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EUA - A seleção brasileira perdeu para a França por 2 a 1, no amistoso que colocou o Brasil diante do adversário mais complicado enfrentado até aqui na era Carlo Ancelotti. E olha que a equipe francesa jogou a maior parte do segundo tempo com um a menos.

Os gols da vitória francesa foram de Mbappé e Ekitiké, um em cada tempo do jogo no Gillette Stadium, em Foxborough, região metropolitana de Boston (EUA).

Bremer descontou para o Brasil, acirrando a briga entre os zagueiros por uma vaga na Copa.

O Brasil teve um primeiro tempo ruim, tanto que saiu perdendo após um erro de Casemiro, e buscou mais o jogo na etapa final. Mas não o suficiente para evitar a derrota.

E pior: o Brasil tomou o segundo gol da França mesmo quando estava em vantagem de 11 contra 10, após a expulsão de Upamecano. O rival europeu mostrou por que está na lista dos favoritos à Copa do Mundo.

Foi a terceira derrota em nove jogos da seleção brasileira sob o comando de Ancelotti. A ressalva é que foi com muitos desfalques, mas foi um choque de realidade a 76 dias do Mundial.

Em um universo de testes, Luiz Henrique melhorou o time no segundo tempo. O zagueiro Ibañez foi testado como lateral na etapa final, mas teve atuação discreta. O volante Danilo entrou como dono das bolas paradas, quando o Brasil já estava mais desesperado.

Vini Jr. passou a ser o camisa 10, mas foi um dos piores do Brasil em campo.

O Brasil volta a campo na terça-feira, contra a Croácia, em Orlando, às 21h (de Brasília), para fazer o último amistoso antes da lista final da Copa.

PRESSÃO FRANCESA

A França ignorou o ambiente mais brasileiro na arquibancada e rapidamente mostrou seu poderio, pela forma com a qual dominou a posse de bola. Ao fim do primeiro tempo, o placar nesse quesito estava em 65% a 35% para os franceses.

A receita do time de Deschamps, muito mais entrosado, foi marcar a saída do Brasil de forma intensa e adiantada. Com a bola, os movimentos do meio pra frente envolveram a defesa brasileira.

O time de Ancelotti tentava se safar em bloco baixo, com duas linhas de quadro e a dupla Vini Jr. e Matheus Cunha mais à frente.

O Brasil não conseguiu reter a bola no campo ofensivo. Estava sempre tentando jogadas na correria, mas falhava na execução de dribles e passes. O goleiro Ederson, para complicar, ainda não estava no melhor dos dias na saída com os pés.

A inversão de lado entre Martinelli e Raphinha teve um efeito, mas ele não foi duradouro. Foi nesse contexto que o Brasil conseguiu recuperar uma bola na frente e acionar Martinelli. A batida de canhota passou perto.

O GOL DE MBAPPÉ

No contexto de pressão na saída de bola, roubou a bola de Casemiro. Simbólico que um tenha sido sucessor do outro no Real Madrid.

E aí o passe em velocidade para Mbappé foi como uma flecha entre os zagueiros brasileiros. Fora de posição porque era uma jogada de ataque, Léo Pereira não interceptou e Bremer não conseguiu fazer a cobertura. O camisa 10 da França mostrou toda sua classe ao tocar por cima de Ederson, aos 31 minutos do primeiro tempo.

COMO ANCELOTTI TENTOU CORRIGIR

Raphinha foi o primeiro a sair na seleção brasileira. Segundo a CBF, ele sentiu dores na coxa direita e será reavaliado nesta sexta-feira (27).

Veio a calhar, porque ele não estava jogando bem e quem entrou foi Luiz Henrique. A "irresponsabilidade" do bem com a bola no pé desse driblador nato trouxe efeito imediato para a seleção. As jogadas pela direita passaram a fluir.

Em uma das escapadas do Brasil, Wesley sairia na cara do goleiro, se não tivesse sofrido falta de Upamecano. Inicialmente, o zagueiro francês levou cartão amarelo. Mas o VAR chamou, e o árbitro decidiu pelo vermelho direto.

O PÓS-EXPULSÃO? GOL DA FRANÇA

O Brasil passou a marcar ainda mais adiantado. Mas aí a França, com sua qualidade técnica e leitura, conseguiu se ajustar.

