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Radio Sanca Web TV - Segunda, 08 Novembro 2021

SÃO CARLOS/SP - Um veículo Volkswagen Gol, branco, placas CZI – 0144 - São Carlos/SP, foi furtado nesta segunda-feira (09), No cruzamento ente as ruas Domingos Marino com a Dr. Teixeira de Barros (Rua Larga), na Vila Prado, em São Carlos.

De acordo com a proprietária, ela estacionou o veículo regularmente na via para ir trabalhar, mas quando retornou o carro não estava mais no local.

Se alguém tiver informações do paradeiro do veículo ligar para a Polícia Militar ou no fone (16) 99614-6935 ou 99791-1344 e falar com Evelyn ou Elisangela.

Publicado em Policial

SÃO PAULO/SP - Nesta terça-feira, a Federação Paulista de Futebol (FPF) realizou em sua sede o sorteio da fase de grupos do Campeonato Paulista de 2022. Como de costume, Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo foram cabeças de chave, ficando em grupos diferentes. O estadual tem início previsto para o dia 26 de janeiro e término para o dia 3 de abril.

  • O grupo A foi formado por Corinthians, Inter de Limeira, Guarani e Água Santa.
  • O grupo B terá São Paulo, Ferroviária, Novorizontino e São Bernardo.
  • O grupo C contará com Palmeiras, Mirassol, Ituano e Botafogo-SP.
  • O grupo D será composto por Santos, Red Bull Bragantino, Ponte Preta e Santo André.

 

O sorteio foi realizado por jogadores de Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, que foram representados pelo goleiro Carlos Miguel, o goleiro Weverton, o atacante Lucas Braga e o volante Luan, respectivamente. Cada jogador ficou responsável por um pote com as bolinhas contendo os nomes dos times.

Na primeira fase, cada time disputará 12 partidas, enfrentando todas as equipes que não estão em seus grupos. Ao término desta etapa, os dois primeiros colocados de cada chave se enfrentam nas quartas de final do campeonato, em jogo único.

As semifinais também serão decididas em apenas uma partida, enquanto a grande decisão será disputada em dois jogos. O finalista com a melhor campanha terá o direito de mando de campo no segundo confronto.

 

 

PEDRO NASCIMENTO / GAZETA ESPORTIVA

Publicado em Esportes

SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal de São Carlos agendou para esta quarta-feira (10) às 10h na Sala das Sessões do Edifício Euclides da Cunha uma oitiva da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar possíveis atos de improbidade administrativa cometidos pela Prefeitura Municipal de São Carlos e Progresso e Habitação São Carlos S/A de 2017 até a presente data envolvendo a empresa Carla Helena Meassi (Xandão Veículos).

Instaurada por meio do requerimento nº 1725 (Processo 3094/2021), de autoria do vereador Paraná Filho, a CPI terá duração de 90 dias, prorrogáveis se necessário. 

A Comissão é formada pelos vereadores Paraná Filho (PSL) – presidente, Raquel Auxiliadora (PT) – relatora e Malabim (PTB), Lucão Fernandes (MDB) e Tiago Parelli (PP) – membros. Durante a oitiva, será ouvida a senhora Carla Helena Meassi.

Publicado em Política

SÃO PAULO/SP - Recentemente, os Estados Unidos autorizaram o uso da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos. A liberação ocorreu depois da conclusão de um estudo, ainda não publicado, com cerca de 2 200 participantes nessa faixa etária, que apontou uma eficácia de 90% da fórmula, sem efeitos colaterais importantes.

A farmacêutica já anunciou que pedirá à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a ampliação do público alvo também no Brasil. Deve ser a primeira de outras. “Temos vacinas em fase final de testes com os mais novos, sendo que algumas já foram usadas com segurança em dezenas de milhões de crianças e adolescentes pelo mundo”, explica o infectologista pediátrico Renato Kfouri, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Só que, mesmo antes de chegarem aos pequenos, as vacinas já estão sendo vítimas de uma campanha difamatória. Diretores da Anvisa foram ameaçados para negarem a autorização para a Pfizer mesmo antes da formalização do pedido.

