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Radio Sanca Web TV - Terça, 31 Outubro 2023
Quarta, 01 Novembro 2023 08:32

Homem tem caminhonete roubada em Araraquara

ARARAQUARA/SP - Na noite de terça-feira (31), dois criminosos armados roubaram pertences e o veículo de um homem que chegava em sua residência, à Rua Barão do Rio Branco, na Vila Xavier, em Araraquara.

Segundo informações, os bandidos armados renderam a vítima, um homem de 49 anos, assim estacionou para abrir o portão de sua residência.

Os criminosos tomaram ainda o celular da vítima e fugiram levando uma caminhonete Fiat/Toro, de cor branca, com placas FXQ-4429, sentido centro da cidade.

A Polícia Militar foi acionada, mas os criminosos já haviam desaparecido.

O fato foi registrado em boletim de ocorrência e deve ser investigado.

 

 

Marcelo Bonholi / PORTAL MORADA

Publicado em Araraquara

Concessionária espera aumento na movimentação de veículos a partir das 16h em todas as rodovias concedidas

 

JAÚ/SP - O feriado prolongado de Finados deverá registrar novamente movimentação intensa nas 12 rodovias administradas pela Eixo SP. A exemplo do que ocorreu nos feriados da Independência e da Padroeira, o descanso de quatro dias em Finados deverá levar um grande volume de veículos para as estradas. A previsão da Concessionária é de um aumento de 40% na movimentação em comparação com os dias normais. Isso representa mais de 1 milhão de veículos circulando em todo o trecho, que vai da região central do Estado até o extremo oeste, na divisa com Mato Grosso do Sul.

Em razão deste aumento previsto no tráfego, a Concessionária intensificará o monitoramento nas rodovias, a partir da tarde desta quarta-feira (1º), em um trabalho para garantir a fluidez do trânsito e a segurança dos usuários. Os períodos de maior movimentação nas estradas são esperados para quarta a partir das 16h; na quinta, das 8h às 12h; e na volta do feriado prolongado, no domingo, a partir das 12h. Especialmente nesses períodos, a Concessionária pede atenção redobrada dos motoristas para que a viagem transcorra sem incidentes.

Outro alerta é para que os motoristas fiquem atentos ao limite de velocidade ao passarem pelas cabines de pedágio. A velocidade máxima permitida nestes locais é de 40 km/h. Trafegar acima deste limite representa risco de multa. Outra recomendação é manter distância segura de 30 metros entre os veículos que utilizam as vias automáticas de cobrança. O distanciamento visa evitar o risco de colisões.

A Concessionária alerta ainda para a necessidade de uma revisão cuidadosa do veículo antes de pegar estrada. Checar o nível de óleo, de água, a calibragem dos pneus, entre outros itens, é fundamental para um passeio tranquilo. Da mesma forma, é imprescindível que todos os ocupantes do veículo usem cinto de segurança durante a viagem.

Obras suspensas

As obras de melhorias que causam interferência no tráfego terão programação especial durante o feriado prolongado. Na quarta-feira, os trabalhos serão suspensos o dia todo nas rodovias SP 310, SP 225 (Jaú-Bauru), SP 294 (Marília) e SP 304 (Piracicaba). Nas demais rodovias administradas pela Eixo SP, as restrições passam a vigorar a partir das 14h. Na quinta-feira, a suspensão dos serviços ocorrerá o dia todo em todo o trecho. Na sexta e no sábado, as obras estarão liberadas. No domingo, a restrição volta para todo o trecho. E na segunda, os trabalhos permanecerão suspensos até às 14h na SP 310, SP 225 (Jaú-Bauru), SP 294 (Marília) e SP 304 (Piracicaba). Nas demais rodovias, os serviços estarão liberados o dia todo.

A Concessionária manterá efetivo extra durante a Operação Finados para atender o usuário. Informações sobre as condições de tráfego serão exibidas nos Painéis de Mensagens Variáveis, instalados ao longo do trecho. A Eixo SP também coloca à disposição dos usuários serviços de guincho e equipes de resgate para atendimento pré-hospitalar, além de bases de atendimento com sanitários, água e equipe de apoio. O serviço de atendimento ao usuário pode ser acionado pelo telefone 0800 170 8998 ou via serviço de Wi-Fi presente nas rodovias por meio do aplicativo da Eixo SP.