O segundo gol foi um contra-ataque bem construído pelo lado francês. O Brasil estava tão desorganizado que Olise conduziu a bola em um cenário de quatro jogadores atacando e três brasileiros defendendo. Léo Pereira deu um passe para o lado na corrida e aí foi fatal: bola para Ekitiké. Mais uma finalização que encobriu Ederson: 2 a 0 aos 19 minutos do segundo tempo.

TESTES PARA TODO LADO

O cenário do jogo foi a senha para Ancelotti deflagrar de vez os testes na seleção. Ele já tinha colocado João Pedro, em uma troca pensando em presença de área, ainda quando estava empatado.

Com 2 a 0 atrás, vieram mexidas mais pelo aspecto da observação. Ibãnez, por exemplo, entrou como lateral-direito, no lugar de Wesley. No meio-campo, Danilo, do Botafogo, substituiu Andrey Santos.

REAGIU, MAS NÃO BASTOU

O Brasil se lançou ainda mais ao ataque. Mas a França seguiu muito consciente, trocando passes como melhor modo de se defender.

Só que a seleção conseguiu um gol depois de cruzar bola para a área francesa - a batida foi de Danilo. Luiz Henrique tocou para o centro da área, e coube a Bremer aparecer entre os zagueiros e fazer o gol brasileiro.

Ancelotti ainda promoveu as estreias de Igor Thiago e Gabriel Sara, em uma tentativa final de pelo menos empatar. Bremer teve a chance mais clara de ser o herói por completo. Mas não deu.

FICHA TÉCNICA

Brasil 1 x 2 França
Local: Gillette Stadium, em Foxborough (EUA)
Data/hora: 26/3/2026, às 17h (de Brasília)
Árbitro: Guido Gonzales Jr (EUA)
Assistentes: Nick Uranga e Cory Richardson (EUA)
Cartão vermelho: Upamecano, 10'/2ºT (FRA)
Gols: Mbappé, 31'/1ºT (FRA); Ekitiké, 19'/2ºT (FRA); Bremer, 33'/2ºT (BRA)

Brasil: Ederson, Wesley (Ibañez), Bremer, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro (Gabriel Sara), Andrey Santos (Danilo); Raphinha (Luiz Henrique), Martinelli (João Pedro), Vini Jr e Matheus Cunha (Igor Thiago). Técnico: Carlo Ancelotti.

França: Maignan, Malo Gusto (Kalulu), Konaté, Upamecano e Theo Hernandez; Tchouaméni (Kanté) e Rabiot; Dembélé (Lacroix), Olise (Akliouche), Ekitiké (Doué) e Mbappé (Thuram). Técnico: Didier Deschamps

 

 

por Folhapress

EUA - A partir da temporada de 2028/29 a NBA deve passar a ter 32 equipes. Nesta quarta-feira os donos das 30 franquias da Liga aprovaram os mercados de Las Vegas e Seattle para a criação de novos times e busca de investidores. A informação é do especialista em NBA Shams Charania.

De acordo com o jornalista, os donos aprovaram que a NBA avalie propostas de interessados na criação de novos times pelos próximos meses. A Liga busca um investimento de sete a 10 bilhões de dólares por franquia. Não existe um prazo definido para a formalização das novas equipes, mas a expectativa seria de acontecer nos próximos anos.

- A votação de hoje reflete o interesse do nosso Conselho em explorar uma possível expansão para Las Vegas e Seattle, dois mercados com um longo histórico de apoio ao basquete da NBA. Estamos ansiosos para dar este próximo passo e interagir com as partes interessadas - disse o comissário da NBA, Adam Silver.

De acordo do a NBA, novas informações sobre o processo serão divulgadas pela Liga em breve.

 

 

Por Redação do ge

SÃO CARLOS/SP - A Fundação de Amparo ao Esporte do Município de Araraquara (Fundesport) segue colhendo resultados expressivos no cenário esportivo por meio do trabalho desenvolvido com atletas de alto rendimento. Um dos principais destaques do atletismo paralímpico da cidade é o jovem atleta Pablo Fabrício Furlan, que acumula importantes conquistas em competições internacionais.

