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Radio Sanca Web TV - Sexta, 12 Fevereiro 2021
Sábado, 13 Fevereiro 2021 16:30

Iguatemi São Carlos atende via Drive Thru

 

As operações essenciais do centro de compras estão abertas ao público e operam com capacidade reduzida

 

SÃO CARLOS/SP - Para garantir a segurança e comodidade de todos, permitindo que os clientes adquiram os produtos desejados com facilidade, diversas lojas do Shopping Iguatemi São Carlos realizam as vendas via Drive Thru. O serviço funciona das 10h às 22h e conta com uma dinâmica simples: basta conferir as marcas participantes no site do centro de compras (www.iguatemisaocarlos.com.br) e fazer o contato diretamente por telefone ou WhatsApp com a loja de interesse para escolher os produtos.

As compras serão entregues, em horário combinado, no estacionamento principal do shopping, com acesso pela Av. Passeio dos Flamboyants, 200. Todos os itens adquiridos são higienizados pela equipe da loja, responsável também por levar os produtos até o cliente. A utilização de máscara é indicada mesmo para aqueles que estiverem no interior do automóvel.

Já as operações essenciais do Iguatemi São Carlos, como o Hipermercado Extra, seguem abertas ao público, respeitando todos os protocolos de segurança e atendendo com capacidade reduzida.

Veja abaixo o horário de funcionamento:

Clínica de Vacinas Santa Clara: segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados, das 10 às 16h;

Confidence Câmbio: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h;

Hipermercado Extra: segunda-feira a domingo, das 8h às 22h;

Posto Extra: segunda-feira a domingo, das 7h às 20h.

 

Serviço

Shopping Iguatemi São Carlos

Endereço: Passeio dos Flamboyants, 200, São Carlos

Informações: www.iguatemisaocarlos.com.br

Publicado em Comércio

 

Estado alega que vacinas enviadas pelo governo federal são insuficientes para imunizar público prioritário e frear pandemia

 

BAHIA - O governo da Bahia pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) urgência na liberação da vacina russa Sputnik V, mesmo sem a aprovação da Anvisa. A alegação é a "gravidade da situação sanitária do Estado em decorrência da escassez" de imunizantes para o combate à pandemia de covid-19.

Na petição, protocalada no âmbito da ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 6661 nesta sexta-feira (12), o procurador-geral do Estado, Miguel Calmon Dantas, solicita autorização para uso e importação de imunizantes sem registro na agência regulatória brasileira, mas que já tenham sido aprovadas e estejam em uso em outros países, caso da Sputnik V.

 Nesta semana, a Agência Europeia de Medicamentos aceitou o pedido de registro da vacina russa contra covid-19 Sputnik V. Se aprovado, o imunizante poderá ser usado pelos 27 países-membros do bloco. Países, como Argentina, já vacinam suas populações com doses russas.

Segundo o Fundo Russo de Investimento Direto, que financiou e está divulgando a vacina, o pedido foi enviado no dia 29 de janeiro. Não há garantias que o bloco aprove o imunizante.

O executivo apresentou ao STF uma tradução juramentada de artigo da revista científica Lancet, o qual sustenta que a eficácia do imunizante russo após aplicação de duas doses é de mais de 90% em determinados casos, como os leves.

"Não obstante supressão da exigência regulatória de realização da fase 3 no Brasil, encontra-se submetida a barreiras regulatórias fundadas em impertinentes, obscuras e vetustas razões de defesa da soberania nacional – como se depreende das informações prestadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária –, enquanto tem sido autorizada por diversas autoridades sanitárias estrangeiras de referência e utilizada em vários outros países", argumenta a procuradoria baiana.

O documento também apresenta críticas ao governo federal na condução da pandemia e "politização do tema das vacinas".

Por R7

Publicado em Ciência & Saúde

 

Até terça-feira, horário de visitação é das 9h às 20h30


BRASÍLIA/DF - O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília terá funcionamento especial durante o carnaval para os interessados em visitar a exposição Egito Antigo: do cotidiano à eternidade, inaugurada na capital no último dia 6. Ao todo, a mostra reúne 140 peças originais da cultura egípcia. São esculturas, pinturas, objetos litúrgicos, sarcófagos e uma múmia humana.