Publicado em Outras Cidades

SÃO PAULO/SP - Na terça-feira (31), Renata Ceribelli, repórter especial do Fantástico, foi liberada pela TV Globo para participar do documentário sobre a vida, carreira e obra do apresentador Gugu Liberato. O projeto da emissora de Silvio Santos irá ao ar em 2024, através da plataforma Youtube.

De acordo com as informações do F5, da Folha de SP, o filme documental é uma série realizada pela emissora para homenagear grandes nomes de sua história. Gugu Liberato não será o único homenageado, as vidas de Hebe Camargo (1929-2012) e Carlos Alberto de Nóbrega, outros dois ícones do SBT, também serão retratadas na telinha.

Renata Ceribelli foi convidada pelo diretor Michel Ukstin, ex-diretor dos programas de Eliana, Patrícia Abravanel e Teleton, desligado em 2020 durante uma onda de demissões, e que foi recontratado especialmente para este projeto.

A repórter do ‘Show da Vida’ vai relatar uma passagem histórica do pai de João Augusto Liberato em sua vida, especialmente no início de sua carreira. Foi uma vivência que ela jamais falou publicamente antes em entrevistas suas. Vale lembrar que Renata Cerbielli trabalhou no SBT no fim dos anos 1980 e início dos anos 1990, quando foi repórter especial do TJ Brasil (1988-1997), comandado por Bóris Casoy.

Sonia Abrão opinou sobre o projeto que terá a participação de Renata Ceribelli: ”Olha só, a poderosa fazendo essa concessão… Vai ser muito legal isso. Essa ideia dos documentários sobre os astros da emissora é muito importante. Os documentários ficam para sempre”.

Na última quinta-feira (26), Renata usou as redes sociais para informar que estava gravando o documentário sobre Gugu e relatou a importância do apresentador em sua vida: ”GRAVANDOpara o doc sobre Gugu Liberato.Pouca gente sabe, mas ele foi importante em um determinado momento da minha carreira na tv.E é isso que eu conto nesse doc que deve ser lançado ano que vem.Obrigada para toda a equipe!”, declarou a repórter.

 

 

Colaborou: Matheus Nunes / AREAVIP 

Publicado em TV

EUA - A fabricante automotiva americana General Motors fechou um acordo de princípio com o sindicato de trabalhadores do setor UAW, poucos dias depois de suas concorrentes Ford e Stellantis, também afetadas pela greve desde meados de setembro.

Segundo um comunicado do sindicato, a GM aceitou, assim como as outras montadoras, um aumento do salário básico de 25% nos quatro anos de duração do acordo coletivo.

O presidente Joe Biden, que, em campanha para a reeleição, participou de um dos piquetes organizados pelos trabalhadores exigindo melhorias salariais, deu boas-vindas aos acordos “históricos” após semanas de paralisação.

“Estes acordos recorde recompensam os trabalhadores da indústria automotiva que fizeram muitos sacrifícios para que o setor continuasse funcionando” durante a crise de 2009, considerou o mandatário.

Mais de 45.000 trabalhadores chegaram a ficar em greve, como parte de uma estratégia na qual a UAW aumentou gradualmente o número de fábricas com paralisações em busca de melhores condições salariais desde 15 de setembro.

Desde a criação deste sindicato em 1935, esta foi a primeira vez que os “três grandes” de Detroit foram alvo de uma greve simultânea.

Os acordos precisam ser ratificados em votação pelos membros da UAW (United Auto Workers).

 

– Estratégia –

Depois de começar por fábricas menores e centros de distribuição de autopeças, a UAW ampliou o movimento para as fábricas mais importantes e “lucrativas” de cada grupo.

A Ford alcançou um acordo preliminar na quarta-feira depois de 41 dias de greve e a Stellantis três dias depois, no sábado.