Enquanto isso, sites maliciosos e influenciadores divulgam notícias falsas sobre as vacinas, exagerando ou mesmo inventando mortes e reações adversas graves. O movimento, embora tímido frente à alta adesão dos brasileiros à campanha de imunização, preocupa os especialistas.

“A vacinação infantil é um prato cheio para a desinformação, porque decidir pelos filhos é ainda mais difícil do que decidir por si. Isso pode fazer com que as pessoas fiquem mais hesitantes e, portanto, vulneráveis às fake news”, aponta a infectologista Rosana Richtmann, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo.

Sendo assim, vamos a um compilado de informações importantes sobre o assunto.

 

Crianças precisam mesmo ser vacinadas?

Sim, por vários motivos. O principal é que, no Brasil, 2 400 crianças e adolescentes já morreram de Covid-19, sendo que a maioria (60%) não tinha uma doença ou fator que aumentasse o risco de versões graves da infecção. Para ter ideia, o número de vítimas é quase duas vezes maior do que o de todas as doenças preveníveis (sarampo, meningite etc.) somadas no período de um ano.

“Nos outros países, há muito menos mortes e hospitalizações infantis do que aqui, então entendemos que é um instrumento especialmente benéfico para nós”, compara o infectologista Marco Aurélio Sáfadi, presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

De fato, é preciso reconhecer que a doença costuma ser mais branda no início da vida. Mas isso não quer dizer que ela não traga riscos. “Além de ser a doença evitável com vacina que mais matou crianças e adolescentes no país no último ano, temos também a Covid longa, que pode acometer os mais novos”, opina Kfouri.

No mais, há ainda a possibilidade de reduzir a circulação do coronavírus, chegando o mais próximo possível da sonhada imunidade coletiva. As crianças não são grandes vetores da doença, como se pensava, mas ainda podem passar seu agente causador adiante. “Em um momento de reabertura e volta às aulas, a vacinação reforça a segurança da retomada”, completa Kfouri.

De acordo com o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos, a vacinação de um milhão de crianças evitará 57 mil casos de Covid-19 e 200 hospitalizações entre esse público. É por meio de cálculos de risco e benefício como esses que as autoridades sanitárias e médicas tomam decisões sobre o assunto.

Depois de analisarem todas as evidências, os norte-americanos e as entidades de outros países concluíram que o risco assumido quando uma criança se infecta pelo vírus é maior do que o de ela ter eventos adversos relevantes. “Se nos Estados Unidos o benefício supera o risco, imagine aqui, onde a probabilidade de morrer ao contrair Covid-19 é sete vezes maior do que lá”, aponta Kfouri.

E tem mais. No contexto atual da pandemia, as crianças podem estar mais vulneráveis. “Com os adultos e idosos amplamente imunizados, assim que chega uma nova variante, como a Delta, ou há uma explosão de casos local, o vírus se espalha com muita facilidade entre os não vacinados”, aponta o diretor da SBP.

 

Eficácia e segurança das vacinas da Covid-19 em crianças

Com razão, a maior preocupação dos pais é em relação à segurança do imunizante. “Estamos falando de vacinas novas, que não foram usadas ainda em larga escala nas crianças, mas, até agora, os estudos e dados de vida real mostram que o risco de eventos adversos é baixo, até porque a dose usada nelas é menor”, comenta Rosana.

Esse é um fator interessante. Como as crianças respondem muito bem às vacinas em geral, pois contam com um sistema imune ativo e funcional, é possível reduzir a dose. No caso da Comirnaty, produto da Pfizer, ela equivale a um terço do total do adulto.

Há ainda estudos sendo conduzidos com bebês e crianças menores, dos 2 aos 5 anos, com um décimo da dose completa, e outros que avaliam a possibilidade de usar uma única picada das vacinas de RNA mensageiro. “Em teoria, a quantidade menor deve estar relacionada a uma segurança ainda maior”, completa Rosana.

Já as vacinas de vírus inativado, como a Coronavac, que apresentam o Sars-CoV-2 morto ao sistema imune, foram testadas em estudos pequenos com crianças e já entraram em programas de imunização no mundo. “É uma tecnologia muito antiga e extremamente segura, então é uma alternativa muito interessante para esse público”, analisa Kfouri.