O acervo é oriundo do Museu Egípcio de Turim, na Itália, um dos mais importantes do mundo. A exposição, que vai até 24 de abril, tem entrada gratuita mediante agendamento pelo aplicativo Eventim ou pelo site www.eventim.com.br. O CCBB ficará aberto de hoje (13) até terça-feira, das 9h às 20h30. No dia 17, quarta-feira de cinzas, o horário de funcionamento é de 12h às 20h30.

A exposição, que já passou pelo Rio de Janeiro e São Paulo, foi eleita a melhor mostra internacional de 2020 pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e fica em cartaz até 25 de abril.

Segundo o CCBB, aspectos da historiografia geral do Egito Antigo são apresentados de forma didática, por meio de esculturas, pinturas, amuletos, objetos cotidianos, um Livro dos Mortos em papiro, objetos litúrgicos e óstracons (fragmento de cerâmica ou pedra usados para escrever mensagens oficiais), além de sarcófagos, múmias de animais e uma múmia humana da 25ª dinastia.

Também é possível acessar virtualmente esta e outras exposições pelo site do CCBB.

Edição: Kelly Oliveira

Por Agência Brasil - Brasília

Publicado em Outras Notícias

 

Ondas eletromagnéticas ajudam na garantia de direitos e da democracia

 

SÃO PAULO/SP - Em todo país, circulam ondas eletromagnéticas que transmitem informações importantes para a garantia de direitos e para a democracia. Tais ondas são decodificadas por pequenas caixas que podem funcionar apenas com pilhas. De tão relevantes, essas caixas têm, a elas, um dia que foi mundialmente reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco): o Dia Mundial do Rádio, comemorado neste sábado, 13 de fevereiro.

O potencial comunicativo do rádio já foi comprovado em vários momentos ao longo da história. Em um deles, ocorrido em outubro de 1938, milhares de norte-americanos entraram em pânico ao ouvirem, na rádio CBS, o ator Orson Welles alertando sobre uma suposta invasão de marcianos.

Tratava-se apenas de um programa de teleteatro, uma versão radiofônica do livro A Guerra dos Mundos, de H.G Wells. Ao se dar conta do alvoroço entre a população, a emissora teve de interromper o programa para esclarecer o fato aos ouvintes que não haviam acompanhado a parte inicial da transmissão.
O mais democrático

“O rádio é, sem dúvida, o mais democrático de todos os meios de comunicação. Para desfrutar dele, não há necessidade de pagar internet, nem de ter energia elétrica. Basta ter pilha ou uma bateria”, argumenta o jornalista Valter Lima, âncora, desde 1986, de um dos programas radiofônicos mais longevos do Brasil: o Revista Brasil, da Rádio Nacional, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

O aspecto democrático que compõe a essência do rádio é também corroborado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que instituiu a data de hoje, 13 de fevereiro, como o Dia Mundial do Rádio.

“A estratégia da Unesco é a de fortalecer o rádio, que é o veículo mais essencial, principalmente nos muitos países onde, seja por conflitos, catástrofes ou por falta de estrutura, não há internet nem energia elétrica acessível para a população. Nesses casos é o rádio que consegue localizar e salvar vidas, justamente por conta da possibilidade de depender apenas de pilha para ser usado”, disse à Agência Brasil o coordenador de comunicação e informação da Unesco no Brasil, Adauto Cândido Soares.


Violência contra radialistas

Adauto Soares acrescenta que o interesse da Unesco em trabalhar neste campo da comunicação está relacionado à visão de que o acesso à informação é parte integrante do direito à comunicação. “Até porque, sabemos, quando um país tem sua democracia atacada, é o direito à comunicação o primeiro a ser silenciado.”

Segundo o coordenador da Unesco, que desenvolve também um trabalho de denúncia de violações de direitos humanos contra jornalistas, os radialistas são as maiores vítimas desse e de outros tipos de violação.

“De um total de 56 jornalistas assassinados em todo o mundo em 2019, 34% atuavam no rádio; 25% em TV; 21% em mídia online; 13% em mídia impressa e 7% em plataformas mistas. Desse total, três mortes ocorreram no Brasil”, disse, citando números do levantamento Protect Journalists, Protect the Truth, publicado pela Unesco em 2020.
Novas tecnologias

A criatividade é uma das características que sempre acompanharam o rádio. Com a chegada de novas tecnologias, em especial, as ligadas à tecnologia da informação, o rádio manteve seu aspecto inovador e continua a se reinventar.

Presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Flávio Lara Resende lembra que muito se falou sobre a morte do rádio, com a chegada da TV. “Foi quando o rádio perdeu espaço. Mas não perdeu importância”, disse.

“Se perdeu alguma importância após a chegada da TV, depois voltou a ganhar [importância] quando apareceram novas plataformas, e ele se reinventou, apresentando programações segmentadas, canais específicos de jornalismo herdados, influenciados e influenciadores da TV”, disse o presidente da Abert.

“Hoje, com a internet, ouve-se a notícia radiofônica e vê-se os jornalistas que fazem a notícia. O rádio continua a ter grande importância e está aumentando cada vez mais, reinventando-se diariamente”, acrescentou.

Diante da necessidade de se reinventar constantemente, a Rádio Nacional lançou recentemente (no dia 10 de fevereiro, em meio às celebrações pelo Dia Mundial do Rádio) seu perfil na plataforma Spotify no qual o público pode ouvir – onde e quando quiser – “o melhor da música brasileira”. Para acessar o serviço, basta acessar as playlists “É Nacional no Spotify”.

Estatísticas

De acordo com o Ministério das Comunicações há, no Brasil, cerca de 5,1 mil rádios comerciais (3.499 na banda FM; e 1325 nas bandas AM, entre ondas médias, curtas e tropicais). Há, ainda, cerca de 700 rádios educativas; 458 rádios públicas; e 4.634 rádios comunitárias.

Na pesquisa Inside Radio, na qual são apresentados aspectos relativos a comportamento e hábitos de ouvintes de rádio, a Kantar Ibope Media constatou que o rádio é ouvido por 78% da população nas 13 regiões metropolitanas pesquisadas. Além disso, três a cada cinco ouvintes escutam rádio todos os dias. E, em média, cada ouvinte passa cerca de 4h41m por dia ouvindo rádio.

O levantamento avalia também questões relativas à adaptação do rádio à web, bem como novas formas de consumo de áudio, como podcasts e conteúdo on demand.

De acordo com a pesquisa, 81% dos ouvintes escutam rádio por meio de rádio comum; 23% pelo celular; 3% pelo computador; e 4% por meio de outros equipamentos, como tablets.

O crescimento que vem sendo observado na audiência via web demonstra, segundo a Kantar, “a grande capacidade de adaptação do rádio”. Segundo a pesquisa, 9% da população que vive nas 13 regiões metropolitanas pesquisadas ouviram rádio web nos últimos dias. O percentual é 38% maior do que o registrado no mesmo período de 2019.

Em um ano (entre 2019 e 2020), o tempo médio diário dedicado ao rádio via web aumentou em 15 minutos, passando de 2h40 para 2h55, diz a pesquisa. Além disso, 16% dos ouvintes pesquisados escutam rádio enquanto acessam a internet.

Os podcasts também têm ganhado popularidade. Entre os ouvintes de rádio que acessaram a internet durante a pandemia, 24% ouviram podcasts; 10% aumentaram o uso de podcasts; e 7% ouviram um podcast pela primeira vez.

As chamadas lives também registraram aumento de audiência durante a pandemia, com 75% dos entrevistados dizendo ter começado a assistir lives de shows a partir do início das medidas de isolamento social impostas pela pandemia de covid-19. Ainda segundo o levantamento da Kantar, 75% dos ouvintes de rádio disseram ouvir rádio "com a mesma intensidade, ou até mais", após as medidas e 17% disseram ouvir "muito mais" rádio após o isolamento.

Preocupação

Participação dos ouvintes é a essência do rádio, segundo o radialista da EBC Valter Lima.- Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A associação do rádio com novas tecnologias, no entanto, deve ser vista com cautela, para não acabar inviabilizando o formato tradicional desse tão importante veículo. “Emissoras de rádio hoje são em rede, mas a do interior, com outra realidade, não tem essa capacidade de recurso para investimento, como as grandes redes estão fazendo, em especial, quando transformam rádio em uma nova espécie de televisão”, alerta o jornalista Valter Lima.