O acordo provisório com a Stellantis, após 44 dias de paralisação, inclui um aumento de 25% dos salários até 2028, informou o sindicato em um comunicado.

A Ford também aceitou um aumento de 25% do salário de base.

Estes acordos devem ser ratificados por votação dos membros da UAW.

As cifras conhecidas são inferiores aos 40% pretendidos pelo presidente da UAW, Shawn Fain, quando o sindicato iniciou a greve.

Além disso, os acordos preveem aumentos salariais durante os quatro anos de convênio coletivo, medidas de ajuste ao custo de vida, benefícios sociais e melhorias para os aposentados, entre outras.

Também, segundo cada empresa, tem especificidades, como aumentar a quantidade de empregos no caso da Stellantis.

 

– Fábrica ‘resgatada’ –

A Stellantis se comprometeu a criar 5.000 postos de trabalho, depois que havia previsto demissões como parte do fechamento de uma fábrica em Belvidere (Illinois) que agora foi “resgatada”, segundo Rich Boyer, vice-presidente da UAW.

“Os trabalhadores não tinham tanta força há décadas, e certamente não a tinham desde a recessão de 2008-2009”, constatou, em diálogo com a AFP, Susan Schurman, professora de relações trabalhistas na Universidade de Rutgers.

Neste setor, os funcionários fizeram “enormes sacrifícios” durante a salvação da indústria após a crise de 2008 e agora com a reativação, “os dirigentes recebem muito dinheiro e os trabalhadores querem sua parte”, acrescentou.

“Outro trimestre recorde, outro ano recorde. Como dissemos há meses: lucros recorde significam contratos recorde”, comentou Shawn Fain após a publicação dos resultados trimestrais da GM em 24 de outubro.

O sindicato anunciou que os trabalhadores de Ford e Stellantis retomariam seu trabalho sem esperar a validação por votação no sindicato.

Ao fechamento da Bolsa de Nova York, as ações da GM tiveram alta de 0,51% no dia, após o acordo com o sindicato UAW acabar com a greve. As ações da Ford (-1,96%) e da Stellantis (-0,28%) sofreram desvalorizações.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

Publicado em Economia

LONDRES - Sem uma rápida redução das emissões de dióxido de carbono, o mundo terá apenas 50% de chance de alcançar um aumento médio da temperatura global de no máximo 1,5ºC até 2030. O alerta está em um novo estudo da Imperial College, de Londres, publicado na Nature Climate Change.

Uma elevação de 1,5ºC é o limite máximo determinado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU para que os efeitos do aquecimento global não sejam catastróficos. É o limite máximo para que países insulares do Pacífico não submerjam completamente, por exemplo. O Acordo de Paris pede que todo o mundo se esforce para limitar o aumento a 1,5ºC.

Os pesquisadores alertam que se as emissões de CO2 se mantiverem nos níveis de 2022, de aproximadamente 40 bilhões de gigatoneladas por ano, já em 2029 alcançaremos um aumento médio da temperatura da ordem de 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais.

Isso significa que as emissões de gases do efeito-estufa vem aumentando em vez de diminuírem. “Nossas descobertas confirmam o que já sabíamos: não estamos fazendo o suficiente para manter o aumento das temperaturas abaixo de 1,5ºC”, afirmou Robin Lamboll, pesquisador do Centro de Política Ambiental do Imperial College de Londres e principal autor do estudo. “As estimativas apontam para menos de uma década de emissões neste nível atual. A falta de progresso na redução das emissões significa que podemos estar cada vez mais certos de que a janela de oportunidade para manter o aquecimento global em níveis seguros está se fechando rapidamente.”

O estudo também revela que, se as emissões continuarem nos níveis atuais, em 2046 o aumento médio da temperatura será de 2ºC.

 

Desmatamento da Amazônia

Nota técnica do Observatório do Clima (OC) divulgada nesta terça-feira, 31, mostra que o governo brasileiro vai precisar trabalhar consideravelmente para atingir a meta de redução de emissões de gases do efeito estufa estipulada pelo País no Acordo de Paris. De acordo com a análise, é preciso reduzir pela metade o desmatamento da Amazônia em menos de três anos (2023-2025) para que o País consiga bater a meta de cortar suas emissões em 48% até 2025.