Argentina, Chile, China, Índia e Emirados Árabes Unidos estão usando vacinas desse tipo nos pequenos, a partir dos 3 ou dos 6 anos de idade.

Vale lembrar que o imunizante que protege da gripe, feito com o mesmo processo, é aplicado em bebês com 6 meses de vida. Outra coisa: mesmo depois da aprovação, as fórmulas seguem sendo monitoradas de perto.

 

Os eventos adversos dos mais novos

Até agora, eles são bem semelhantes aos dos adultos. Os mais comuns são passageiros e inofensivos: dor, vermelhidão e inchaço no lugar da aplicação, febre, dores musculares e de cabeça. “Nos estudos, não foram observados eventos graves, mas o número de crianças incluídas é pequeno demais para detectar as reações mais raras e preocupantes”, pondera Sáfadi.

Isso acontece com os adultos também, com qualquer vacina ou remédio. Os efeitos colaterais mais dignos de nota só aparecem quando milhões de pessoas recebem um composto.

No caso da miocardite e da pericardite, inflamações cardíacas que foram registradas em adolescentes que receberam vacinas de RNA mensageiro, como a da Pfizer, foram 50 a 60 casos por milhão entre meninos de 12 a 17 anos, geralmente após a segunda dose. "Nos outros públicos, como as meninas e meninos mais jovens, a incidência foi ainda menor", aponta Kfouri.

“E não houve nenhuma morte relacionada a isso. A maioria dos registros foi leve e evoluiu bem, sem complicações”, destaca Kfouri. “Cabe dizer ainda que o risco de ter miocardite grave é muito maior ao contrair Covid-19, mesmo entre crianças”, emenda o médico.

 

Como deverá ser a campanha brasileira 

Por enquanto, há no horizonte pelo menos duas vacinas que podem chegar em breve às crianças. Além da Pfizer, que deve submeter o pedido à Anvisa ainda em novembro, é possível que a Coronavac também seja oferecida aos pequenos. Em agosto, o Instituto Butantan fez a solicitação, mas a Anvisa julgou que os dados sobre segurança e eficácia eram insuficientes.

Com o acúmulo de evidências do mundo real e a decisão de outras agências regulatórias, como a do Chile, é possível que o pedido seja refeito. E isso é visto com bons olhos pelos especialistas.

Além de ser feita por um método consagrado, o fato de ter uma eficácia menor não seria um grande problema no caso das crianças. “Nessa população, que responde bem às vacinas, elas tendem a funcionar melhor. Creio que é uma questão de tempo para a Anvisa ter mais dados que embasem a liberação”, diz Rosana.

A partir daí, seria possível até otimizar melhor os recursos. “As vacinas mais eficientes em proteger da infecção poderiam ser destinadas aos idosos e reforço dos profissionais de saúde”, calcula Sáfadi.

Resta saber se haverá quantidade o suficiente para cobrir a população infantil. “A maior dúvida é se haverá doses para contemplar todas as crianças, ou se será preciso focar naquelas com comorbidades, que é o mínimo que devemos fazer”, pontua a infectologista.

Outra questão em aberto é se as vacinas vencerão a guerra ideológica em curso, que compromete a estratégia que mais salvou vidas na história da humanidade. Pelos números do Brasil, que chegou atrasado na campanha, mas já ultrapassou vários países, dá para ter uma dose de esperança.

 

 

 

Chloé Pinheiro / VEJA SAÚDE

Publicado em Coronavírus

Parceria do site Festanejo com a Associação dos Cartunistas do Brasil enaltece a trajetória da rainha da sofrência

 

SÃO PAULO/SP - Para celebrar a carreira e o legado de Marília Mendonça, o portal Festanejo apresenta a exposição on-line “Marília Maravilha”. A exposição, disponível desde segunda-feira, 8 de novembro, conta com artes de cartunistas de todo o Brasil.O projeto é uma parceria do site com a Associação dos Cartunistas do Brasil.