Especialista nas provas de velocidade e salto em distância, Pablo alcançou um feito marcante em 2017 ao se tornar campeão mundial júnior nas provas de 100 metros rasos e salto em distância. No mesmo ano, o atleta também conquistou o título de campeão pan-americano júnior nas duas provas, consolidando-se como um dos principais nomes da nova geração do atletismo paralímpico.

A trajetória de resultados continuou em 2019, quando Pablo voltou ao pódio no Campeonato Mundial Júnior, conquistando a medalha de prata na prova dos 200 metros e o bronze nos 100 metros. Desde 2017, o atleta também soma participações e medalhas em diferentes edições do Open Internacional de Atletismo Paralímpico, mantendo alto nível competitivo.

Outro destaque é o desempenho técnico do atleta, que possui um dos melhores Índices Técnicos de Competição (ITC) entre os jovens da modalidade, resultado da dedicação aos treinamentos e do acompanhamento especializado oferecido pela equipe técnica da Fundesport.

O diretor executivo da Fundesport, João Henrique Silvestre, ressalta que os resultados são fruto de um trabalho coletivo envolvendo atletas e profissionais da área esportiva.

“O Pablo é um atleta muito dedicado e representa com orgulho Araraquara nas competições. As conquistas dele mostram a importância do trabalho desenvolvido pela Fundesport e por toda a equipe técnica que acompanha nossos atletas diariamente”, destaca.

Silvestre também enfatiza que o desenvolvimento do atletismo paralímpico no município tem sido fortalecido pelo compromisso dos profissionais da modalidade.

“Temos uma equipe técnica preparada e comprometida com a evolução dos atletas. O esporte paralímpico tem um papel fundamental na promoção da inclusão, da superação e no fortalecimento do esporte em nossa cidade”, afirma.

Com resultados expressivos e uma trajetória em constante evolução, Pablo Fabrício Furlan segue como um dos grandes representantes do esporte de Araraquara, reforçando o papel da Fundesport no incentivo ao esporte e na formação de atletas que levam o nome do município para competições nacionais e internacionais.

No último dia 14 de março, o Ginásio Poliesportivo Adib Moysés Dib, em São Bernardo do Campo, foi palco da Copa São Paulo fase Aspirantes. A equipe da Fábrica de Campeões/SMESP marcou presença com sete atletas, sob a orientação do Professor Caio Cunha — judoca da equipe oficial de São Carlos em Jogos Regionais e Abertos.

Destaques no Pódio
O desempenho da equipe rendeu três medalhas importantes:

Arianny Christinny Rocetão: Vice-campeã (Adulto até 57kg), somando três vitórias e demonstrando grande controle emocional.

Gabriel Faria Machado: Medalha de bronze (Adulto até 100kg), perdendo a chance de título por detalhes técnicos.

Guilherme Bezerra da Costa: Medalha de bronze, conquistada após quatro lutas intensas.

Superação e Experiência
A competição também foi marcada pela estreia dos irmãos Otto Accorsi Mazari (9 anos) e Mirela Accorsi Mazari (7 anos), que superaram o nervosismo de um grande evento. Já Alice Occhiena Floreoto Bassi (13 anos) e Heron Ulisses da Silva chegaram às quartas de final após excelentes combates.

"Os resultados estão evoluindo a cada competição graças à disciplina do grupo. Teremos ainda o Inter Regional, o Paulista e o Open Ajinomoto, e a expectativa é de conquistas ainda maiores", afirmou o Professor Caio.

A equipe agradeceu o apoio fundamental da Prefeitura Municipal, que viabilizou o transporte para a competição, garantindo a participação dos atletas no evento oficial da Federação Paulista de Judô.

SÃO CARLOS/SP - São Carlos mais uma vez mostra sua força como celeiro de talentos esportivos. Entre os destaques está Eiki Martello, jovem atleta que vem se consolidando como um dos principais nomes do skate amador no país. Com disciplina, dedicação e paixão pelo esporte, ele já participou de mais de 40 campeonatos em diferentes estados, acumulando resultados expressivos e experiência que o colocam em evidência no cenário nacional.