No Brasil, o desmatamento é a principal fonte de emissões de gases do efeito estufa na atmosfera. Assim, controlar a destruição de florestas é a estratégia principal para cumprir o estabelecido no Acordo de Paris.

 

 

ESTADÃO

Publicado em Meio Ambiente

EUA - Um primeiro esboço de regulamentação da inteligência artificial (IA) foi assinado na última segunda-feira, 30, pelo presidente dos EUA Joe Biden, no que pode ser o empurrão para que outros países também adotem leis específicas para a tecnologia. Entre os tópicos do governo americano para o desenvolvimento e regulação da IA estão a exigência de que produtos de IA mais avançados sejam testados para garantir que não possam ser usados para produzir armas biológicas ou nucleares, e que os resultados desses testes sejam informados ao governo.

Os requisitos de teste são uma parte pequena, mas central, do que Biden, em um discurso programado para a tarde desta segunda-feira, deve descrever como a ação governamental mais abrangente para proteger os americanos dos riscos potenciais trazidos pelos enormes saltos na IA nos últimos anos. O esforço ainda pode ser considerado uma tentativa dos EUA de tomar a liderança na regulamentação da tecnologia que ainda enfrenta um mercado crescente e pouco delimitado pelas leis já vigentes em vários países.

De acordo com o jornal americano The New York Times, as regulamentações incluirão recomendações, mas não exigências, de que fotos, vídeos e áudio desenvolvidos por esses sistemas sejam identificados com marca d’água para deixar claro que foram criados por IA. Isso reflete o medo crescente de que a tecnologia torne muito mais fácil a criação de deepfakes e desinformação convincente, especialmente à medida que a campanha presidencial de 2024 se acelera nos EUA.

A ordem de Biden será emitida dias antes de uma reunião de líderes mundiais sobre segurança em IA, organizada pelo primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Rishi Sunak. Na questão da regulamentação da tecnologia, os Estados Unidos ficaram atrás da União Europeia, que já está elaborando novas leis, e de outras nações como China e Israel, que emitiram propostas de regulamentação. Desde que o ChatGPT, o chatbot com tecnologia de IA da OpenAI, explodiu em popularidade no ano passado, legisladores e reguladores globais têm debatido sobre como a inteligência artificial pode alterar empregos, espalhar desinformação e potencialmente desenvolver seu próprio tipo de inteligência.

As novas regras dos EUA, algumas das quais devem entrar em vigor nos próximos 90 dias, provavelmente enfrentarão muitos desafios, alguns legais e outros políticos. Mas a ordem visa aos sistemas futuros mais avançados e, em grande parte, não aborda as ameaças imediatas dos chatbots existentes que poderiam ser usados para espalhar desinformação relacionada à Ucrânia, Gaza ou à campanha presidencial.

 

Para quem?

A ordem afeta apenas as empresas americanas, mas como o desenvolvimento de software ocorre em todo o mundo, os Estados Unidos enfrentarão desafios diplomáticos para aplicar as regulamentações, razão pela qual o governo está tentando incentivar aliados e adversários a desenvolver regras semelhantes. A vice-presidente Kamala Harris está representando os Estados Unidos na conferência em Londres sobre o assunto nesta semana.

As regulamentações também têm o objetivo de influenciar o setor de tecnologia, estabelecendo padrões inéditos de segurança e proteção ao consumidor. As diretrizes da Casa Branca para as agências federais visam forçar as empresas a cumprir os padrões estabelecidos por seus clientes governamentais.

“Esse é um primeiro passo importante e, o que é importante, as ordens executivas estabelecem normas”, disse Lauren Kahn, analista sênior de pesquisa do Center for Security and Emerging Technology da Universidade de Georgetown.