Um dos principais nomes do sertanejo atual, Marília ficou conhecida nacionalmente como a “rainha da sofrência”. Nascida em Cristianópolis e criada em Goiânia, a artista começou a cantar na igreja, ainda na infância.

Com 12 anos de idade, ela começou a compor suas próprias músicas e, mais tarde, passou a vender suas composições para artistas de notoriedade nacional. É a autora de hits como “Cuida Bem Dela” (Henrique & Juliano), “Muito Gelo, Pouco Whisky” (Wesley Safadão) e “Calma” (Jorge & Mateus).

Desde o lançamento de seu primeiro álbum, intitulado “Marília Mendonça Ao Vivo”, suas músicas não saíram das paradas sertanejas. Recentemente, a artista uniu forças com as gêmeas Maiara & Maraisa no trio Patroas.

“Marília Mendonça já havia virado caricatura em nossa exposição do ano passado sobre a música sertaneja. Mas logo que os cartunistas souberam da triste notícia começaram a publicar em suas redes sociais caricaturas e cartuns sobre a maior cantora da sofrência e do empoderamento das mulheres. Então, aqui fica essa singela homenagem nos traços dos cartunistas brasileiros”, declarou o presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil, JAL Lovetro.

A exposição “Marília Maravilha” está disponível em www.festanejo.com.br

 

Sobre o Festanejo

Lançado em outubro de 2019, o portal Festanejo veio para ir além da representatividade na música e no modo de vida do sertanejo. O portal não só divulga as notícias da área, mas cria novas formas de fortalecer o mundo sertanejo.

www.festanejo.com.br

 
Publicado em Celebridades

SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, vereador Roselei Françoso, agendou para esta quinta-feira (11) uma audiência pública para discutir assuntos relativos à instalação de uma nova praça de pedágio no quilômetro 255 da rodovia Washington Luis (SP 310). A audiência será realizada às 15h no Cenacon – Centro Nacional Inn de Convenções (Avenida Getúlio Vargas 2330) e reunirá representantes do governo estadual  e o diretor-geral da Artesp  (Agência de Transportes do Estado de São Paulo), Milton Roberto Persoli, além de  prefeitos e vereadores da região.

O evento terá transmissão ao vivo  pela Rádio São Carlos – AM 1450, online via Facebook e canal do YouTube, por meio da página oficial da Câmara Municipal de São Carlos. 

A Artesp pretende incluir o novo pedágio no edital de licitação da concessão, previsto para ser lançado em fevereiro de 2022. Caso aprovado e construído, ele ficaria instalado a 36 quilômetros do pedágio de Itirapina e a 27 do pedágio localizado entre Araraquara e Matão.

A audiência pública pretende reforçar a repulsa da região a essa pretensão, que nos últimos dias envolveram protestos na rodovia e manifestações de Prefeituras e Câmaras de Vereadores. Em São Carlos, a movimentação inclui um abaixo assinado online lançado pelo presidente da Câmara, Roselei Françoso, para ser encaminhado às autoridades estaduais, contra a instalação da praça de pedágio.

Para assinar, basta entrar no site peticaopublica.com.br e procurar por “Abaixo assinado contra Pedágio na Rodovia SP310 KM 255 – entre os municípios de São Carlos, Ibaté e Araraquara”, ou direto no link, https://peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR121102.

Publicado em Política

SÃO CARLOS/SP - O dono de uma residência localizada na Rua Oswaldo Denari, no Jardim Munique, em São Carlos, foi até o Plantão Policial para registrar uma ocorrência de furto em seu imóvel.

Segundo a vítima, ele e sua família estavam viajando no feriado prolongado, quando no final de semana, o vizinho entrou em contato relatando que um bandido tinha entrado na casa.

O proprietário e a família interromperam a viagem, e ao retornar encontrou a casa revirada, sem vários objetos de grande valor e sem o automóvel da família.

O caso será investigado.