Entre suas conquistas, chamam atenção o título de campeão estadual do Rio de Janeiro, vencido de forma invicta em todas as etapas, e o primeiro lugar no Campeonato Nacional LAB, também conquistado sem derrotas nas três fases da competição. Mais do que medalhas, o skate tem sido fundamental em sua formação pessoal, ensinando valores como respeito, persistência, foco e superação.

O talento de Eiki o levou a integrar a Seleção Brasileira Júnior de Skateboarding, levando o nome de São Carlos para um novo patamar e reforçando o potencial dos atletas formados na cidade. Mas a paixão pelo skate não é só dele: seus irmãos também brilham nas pistas. Kemily Leiva Martello, de apenas 10 anos, já é campeã estadual na categoria mirim, enquanto Kevin Leiva Martello, de 12, figura entre os 20 melhores iniciantes do Brasil.

Unidos pelo mesmo sonho e pelo amor ao esporte, os três jovens mostram como o incentivo desde cedo pode transformar vidas e abrir caminhos para o futuro. A história da família Martello é exemplo de dedicação, união e superação, além de evidenciar a importância de políticas públicas e iniciativas que apoiem o esporte como instrumento de desenvolvimento social.

Assim, São Carlos segue celebrando e apoiando talentos que levam o nome da cidade cada vez mais longe, provando que o skate é muito mais do que um esporte: é uma ferramenta de transformação e inspiração.

IBATÉ/SP - O karatê de Ibaté mostrou sua força na 3ª Fase Regional do Campeonato Paulista, realizada na cidade de Santana do Parnaíba. 
Representando o município, atletas do Projeto Oficina de Karatê, da Secretaria Municipal de Esporte, Cultura e Turismo, participaram com sete competidores e conquistaram importantes resultados.

Ao todo, foram conquistadas quatro medalhas, com destaque para o ouro de Herbert Paiva, na categoria sub-21 +84 kg. A atleta Flávia Scopim garantiu a medalha de prata na categoria júnior +66 kg.

O pódio também contou com duas medalhas de bronze, conquistadas por Júlia Alves, na categoria sub-21 +68 kg, e Weverton Araújo, na categoria júnior +78 kg, reforçando o bom desempenho da equipe ibateense.

O evento reuniu cerca de 2.052 atletas, de 185 academias, sob organização da Federação Paulista de Karatê, evidenciando o alto nível técnico da competição.

O secretário municipal de Esporte, Cultura e Turismo, Giliardi Nishihara, conversou com os atletas e prestou apoio na saída para a viagem que resultou nas medalhas. Junto com ele também esteve o secretário adjunto Djairo Lima.

Agora, o foco dos atletas já está na próxima competição: a Copa Wado Cup Internacional, que será realizada em Jaú e contará com competidores de países como Estados Unidos, Itália, Equador e Brasil.

SÃO PAULO/SP - Presente nas últimas convocações da seleção brasileira, Hugo Souza não foi chamado pelo técnico Carlo Ancelotti para os amistosos contra França e Croácia, marcados para os dias 26 e 31 de março.

Após divulgar a última lista antes da convocação final para a Copa do Mundo de 2026, Ancelotti justificou a ausência do goleiro do Corinthians. O italiano convocou Alisson, Bento e Ederson.

— Não tem posição 100% fechada. Como eu disse, a evolução é contínua em cada jogo para cada atleta. Mas pensamos que Alisson, Bento e Ederson são os melhores nesse momento — resumiu.

— Até maio isso pode mudar, mas estamos de olhos abertos. Os jogadores que não estão nessa lista e querem ir para a Copa tem que jogar bem, trabalhar bem e estar bem. Não tem outra maneira de convencer a comissão técnica — concluiu.

Ausente da lista da Seleção, Hugo Souza mantém a condição de titular absoluto no Corinthians. Em 2026, já disputou 16 partidas e soma 1.622 minutos em campo.

Além disso, protagonizou momentos importantes, como nas quartas de final do Paulistão, contra a Portuguesa, quando defendeu três pênaltis na disputa que garantiu a classificação.

O goleiro de 27 anos tem o desejo de voltar ao futebol europeu.