A ordem também instrui o Departamento de Saúde e Serviços Humanos e outras agências a criar padrões de segurança claros para o uso de IA e a simplificar os sistemas para facilitar a compra de ferramentas que usem a tecnologia. Ela determina que o Departamento do Trabalho e o Conselho Econômico Nacional estudem o efeito da IA no mercado de trabalho e apresentem possíveis regulamentações. E solicita que as agências forneçam orientações claras aos locadores, contratantes do governo e programas de benefícios federais para evitar a discriminação por algoritmos usados em ferramentas de IA.

Mas a Casa Branca tem autoridade limitada, e algumas das diretrizes não são aplicáveis. Por exemplo, a ordem pede que as agências fortaleçam as diretrizes internas para proteger os dados pessoais dos consumidores, mas a Casa Branca também reconheceu a necessidade de uma legislação de privacidade para garantir totalmente a proteção dos dados.

Para incentivar a inovação e reforçar a concorrência, a Casa Branca solicitará que a Câmara Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) intensifique seu papel de fiscalizador da proteção ao consumidor e das violações antitruste. Mas a Casa Branca não tem autoridade para instruir o FTC, um órgão independente, a criar regulamentações.

Lina Khan, presidente da Comissão, já sinalizou sua intenção de agir de forma mais agressiva como fiscalizadora da IA. Em julho, a comissão abriu uma investigação sobre a OpenAI sobre possíveis violações de privacidade do consumidor e acusações de divulgação de informações falsas sobre indivíduos.

“Embora essas ferramentas sejam novas, elas não estão isentas das regras existentes, e o FTC aplicará vigorosamente as leis que somos encarregados de administrar, mesmo nesse novo mercado”, escreveu Khan em um artigo publicado no The New York Times em maio.

O setor de tecnologia disse que apoia as regulamentações, embora as empresas discordem sobre o nível de supervisão do governo. A Microsoft, a OpenAI, o Google e a Meta estão entre as 15 empresas que concordaram com compromissos voluntários de segurança e proteção, incluindo a realização de testes de estresse em seus sistemas por terceiros para detectar vulnerabilidades.

Biden pediu regulamentações que apoiem as oportunidades da IA para ajudar na pesquisa médica e climática, ao mesmo tempo em que cria barreiras para proteger contra abusos. Ele enfatizou a necessidade de equilibrar as regulamentações com o apoio às empresas dos EUA em uma corrida global pela liderança da IA. Para isso, a ordem orienta as agências a simplificar o processo de visto para imigrantes altamente qualificados e não imigrantes com experiência em IA para estudar e trabalhar nos Estados Unidos.

Um alto funcionário do Departamento de Energia disse na semana passada que a Administração Nacional de Segurança Nuclear já havia começado a explorar como esses sistemas poderiam acelerar a proliferação nuclear, resolvendo questões complexas na construção de uma arma nuclear. E muitas autoridades têm se concentrado em como esses sistemas poderiam permitir que um grupo terrorista reunisse o que é necessário para produzir armas biológicas.

Ainda assim, legisladores e funcionários da Casa Branca advertiram que não se deve agir com muita rapidez para redigir leis para tecnologias de IA que estão mudando rapidamente. A União Europeia não considerou modelos de linguagem ampla (LLM, na sigla em inglês) em seus primeiros esboços legislativos./COM NYT

 

 

ESTADÃO

Publicado em Ciência & Tecnologia

EGITO - O Egito anunciou que autorizará entrada de feridos que estão na Faixa de Gaza pela passagem de fronteira da cidade de Rafah. A informação é da AFP, que citou fontes médicas e de segurança que não foram identificadas.

"Equipes médicas estarão presentes nesta quarta-feira (01) [quarta-feira, 1º] na passagem [de Rafah] para examinar os casos procedentes [de Gaza] desde sua chegada [...] e determinar os hospitais para onde serão enviados", disse um encarregado médico da cidade egípcia de Al Arish. Uma fonte de segurança da região fronteiriça de Rafah confirmou a informação.

O porta-voz do Unicef, James Elder, afirmou que a guerra na Faixa de Gaza transformou o território em cemitério para milhares de crianças. Desde 7 de outubro, mais de 8.500 pessoas foram mortas na guerra -dentre essas, 3.542 crianças.