Publicado em Policial

SÃO PAULO/SP - As praias, dunas e areais do Brasil vêm sendo modificados nos últimos 36 anos. É o que mostra a mais nova análise do MapBiomas a partir de imagens de satélite entre 1985 e 2020. A redução foi de 15%, ou cerca de 70 mil hectares. Há 36 anos, eram 451 mil hectares; em 2020, apenas 382 mil hectares. Além de dunas, praias e areais, o estudo que o MapBiomas apresentou no dia 27 de outubro, pelo YouTube, também avalia a dinâmica das áreas de manguezais, apicuns (áreas salinizadas desprovidas de vegetação) e da aquicultura/salicultura.

A preservação das praias e dunas é essencial para o controle da erosão costeira e preservação da faixa litorânea e sua biodiversidade. A praia e a duna normalmente protegem os manguezais das ações das ondas. Criam um ambiente calmo, onde a lama pode ser depositada e colonizada pela vegetação de mangue.

Os motivos para diminuição das superfícies de dunas, praias e areais continentais são variados: desde a revegetação do topo das dunas, ocupação por empreendimentos aquícolas e salineiros, até a expansão de espécies invasoras. A diminuição das faixas de praias e dunas também pode ser explicada em parte pela forte pressão imobiliária. Há, ainda, a baixa proteção: apenas 40% desse tipo de depósito está protegido em alguma unidade de conservação. Entre os casos de ocupação por usos da terra, chama a atenção o avanço dos pinheiros sobre campos dunares no Rio Grande do Sul em áreas que fazem limite com florestas plantadas e a expansão da estrutura aquícola/salineira na região costeira do Rio Grande do Norte.

"Por conta do Parque Nacional de Lençóis Maranhenses e da Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses, o Maranhão lidera na proteção de dunas/praias e manguezais, respectivamente", afirma Pedro Walfir, coordenador geral do tema zona costeira do MapBiomas.  A quase totalidade (98% - 99 mil hectares) de suas praias, dunas e areais, 96% (24 mil hectares) de seus apicuns e 86% (398 mil hectares) dos manguezais do Maranhão são protegidos por Unidades de Conservação. "Portanto, o Maranhão é o estado com maior extensão de ambientes costeiros protegidos por UCs do país e um dos mais conservados", explica Pedro Walfir.

De 1985 e 2020, as áreas de manguezal no país permaneceram relativamente estáveis, passando de 946 mil hectares para 981 mil hectares. Entretanto, a partir do ano 2000 até 2020 observa-se uma retração de 2% nas áreas de manguezal. No Brasil, mais de 78% da área de manguezais está concentrada na costa Amazônica, que se estende do Amapá até o Maranhão, abrigando os mais bem preservados e extensos manguezais do continente. Por outro lado, é na região Nordeste e Sudeste, menores em extensão, onde os manguezais encontram-se mais ameaçados. Em ambas, de 2000 a 2020, ações antrópicas diretas foram responsáveis por 13% das mudanças desta cobertura.

O mangue é o berçário de inúmeras espécies marinhas: 70 a 80% dos peixes, crustáceos e moluscos que a população consome precisam do bioma em alguma fase de suas vidas. Diversas espécies de peixes economicamente importantes utilizam os mangues como área de reprodução e depois voltam para o mar.

Nesse contexto, a criação de Unidades de Conservação em zonas costeiras protegendo manguezais foi de uma importância indubitável. O Brasil possui 340 (13%) do total de suas 2544 Unidades de Conservação na zona costeira.  Atualmente 75% da área de manguezais no país encontram-se dentro de Unidades de Conservação, o que deve contribuir para a preservação futura deste que é um dos mais ameaçados ecossistemas do planeta.  

Do ponto de vista ecossistêmico, os apicuns estão intrinsicamente relacionados aos manguezais que tendem a crescer sobre essas planícies de maré hipersalina - daí a importância de sua conservação para o futuro dos manguezais. Atualmente pouco mais da metade dos apicuns (56%) também está em unidades de conservação. Por outro lado, o atual uso de boa parte dos apicuns brasileiros para a produção de sal e camarões apresenta um risco para a conservação de manguezais. Por serem áreas descampadas e planas, os apicuns são preferidos para a produção comercial de sal e crustáceos, em especial camarões. De 1985 a 2020, a área de aquicultura e salicultura teve um salto de 39%, passando de 36 mil hectares para 59 mil hectares. Já os apicuns tiveram uma redução de 12% entre 2000 e 2020, passando de 65 mil hectares para 57 mil hectares.