Segundo ele, ao condicionar o rádio à necessidade de contratação de serviços como o de internet, perde-se exatamente o aspecto democrático que esse veículo sempre teve. “Uma coisa que achatou o desenvolvimento do rádio, infelizmente, foi o fato de ele estar nas mãos de grupos poderosos que possuem também emissoras de televisão [e, em alguns casos, vendem também serviços de internet]. Isso causa um grande desequilíbrio porque, enquanto as TVs estão com equipamentos cada vez mais modernos, há, no interior do Brasil, muitas rádios ainda operando com equipamentos que já até deixaram de ser fabricados”, acrescenta.
Rádios comunitárias

O radialista destaca também o importante papel que as emissoras de rádio comunitárias têm para as regiões “ainda que pequenas” às quais prestam o serviço. Segundo ele, pela proximidade que têm com suas comunidades, essas rádios estão muito mais “antenadas”, com as necessidades locais, do que os grandes grupos de radiodifusão.

Entre os muitos desafios das rádios comunitárias, Valter Lima destaca a necessidade de elas saírem das amarras burocráticas impostas pela legislação.

“É por causa disso que essas rádios, com serviços tão importantes para suas comunidades, não conseguem ir além daquele pedaço tão pequeno. Há também as dificuldades para conseguirem lucros mínimos, de forma a poderem investir e evoluir”, disse o jornalista.
Programas inteligentes

Valter Lima lembra que toda emissora de rádio precisa de ouvintes, e que, para alcançá-los, sempre teve de recorrer a programas inteligentes, criativos e, sobretudo, participativos.

“O conceito de rádio não é o de ser apenas uma caixinha para ser ouvida quando ligada. Rádio precisa ter participação. Precisa ser um espaço para o público dar a sua opinião aos chamados ‘formadores de opinião’. A TV até dá algum espaço para isso, mas nada se compara ao rádio.”

Lara Resende, da Abert, também vê, na interatividade do rádio, um de seus grandes méritos. “A fidelização do ouvinte de rádio é muito interessante porque ele passa a achar que faz parte do programa. Hoje, inúmeras plataformas permitem comentários. Com isso, o rádio ficou ainda mais participativo”, disse.
Tempo real

Um outro aspecto acompanhou o rádio ao longo de sua história: a rapidez com que a notícia é dada, quase que simultaneamente ao fato noticiado. Anos depois, com a ajuda de equipamentos tecnológicos como celulares e internet móvel, outros veículos ganharam velocidade e deram a esse novo tipo de jornalismo veloz o nome de tempo real.

“O rádio sempre foi e continua sendo o primeiro a dar a notícia. O furo é sempre do rádio. Essa é a nossa rotina. Enquanto o outro veículo está digitando texto ou preparando a transmissão nós já estamos no ar usando apenas um aparelho telefônico”, explica Valter Lima.

“Antes do advento do celular, a notícia era dada por meio dos famosos orelhões. Os repórteres andavam com umas 20 fichas no bolso e um cadeado. Sim, um cadeado para travar o telefone, de forma a inviabilizar seu uso pelo concorrente”, lembra o radialista.

Edição: Lílian Beraldo

Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil - Brasília

Publicado em Outras Notícias

 

Atacante estava sem clube desde que rescindiu com o São Paulo, no último mês de agosto. Ele está com 31 anos

 

EUA - Sem clube desde agosto do ano passado, quando rescindiu com o São Paulo, Alexandre Pato enfim definiu o seu futuro. Neste sábado, o atacante de 31 anos foi anunciado como reforço pelo Orlando City, dos Estados Unidos, para a disputa da MLS, o principal campeonato de futebol do país. Ele assinou contrato válido por uma temporada.

 

"Estamos muito animados em receber Pato em Orlando. Ele é um jogador experiente, que já atuou em alguns dos principais clubes do mundo e possui um histórico de sucesso internacional. A experiência que Pato trará com ele será inestimável para o clube", disse o vice-presidente executivo de operações de futebol do Orlando City, Luiz Muzzi. "Ele é um jogador de alto calibre e estamos muito empolgados", acrescentou.