Além disso, a norma determina que o Hino também seja cantado anualmente no dia útil anterior a 7 de Setembro, data da Independência do Brasil, conforme a antiga lei já determinava.

Os convocados da Seleção:

Goleiros: Alisson (Liverpool), Bento (Al-Nassr) e Ederson (Fenerbahçe).

Defensores: Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (Arsenal), Ibañez (Al-Ahli), Leo Pereira (Flamengo), Marquinhos (PSG) e Wesley (Roma).

Meio-campistas: Andrey Santos (Chelsea), Casemiro (Manchester United), Danilo (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad) e Gabriel Sara (Galatasaray).

Atacantes: Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), João Pedro (Chelsea), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth) e Vinicius Junior (Real Madrid).

 

 

Por Redação do ge

CHINA - A temporada de 2026 já teve duas provas finalizadas, mas Max Verstappen ainda não se adaptou ao novo regulamento e aos novos carros da Fórmula 1. Sexto colocado na Austrália, na semana passada, o holandês voltou a reclamar das regras da categoria depois de não concluir o GP da China, no último domingo (14), por causa de problemas mecânicos. O tetracampeão chamou de “piada” a forma como as corridas deste ano têm se desenhado e disse não entender como alguns torcedores aprovaram as mudanças.

– É terrível. Se alguém realmente gosta disso, não entende nada de corridas. Não é nem um pouco divertido. Parece que estamos jogando Mario Kart. Você usa um impulso para ultrapassar um adversário, mas fica sem bateria na reta seguinte e é ultrapassado de volta. Parece uma piada para mim – disse Verstappen, de 28 anos, em conversa com jornalistas após o GP da China.

Em 2026, os carros da F1 são menores e mais leves, com o objetivo de deixar as corridas mais ágeis. Porém, as mudanças que mais geraram controvérsia giram em torno dos motores: por meio da gestão da bateria, os pilotos agora contam com o Modo Ultrapassagem, botão para ser usado em disputas diretas, e o botão de impulso, cuja carga é administrada de forma livre pelos atletas.

Tudo isso está ligado ao aumento da potência do motor elétrico, que agora representa quase metade da força das unidades de potência. No entanto, o sistema de recuperação de energia do dispositivo depende de técnicas de direção executadas pelos pilotos, e o gerenciamento dessa energia assume protagonismo nas provas, o que tem sido alvo de críticas.

O número de ultrapassagens aumentou nas primeiras corridas de 2026. Só na Austrália, foram 120, bem mais do que no ano passado. Na China, Lewis Hamilton e Charles Leclerc, companheiros de Ferrari, travaram uma dura batalha pelo terceiro lugar, por exemplo, e o britânico levou a melhor. Nada disso, porém, mudou a insatisfação de Verstappen.

Até agora, a Mercedes foi quem melhor se adaptou ao novo regulamento, com carros que sobraram nos GPs da Austrália e da China. A Red Bull, por outro lado, ainda luta para ter competitividade. Verstappen e Hadjar, juntos, somaram 12 pontos (oito do holandês e quatro do francês), 39 a menos do que George Russell, líder do campeonato de pilotos.

Acostumado a estar entre os primeiros do grid, Verstappen, que tem quatro títulos da F1 e foi vice-campeão no ano passado, garante que suas reclamações não são feitas apenas por causa do desempenho ruim nas pistas.

– Eu diria o mesmo se estivesse ganhando, porque penso na corrida como um produto. Não é por estar chateado com a minha posição. Preciso lutar ainda mais agora, o que me dá condições de realmente entender a dinâmica das provas – garantiu o holandês, que chegou a cair para a 16ª posição depois da largada do GP da China.

Verstappen já levou as críticas à organização da F1 e à FIA (Federação Internacional de Automobilismo). Agora, o holandês e os colegas de Red Bull terão mais de 10 dias para buscar soluções e melhorar o desempenho dos carros da equipe. A próxima corrida será o GP do Japão, no dia 29 de março, às 2h (de Brasília).

 

 

Por Redação do ge

IBATÉ/SP - Nos dias 7 e 8 de março, foi realizada na cidade de Joinville (SC) a 1ª etapa do Circuito E100cia de Skate Old School, competição destinada a skatistas a partir de 35 anos. O evento reuniu cerca de 60 atletas de diversos estados brasileiros.