Unicef apela por cessar-fogo. "O Unicef tem sido franco sobre a necessidade de um cessar-fogo humanitário imediato, pela chegada de suprimentos e pela libertação de crianças sequestradas. Como tantos outros, suplicamos para que os assassinatos de crianças parem", disse ele durante coletiva em Genebra, na Suíça.

 

AVIÃO DA FAB COM AJUDA DO MST CHEGA AO EGITO

O avião da FAB (Força Aérea Brasileira) que decolou do Brasil com doações do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) à Faixa de Gaza chegou na terça-feira (31) na cidade do Cairo, no Egito.

Aeronave brasileira pousou na capital egípcia às 11h30, no horário de Brasília. Agora, o avião aguarda a liberação da fronteira para que os brasileiros em Gaza possam atravessar, embarcarem na aeronave e voltarem ao Brasil.

O MST enviou duas toneladas de alimentos a palestinos. A bordo da aeronave estavam mantimentos para assistência humanitária aos afetados na Faixa de Gaza.

 

 

POR FOLHAPRESS

Publicado em Política

ISRAEL - As Forças de Defesa de Israel disseram ter atacado na terça (31) o Batalhão Central de Jabalia, na região do campo de refugiados homônimo, considerado o maior da região -abrigava 116 mil pessoas antes do início do conflito atual, segundo dados da ONU.

A ação teria matado ao menos 50 pessoas. Tel Aviv descreve todas como terroristas ligados ao Hamas. O Ministério da Saúde em Gaza, ligado à facção, por sua vez, diz tratarem-se de mártires, maneira como se refere aos mortos deste conflito, sejam eles civis ou pessoas ligadas ao braço armado do grupo que controla a região.

De acordo com Tel Aviv, a ofensiva matou Ibrahim Biari, um comandante militar do Hamas considerado um dos responsáveis pelos ataques em 7 de outubro, que dispararam a nova guerra no Oriente Médio entre Israel e o grupo terrorista palestino da Faixa de Gaza.

Ele era procurado há anos por Israel, sendo considerado responsável por um ataque no porto de Ashdod que matou 13 pessoas em 2004, além de várias ações contra as Forças de Defesa.

O diretor de um hospital de Jabalia já havia dito à rede qatari Al Jazeera que um bombardeio havia deixado 50 mortos. O Ministério da Saúde de Gaza reiterou a cifra: "Mais de 50 mártires e cerca de 150 feridos e dezenas de pessoas sob os escombros devido a um massacre israelense atroz que atingiu uma grande área de casas no campo de Jabalia".

Ao falar sobre o episódio o porta-voz de Tel Aviv Jonathan Conricus, em transmissão ao vivo, afirmou que há relatos ainda não confirmados de mortes de civis. "Quero reforçar que tomamos todas as precauções para ter o mínimo de efeito colateral possível em civis; estamos em uma guerra, na qual fomos forçados a entrar pelo Hamas."

Outro militar, o tenente-coronel Richard Hecht, também falou sobre o tema durante entrevista à rede americana CNN. Questionado sobre a razão para o ataque ter ocorrido mesmo sob ciência de que Jabalia é uma região majoritariamente habitada por refugiados, o israelense respondeu que isso se trata "da tragédia da guerra".

Segundo comunicado da Defesa, um complexo de túneis usados pelo Hamas na região colapsou em decorrência dos ataques. Não está claro se, ainda segundo a versão apresentada por Tel Aviv, o comandante estava dentro dele ou em algum outro prédio.

A corporação afirma que a operação foi conduzida pela Brigada Givati e dividida em duas partes. Soldados israelenses teriam inicialmente matado terroristas durante um combate, e, na sequência, aeronaves fizeram ataques adicionais ao local.

Em sua declaração diária, o principal porta-voz dos militares, Daniel Hagari, disse que o local atacado serviu como centro de treino para os ataques do início deste mês no sul israelense.