O anúncio da contratação de Paro pelo Orlando City parecia iminente nas últimas horas, após o clube realizar algumas publicações nas redes sociais para instigar os torcedores. Em um vídeo, o clube dizia que "um pato foi flagrado em Orlando". Em outra publicação, o clube postou uma foto de um animal de brinquedo dentro do estádio da equipe, como se estivesse prestes a entrar em campo.

 Pato e o São Paulo tinham acordo válido até o fim de 2022. Porém, o jogador não vinha sendo aproveitado pelo então técnico Fernando Diniz e seu alto custo pesava nos cofres do clube do Morumbi. Para o fim da relação, o atacante abriu mão de valores que deveria receber até o fim do vínculo e das luvas, que estavam atrasadas.

Recentemente, Pato chegou a ter seu nome ventilado no Argentinos Juniors, com o presidente do clube confirmando o interesse no brasileiro, que agora assinou com o Orlando City, pelo qual o ex-são-paulino Kaká já atuou.

 Além de Pato, o Orlando City conta com outros quatro brasileiros no seu elenco: o lateral-direito Ruan, ex-Ponte Preta, o zagueiro Antônio Carlos, ex-Palmeiras, o meia Júnior Urso, ex-Corinthians, e o atacante Matheus Barrozo, que se profissionalizou na Espanha.

O Orlando City será o oitavo clube da carreira de Pato. Ele iniciou a sua carreira pelo Internacional, tendo depois passado por Milan, Corinthians, Villarreal, Chelsea e Tianjin Quanjian, além do São Paulo. A próxima temporada da MLS está prevista para começar em abril.

Por R7

Publicado em Esportes

 

Por causa da pandemia, desfiles foram cancelados, ainda assim as escolas de samba mantêm produção nos barracões

 

SÃO PAULO/SP - No mês em que o Sambódromo do Anhembi completou 30 anos, a passarela do samba de São Paulo está vazia. Por lá não passarão os carros alegóricos, as alas das baianas, as comissões de frente ou qualquer integrante das 34 escolas de samba, sendo 14 do grupo especial. Nesta sexta-feira (12) e sábado (13) estavam marcados os desfiles, que foram suspensos por causa da pandemia.

A Prefeitura de São Paulo cancelou até mesmo o ponto facultativo da terça-feira de Carnaval numa tentativa de barrar a propagação do novo coronavírus.

Os desfiles foram, inicialmente, remarcados para 9 e 10 de julho, mas nesta sexta-feira (12) a prefeitura anunciou o cancelamento da festa em 2021. "Estamos loucos para voltar. O carnaval está inserido na sociedade, mas temos que ter o aval das autoridades sanitárias. Há uma indefinição geral de quando estaremos vacinados para ter um desfile nos moldes de antes", explica Eduardo dos Santos, que é presidente da Acadêmicos do Tatuapé e responsável pela comunicação da Liga Independente das Escolas de Samba.

 Administrado pela SPTuris (São Paulo Turismo) e inaugurado em 1º de fevereiro de 1991, o nome oficial do sambódromo é Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo, uma homenagem ao ator, comediante e sambista.

Em três décadas, a passarela do samba foi palco de centenas de eventos, festivais, shows nacionais e internacionais, desfiles e disputas de esportes variados, até Fórmula Indy 300, X-Games e Megarampa.

A Liga das Escolas lamenta que a festa não aconteceu como gostariam. "Teríamos feito alguma festividade porque o sambódromo é uma conquista das escolas. Um espaço para abrigar os desfiles, é a nossa catedral, nosso templo maior, mas não pôde acontecer, como tudo. A importância do sambódromo é inegável: foi responsável por acelerar demais o crescimento do nosso Carnaval", diz Eduardo dos Santos.

O presidente da SPTuris, Luiz Alvaro, reforça a importância do espaço: “O sambódromo, além de casa do Carnaval paulistano, é um marco arquitetônico e turístico, gerador de emprego e renda na cidade de São Paulo”.


Impacto financeiro

A suspensão dos desfiles causa impacto às escolas de samba, que estão fechadas desde o último evento. "Há um ano não temos qualquer atividade social, que é uma fonte de receita importante para as escolas. Não podemos contar com a bilheteria dos ensaios, as quadras estão fechadas para eventos, como as feijoadas, mas todo mês as contas chegam", lembra Eduardo.

