletar os dados.

 

 

*Reportagem de Jonathan Cable / REUTERS

PARAGUAI - No 30º aniversário do Mercosul, a indústria brasileira e dos demais países do grupo reivindicam o fortalecimento do bloco. Para atingir esse objetivo é necessário o reforço da integração interna, a ampliação de acordos comerciais com países estratégicos, a melhoria da competitividade e a estabilidade econômica.

As reivindicações constam de declaração conjunta do Conselho Industrial do Mercosul, formado pelas entidades industriais de quatro países do bloco, a ser assinada hoje (25). Compõem o conselho a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a União Industrial Argentina (UIA), a União Industrial Paraguaia (UIP) e a Câmara de Indústrias do Uruguai (CIU).

A declaração lista quatro pontos principais para o fortalecimento do Mercosul. O primeiro é a estabilidade econômica na região para a retomada do crescimento. A segunda reivindicação consiste na ratificação dos acordos comerciais com a União Europeia e a Associação Europeia de Comércio Livre (EFTA) – formado por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça – e a busca de novos acordos.

O documento também pede a aceleração de acordos de integração interna parados nos Congressos dos países do Mercosul, como os acordos de liberalização de compras públicas e de facilitação do comércio entre os membros do bloco. Segundo a declaração conjunta, essa medida fortalecerá o livre comércio, a união aduaneira e a participação do setor privado no Mercosul.

A quarta reivindicação consiste na implementação de medidas que reduzam os custos para a indústria e aumentem a competitividade, principalmente para o Brasil e a Argentina, os últimos no ranking de competitividade da CNI. Para as entidades industriais, essa medida é essencial para que os países voltem a atrair investimentos e ampliem o comércio.

 

Desafios

Na avaliação das entidades industriais, o Brasil e os demais países do Mercosul atravessam um período de deterioração econômica, de redução dos produtos industriais e de aumento das commodities (bens primários com cotação internacional) na pauta de exportações. A declaração sugere a implementação de medidas macroeconômicas “realistas” para estabilizar economicamente a região, descartando objetivos que consideram “não viáveis”, como moeda única do Mercosul ou convergência de políticas macroeconômicas.

Em relação à integração interna, a CNI, uma das signatárias do documento, cita as barreiras não tarifárias e a demora para internalizar compromissos como fatores que atrasam a união aduaneira pregada pelo Mercosul. No caso do acordo de compras governamentais, que libera a participação de empresas dos quatro países em licitações públicas dentro do bloco, a CNI ressalta que o texto continua parado no Congresso, apesar de o compromisso ter sido assinado em 2017.

Sobre a integração com outros blocos econômicos e com mercados estratégicos, o setor industrial também defende o fechamento de acordos de livre comércio efetivo com os Estados Unidos e parcerias com o México, Canadá, Reino Unido e a América Central. O documento pede ainda o aprofundamento de acordos com a América do Sul. Segundo o Conselho Industrial do Mercosul, a escolha de novos parceiros deve ser transparente, por meio de consultas públicas e análises de viabilidade.

No caso do Brasil, a CNI pede que o país faça o dever de casa e alinhe a regra de Preço de Transferência e Acordos Tributários com os procedimentos praticados na maioria dos países. Para a entidade, isso reduziria o número de tributos sobre as importações de serviços. Cobrados quando as empresas de um mesmo grupo no Brasil e no exterior trocam mercadorias, os preços de transferência muitas vezes resultam em manipulação de preços.

 

Números

Em 30 anos de existência, o Mercosul trouxe resultados positivos para o país. De 2011 a 2020, o Brasil exportou US$ 54,9 bilhões a mais do que importou dos outros países do grupo, com a pauta de exportações diversificada, tanto em produtos industriais quanto em alimentos. Nesse período, o superávit comercial perde apenas para a China, para quem o Brasil exportou US$ 158,3 bilhões a mais do que importou, mas as vendas para o país asiático são concentradas em pouco produtos.

Segundo levantamento da CNI, cada R$ 1 bilhão exportado para o Mercosul gera R$ 4,12 bilhões para economia brasileira. Em relação à massa salarial, R$ 670 milhões em força de trabalho são criados a cada R$ 1 bilhão exportado para os demais países do bloco, contra R$ 450 milhões das exportações para a China.

O bloco regional representa o primeiro ou o segundo destino das exportações de sete estados brasileiros: Amazonas, Ceará, Pernambuco, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

 

 

*Por Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil

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