A Defesa também divulgou uma imagem aérea com inscrições de quais áreas teriam sido atacadas. No material, afirma que infraestruturas civis -como uma escola, uma estação de água, um centro médico e duas mesquitas- teriam ficado de foram da zona de bombardeio que, por sua vez, incluiria um centro de inteligência, um de lançamento de foguetes e outro de produção de armas.

Jabalia é um dos principais campos de refugiados do Oriente Médio e agora está na linha de frente da ação terrestre iniciada na sexta (27), de forma gradual, por Israel. Tanques israelenses atuam na área, assim como no sul da zona de exclusão para civis -que não impede Tel Aviv de bombardear outros pontos da faixa fora dela.

Gaza conta com oito campos de refugiados, locais com construções precárias e densamente povoados formados a partir de 1948. O ano de criação do Estado de Israel também marca a chamada "nakba", o deslocamento forçado de palestinos de seus lugares de origem em meio à primeira guerra árabe-israelense. Cerca de outros 50 campos estão distribuídos pela Cisjordânia ocupada e por nações da vizinhança -a saber: Síria, Líbano e Jordânia.

A ONU considera refugiados palestinos todos aqueles forçados a se deslocar em meio à nakba, bem como todos os seus descendentes. Calcula-se que, ao todo, sejam cerca de 6 milhões atualmente.

Se confirmada, a morte de Biari é um golpe duro para a organização local do grupo na região. Israel tem anunciado quase diariamente o assassinato de terroristas de relevo do Hamas. A invasão de Gaza não ocorreu de forma maciça ainda, contudo, e há pressões diversas sobre o governo de Binyamin Netanyahu para que ele tenha comedimento.

Um dos fatores incertos é o futuro dos 240 reféns, segundo a Defesa, ainda em mãos do Hamas -o grupo fala em 250, dos quais ao menos 50 teriam morrido, mas ninguém sabe exatamente o número certo. O que se sabe é que eles podem estar nos túneis da facção, que somam alegados 500 km de rede sob Gaza, e isso sugere a necessidade de um trabalho de inteligência forte antes de ataques.

Ao falar sobre o episódio desta terça, Tel Aviv voltou a acusar o Hamas de usar vítimas como escudos humanos. "[O Hamas] não se preocupa com os residentes de Gaza", disse o porta-voz Daniel Hagari. "Construiu de forma intencional toda a sua infraestrutura por baixo de casas de civis e está por trás do colapso de Gaza."

O ataque à região de Jabalia despertou críticas de nações árabes. No X, a chancelaria da Jordânia disse condenar o ataque "liderado por Israel, força ocupante que é responsável pelo perigoso desenrolar desse conflito". Já a diplomacia saudita disse que as ações de Tel Aviv conduzem a uma catástrofe humanitária.

A Al Jazeera relatou, horas após os ataques, que 19 familiares de um de seus funcionários, Mohamed Abu Al-Qumsan, foram mortos. Entre eles, seu pai, duas de suas irmãs, um irmão, duas cunhadas, um tio, além de 12 sobrinhos e sobrinhas.

À rede americana CNN Mohammad Ibrahim, que testemunhou o ataque, disse que o que parecia ser um caça F-16 lançou mais de sete mísseis no local. Ele estava em uma fila aguardando para comprar pão no bairro de al-Yafawiya. "Parecia o fim do mundo."

 

 

FOLHAPRESS

Publicado em Outras Notícias

FRANÇA - A polícia francesa abriu fogo e feriu gravemente uma mulher na terça-feira (31) em Paris que, segundo testemunhas, fez comentários ameaçadores e gritou "Allah Akbar" – expressão em árabe que significa “Alá é Grande” ou "Alá é o Maior" –, em um trem da rede suburbana do metrô parisiense. A mulher corre risco de morte, de acordo com o Ministério Público francês (MP).

A polícia foi alertada por chamadas telefônicas de passageiros que mencionavam uma mulher "totalmente coberta pelo véu islâmico" e que "fazia ameaças" dentro de um trem da linha RER C. Segundo estas testemunhas, ela “pronunciou Allah Akbar várias vezes”.