Segundo ele, as escolas lutam, como outros setores da economia, para sobreviver em meio à crise e tentar manter os profissionais do Carnaval empregados, apesar das dificuldades financeiras.

"Estamos trabalhando e produzindo o desfile, mas num ritmo diferente, com menos pessoas. O que aconteceria neste fim de semana é o produto final de um processo que dura nove meses. Existe um impacto financeiro grande da não comemoração do Carnaval, porque existe uma arrecadação gigantesca não só com os desfiles, mas com os blocos, a movimentação na cidade. Para a Liga é como se não tivesse atividade por um ano, com contratos, patrocínios e outros", revela Santos.

Segundo a Prefeitura de São Paulo, não é possível afirmar qual a perda de arrecadação com a não realização do Carnaval de Rua, mas, em 2020, o evento atraiu um público de 15 milhões de pessoas e movimentou cerca de R$ 2,75 bilhões na economia da cidade.

Apenas o Carnaval no sambódromo movimentou outros R$ 227 milhões.

De acordo com pesquisa do Observatório do Turismo, do total de foliões, 26,4% eram turistas de outras regiões do estado, do Brasil e de outros países. No ano passado, o período de permanência dos turistas na capital foi de dois dias e o gasto médio de R$ 648. O impacto econômico do evento na cidade inclui gastos com transporte, alimentação, compras, hospedagem e lazer.
Projeto e estrutura

Construído no Complexo Anhembi (Pavilhão de Exposições e Palácio das Convenções), o sambódromo foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e tornou-se um ícone da capital paulista. Entre as características da obra estão os refletores de iluminação curvados, distribuídos ao longo da pista, como se estivessem reverenciando a passarela.

Antes da inauguração, as escolas de samba desfilavam na avenida Tiradentes. Com capacidade inicial para 10 mil pessoas, o sambódromo recebe hoje mais de 30 mil pessoas. Apenas a arquibancada “Monumental”, no setor B, pode abrigar 7.748.

Em dias de apresentação das escolas de samba no Carnaval, o público total, incluindo arquibancadas, camarotes e desfilantes, pode superar 50 mil pessoas.

 O Sambódromo do Anhembi possui área de 100 mil m², pista de 530 metros de extensão e 14 metros de largura. A área da concentração tem 23 mil m² e a dispersão, 14 mil m².

Desde novembro do ano passado, o espaço se tornou de lazer ao público, com 2 km de pista de bicicleta, área para corrida e caminhada, área pet, espaço de alimentação, aluguel de bicicleta, triciclo, patins e skate, e exposição sobre o Carnaval, entre outras atrações.

Segundo a prefeitura, a Arena de Lazer está aberta de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h e segue os protocolos de prevenção à covid-19, como aferição de temperatura e uso obrigatório de máscara.
Atrações no mês de aniversário

A Liga SP criou uma programação especial para o mês de fevereiro pelos 30 anos do Sambódromo.

Na passarela, foi escrita a frase "Todos Pelas Vacinas". A intervenção pretende chamar atenção para a importância de se garantir acesso total à imunização.

No Espaço Cultural Carnaval, que fica no setor J, há uma exposição com diversos itens carnavalescos que mostram a cultura e a história da festividade em São Paulo.

Há uma exposição de troféus das campeãs de 1991 (Rosas de Ouro e Camisa Verde e Branco), ao lado do troféu da campeã de 2020 (Águia de Ouro), uma redoma de acrílico do disco de vinil de 1991 e de um quadro com o CD de 2020, a bandeira da liga organizadora e imagens na TV dos primeiros desfiles de escolas de samba realizados em 1991.

 A exposição “Samba no pé” conta a história de passistas com sapatos, sandálias e fantasias usados nos desfiles ao longo de três décadas e ainda uma mostra de peças de luxo de destaques de escolas de samba, com apoio da ADESP (Associação de Destaques de São Paulo).

É possível se inscrever para ter aulas gratuitas de samba no pé, que serão realizadas no dia 27. Já no dia 14, haverá uma apresentação e aula de samba com Camila Silva e, no dia 20, dez percussionistas vão tocar músicas latinas, MPB e samba.