Também chama a atenção que 8% da aquicultura nacional se encontre dentro de Unidades de Conservação. “Nestes casos, é importante checar se essas atividades estão em áreas que permitem exploração comercial e se seguem à risca a legislação brasileira”, adverte César Diniz, coordenador técnico do mapeamento de Zona Costeira do MapBiomas.  O mapeamento mostra que o estado cuja área de aquicultura/salinas mais ocorre em Unidades de Conservação é o Rio Grande do Norte (2,5%, ou 1039 hectares), estado que concentra 67% da área salineira/aquícola do país.

Confira mais destaques dos dados da Zona Costeira aqui.

 

 

MAPBIOMAS

Publicado em Natureza

SÃO CARLOS/SP - A presidente do Fundo Social de Solidariedade, Lucinha Garcia e a diretora, Lessandra Almeida, receberam na manhã de segunda-feira (08/11), representantes dos municípios de Araraquara, Matão, Cândido Rodrigues, Torrinha, Corumbataí, Ribeirão Bonito, Boa Esperança do Sul, Rincão e Porto Ferreira.

A reunião foi proposta pelo FSS de São Carlos para a discussão da retomada das atividades presenciais e de campanhas realizadas em prol da população em situação de vulnerabilidade social. A oferta de cursos e capacitações em parceria com o Fundo Social de São Paulo foi outro assunto tratado pelos municípios.

“Esse encontro é o primeiro de 2021 em virtude da pandemia. O FSS de São Carlos sempre realiza eventos com esse para a troca de experiências e as dificuldades enfrentadas por cada local. Em São Carlos já retomamos alguns cursos presencialmente, como de corte e costura e de padaria artesanal, porém precisamos oferecer uma grade maior de capacitações em 2022, focando sempre na geração de renda. Devemos disponibilizar a população vulnerável cursos que capacitam e possibilitem a entrada no mercado de trabalho ou o caminho para o empreendedorismo”, explica Lucinha Garcia, presidente do Fundo Social de Solidariedade de São Carlos.

A maioria das presidentes de Fundos Sociais entendem que as qualificações oferecidas precisam ser ampliadas em 2022, já que os municípios vão precisar auxiliar muitas pessoas que perderam o emprego formal.

As presidentes dos dez Fundos Sociais assinaram um ofício que será enviado ao Fundo Social de São Paulo (FUSSP), solicitando a ampliação dos convênios com o Estado.

Publicado em Política

SÃO PAULO/SP - Entre os convidados do evento virtual e gratuito, Paulo Borges, idealizador da São Paulo Fashion Week; o maquiador de celebridades, Júnior Mendes; e a especialista em moda sustentável, Giovanna Nader, discutindo sobre o setor, negócios, comportamentos e cenários; e ainda apresentação de pesquisa exclusiva da WGSN

Atento às rápidas transformações de mercado por conta da Covid-19 e a aproximação cada vez mais real de um “novo normal”, o Senac São Paulo realiza o Senac Moda Informação 2021, de 10 a 13 de novembro. O evento tem 28 anos de história e trará nesta edição nomes importantes dos setores de moda e beleza para discutir temas voltados a tendências, mercado e profissões, negócios, transformação de hábitos de consumo, sustentabilidade e comportamento, principalmente por conta da pandemia.

O evento será transmitido 100% on-line e de forma gratuita, voltado para profissionais das áreas, estudantes e interessados pelos assuntos em geral, tudo via canal do YouTube da instituição. Para quem se inscrever em alguma das atividades no site do Senac Moda Informação, ganhará acesso gratuito a conteúdos exclusivos, workshops de edições anteriores e emissão de certificados pela participação. Também será possível a participação do público por meio da hashtag #ModaInfo2021 para marcação nas redes sociais.

“A relação do consumidor com a moda e a beleza se transformou durante esses quase dois anos de pandemia e, para que todos os interessados nesses temas estejam conectados e se alinhem a essa nova realidade, trazemos no evento uma série de conteúdos e tendências para que entendamos o futuro das áreas para tornar o mercado ainda mais movimentado, sustentável e plural”, define Nathalia Anjos, coordenadora da Senac Moda Informação 2021.