Representando o município de Ibaté, o atleta Edison Adriano, conhecido como Edison Gibi, de 51 anos, competiu na categoria Grand Legend (50+) e conquistou o 1º lugar, sagrando-se campeão da etapa. Além de atleta, Edison Gibi também é professor de skate no município.

Pódio – Categoria Grand Legend (50+)
? 1º lugar: Edison Gibi – Ibaté/SP
? 2º lugar: Vanderlei Serpa – Blumenau/SC
? 3º lugar: Sandro Drosan – Carapicuíba/SP

O atleta agradeceu o apoio da Secretaria Municipal de Esportes de Ibaté e da empresa JT Ecobio, que contribuíram para viabilizar sua participação na competição.

Os próximos compromissos de Edison Gibi já estão definidos. Em junho, ele participará do campeonato Vans Old Is Gold, em Curitiba, considerado um dos maiores eventos de skate old school do país. Já em agosto, o atleta disputará a 2ª etapa do Circuito E100cia, que será realizada em Novo Hamburgo (RS).

Voltado para os direitos da pessoa com deficiência intelectual, a organização reforça parcerias e traz mudanças organizacionais

 

SÃO PAULO/SP - O ano de 2026 marca mais uma etapa no crescimento das Olimpíadas Especiais Brasil (OEB), representação nacional do movimento global Special Olympics, focado no desenvolvimento de pessoas com deficiência intelectual por meio do esporte.

“A causa da pessoa com deficiência intelectual é urgente e a demanda pelos nossos trabalhos é cada vez mais crescente. Neste ano, queremos ampliar e trazer mais participantes para os eventos, mobilizar mais voluntários e aliados, fazer mais parcerias, respondendo à altura ao que a sociedade espera da OEB”, comenta Douglas Pereira, presidente da OEB.

Atualmente, a organização contabiliza 44 mil atletas participando de treinamentos e competições nas modalidades: atletismo, badminton, basquete, bocha, ciclismo, futebol, ginástica rítmica, handebol, hóquei sobre a grama e indoor, judô, natação e águas abertas, tênis, tênis de mesa e vôlei de praia, além da dança esportiva – modalidade que está sendo introduzida neste ano – em 14 estados mais o Distrito Federal, além de atuações pontuais em outros estados. Mas, em 2026, a intenção é reforçar a atuação onde já está presente, alcançar e se fixar em outras localidades.

“Temos o desafio de levar a OEB outros territórios. Por isso, neste ano, devemos marcar presença em mais dois ou três estados, principalmente, na região Norte, onde ainda não tivemos ações ou somente situações muito pontuais. Queremos criar um polo por lá para que haja atividades de forma recorrente”, comenta.

 

Calendário 2026

Como forma de garantir oportunidades de competição aos mais de 44 mil atletas treinando semanalmente, a OEB anuncia oficialmente seu calendário esportivo deste ano. Serão mais de 400 eventos regionalizados, muitos deles realizados com instituições parceiras, como é o caso das APAEs e Pestalozzis. Além disso, serão mais 30 competições principais, como Circuitos de Tênis, Ligas de Basquete 3x3 e Torneios de Natação.

“O calendário esportivo é muito importante, porque dá oportunidade de os atletas colocarem em prática o que aprenderam em seus treinamentos no dia a dia e ter reconhecido o seu valor como atleta de Olimpíadas Especiais, ao apresentar seu desenvolvimento físico, técnico, tático e intelectual. O planejamento engloba o crescimento anual no número de eventos, cidades, instituições, atletas e parceiros, técnicos, familiares e voluntários”, afirma Teresa Leitão, diretora nacional de esportes da OEB.

Teresa complementa: “Temos o desafio dos Jogos Regionais, que serão realizados no Sudeste, Sul e Nordeste, para que possamos ter a equipe que vai representar o Brasil nos Jogos Mundiais no Chile, em 2027. As competições acontecerão no segundo semestre.” Além da delegação brasileira, os Jogos Mundiais reunirão sete mil atletas do mundo todo e é o segundo maior evento esportivo, considerando a quantidade de pessoas envolvidas, só perdendo para as Olimpíadas.

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