De acordo com Lucia Helena Silva, que é curadora do Espaço Cultural Carnaval, todas as atrações são gratuitas. "As pessoas podem ir e se integrar. Elas deixam as bicicletas, skate e fazem a aula, com alongamento e passos básicos. Vamos também distribuir CDs e brindes de outros carnavais. Artistas podem se apresentar no palco. Eles não são remunerados, mas divulgam o trabalho", enfatiza.

A Arena de Lazer do Sambódromo Anhembi e o Espaço Cultural Carnaval estão localizados na rua Professor Milton Rodrigues, portão 30. Na visita, é obrigatório o uso de máscaras e distanciamento social, seguindo os protocolos contra a covid-19.

Por R7

Publicado em Economia

 

Segundo balanço da prefeitura, mais de 41 mil idosos acima de 90 anos e outros 23.399 acima de 85 anos tomaram 1ª dose da vacina

 

SÃO PAULO/SP - A cidade de São Paulo vacinou 371.357 pessoas contra a covid-19 até as 18h desta sexta-feira (12), segundo balanço divulgado pela prefeitura. Mais de 41 mil idosos acima de 90 anos e outros 23.399 acima de 85 anos tomaram a primeira dose da vacina na capital.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, foram aplicadas 4.187 doses nos cinco postos drive-thru, sendo 1.870 no estádio do Pacaembu, 616 no Anhembi, 599 na Igreja Boas Novas na Vila Prudente, 576 na Arena Corinthians e 526 no Autódromo de Interlagos.

Nesta sexta, também teve início a aplicação da 2ª dose nos profissionais de Saúde que trabalham na linha de frente no combate ao coronavírus, idosos que vivem nas Instituições de Longa Permanência, acamados, pessoas com deficiências que são residentes em instituições sociais e indígenas.

A vacina é aplicada nas 468 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) do município, nos três centros-escolas, das 7h às 19h, e nos 84 drive-thrus instalados pela secretaria, das 8h às 17h. Aos sábados, a imunização acontece nas 82 AMA-UBS.

É necessário apresentar o CPF ou cartão SUS, comprovante de endereço e o comprovante de vacinação da primeira dose, se já tiver tomado.

 Pré-cadastro

Os idosos, familiares ou qualquer pessoa que integre o público previsto na campanha podem realizar o pré-cadastro para a vacinação no site “Vacina Já” (www.vacinaja.sp.gov.br). A ferramenta agiliza o atendimento e evita aglomerações, mas não é um agendamento.

Por R7

Publicado em Outras Notícias

A Itália registrou 13.532 novos casos e 311 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, informou o Ministério da Saúde neste sábado (13). Com o boletim de hoje, são 2.710.819 as pessoas já contaminadas pelo coronavírus Sars-CoV-2 desde o início da crise sanitária e 93.356 óbitos.   


Por Istoé

Publicado em Outras Notícias

JAPÃO - Um terremoto com magnitude preliminar de 7,1 atingiu a costa leste do Japão no sábado, disse a Agência Meteorológica do Japão.

O epicentro do terremoto foi na costa da prefeitura de Fukushima, a uma profundidade de 60 quilômetros (36 milhas), disse a agência, acrescentando que nenhum alerta de tsunami foi emitido.

O terremoto ocorreu às 23h08 (horário local) e chegou a balançar edifícios na capital de Tóquio.

Chris Gallagher, da Reuters / CNN Brasil

Publicado em Outras Notícias

OXFORD/EUA - A Universidade de Oxford informou ontem, sábado, 13, que lançou um estudo para avaliar a segurança e a resposta imune da vacina Covid-19 que desenvolveu com AstraZeneca em crianças pela primeira vez.

O novo teste intermediário determinará se a vacina é eficaz em pessoas entre 6 e 17 anos, de acordo com um comunicado enviado por e-mail da universidade.

Cerca de 300 voluntários serão inscritos e as primeiras vacinações são esperadas para este mês, disse Oxford.

A vacina Oxford / AstraZeneca de duas doses foi aclamada como uma 'vacina para o mundo' porque é mais barata e mais fácil de distribuir do que algumas rivais.

A AstraZeneca tem uma meta de produzir 3 bilhões de doses este ano e mais de 200 milhões de doses por mês até abril.

Por Derek Francis, da Reuters / CNN Brasil

Publicado em Ciência & Tecnologia

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