A abertura do #ModaInfo2021 acontece às 19h30 da quarta-feira, 10 de novembro, com a palestra Tendências de Comportamento para 2022, onde será divulgado relatório realizado pela Worth Global Style Network (WGSN), em parceria com o Senac São Paulo exclusivamente para esta edição, com dados mundiais inéditos de comportamento decodificados para a aplicação em coleções e serviços de moda no Brasil.

No dia 11 de novembro, quinta-feira, às 10 horas, tem Mercado de Moda Brasil Cenários para 2022, com o idealizador da São Paulo Fashion Week, Paulo Borges; juntamente com Rafael Cervone Netto, presidente emérito da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT); Mariele Lais Christ, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX), e Anny Soares coordenadora Nacional da Cadeia de Valor da Moda do Sebrae. Os especialistas abordarão os cenários que estão por vir dentro da moda e como os profissionais brasileiros podem se reinventar a partir de novos panoramas.

Às 16 horas é a vez do talk WGSN Decodificando Tendências para o Desenvolvimento de Produtos. Neste painel, serão apresentadas informações técnicas para o desenvolvimento de novos produtos voltados para profissionais de estilo e desenvolvimento para quem deseja se especializar em carreiras da confecção.

Na sexta-feira, 12 de novembro, às 10 horas, a hairstylist Chris Oliveira e o maquiador Junior Mendes – que já maquiou a cantora Anitta, a apresentadora Eliana e as atrizes Marina Ruy Barbosa e Grazi Massafera, entre outras – se encontram para a live Tendências de Beleza 2022, mediada pela jornalista Tainá Goulart. Os especialistas vão debater sobre os desafios do profissional de beleza no mercado atual e como se preparar para novos cenários do próximo ano.

Às 19h30, é hora de refletir sobre os algoritmos por trás das redes sociais e suas aplicações no mercado de moda e beleza. Com Bruna Toni, do Pinterest, e Giovanna Nader, que é comunicadora socioambiental, a live Algoritmos da Moda e Beleza promete ser enriquecedor sobre inovações na comunicação e como esses setores no Brasil vêm se posicionando neste contexto.

Fechando a programação, no sábado, 13 de novembro, às 10 horas, acontecerá o workshop Compradores de Moda: Salão Casa Moda + Comprador Internacional. Com a expansão da função do comprador de moda, o evento trará os compradores internacionais, Simone Jordão, compradora da Coterie New York e Xavier Neto, do Salão Casa Moda, para apresentarem suas dinâmicas de trabalho, pesquisas e dicas de negociações importantes para quem deseja seguir essa carreira ou para quem quer ter experiência em lojas multimarcas.

 

Senac São Paulo é referência na formação em Moda e Beleza

Com mais de 75 anos de tradição na formação profissional cidadã, o Senac São Paulo possui em seu portfólio, atualmente, 63 títulos referentes à área de moda e 29 voltados à beleza, que vão de cursos livres e de curta duração à pós-graduação. Saiba mais sobre os cursos, unidades e campi ofertantes em www.sp.senac.br/.

 

Serviço:

Senac Moda Informação 2021 #ModaInfo2021

Data: de 10 a 13 de novembro

Dias e Horários: às 10h, às 16h e às 19h30, de quarta-feira a sábado

Programação e inscrições: www.senacmoda.info/modainfo-2021/

Links diretos para as transmissões no canal do Senac SP no YouTube:

·        Tendências de Comportamento para 2022: 10 de novembro, 19h30

·        Mercado de Moda Brasil Cenários para 2022: 11 de novembro, 10 horas

·        WGSN Decodificando Tendências para o Desenvolvimento de Produtos: 11 de novembro, 16 horas

·        Tendências de Beleza 2022: 12 de novembro, 10 horas

·        Algoritmos da Moda e Beleza: 12 de novembro, 19h30

·        Compradores de Moda: Salão Casa Moda + Comprador Internacional: 13 de novembro, 10 horas

Evento virtual e gratuito

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