O porta-voz do governo, Olivier Véran, confirmou que a mulher fez “comentários agressivos com conotações jihadistas” durante o trajeto do trem pela periferia de Paris. A polícia foi chamada pelos serviços de segurança da companhia ferroviária SNCF e interveio quando o trem chegou na estação da Biblioteca François Mitterrand, na zona leste de Paris.

Os policiais conseguiram "isolar" a suspeita, e a estação foi rapidamente evacuada. A mulher, de 38 anos, "recusou-se a cumprir as ordens da polícia” e continuou a ameaçar de “se explodir”, detalhou o MP e uma fonte policial. Diante dessas circunstâncias, dois policiais dispararam oito vezes contra a mulher. Gravemente ferida no abdome, ela foi transportada para um hospital da capital e corre risco de morte.

Segundo o porta-voz do governo, esta mulher já tinha sido “condenada” por “ter feito ameaças contra soldados da Operação Sentinela”, em vigor no país desde os ataques terroristas de 2015. Véran evocou possíveis distúrbios de “saúde física”, sem dar maiores detalhes.

Fontes policiais disseram à AFP que a suspeita já foi fichada por radicalização islâmica no passado, mas não sabiam dizer se o registro continuava ativo nos organismos de inteligência do governo.

 

Investigações

Duas investigações foram abertas sobre o caso. A polícia judiciária parisiense irá investigar as denúncias de "apologia do terrorismo, ameaças de morte e intimidação contra titular de autoridade pública”. Um segundo inquérito administrativo foi aberto pela Inspeção-Geral da Polícia Nacional (IGPN), órgão equivalente à Corregedoria da Polícia no Brasil, que irá avaliar as circunstâncias que levaram o policial autor do disparo a utilizar sua arma de fogo.

Após o assassinato de um professor em Arras (norte), no dia 13 de outubro, o Ministério do Interior francês decretou "alerta de emergência" contra risco de ataques terroristas no país. O professor Dominique Bernard foi letalmente esfaqueado por um jovem checheno de 20 anos, que era fichado por radicalização islâmica nos cadastros da polícia desde fevereiro de 2021.

Este assassinato reacendeu o temor de uma nova onda de ataques terroristas na França. As autoridades públicas reforçaram as medidas de segurança antiterroristas, num contexto já marcado por tensões geradas pelo conflito entre Israel e o Hamas no Oriente Médio. A França acolhe em seu território as duas maiores comunidades de judeus e muçulmanos da Europa.

 

 

(Com informações da AFP)

por RFI

Publicado em Policial

BRASÍLIA/DF - As vendas da indústria brasileira de máquinas e equipamentos em setembro somaram R$ 25,08 bilhões, uma queda de 16,5% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Em comparação a agosto, a diminuição foi de 10,8%. No acumulado do ano, de janeiro a setembro, as vendas totalizaram R$ 219,5 bilhões, 9,5% abaixo do registrado no mesmo período de 2022. Os dados, divulgados na terça-feira (31), são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

O setor vendeu ao exterior, no mês de setembro, US$ 1,16 bilhão em equipamentos, montante 11,7% superior ao registrado no mesmo mês de 2022. Em relação a agosto, no entanto, as exportações foram 20,7% menores. No acumulado do ano, de janeiro a setembro, as vendas ao exterior somaram US$ 10,4 bilhões, 17,3% acima do registrado no mesmo período do ano passado.

“Dados do mês de setembro de 2023 registraram queda na receita líquida de vendas em relação ao mês de agosto, anulando parte do crescimento observado em relação ao mês de julho. Em relação ao mesmo mês do ano anterior também houve queda em razão da fraqueza nas atividades do mercado doméstico. Já as exportações, mesmo com a desaceleração no mercado global e valorização do real, registraram expansão ante ao mesmo mês do ano anterior”, destacou a entidade, em nota.

As importações totalizaram US$ 2,1 bilhões em agosto, 17,3% abaixo do registrado em julho, e 6,8% a menos em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano (janeiro a setembro), as compras do exterior chegaram a US$ 20,3 bilhões, 11,2% acima do registrado no mesmo período de 2022.

 

 

Por Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil

Publicado em Economia

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